Características de adulto Índigo…

Adultos índigos 1

Os adultos índigos sentem e lêem o campo energético das pessoas, eles são naturalmente leitores de manifestações energéticas. Estes adultos querem mais do que tudo aprender a equilibrar a sua energia, assumir a sua missão e dons, aprender a como se desenvolver e evoluir, ajudando os que seguem nascendo, as crianças e jovens. A frequência índigo está disponível a todos os seres humanos e pode ser acedida na medida em que a nossa consciência vai se expandindo mais e mais. Quanto mais conscientes, mais aptos nós nos tornamos a perceber e aceder outros diferentes tipos de realidades, que antes nem imaginávamos existir.

Na medida em que mais e mais seres humanos índigos existam e convivam entre si, mais rápido se dará a nossa evolução, o nosso processo de ampliação da consciência. Com esta convivência estaremos a aproximar cada vez mais da quarta e quinta dimensão, já que a Terra é originalmente um planeta da terceira dimensão, devido às consciências predominantes.

Abaixo, cito algumas características de adultos índigos para uma melhor compreensão da temática:

  • São muito inteligentes, apesar de não terem tido as melhores notas na escola.
  • Tinham aversão ou detestavam grande parte dos trabalhos repetitivos e obrigatórios da escola.
  • Muitos experimentaram depressão existencial bem cedo e sentimentos de impotência ao decorrer da sua infância e adolescência.
  • Têm dificuldade com empregos supervisionados, os adultos índigos resistem à autoridade e ao sistema hierárquico de trabalho.
  • Tem problemas com sistemas que consideram falidos ou ineficazes, exemplo: sistema financeiro, político, médico, educacional.
  • Frustração ou rejeição do tradicional “sonho” de carreira, casamento, filhos.
  • Um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo, porém podem demorar até reconhecer qual é a sua vocação para realizar este desejo.
  • Desde muito novos tem interesses por assuntos espirituais e esotéricos.
  • Possuem forte intuição.
  • Tiveram experiências psíquicas, tais como premonições, ouvir e ver pessoas desencarnadas, experiências fora do corpo, etc.

Os índigos que hoje são adultos, especialmente aqueles que têm idade acima dos trinta anos, chegaram ao planeta numa época em que ainda havia poucos índigos por aqui e, portanto, a energia era mais densa; os paradigmas eram outros e a consciência era ainda mais limitada. Os padrões eram mais rígidos e as mentes dos pais, professores e governantes era muito mais limitadas que hoje em dia.

Estes adultos índigos encarnaram na Terra numa época em que a vida e a realidade eram  totalmente enquadradas em alguns padrões socialmente aceites e tudo o que não fosse enquadrado nestes padrões era tido como inexistente.

Quando as crianças eram extremamente sensíveis, esta sensibilidade causou-lhes enormes dificuldades para adaptação. Eram crianças cuja essência apontava na direcção de uma vida espiritual, uma vida guiada por valores mais elevados. Imagine o quão difícil é encarnar numa época e num contexto tão contrário à manifestação dos seus dons.

A missão destes seres na Terra está voltada para a produção de mudança, para a revisão de valores e paradigmas por onde passarem. Para a sua missão se concretizar é preciso deixar velhos hábitos e pensamentos para que novos paradigmas possam ser estabelecidos, assim a unidade e o amor encontrarão espaço para se manifestar.

Adultos índigos 2

No processo de desenvolvimento os adultos índigo presenciaram um choque significativo entre as energias mais subtis e as mais densas, oriundas principalmente do seu universo familiar e do seu entorno. Poucas famílias estavam espiritualizadas suficientemente para recebê-los e compreendê-los. Estas atitudes causaram-lhes grandes dificuldades de adaptação por onde quer que fossem. Seus dons não eram aceites nas suas famílias e muitos se desviaram do caminho espiritual por não ter tido a devida aceitação por seus pais e amigos à sua volta.

Eles foram chamados de hiperativos, loucos, bipolares, esquizofrênicos e muitos foram excessivamente medicados esquecendo-se da sua verdadeira essência.

Os índigos que compreendem a sua missão sabem da importância da sua vinda à Terra, eles mantém a possibilidade de que a Terra continuará a evoluir. Tudo o que não serve à humanidade se desvanecerá com a sua presença. Eles encarnaram para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e das classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações.

Os índigos não começaram a chegar à Terra somente nas últimas gerações; o que acontece é que o seu número está a aumentar cada vez mais para auxiliar o aumento vibracional da Terra, eles já são tantos que, finalmente, não podemos ignorá-los.

Fontes:
http://thesecret.tv.br/2015/03/adultos-indigos/   / https://revolucaodosindigos.wordpress.com/2014/01/19/adultos-indigos/

Música das Esferas e Leis de Kepler…

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A natureza aparente inanimada é viva, está sempre em movimento e vibração, sua beleza, perfeita e ordenação, está em comunhão com a música e sons da Criação. É um privilégio do homem interagir, ouvir, tocar e entrar com as sintonia do universo. ~Elciene Galindo.~

Andreas Cellarius, Harmonia Macrocósmica, Amsterdam, 1660. As fases da Lua explicadas de acordo com a sua posição em relação ao Sol e à Terra. 

Durante séculos, filósofos e artistas imaginaram o universo como um mecanismo perfeitamente organizado segundo regras que podiam ser apresentadas tanto matemática como musicalmente. As certezas da religião em relação a uma tal harmonia divina dificultaram a vida de pensadores como Galileu e Giordano Bruno. A procura de ligações entre as diversas áreas do pensamento atrasou muitas vezes o avanço da ciência, mas também foi o desejo de encontrar tais ligações que acabou por ser a base emocional que conduziu alguns cientistas a resultados importantes, como aconteceu com Kepler, ao tentar compreender a música das esferas a partir do movimento dos planetas.

A diversidade dos fenômenos da Natureza é tão vasta e os tesouros escondidos no Céu são tão ricos precisamente para que a mente humana nunca tenha falta de alimentos. Mysterium Cosmographicum (1596), Kepler.

 

As observações de Tycho Brahe sobre o movimento aparente dos planetas, apesar de não apoiarem o seu “Mistério Cosmográfico“, permitiram a Kepler obter de modo empírico três leis gerais que descrevem o movimento dos planetas.
1ª Lei de Kepler
As órbitas dos planetas são elipses, ocupando o Sol um dos seus focos.

2ª Lei de Kepler (ou lei das áreas)
O raio vector que une o centro do Sol ao centro de cada planeta descreve áreas iguais em intervalos de tempo iguais.

3ª Lei de Kepler
O quadrado do período de revolução T de cada planeta em torno do Sol é proporcional ao cubo do comprimento do semi-eixo maior a da respectiva órbita (ou seja, a3/T2 = constante).

A lei das áreas. Das 1ª e 2ª leis conclui-se que o movimento dos planetas não tem velocidade constante. Para que a área varrida seja proporcional ao tempo gasto a descrevê-la é necessário que a velocidade seja máxima no periélio (ponto da órbita mais próximo do Sol) e mínima no afélio (ponto da órbita mais afastado do Sol).
A partir das 1ª e 2ª leis, Kepler concluiu que o movimento dos planetas não tem velocidade constante. A velocidade mínima é atingida no afélio (ponto da órbita elíptica que está mais afastado do Sol) e a velocidade máxima é atingida no periélio (ponto da órbita elíptica que está mais próximo do Sol). Kepler podia agora aplicar estas novas conclusões à teoria musical das esferas. A primeira observação a fazer era a de que, tendo o planeta velocidade variável, não emitia uma nota única, sendo a nota mais aguda atingida no periélio e a mais grave no afélio. A partir da diferença entre as velocidades mínima e máxima, podia ainda calcular o intervalo musical definido pelas notas mais grave e mais aguda produzidas por cada planeta.
A música das esferas de Kepler. Kepler deduziu os intervalos musicais produzidos por cada planeta. Para ele, a melodia produzida por cada planeta não era uma sequência de notas distintas, mas sim um único som eterno, a variar continuamente entre o mais grave e o mais agudo, como o som produzido por um violinista deslocando continuamente o seu dedo, sem o levantar, sobre a corda do seu violino.
A partir da 3ª lei, podia relacionar os sons produzidos pelos diversos planetas. Concluindo que os planetas mais longínquos eram mais lentos, ele entendeu que os sons produzidos seriam mais graves à medida que a distância ao Sol aumentava.
Nesta teoria, os sons produzidos pelos diversos planetas são tanto mais graves quanto maior a distância ao Sol, o centro, ao contrário dos sistemas inspirados em Ptolomeu, nos quais o som se vai tornando mais agudo à medida que a distância ao centro do sistema, nesse caso a Terra, aumenta.
O modelo de Copérnico obrigava-o a estudar o cosmos como se fosse visto a partir do Sol. Kepler efetuou cálculos com o objectivo de calcular para cada planeta o “movimento diário aparente” (o comprimento de arco percorrido num período de 24 horas) no afélio e no periélio. Por exemplo, Kepler deduziu que Saturno percorre um arco de 135 segundos por dia quando está mais perto do Sol (arco esse visto do Sol) e um arco de 106 segundos por dia quando está mais afastado do Sol. A razão 135/106 está muito próxima de 5/4, a razão entre as frequências associadas ao intervalo de terceira maior em música. Usando este método para todos os planetas, ele descobriu que as razões periélio-afélio relacionadas com quaisquer dos seis planetas são todas muito semelhantes às razões associadas a intervalos musicais consonantes. Assim, para Júpiter a razão periélio-afélio seria aproximadamente 6/5 (uma terceira menor); para Marte seria 3/2, uma quinta perfeita; para a Terra, 16/15, um meio–tom; para Vénus, 25/24, um intervalo muito próximo da coma pitagórica; para Mercúrio, 12/5, uma décima menor.
Os movimentos dos céus não são mais que uma eterna polifonia. Harmonices Mundi (1619), Kepler.
Na sua obra Harmonices Mundi (1619), Kepler imaginou um coro no qual Mercúrio, a voz mais aguda, seria o Soprano, Vénus e Terra os Contraltos, Marte o Tenor, enquanto que Júpiter e Saturno, as vozes mais graves, seriam os Baixos. Nesta sua teoria da música celestial, ao planeta Terra correspondia um intervalo musical de meio-tom, que ele associou ao modo eclesiástico de mi (modo frígio), levando-o a concluir que a melodia entoada pela Terra era “mi – fá – mi”. Kepler fazia esta descoberta durante a Guerra dos Trinta Anos, o que o levou a pensar que a Terra produzia um lamento constante, em nome da misere e fami (miséria e fome) que reinavam na altura (nas palavras de Kepler, Tellus canit MI-FA–MI ut vel ex syllaba conjicias, in hoc nostro domicilio Miseriam et Famen obtinere).
O fim da música das esferas…
O Século XVII representa uma transição crítica na história do pensamento do homem, pois marca o momento da separação entre fé e dogma religioso por um lado, e a visão mecanicista da natureza por outro.
Fludd (1574-1637) e Kepler (1571-1630) parecem ter sido os últimos a propor uma relação real entre movimentos dos planetas e notas musicais específicas. Por outro lado, o mesmo Kepler que parecia estar a perder o seu tempo em busca da quimera da música das esferas, deve ter sido o primeiro a respeitar rigorosamente dados de observações, apesar de contradizerem uma sua primeira teoria. Afinal foi em busca dessa quimera que ele deduziu as suas três leis.
Algum tempo depois, Newton (1642-1727) mostrava ao mundo que leis matemáticas universais relativamente simples presidem a natureza, podendo mesmo deduzir a partir delas as leis que Kepler tinha encontrado empiricamente. Fonte
Era o nascimento do pensamento científico, tal como hoje o conhecemos.
Ainda sobre a Música das Esferas….
Um satélite da Nasa confirmou a antiga tradição sobre a musica das esferas, os corpos celestes emitem sons harmônicos, conceito de harmonia universal e da sua simetria. Foi descoberto que a atmosfera do Sol, emite ultra-sons e interpreta uma partitura composta de ondas aproximadamente 300 vezes maior do que o ouvido humano pode captar. 
A música das esferas sempre foi a paixão dos estudiosos do Universo. Para os pitagóricos, os sons emitidos pelos planetas dependia das proporções aritméticas de suas órbitas ao redor do Planeta Terra, da mesma forma que o comprimento das cordas de uma lira determina o tom. As áreas mais próximas produz sons que se intensificam com o aumento da distância. 
O mais extraordinário, segundo eles, os sons são sintonizados com os de outras áreas, produzindo um sincronizado particular a “música das esferas”
Para os pitagóricos, por conseguinte, manifesta-se as proporções do universo “justo”, tal como previsto pelos pelos ritmos e números, causando um canto harmonico. O cosmos, é portanto, um sistema que integra as sete notas musicais com os sete então conhecidos corpos celestes (Sol Lua, e cinco planetas visíveis). Há estes planetas foram adicionados três campos, chegou a 10, o número perfeito.
Todos já provaram a grande influência da música, que tanto pode ser sublime quanto diabólica. 
Ela também é tanto capaz de inspirar a paz ou a alegria quanto de deixar depressivo. A música de base caótica perturba a alma.
Em nós e ao nosso redor, o barulho não cessa, e sons de diferentes forças e alturas escapam à nossa consciência.
Nós estamos habituados a eles. O correr da água, o canto de um pássaro, sons de passos, o tilintar do vidro, o ranger de uma porta, o ronco dos motores, a voz humana, todos esses ruídos formam o pano de fundo de nossa vida diária. 
O silêncio também ressoa, mesmo que a vibração seja totalmente diferente.
O cosmo tem igualmente uma certa sonoridade; o universo inteiro emite um hino à alegria, mas nosso ouvido não está em condição de percebê-lo.
O cosmo está sujeito à lei da harmonia…
Conscientemente ou não, todas as criaturas sentem que há uma relação entre sua vida e a dos deuses.
Desde o remoto passado tudo mostra ao homem que romper a harmonia dessa troca entristece o céu e irrita os deuses. 
É por isso que as vibrações emitidas pelas criaturas devem corresponder às da criação.
Os sons, entre si, estão na mesma relação que as forças. 
O acorde harmonioso dos sons age de modo potente e positivo; as dissonâncias perturbam e destroem. 
Pitágoras considerava a Divindade, o Logos, como o centro da unidade e a fonte da harmonia. Por essa razão, esperava-se dos candidatos que estudassem aritmética, astronomia, geometria e música como preparação à sua admissão aos Mistérios. 
Os pitagóricos afirmavam que o mundo foi formado, a partir do caos, por sons ordenados segundo uma certa harmonia, segundo as leis das relações musicais, que os sete planetas evoluiriam em harmonia e que o valor dos intervalos entre os diferentes sons musicais, que determinam seu acorde, produz a harmonia perfeita, uma música na qual a sublimidade nos é inaudível pois nossos ouvidos não estão adaptados a ela.
Pitágoras considerava a música como sons em movimento, entrecortados ou ininterruptos. Esses sons se ajustam segundo o tom e o modo. Os intervalos estão em relação com o desenvolvimento espiritual dos seres humanos e com a harmonia do cosmo.
Para Pitágoras, a distância da Terra à Lua representa um tom…
Da Lua a Mercúrio e de Mercúrio a Vênus há um semitom; de Vênus ao Sol, um tom e meio; do Sol a Marte, um tom; de Marte a Júpiter e de Júpiter a Saturno, um semitom; e de Saturno ao Zodíaco, um tom e meio. Esses tons formam juntos uma oitava, base da harmonia universal.
Na Grécia antiga, a música e os deuses estavam em estreita ligação. Apolo trazia uma lira como símbolo de suavitória sobre o caos. Quando ele tocava, todas as criaturas ficavam ensimesmadas a ouvi-lo, todos os conflitos e mesmo as guerras eram interrompidos, Áries (Marte) cessava de fazer correr sangue. 
A música de Apolo elevava o espírito dos homens e lhes dava paz de alma. 
A alma que experimenta a harmonia contempla o cosmo (cosmo significa ordenação). 
Nos mistérios órficos aparece Dionísio, que leva o homem ao êxtase Dionísio é o terrível guardião do Espírito.
Quem estuda esse personagem pode afirmar, com grande seriedade, que ele encarna a atividade do Espírito Santo, o Espírito que, como um vento de tempestade, sopra sobre o mundo para acordar os seres humanos de todos os lugares.
Um dia, o sátiro Marsias, que simboliza a humanidade, metade animal, metade deus, encontrou uma flauta enviada por Atenas.
Ele começou a tocar e decidiu imediatamente que nada o impediria de se equiparar a Apolo.
Sua audácia foi duramente punida, pois ninguém pode sobrepujar Deus e sua música. Orfeu, que com sua melodia subjugava homens e animais, personificava o ser que compreende a harmonia divina. 
Seus poderes espirituais eram tão grandes que mesmo os espíritos infernais se calavam para ouvi-lo. Ele podia atravessar os infernos porque se fazia acompanhar de sonoridades divinas e estava destituído de medo.
Deus, imprimiu nos átomos materiais um movimento que emite um som. No Primeiro Livro de Pimandro (versos 9 a 10), Hermes Trismegisto declara: 
Pouco depois surgiu, numa parte dela, horrível e sombria escuridão, que se movia para baixo e girava em espirais tortuosas, tal como uma serpente, segundo me pareceu. Então, essa escuridão transformou-se numa natureza úmida e indizivelmente confusa, da qual se levantou uma fumaça como a que provém do fogo, ao passo que ela produzia um som como de um indescritível gemido. Então, da úmida natureza ressoou um grito, um chamado sem palavras, que comparei à voz do fogo, enquanto que da Luz se propagou sobre a natureza um santo Verbo, e um fogo puro ergueu-se fulgurando da natureza úmida, fogo sutil, impetuoso e poderoso.
Anteriormente comparamos o ser humano com um instrumento musical…
Ele não está consciente disso porque esse instrumento está em tão mau estado que não pode produzir a justa sonoridade da harmonia divina. 
E cada ser humano possui sua própria nota fundamental.
Se ele não pode soar de acordo com a harmonia divina, não pode fazer outra coisa senão se manifestar em dissonância e, para ele, uma vida superior está fora de questão. 
Entretanto, sua reminiscência lembra-o de que seu ser ressoava,antigamente, de acordo com a harmonia das esferas. 
Podemos considerar a música em geral como uma reação a essa reminiscência. Pitágoras começava o dia com música Porfírio, o biógrafo de Pitágoras, conta que este último começava seus cursos tocando a lira e cantando antigas melodias, a fim de fazer esquecer as mágoas, acalmar a irritação e apaziguar as paixões, e também para reverencias aos deuses. 
As sonoridades harmoniosas agem direta e positivamente, concorrendo para o justo acorde das sete notas do sistema de cada indivíduo e atraindo as forças correspondentes. 
Encontramos as mesmas práticas nas religiões de todos os povos, há séculos.
Como as condições são específicas para cada raça, os instrumentos e formas musicais são diferentes.
Em certas regiões domina o ritmo, em outras, a melodia. 
Cada povo tem sua própria música, mas isso não quer dizer que ela esteja de acordo com a harmonia divina e que tenha efeitos positivos.
É possível retornar à harmonia original?
A vida divina está sempre minimamente presente no ser humano como centelha original.Podemos reanimar e inflamar novamente essa centelha se, como um instrumento musical, nos ajustamos à harmonia divina. 
Então voltamos a nos ligar à força de Cristo, cuja nota fundamental é o amor divino. Podemos visualizar isso como uma corda que vibra continuamente, embora, evidentemente, no início esse ainda
não seja o caso. Esse processo de vibração em acorde perfeito acompanha a transmutação de todo o ser a fim de que surja uma nova consciência, uma consciência gnóstica. 
Então poderá ser dito que o homem voltou a se tornar um instrumento musical que participa da harmonia original das esferas. É então que o homem hermético encontra Pimandro. E dessa estrutura de linhas de força que assim se formou flui uma vibração para o interior do homem hermético.
Esta vibração tem um som e uma cor, os quais estão em perfeita harmonia com o propósito do homem hermético de elevar-se. E, deste modo, esta manifestação, este encontro, adquire uma característica muito especial. Só deste modo é que Deus fala ao homem. Este é o encontrar e ouvir o Nome Inefável.
A Matemática e a Música…
Desde Platão (427-347 a. C.) até à Idade Média, o conhecimento dividia-se em duas grandes áreas: o Trivium (constituído por gramática, dialéctica e retórica), e o Quadrivium, constituído pela música (disciplina da relação do número com o som), pela aritmética (disciplina das quantidades absolutas numeráveis), pela geometria (disciplina da magnitude imóvel das formas) e pela astronomia (disciplina do curso do movimento dos corpos celestes). Era assim natural relacionar a música com a astronomia ou a matemática, olhando para a escala de sete sons como um problema cósmico, ou para a astronomia como uma teoria da música celeste.
Pitágoras (c. 572- c. 497 a. C.) distinguia entre três tipos de música, que se mantiveram durante toda a Idade Média. Eram a musica instrumentalis, a música produzida por instrumentos musicais (a música cantada fazia parte desta classe, sendo as cordas vocais consideradas um instrumento musical); a musica humana, a música inaudível produzida por cada ser humano, indicativa da ressonância entre corpo e alma, e ainda a musica mundana, a música produzida pelo cosmos, mais tarde conhecida por música das esferas.
Atribui-se a Pitágoras a descoberta da base aritmética dos intervalos musicais, ou seja, a relação entre a frequência das vibrações e a altura dos sons. Aplicando esse conhecimento ao movimento dos astros e relacionando as distâncias entre as esferas celestes com os intervalos musicais, os gregos atribuíam notas musicais aos astros, tentando identificar a melodia associada à musica mundana.
Para explicar porque razão não conseguimos ouvir a musica mundana, Aristóteles argumentava dizendo que a ouvimos desde o momento do nascimento, nunca deixando de a ouvir, e que por esta razão não temos a capacidade de distinguir este som do seu oposto, o silêncio.
O Divino Monocórdio, de Robert Fludd. No Divino Monocórdio de Fludd (1574-1637), filósofo inglês, a nota correspondente a cada planeta é associada a uma divisão da corda do monocórdio. Tal como na descrição de Cícero, também neste modelo o som associado a cada planeta é tanto mais agudo quanto maior for a distância do planeta à Terra. 
Que som é este, tão prodigioso e doce, que me enche os ouvidos? É o som que, ligado a espaços desiguais mas racionalmente divididos numa proporção específica, é produzido pela vibração e pelo movimento das próprias esferas, e, combinando notas agudas e graves, gera diversas harmonias; com efeito, movimentos tão prodigiosos não podem ser impulsionados no silêncio. Assim, a órbita mais alta do céu, que contém a esfera estrelada, cuja rotação é mais rápida, move-se com um som agudo e agitado, enquanto a da Lua e a dos corpos inferiores se move com um som mais grave. Porque a Terra, a nona das esferas, estática, permanece fixa num lugar, no centro do universo. Cícero (Séc. I a.C.) Fonte

Harmonia das Esferas e o Princípio da Vibração…

Sir Isaac Newton, R+C,
4 de janeiro de 1643 – 31 de março de 1727.

A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta.~Sir Isaac Newton.~

A ideia inicial era publicar a trindade dos quatro elementos que formam os doze signos. Mas por sua e importância, preferi tratar sobre a Harmonia das Esferas, que é um assunto fundamental para fugirmos de qualquer dogma dentro do ocultismo e do hermetismo.

Esse é o primeiro texto que daremos nosso primeiros passos dentro dos assuntos mais complexos, portanto é um texto extenso, para quem não conhece muito de ocultismo, então qualquer duvida deixem nos comentários. Eu particularmente considero o entendimento desse assunto importante para não acharmos que “os planetas exercem a gravidade sobre o homem, por isso o influenciam” ou por qualquer outro motivo sem sentido.

Portanto aqui começaremos a entender que o Universo é um lugar cujos níveis de vibrações são infinitos, e nem todos eles o homem tem acesso através dos seus simples sentidos físicos. Veremos sobre contatos espirituais, métodos de curas holísticos, geometria, e como tudo isso está entrelaçado. Dessa maneira daremos mais um passo para entender (como fizemos aqui com o exemplo da acupuntura) como os planetas atuam na astrologia, que são através de vibrações em diversos níveis.

O que é Harmonia das Esferas?
 

“Harmonia das Esferas” é um termo para expressar a beleza harmônica da trajetória dos planetas do Sistema Solar. Foi ensinado ao mundo através de Pitágoras, que é o próprio criador do termo filosofia (Φιλοσοφία, “amor a sabedoria”) e visto também como o próprio “inventor” da filosofia Ocidental por ter dado um novo rumo a todas as ciências após ter descoberto que qualidades podem ser descritas através de quantidades. Pitágoras descobriu que as qualidades da natureza podem ser descritas através dos números, que é um objetivo primordial da ciência ainda hoje.Diz a mitologia que Pitágoras era capaz de escutar a Música emanada pelos planetas através das suas órbitas pelos doze signos do Zodíaco em diferentes escalas. Assim criou a matemática musical, que são as notas musicais utilizadas até hoje: sete tons principais que se compõe em doze sons musicais. Sendo os sons qualidades da natureza e o número um valor quantitativo. É início a ciência através do número.

De Pitágoras a cientistas como Newton, o estudo astronômico se desenvolveu em conjunto com o astrológico, se tornando uma das mais belas ciências dentro do hermetismo. E ainda hoje existem cientistas que estudam a maneira que Pitágoras conseguiu “misticamente” escutar a Música das Esferas que toca  através de sua própria Harmonia emanada através do espaço.

Aqui veremos do que se trata essa harmonia e como alguns cientistas estudaram e nos transmitiram a Harmonia das Esferas como mais um conhecimento do campo científico e astrológico, que os estudantes devem conhecer para reforçar seus conhecimentos de maneira que a Fé e a Razão não estejam em desarmonia. Começaremos também a entender a importância da música ritualística utilizada desde os primeiros rituais xamãs e como a arte da construção e arquitetura na antiguidade faziam parte das mais altas ciências, e seus obreiros eram os mais altos sacerdotes religiosos.
A geometria e música dos pitagóricos

Pitágoras sintetizou o conhecimento dos mistérios do Egito e da Babilônia, por onde viajou muitos anos antes de retornar a Grécia e iniciar a Escola Pitagórica. Os Pitagóricos consideravam o céu, as estrelas e o movimento dos planetas, como um instrumento perfeitamente afinado. Era uma escola dedicada a observação dos padrões da natureza, do universo e do comportamento humano.

Uma das grandes descobertas dos pitagóricos está relacionado ao estudo da música. Nessas observações Pitágoras descobriu que as cordas percutidas em um instrumento soavam em harmonia quando as suas extensões estavam relacionadas a uma outra por determinados números inteiros. Quando duas cordas vibram sob a mesma condição, sendo uma metade do tamanho da outra, a afinação da corda menor está uma oitava acima. E a mesma constatação foi feita para os outros acidentes musicais, sendo o total de cinco acidentes. Ou seja, através da constatação de os tons musicais seguirem proporções de números inteiros, Pitágoras percebeu que tons musicais (qualidades) podem ser medidos e proporcionais a termos de espaço (quantidade). Isso quer dizer que formas geométricas podem ter valores análogos a tons musicais. Pitágoras descobriu que o número de sólidos que podem ser construídos através de figuras geométricas regulares é igual a cinco (assim como os acidentes musicais), esses são os sólidos pitagóricos conhecidos comumente como “sólidos platônicos”.

Cariátide, exemplo de escultura harmonicamente esculpida…
A escola de Pitágoras não era uma escola de arquitetura, e isso não pode ser confundido. Foram os estudos da escola pitagórica que influenciaram a arquitetura e filosofia grega, tomando assim um novo rumo. A partir de então a arquitetura e a música se tornaram irmãs siamesas, aplicando o princípio de que “assim em cima, como em baixo” na música, geometria e astronomia. A arquitetura é a música esculpida, e a música é a geometria traduzida em som. A grande harmonia de toda construção de um templo ou de uma escultura é uma integração racional e proposital de todas as proporções e detalhes de maneira que todas as partes tenham formas e tamanhos fixos, de maneira que nada pode ser acrescentado ou removido sem que a harmonia do todo seja rompida. Os construtores de templos precisavam ser os mais altos sacerdotes instruídos nas artes para que coordenassem essas obras seguindo a Harmonia das Esferas que contêm a Divina Proporção.Outra constatação feita pelos pitagóricos é a Seção Dourada (o famoso Φ, “fi”, que vale 1,61803…) que é conhecido como Proporção Divina encontrado no Pentagrama, utilizado como símbolo da escola de Pitágoras, e em formas geométricas como o retângulo ou o corpo humano. “O homem é a metida de todas as coisas”, segundo Protágoras de Abdera em seus estudos dentro das escolas de mistérios. E dessas constatações a arquitetura grega teve seu rumo “sagrado” traçado, retomando os mesmos princípios da geometria egípcia.

Aristóteles em sua obra Sobre o Céu descreve sua visão de como os objetos celestes são coordenados por um princípio perfeito, e cita os pitagóricos quando descreve o “astro Rei”, o Sol, como centro desses objetos: “No centro, eles [os pitagóricos] dizem, há fogo, e a Terra é uma das estrelas, criando noite e dia pelo seu movimento circular em torno do centro“, apesar dele próprio negar essa ideia. Cerca de dois mil anos depois, o modelo heliocêntrico e da Harmonia das Esferas de Pitágoras influenciou diversos cientistas da Revolução Científica, principalmente a Johannes Kepler que traçou o rumo da astronomia moderna pelo estudo da Harmonia das Esferas.

Johannes Kepler e o Mistério Cósmico…

Figura chave da revolução científica no século XVII. Nascido em 27 de janeiro de 1571 em Weil der Stadt na Alemanha, teve uma infância com boa educação e desde cedo provou ser um excelente matemático e também muito religioso, chegando a entrar na faculdade de Teologia mas que abandonou para se tornar professor de matemática e astronomia em 1594. Se interessava pela teoria heliocêntrica de Copérnico que para ele possuía um conceito místico tendo o Sol no centro e os planetas girando ao seu redor.

Na época de Kepler a astronomia e astrologia não eram ciências totalmente separadas. Ele mesmo foi o autor de um almanaque astrológico e ganhou reputação de profeta após os acontecimentos escritos acontecerem.

Ao lado Kepler, abaixo sua aplicação astronômica dos sólidos pitagóricos.

Em 19 de julho de 1597 na preparação para uma aula de geometria Kepler desenhou num quadro negro a figura de um triângulo equilátero inserido dentro de um circulo, e dentro desse triângulo um outro circulo e um quadrado (como mostra a imagem ao lado), e nesse momento obteve uma “revelação” que mudou seu curso de vida. Ele percebeu que a relação entre os dois círculos reproduzia a relação entra a órbita de Saturno e Júpiter. Então tentou encaixar todas as órbitas planetárias com figuras geométricas ao redor do Sol, da mesma maneira que tinha feito com Júpiter e Saturno ao receber essa “revelação”. Ele achou que tinha encontrado a resposta do Universo através da geometria.

 

Após frustrações em utilizar figuras geométricas, Kepler experimentou formas tridimensionais. Recorreu aos cinco sólidos pitagóricos, e com eles encontrou padrões para organização desses sólidos na ordem octaedro, icosaedro, dodecaedro, tetraedro, dentro de esferas, resultando num total de seis camadas correspondentes respectivamente aos planetas Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno. Essa organização fez Kepler descobrir a distância entre os planetas, que sua distância varia de acordo com sua órbita, e até mesmo o diâmetro de cada um dos planetas, simplesmente usando os sólidos pitagóricos. Publicou suas descobertas em seu livro Mysterium Cosmographicum. Porém esse modelo através dos sólidos pitagóricos ainda não estava perfeito para Kepler.Muitos anos depois, após Kepler muitas vezes ter pensado entrar “na mente do Criador” através da geometria e da matemática aplicada na astronomia, falhou com seus modelos e cálculos. Começou então o estudo astronômico da Música das Esferas, utilizando novamente o legado de Pitágoras. E obtêm sucesso.

Kepler foi o decodificador da “matemática astrofísica”. Descobriu o templo de translação de todos os planetas e que essa órbita era elíptica e não circular ao redor do Sol. Hoje através de observações pelo Universo com toda tecnologia, descobrimos que todo o Universo segue as três leis de Kepler. Suas duas primeiras leis são: “Um planeta move-se em elipse com o Sol num de seus focos“, “Um planeta vagueia áreas iguais em tempos iguais“. Depois descobriu que a velocidade com que os planetas se movem ao redor do Sol está relacionado à distância deste, descreveu sua terceira lei. Tempos depois Newton decifrou a terceira lei de Kepler como “gravidade exercida pelo Sol nos planetas”.

Kepler adentrou um pouco nos mistérios da criação, mostrando a nós a perfeição dos mundos. Graças a sua intuição durante sua aula de geometria, definiu suas Leis e nos forneceu os meios de chegarmos à Lua e termos satélites.

Kepler sempre se questionou em suas diversas falhas sobre o modelo astronômico, o porquê do Pai Celestial não ter criado um Universo de funcionamento mais simples, e após ter feito suas descobertas escreveu: “Um Universo mais simples teria produzido uma música mais monótona, o Criador produziu uma composição sutil e complexa que poderá ser tocada para sempre sem repetição”, “o Criador promoveu o modelo de todas as coisas existentes através da geometria“.

Em seu livro Harmonices Mundi, publicado em 1619, escreveu a música tocada por cada um dos planetas em suas órbitas através do zodiaco e desafiou os músicos a comporem tais melodias. Porém Kepler morreu sem escutar a Música das Esferas decifrada matematicamente por ele. Nessa obra também descreveu os diversos aspectos astrológicos utilizados ainda hoje.

Morreu em 15 de novembro de 1630, a grandeza da sua obra, que já comentamos, consiste em sua incansável tentativa de descobrir Deus através da ciência, que significa descobrir como o Universo funciona e como seus mecanismos influenciam o homem. Foi ele quem incentivou o hermetismo como uma das principais causas da Revolução Científica.
O Princípio da Vibração, os Cinco Sentidos e as Oitavas planetárias….

Quando falamos de música, falamos de vibrações que vêm através do ar, chegam até nossos ouvidos, e essa vibração é convertida em eletricidade pelo tímpano que vai até o cérebro e acontece o incrível fenômeno da audição. A conversão desses estados de energia acontece pela mudança do nível de vibração do ar para outro nível diferente, o elétrico. Esse é um princípio básico de conversão de um estado de energia para outro diferente, mas mantendo a mesma quantidade de energia. “Nada de cria, nada de perde, tudo se transforma”, lembram da física e química do ensino médio? Pois esse é um princípio alquímico desde os egípcios.

O Ser Humano é um complexo de matéria-energia em diversos níveis de densidades diferentes, e sabemos hoje que a matéria é composta por átomos cujas partículas atômicas estão em constante vibração, e que esse é o único motivo pelo qual a energia existe de maneira que torna possível os átomos se unirem para que a matéria possa existir, para que o som exista e que todo o Universo exista. Pelo fato de tudo ser vibração em níveis diferentes e sobrepostos, acontece esse estágio tridimensional de energia  que é nosso mundo mais denso, perceptível pelos cinco sentidos. Algo que a tradição oriental hindu já tinha observado a 7 mil anos atrás e que a ciência vem recuperando.

Complicada essa história de níveis de vibrações diferentes se sobrepondo e criando nossa realidade? Então vamos a um exemplo para entender esse conceito de melhor. Imaginem uma simples maçã vermelha em sua mão. Agora vamos analisa-la para entender esse complexo de matéria-energia composta por vários níveis de vibrações diferentes, que a tornam o que ela é (ou aparenta ser): uma simples maçã.

Podemos sentir seu formato através do tato pois as ondas de vibrações formadas pela maça acontecem no plano tridimensional que nossa realidade está inserida, fazendo seus átomos vibrarem de maneira que eles fiquem unidos, dando à maçã seu formato. Sua cor é interpretada pelo nosso cérebro devido a vibração emitida ter a onda de frequência correspondente ao que faz nosso cérebro interpretar o que chamamos de “vermelho”. Pois o vermelho em si não existe. E o mesmo vale para os outros três sentidos, quando sentimos seu cheiro nas narinas, seu paladar adocicado, e o som crocante e estimulante que produz quando a mordemos e mastigamos. A todo momento existe energia em níveis de vibrações e densidades diferentes que formam a nossa realidade individual.

Digo individual, pois se você gosta de maça, leu o texto e viu a imagem, provavelmente terá até relembrado seu sabor. Mas se você não gosta, provavelmente ignorou. Se tem repulsa, sentiu um embrulho no estômago. Isso acontece porque cada pessoa teu seu próprio universo pessoal, cada pessoa tem sua maneira de interpretar e aprender com os acontecimentos da vida e de sentir sensações e desejos diferentes. Nada é real, assim como mostra o filme Matrix. O que é bom para um pode não ser para o outro. Pelo exemplo da maça podemos ver que tudo depende da interpretação elétrica e bioquímica que acontecerá no SEU cérebro. Nem todos enxergam o mesmo tom de vermelho, assim como nem todos sentem o sabor, o cheiro ou o acham agradável. 

Xamã siberiano com suas vestes e tambor de cura espiritual no final do sec. XIX.

Nosso cérebro funciona como um filtro que canaliza somente os cinco sentidos, mas existem maneiras de amplificar esse filtro fazendo com que tenhamos experiências… transcendentais. Os métodos para essa transcendência são diversos. Um exemplo seria um pagé indígena ou um xamã siberiano entrando em estado alterado de consciência para contato espiritual com seus antepassados através das vibrações sonoras de tambores em busca de orientação espiritual para cura de uma doença de sua tribo, ou um médium que recebe um Preto Velho para dar uma passe ou realizar um reza de cura num centro de Umbanda.

Todo esse complicado processo de reconhecimento dos diversos níveis de vibração acontecem através do órgãos físicos e são transmitidos ao cérebro para sua interpretação. Se a onda vibratória é de cor, a visão funciona, se a vibração é de som, a audição é ativada. Esse entendimento é importante pois nós somos limitados nos níveis de vibrações que interpretamos, mas sabemos que existem cores que não vemos, sons que não escutamos. Quando uma pessoa entra em um sonho, está em outro nível de vibração e não tendo alucinações, e o mesmo acontece com aqueles que tem mediunidade e conseguem escutar ou ver coisas de outros níveis de vibrações.

Dando início ao nosso estudo de Kabbalah, o que sentimos está em Malkulth e a maneira pelo qual interpretaremos os sentidos está nas esferas acima, Hod, Yesod e Netzach. São as esferas pouco alcançadas pelo estudo da acadêmico da psicologia.  Digo pouco pois a psicologia não explica os estados alterados de consciência em que acontecem as projeções astrais e contatos espirituais, somente explica os estados comuns de consciência que vivemos no nosso dia a dia. Caso você não conheça Kabbalah não se preocupe pois explicaremos mais para frente, mas tente procurar por si mesmo até lá.

Esferas da psique humana na Árvore da Vida.

Como dissemos nesse texto, Pitágoras descobriu que duas cordas do mesmo tom, porém uma com a metade do tamanho da outra, irá emitir o som uma oitava acima. Por exemplo o Dó vibra a 256hz, e sua oitava superior será 512hz e assim por diante. São o mesmo som em níveis de vibrações diferentes. O mesmo vale para um desejo de ajudar o próximo através de uma mão amiga ou dar um lanche a um desabrigado, e o desejo obter muitas coisas para si mesmo sem repartir com ninguém, são a MESMA energia, porém uma em nível de vibrações diferentes.Entendido vibração? Então vamos voltar as vibrações sonoras para entender as vibrações planetárias.

Nossos pensamentos, sentimentos e ações também são caracterizados por seu nível de vibração. Na astrologia existem as oitavas superiores e inferiores dos planetas que são definidas por nossas atitudes. São elas virtuosas ou defeituosas? O exemplo que dei acima é do planeta Júpiter cuja oitava superior é o desejo da caridade, e o inferior de acúmulo, da gula.

O nome é “oitava” para comparar com a oitava musical, pois o princípio das duas é o mesmo.
Conclusão

Como está escrito no livro O Caibalion: “o conhecimento desse Princípio, com as fórmulas apropriadas, permite ao estudante hermetista conhecer as suas vibrações mentais”. Através do estudo do mapa astral conseguimos conhecer nossas virações sentimentais, mentais e assim transmutar as energias dos defeitos em virtudes, pois nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. A lei da troca equivalente da alquimia.Tudo que existe no Universo atua no homem através de vibrações em infinitos níveis ao mesmo tempo.

Matemática, música, astrologia, geometria, são todos assuntos que se cruzam e se completam. E em especial a Harmonia das Esferas nos fará perceber que os mistérios de Deus na Natureza, no Homem e no Universo tem uma ligação perfeita, uma harmonia, um objetivo, um sentido. Nada no ocultismo é aleatório ou não tem uma explicação. Desconfie de tudo que for dogmático e imposto por esse motivo. Procure o motivo e a razão para esse dogma, só quando encontrada, aceite-o.Os sete chackras que são diferentes níveis de vibrações que mantêm o corpo vivo.

Cada uma das sete cores é correspondente a uma nota musical, a uma esfera da Árvore da Vida, a uma figura geometria, a um número, a um odor, um objeto, uma pedra, uma planta, um chakra, e assim por diante. Com esse conhecimento se desenvolveu as terapias de cura como a musicoterapia, aromaterapia, cromoterapia, florais, homeopatia, por exemplo. Todas essas terapias consistem em alterar um nível de vibração negativo em um positivo.

Todas essas práticas se efetuadas de maneira eficiente e responsável funcionam e auxiliam a medicina. E isso só é possível por um motivo: a harmonia do universo. Tudo que existe no corpo existe correspondente na Natureza, em um nível de vibração diferente, que quando utilizado de maneira correta nos trás benefícios, e se maneira incorreta, a doença.

Papus escreveu muito sabiamente que tudo no Universo e no Homem é análogo. Espero que com esse post fique entendido o porquê existe essa analogia, que é porque existe uma Harmonia no Universo. O grande “mistério cósmico” que Kepler estudou durante toda sua vida. Essa Harmonia que estudamos no ocultismo de maneira que transcendamos cada vez mais a consciência comum, transmutando nossos defeitos em virtudes e adquirindo mais conhecimento.

Fonte

Índigos no Brasil, vivem apenas de Luz…

Paulo AugustoO jovem Paulo Augusto conta sua experiência no vídeo abaixo, como começou e como pode disciplinar essa rotina e nessa forma de vida livre de toxinas e alimentos…só luz!

photo_2017-08-09_10-12-09Grupo de Jovens e espalhadas pelo mundo crescem seguindo a ideia de viver se alimentando apenas de Luz, garantindo que na prática, podem viver trocando a alimentação pela luz. Eles são seguidores da alimentação prânica, que significa captar a energia proveniente do sol, também conhecido como não-alimentação, e afirmam não precisar de comida para sobreviver. Disciplina e Elevação de Consciência!!!

Para viver da captação de luz solar, os adeptos da alimentação prânica -cujo número seria de cem no mundo- acreditam que a ingestão de alimentos se torna um “vício” que serve apenas para proporcionar prazer ao ser humano. Com isso, o corpo ficaria livre de toxinas.

Não há médicos ou nutricionistas entre eles, que se auto-intitulam metafísicos. 

De acordo com a teoria, basta olhar para a luz e captar o prana, energia proveniente do sol. Recolhida pelos canais oculares, esta energia é transmitida para a glândula pituitária [responsável pela produção de hormônios]. A glândula, quando recebe a luz, entra em processo de vibração e ativa a pineal [responsável pela regulação dos ritmos biológicos]. “A pineal é a nossa maior antena. É ela que alimenta nosso corpo”, diz a escritora.

Para se iniciar na “doutrina”, segundo Evelyn, é preciso passar por um jejum de 21 dias. No final deste período, o “vício de comer” é eliminado, levando junto uma porção de toxinas e deixando o corpo mais “limpo” e sensível. “Não existe mais fome [depois do jejum]. Se uma pessoa que está sem alimentação coloca um biscoito na boca ou toma um suco, não é por fome, mas por puro prazer. Porque é gostoso, não por necessidade”, afirma Evelyn.

A Teoria contestada…

O endocrinologista e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) Marcello Bronstein condena a prática porque, segundo ele, não existe base científica para a não-alimentação. O médico lança um desafio: “Por que eles não ensinam a população subnutrida a não morrer de fome? Minha posição é que não existe base médica nem física nisso”.

Mas, a escritora Evelyn Levy Torrence rebate a afirmação do endocrinologista, dizendo que as pessoas miseráveis morrem porque não têm conhecimento do processo de captação da luz. “Se começarmos um trabalho hoje para ensinar quem não tem o que comer, vão chegar dois ou três endocrinologistas e dizer que somos loucos. Vão dizer que precisam de comida sim e darão uma migalha de pão. Eles são miseráveis e ignorantes, em quem vão acreditar?”, diz. 

Anita Sachs, professora-titular de nutrição da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que o alimento precisa existir porque, além de energia, oferece outros nutrientes ao organismo. “Só luz não fornece caloria. Isso é uma lenda”, afirma.

A nutricionista Miyoko Nakasato, do Incor (Instituto do Coração), também é adepta da mesma tese. “Os nutricionistas não são favoráveis a esse tipo de atitude. Não é possível manter a saúde quando se pára de comer. Tem que ter bom senso na alimentação.” Fonte

Esse estilo de vida, tem se tornado uma doutrina, onde afirmam que a fonte de energia vem do sol, do ar e do pranayama – realizando exercícios sempre praticados no qual a pessoa fica deitada, com as mãos nos quadris, os cotovelos no chão e levanta as pernas, se apoiando apenas nas costas e nos cotovelos, para fazer com que a circulação leve energia ao cérebro.
“A alimentação é o prazer social de sentar e sentir o gosto da comida. A agressão do mundo e da ciência contra nós é forte porque está acostumada com a comida. Não tem fanatismo nem agredimos ninguém, mas os fanáticos da alimentação são agressivos e perigosos”, afirmam…

Os defensores da alimentação prânica dizem que a única maneira das pessoas morrerem a partir da prática é por pura negligência. Mesmo que a Ciência comprove que o corpo precisa de energia e hidratação -só fornecidos por alimentos e líquidos- para sobreviver, de acordo com os místicos, a luz carrega seu próprio sustento e nutrientes.

Leia Iniciação Processo de 21 dias

No mundo ocidental, Teresa Neumann ficou conhecida por ter permanecido sem comer por duas semanas inteiras sendo observada por enfermeiras, sem qualquer perda de peso ou desidratação durante o período. Além disso, existe uma lenda sobre o santo padroeiro da Suíça, Niklaus von Flüe, que conta que viveu por 19 anos sem comida ou bebida. Todos esses exemplos entretanto nunca foram comprovados cientificamente e são cercados por uma grande áurea de dúvida e crendice popular no fantasioso.

Alguns anos atrás, como muitos outros blogs, publicamos um artigo sobre Prahlad Jani, foto abaixo, alega viver de sol há 70 anos. Prahlad supostamente foi observado durante 15 dias e os cientistas concluíram que era verdade que não comia nem bebia nada; os médicos não conseguiram entender como seu corpo funcionava sem comida ou água.

Suíça tenta sobreviver da luz solar e morre de fome

 

Nasce uma Geração se seres com uma Nova Consciência!!!…

Nascemos agora, neste momento desta Era, para facilitar a remoção de toda a escuridão na qual criamos no mundo e em nós. O nosso processo de evolução, tanto pessoal como planetário, é uma condição inevitável e necessária, também, é um processo galáctico e faz parte da “grande profecia de purificação”. A cada 225 milhões de anos, nossa galáxia completa uma rotação, e a aproximadamente cada 26.000 anos, emite uma super onda ou impulso de seu centro. Estamos na fase inicial do pulso que, basicamente, irá dissolver a anomalia primária, a fonte e causa de toda as trevas. A janela de oportunidade dessa linha de tempo para a remoção ou limpeza da anomalia primária e a liberação do nosso planeta é de 50 anos, se estendendo de 1975 a 2025. Em 1996, houve um grande revés com a invasão dos arcontes através do portal do Congo na África, onde muita escuridão e negatividade foi infiltrada. 

No entanto, a partir de 17 de Maio de 1998, houve uma inversão significativa que limpou muito dessa negatividade. Em seguida, durante o eclipse solar de 26 de Fevereiro de 2017, em que a massa crítica, através de uma a meditação mundial foi atingida e que superou as expectativas, resultou numa reversão significativa da invasão dos arcontes e ajudou na remoção da anomalia primária em todo o nosso Sistema Solar.

O Momento atual é de ancoramento, alinhamento e reconexão com nossa real essência de ser. Quanto mais Luz entra na Terra, mais facilmente vocês conseguirão rasgar os véus que os têm impedido de alcançar um estado cada vez mais pleno e de unidade. A Luz, à medida que chega, traz com ela as ferramentas e ampliadores necessários para que possamos avançar entrando nessas camadas que separam você do VOCÊ (EU). Uma grande expansão no campo eletromagnético está ocorrendo no planeta, não apenas como um todo, mas em suas individualidades. Esse campo é um Campo de Percepção Avançada capaz de discernir, facilmente, as energias.
É como se fosse um analista altamente desenvolvido, um supercomputador capaz de fazer cálculos energéticos precisos e análises básicas e complexas de certas energias e o que elas podem ou não afetar, assim como dar uma direção precisa acerca de alguma situação ou coisa.

Estamos num momento em que nos conhecermos e, entendermos as Leis Mecânicas do Universo, é fundamental para próximo salto quântico do nosso Planeta Terra.

Quando a proposta de autoconhecimento é sincera, iniciamos uma verdadeira revolução dentro e fora de nós pois, é a partir de nossa própria mudança que o mundo a nossa volta começa a mudar. Sendo assim, não adianta querermos mudar o mundo através de nossas “boas ações” se somos tão resistentes às mudanças dentro de nós.

De que nos adianta sermos tão compreensivos e bons, altruístas e pacientes, carinhosos e “amorosos” com outras pessoas se não o somos conosco?

Quando o mestre Jesus disse em sua máxima “AMAI O PRÓXIMO COMO A TI MESMO”, foi exatamente isso que Ele quis dizer! E eu pergunto: Nós nos amamos? O que nos proporcionamos de bom em termos de pensamentos, emoções, ações, intenções à nos mesmos? Porque somos compreensivos, altruístas, pacientes, bondosos, generosos com os outros e, não somos nada disso conosco? Como pretendemos ter a pretensão de sermos tudo isso com os outros se não somos conosco?

Mentimos o tempo todo para nós mesmos e conseqüentemente para os outros.

Essa é a razão pela qual, na primeira escorregada daqueles a quem declaramos nosso amor e luz, agredimos, perseguimos, nos vingamos, odiamos, sentimos raiva, ou caímos em profunda tristeza, ficamos magoados e até entramos em  depressão, isso se chama hipocrisia e, na maior parte das vezes, não percebemos, não temos consciência do porque agimos dessa forma e, sofremos por isso. Enquanto isso, vamos criando em nossas vidas, verdadeiros muros de limitações, financeira, de saúde, relacionamentos em todos os níveis, profissional, pessoal, espiritual, enfim, limitações que se repetem em todas as áreas de nossas vidas.

Aos poucos as mensagens/ensinamentos vão sendo postadas e, queremos que todos se sintam a vontade para comentar, tirar dúvidas, interagir de forma sincera e verdadeira. O que mais precisamos nesse momento de transição pelo qual estamos passando é de sinceridade conosco, dentro de nós, precisamos aprender a buscar dentro de nós as respostas, soluções, possibilidades, oportunidades…..

Você não pode morrer…. Você é uma forma de vida eterna. Graciosamente, você pode escolher relaxar e permitir-se uma transição serena de volta ao seu estado não físico de pureza, energia positiva. Seu estado natural está relacionado à infinitude. Divirta-se com tudo isso. Ilumine-se!

Expansão da Consciência…

A CONSCIÊNCIA OFERECE ESCOLHA! A ESCOLHA OFERECE O CAMINHO DO RETORNO! 

Durante os tempos de escuridão, de opressão, ou quando as emoções criaram um sentimento de ansiedade, ou de medo extremo, é importante mantermos vivas as verdades fundamentais. Estas verdades não vivem na mente. Elas vivem nas camadas mais profundas do coração e residem no próprio ser interior. A mente pode facilmente sucumbir à pressão e à intensidade das emoções que são ou inatas à estrutura da personalidade, ou estão sendo disfarçadas e afetadas pelas energias que afastam o ser humano da luz, em direção ao aumento da separação da verdade e da esperança. 

Nestas ocasiões, as verdades fundamentais do coração devem ser alcançadas e agarradas, como se agarraria a um colete salva-vidas, ou a um bote salva-vidas em um mar tempestuoso. Pois as energias da oposição não podem afetar as verdades mais profundas que residem no ser, desde que este ser é o domínio da alma e é infundido com a energia Divina que pertence a cada um emanada pelo Criador. Verdades fundamentais não precisam ser buscadas na mente. Elas podem ser buscadas no valor ou valores mais importantes e nas crenças centradas no coração que se mantém sobre a vida ou sobre o ser. E o mais importante, elas se referem e podem se referir ao amor. Energias circundantes das trevas ou da opressão não podem afetar o amor quando se está apegado desta forma sem palavras, com confiança, com firmeza.  O amor é a única e mais importante plataforma em que se ocupa uma posição contra qualquer e todas as formas de dúvida, de opressão, ou de medo, que provoca uma perda da esperança ou da perspectiva de qualquer tipo. O amor, e o que se ama mais profundamente, criam uma via aberta, ao longo da qual a luz da alma pode viajar e torna possível um ressurgimento dos abismos da escuridão em direção a um espaço de maior paz e esperança. 

O amor não precisa ser para uma pessoa, ou um lugar, ou uma coisa. Ele pode existir sem palavras, como uma atitude em relação a tudo, em relação à vida, à Deus, a si mesmo, ao desejo de respirar. O amor é fundamental a toda a vida. É construído na estrutura da própria vida e assim quando é procurado e agarrado, pode ser um antídoto eficaz contra todas as formas de opressão. Isto quer dizer que a verdade fundamental do amor e o que se ama, devem ser agarrados com tenacidade, determinação e força, sem permitir a entrada de pensamentos de medo, apreensão, depressão ou ansiedade no domínio em que o amor permanece. 

Todas as energias que buscam desmantelar o amor procuram também afastar o ser humano da percepção correta de quem elas são e do que se trata a vida realmente. Esta é a razão pela qual nos momentos de escuridão, os pensamentos frequentemente não são válidos. Muitas vezes eles não estão baseados na verdade, mas no medo que foi criado na mente. Verdades fundamentais não participam do medo. Elas existem na luz da alma e isto é por que elas criam uma imunidade às formas de opressão que separam o ser humano da luz e do Criador. Apegue-se, então, à verdade fundamental que vive em seu centro. Apegue-se a ela em todos os momentos, mas especialmente naqueles momentos em que a dúvida e o medo assaltarem a sua consciência. Então, agarre-se a ela com mais tenacidade e deixe-a abraçá-lo como uma jangada resistente pode manter um corpo flutuando. Verdades fundamentais são uma balsa em um mar tempestuoso de emoções, e o seu acesso está tão disponível quanto a respiração, pois elas são inatas a cada alma e elas vivem dentro da própria alma. Inspire tais verdades. 

Cada mudança na frequência energética e na vibração mantém muitas bênçãos e é um momento de momento de graça onde uma transformação profunda e um movimento de ascensão podem ocorrer. Estes movimentos são confirmações da ascensão, tanto quanto são separações da densidade da 3D, de modo que uma frequência mais elevada de luz possa entrar neste espaço. Eles representam ganhos e perdas e um potencial ilimitado, e são um espaço de cura, de totalidade e final do Karma, dos ciclos da alma e do sofrimento.

Uma lacuna de energia ocorre quando um novo potencial de energia é criado entre o espírito e o humano porque o paradigma da energia da 3D que é carregado pela humanidade está pronto para receber novas frequências. A lacuna de energia é a resposta ao convite do espírito para se expandir para novos níveis da realidade e permitir que novas frequências da realidade se tornem parte da rede de energia humana. Isto pode ser sentido como um choque para o corpo físico porque reorganiza o sistema de energia, removendo pacotes de densidade criados por traumas há muito tempo mantidos, uma fonte de dor, de sofrimento e de separação do divino.

O que significa ‘consciência’!

Você está andando na rua. Está consciente de muitas coisas – das lojas, das pessoas, do tráfego, de tudo. Está ciente de muitas coisas, menos de uma – de você mesmo! Você está passeando, consciente de muitas coisas, mas esquecido de si mesmo! 
 Não importa o que esteja fazendo, nunca deixe de fazer outra coisa interiormente: ficar consciente do que está fazendo. Você está comendo, está caminhando, está falando ou ouvindo, fique consciente de si mesmo. Quando estiver com raiva, fique consciente de que está com raiva. Essa lembrança constante de si mesmo cria uma energia sutil dentro de você, você começa a se cristalizar!
 Na maior parte do tempo, você é apenas um saco vazio. Nenhuma cristalização, nenhum centro de verdade – só liquidez, só uma combinação ao acaso de muitas coisas sem centro. Uma multidão, em constante mudança, mas sem ninguém que a comande. A consciência é o que faz de você o comandante do navio, não quero dizer que possua o comando, mas que seja a presença, uma presença contínua. Sempre que estiver fazendo alguma coisa, ou não estiver fazendo nada, de uma coisa tem que estar consciente: que você é!
O simples sentimento de si mesmo ( de ser ), e de que este si mesmo é (real), cria um centro – um centro de calma, de silêncio, um centro de comando interior. Trata-se de um poder interior. (…)
Se começar a ficar consciente, você começará a sentir uma energia nova em você, um fogo, uma vida nova. E, devido a esse poder, a essa energia, aquilo que dominava você se dissipa. Não tem mais que lutar contra nada!
Você tem que lutar contra a raiva, contra a ganância, contra o sexo porque você é fraco. Portanto, na verdade, a ganância, a raiva, o sexo não são o problema, a fraqueza é o problema. Quando começar a ficar forte interiormente, com um sentimento de presença interior – de que você é – suas energias se cristalizam em um  único ponto, e nasce um ‘eu’. Mesmo sem ter um ‘eu’ – um centro – você continua acreditando que você é um ‘eu’, que na verdade é o ego.

O ego é uma noção falsa de algo que ainda não existe. ‘Eu’ significa que existe um centro, mas esse centro só é criado por quem está continuamente alerta, consciente. (…) Tente ficar consciente o tempo todo e então começará a sentir que surge um centro dentro de você: as coisas começaram a se cristalizar, ocorre um centramento. Tudo passa a se relacionar com este centro.

Mas, atualmente, estamos sem este centro. Às vezes, nos sentimos centrados, quando somos obrigados a ficar conscientes. Se surgir uma situação de grande perigo, começamos a sentir um centro lá dentro, pois temos consciência de que há perigo. Se alguém o ameaça, não dá para ficar inconsciente, não dá para correr ao passado ou ao futuro, esse momento é tudo que há. Nesse instante, você não somente fica consciente da ameaça, como também de si mesmo. Nesse momento sutil, você começa a perceber o centro que há em você. É por isso que os jogos perigosos atraem as pessoas. Você está dirigindo um carro e começa a aumentar cada vez mais a velocidade, a coisa começa a ficar perigosa. Você não pode pensar, não pode imaginar, o presente se torna sólido.

Nesse instante de perigo, quando a qualquer momento algo pode acontecer, fica-se repentinamente consciente de um centro dentro de si mesmo. O perigo fascina simplesmente porque, quando há perigo, você pode ficar centrado. (…) Quando a morte está próxima, a vida fica intensa e você fica centrado. Mas, se for apenas circunstancial esse centro desaparece logo que a situação terminar.

Por isso tem que ser mais interior, não fruto do momento. Tente ficar consciente diante das coisas mais comuns. Quando estiver sentado, por exemplo, tenha consciência do ato de sentar-se. Não só da cadeira, não só do ambiente em que está, da atmosfera que o cerca; mas do fato de estar sentado. Feche os olhos e sinta-se, mergulhe fundo e sinta-se!

Lin-chi fazia sua preleção matinal quando alguém perguntou: ‘Só me diga uma coisa – quem sou eu?’  Lin-chi saiu de onde estava e foi até o homem. Todos na sala ficaram em silêncio. Era uma situação incomum. Lin-chi ficou de frente para ele e o olhou nos olhos. O ar ficou pesado. O inquiridor começou a suar. Lin-chi então respondeu: ‘Não pergunte a mim. Mergulhe dentro de si mesmo e encontre quem está perguntando. Feche os olhos. Não pergunte ‘Quem sou eu?’ Entre dentro de você e descubra quem está perguntando, quem é o indagador interno. Esqueça-me. Encontre a fonte da pergunta. Mergulhe fundo em seu mundo interior.

E contam que o homem fechou os olhos, ficou em silêncio, e, de repente, se iluminou! Abriu os olhos, riu, tocou os pés de Lin-chi e disse: ‘Você respondeu! Tenho feito esta pergunta a todos e recebi muitas respostas, mas nada provou ser a resposta. Mas, você respondeu!’

Como alguém pode responder a esta pergunta: ‘Quem sou eu?’  Lin-chi apenas afirmou: ‘Não espere que eu lhe responda. Descubra quem perguntou!’ E o homem, então, fechando os olhos… encontrou seu próprio centro e a resposta! De repente, tomou consciência de sua essência mais profunda.

Isso tem que ser descoberto, e a meditação é o método que se usa para descobrir essa essência profunda. Quanto mais inconsciente estiver, mais distante de si mesmo. Quanto mais consciente, mais perto de si mesmo. Se a consciência for total, você estará no centro. 

Por causa dessas inúmeras almas que estão despertando, e por causa de como isto irá se desenvolver ao longo desta era, então devemos estar preparados para garantir que estejamos aí para a nossa tribo recém-desperta, e de modo que possamos lhes mostrar o caminho para casa. Faremos isto, liderando pelos exemplos. Estamos possibilitando que milhões de almas despertem em uma taxa fenomenal, como resultado do que já transcendemos. Estamos perseverando para que nosso trabalho seja cada vez mais semeado e possamos colher melhores frutos deste despertar coletivo, o importante para que se torne possível à todos. Devemos agora estar comprometidos com o nosso caminho evolutivo Moral e Espiritual mais do que nunca. Na verdade, este deve ser o nosso estilo de vida.

Ao abrirmos o caminho para que as almas despertarem agora, nós, por sua vez, aprendemos e evoluímos cada vez mais, que agora devemos ficar na condição, em atitude humilde e cheia de alegria, pela honra de sermos os que lideram o caminho na mudança para o Universo Harmônico. O Objetivo é alcançar as massas de riqueza espiritual ao longo do caminho, que prosperará na mudança de todos os âmbitos de nossa vida no futuro. Estamos acolhendo plenamente as Frequências da Aurora e criando a nossa saída desta Matriz do Tempo Universal, de 15 dimensões, e 5 densidades para a Liberação da Alma de espectro completo. Nosso Espírito totalmente livre se fundirá com a fonte do Amor Incondicional Vivo.

Imagem relacionadaImportante observar a diferença entre o que dizemos e o que fazemos, permanecer em virgília naquilo o que pensamos, sentimos e prometemos e o que realizamos, é como a drenagem de uma estrada. Assim como a água escorre através da drenagem, nosso poder nos escapa quando existe uma diferença entre nossas palavras e nossas ações.  Para manter o poder interior pergunte a si todos os dias: meus pensamentos, palavras e ações estão realmente alinhados e condizentes com aquilo que faço? ~Elciene Galindo~

 

Conspiração Mundial, um crime milenar contra os Direitos Humanos…

Resultado de imagem para virus mental memesPara os Conspiradores, que dominam o mundo como eles bem querem, simplesmente o que eles fazem é visto de um nível mais alto de percepção, pra eles não existe bem ou mal, somente consciências fazendo escolhas para experimentar tudo que há para experimentar.Ou seja, o povo enganado e manipulado escolhem ser alienados e aceitam tudo que empurram neles,  porque querem!… Isso é um Crime!!! Isso é Liberdade???

Saibam sobre o Vírus Mental – MEME…

Doença Psico-social que afeta a forma pensamento e comportamento da humanidade,criada pelo Sistema através de armadilhas sutis e subliminares. Este vírus não permite que nós humanos perca a conexão com Deus,com nosso Eu verdadeiro e nossa essência Divina. Tornando-nos escravos, zumbis alienados a falso paradigmas de um padrão de comportamento que desintegra o Self e toda realidade absoluta…ele está em todos os lugares..veja as imagens abaixo…

O vírus mental funciona de maneira muito parecida aos famosos vírus de computador: eles ficam por aí pairando no consciente e inconsciente coletivo, são pensamentos dogmas, ditados populares,costumes e atitudes não naturais aprendidos e adotados por comodismo próprio em nome da “adaptação social”. Esse vírus é pegado na maioria das vezes na adolescência dentro das escolas e na família.

Esses vírus são geralmente automáticos e ao encontrarem a natureza do seu ser se manifestando geram perguntas e frases repressivas “OLHA! O QUE OS SEUS AMIGOS VÃO ACHAR!? O QUE O OUTRO VAI FALAR DE VOCÊ ? TUDO NA VIDA QUE VEM FÁCIL VAI FÁCIL”

Geralmente esses avisos são infundados, sem a mínima lógica e contra o coração.

O objetivo desses vírus é colocar você para baixo, fazer acreditar que você está errado contra Deus ou qualquer coisa que te cause medo, ao pularem para o subconsciente esses vírus controlam toda a sua vida sem ao menos você escutar essas frases citadas acima, fazendo você
dar muito valor ao que está do lado de fora de você.

Esse vírus quer que você acredite que você é incapaz, que a dor dos outros é
mais importante e por fim que você é uma criança tola que deve perguntar tudo a todos.

Por fim esse vírus acaba moldando o corpo do hospedeiro em alguns anos, mudando sua fisionomia e se tornando pronto para retransmissão.
O vírus injeta em seu sistema de proteção o fator resistência, esse fator impera sua vida e age especificamente para acabar com ele é preciso conhecer suas resistências.

Não há quem não seja infectado. Cada um tem suas preferências e desejos pessoais, seu modo particular de trabalhar e viver. São esses os vírus da mente: são esses os “memes”. E todos nós os temos e os passamos adiante.
Considerado em si mesmo, esse fato é positivo. Nossa capacidade de aprender e difundir ideias de outras pessoas, assim como os vírus, pode conciliar diferenças de modo extraordinariamente sutil. Contudo, o poder dos vírus da mente também pode ser manipulado – e está sendo manipulado – por outro poder: a mídia. As agências de publicidade, os governos e as multinacionais sabem muito bem como um simples fragmento de ideia pode adquirir vida própria e contagiar a todos.
Graças a seu entendimento profundo do que são os memes e sua influência, Richard Brodie vai lhe mostrar como tudo na sua vida é controlado por memes. Mas você também ficará sabendo que pode assumir o controle da sua própria mente.

Depois de ler este livro, você saberá:

  • o que são os memes, e como eles o influenciam
  • como propagar seus próprios memes
  • como reprogramar a si mesmo e as outras pessoas

Neste livro você encontrará todos os conhecimentos necessários para fazer mudanças fundamentais na sua vida, por meio da simples conscientização da existência dos vírus mentais. Com quais desses vírus você prefere ser infectado?
Atenção: Este livro contém um vírus mental. Se você não quer ser infectado, interrompa já leitura. A infecção pode influenciar seu pensamento de várias maneiras, algumas delas sutis, outras nem tanto, ou mesmo virar pelo avesso toda sua visão de mundo.

Virus da Mente
Livro Vírus Mental para baixar ou ler

O vírus pensados ​​gerados em uma única fonte que infectam milhões com idéias perigosas e destrutivas. 

Memes (pronunciado “meems”), dizem os cientistas, estão por trás do que leva milhões para abraçar movimentos como o nazismo ou manter os estereótipos racistas vivos. 

Memes, também chamado de “contágio de pensamento” Pode resultar em catástrofes de manada-mentalidade, como pânico do mercado de ações. O pânico sobre a queda de um estoque único (Microsoft?) Pode atrapalhar as mentes de milhões de investidores, fazendo com que o mercado como um todo mergulhe. 

O Jingle em sua cabeça…
Nem todos os memes são ruins. Alguns podem ser simplesmente um jingle cativante, uma frase de quadril – “whassup” – ou uma música que se recusa a deixar sua cabeça. 

“Exemplos de memes são músicas, idéias, frases de captura, moda de roupas, formas de fazer potes ou de construção de arcos”, escreve Richard Dawkins, que cunhou o termo em seu livro “The Selfish Gene”. Dawkins chamou sua descoberta do “meme” como uma homenagem mental ao “gene”. 

“Assim como os genes se propagam no pool de genes saltando de corpo para corpo através de esperma ou ovos, Então, os memes se propagam no grupo meme, pulando do cérebro para o cérebro através de um processo que, em sentido lato, pode ser chamado de imitação “, escreve Dawkins.” Se um cientista ouve, ou lê, uma boa idéia, ele passa Para seus colegas e estudantes. Ele menciona isso em seus artigos e suas palestras. 

Se a ideia se encaixar, pode-se dizer que se propaga, espalhando-se do cérebro para o cérebro. ” A esse respeito, a noção de Dawkins do meme é em si, um meme. 

Em termos mais formais, os memes são” simplesmente uma unidade de intelectual Ou informação cultural que sobrevive o tempo suficiente para ser reconhecido como tal, e que pode passar da mente para a mente. ” 

Imagem relacionadaFads & Fashions…

Memes, talvez, Explique por que milhões de jovens estão se esbarrando com piercings ou gravando sua pele com tatuagens. Memes explica a devoção servil a Barney, Teletubbies, rochas de estimação e botões de rosto sorridente. Eles explicam os inimigos fanáticos de Clinton, dispostos a destruir o governo dos EUA em busca do presidente, e os cultistas dispostos a se matar para embarcarem em um disco voador na cauda de um cometa. 
Isso só pode parecer bastante alarmante, mas Dawkins afirma em um site dedicado ao assunto que os memes são realmente parasitas vivos. 

“Memes devem ser considerados estruturas vivas, não apenas metafóricamente, mas tecnicamente”, diz Dawkins. “Quando você planta um meme fértil na minha mente, você literalmente parasita meu cérebro, transformando-o em um veículo para o meme” S propagação da mesma maneira que um vírus pode parasitar o mecanismo genético de uma célula hospedeira. 

E esta não é apenas uma maneira de falar – o meme para, digamos, “crença na vida após a morte” é realmente realizado fisicamente, milhões de vezes, como uma estrutura no sistema nervoso de pessoas em todo o mundo “. Para os behavioristas, os memes são responsáveis ​​por praticamente todas as crenças. Os psicólogos da Universidade de Yale Robert J. Sternberg e James C. Kaufman escrevem que os memes são responsáveis ​​por nossa crença em noções como “namoro astrológico, crenças em poderes psíquicos e ESP, idéias generalizadas de Mulheres que têm preferências de riqueza de parceiros inatos, nazismo, escravidão e racismo dos EUA, crença no castigo corporal de crianças … “Em suma, praticamente qualquer coisa que você possa pensar. 
Imagem relacionadaO lado escuro da força…
Mega-memes infectando bilhões de pessoas pode ter um efeito benéfico, como nesta expressão do Criador: “Deus realmente existe, se apenas como um padrão nas estruturas cerebrais replicou em todas as mentes de bilhões de pessoas em todo o mundo. mundo.” 
Mas em uma nota mais escura, memes podem chicotear milhões de pessoas em uma fúria destrutiva. 
Considere, por exemplo, o meme provocado por uma peça de literatura de ódio chamada “Os Protocolos dos Anciãos de Sião”. 
Escrito por um antissemita, “Os Protocolos” afirmou ser um panfleto interceptado pela polícia secreta czarista da Rússia no início dos anos 1900, que detalhou um enredo de judeus para conquistar o mundo controlando os bancos e os governos de muitas nações. 

“Os Protocolos” Inflamou as mentes não só dos nazistas, mas também do fabricante de automóveis Henry Ford, que publicou o panfleto na América sob o título “O judeu internacional”. Na igreja do Santuário da Pequena Flor em Royal Oak, Michigan, o padre Coughlin usou os “Protocolos” para treinar em judeus durante a Depressão durante um programa de rádio semanal que atingiu milhões no Centro-Oeste. 

Mas o meme não morreu nas cinzas de Auschwitz e o assassinato de seis milhões de judeus: o medo de uma conspiração judia internacional, uma “nova ordem mundial” e um Governo Mundial reuniu centenas de grupos paramilitares de extrema direita durante os anos 90 – uma causa que levou ao bombardeio de Oklahoma City em 1995, que matou 166 pessoas. 

A sobrevivência dos melhores…
Memes pode se espalhar como um incêndio, e pode ser difícil de erradicar, devido à natureza multidimensional da mente. 

“Um meme sobrevive no mundo porque as pessoas passam para outras pessoas, seja verticalmente para a próxima geração, ou horizontalmente para nossos companheiros”, escreve o behaviorista H. Keith Henson no site sobre memes. “Este processo é análogo à forma como os genes do salgueiro causam salgueiros para espalhá-los, ou talvez mais perto da forma como os vírus frios nos fazem espirrar e espalhá-los”. 
Resultado de imagem para violência na sociedadeResultado de imagem para imagens de quebra quebraResultado de imagem para violência na sociedadeViolência generalizada da sociedade passou a ser um hábito…como diversão ou moeda de troca!…

Imagem relacionada                        Drogas, sexolatria, prostituição e perversão de menores,etc…

Imagem relacionadaAs religiões e sua elite dominante , manipula a sociedade por milênios. Afastando das verdades mais profundas do que realmente somos.

Imagem relacionadaE, como parasitas reais, os memes podem matar seus anfitriões, de acordo com Lee Borkman no mesmo site:                                                                                                             “Memes, como os genes, variam em sua aptidão para sobreviver no ambiente do intelecto humano”, diz Borkman. “Alguns se reproduzem como coelhos, Mas são de curta duração (modas), enquanto outras ficam lentas para se reproduzir, mas continuam por éons (religiões, talvez?). Note-se que a aptidão do meme não está necessariamente relacionada à aptidão que confere ao ser humano que o detém. 

O exemplo mais óbvio disso é o meme “Smoking is Cool”, o que faz muito bem para si mesmo ao matar seus anfitriões a uma ótima taxa. ” O Meme Spreaders

Hitler, com seu” dardo de fogo “, era um meme-spreader de A primeira ordem. Ele mesmo foi infectado por noções de antigos deuses teutônicos, astrologia e mitos germânicos. 
Apenas fora do exército, onde ele se distinguiu como um serviço de correio durante a Primeira Guerra Mundial, Hitler foi convidado a se juntar aos 40 membros do trabalhador alemão Partido, formado em grande parte por soldados de direita. Não impressionado com o grupo, Hitler disse que era “como uma sociedade de debate do ensino médio”. Mas ele usou seus poderes meméticos para moldar o partido em uma das forças mais poderosas do mundo. 

O primeiro passo, nos termos do contágio mental, foi o mais simples: ele mudou o nome do partido para o Partido dos Trabalhadores Alemães Nacional-Socialistas, com o acroínio NAZI, que era gíria para “amigo”. Todos os que se juntaram aos nazistas seriam amigos – bávaro por “cara legal” em 1921. 
À medida que os anos se passaram, a entrega eletrizante de Hitler levou pessoas espulgadas em vários discursos em cervejarias e estádios, às vezes com 6.000 soldados de tempestade nazistas em pé atenção. 

Sua mensagem lançou um javali ardente para as mentes famosas do povo alemão. Considere esta passagem de “Hitler”.

So niece “de Ron Hansen (HarperCollins): ” Tudo errado na Alemanha, ele disse, estava errado por causa da conspiração sionista secreta para conquistar o mundo. Os judeus eram parasitas; Eles eram um insensatez. Eles ficaram parados quando soldados arianos morreram na frente, eles forçaram o armistício, fomentaram o comunismo, colocaram suas assinaturas no “tratado de desgraça” e engordaram a miséria da Alemanha em seus mercados negros. E agora eles estavam manipulando assuntos financeiros, educando os jovens, mudando radicalmente as ciências, preenchendo as humanidades e as artes com sua feiura e degeneração, poluindo o sangue ariano com o casamento entre si. Com uma raiva à beira da histeria, seu rosto correndo com suor, sua camisa embebida, sua voz crescente e rouca, Hitler gritou: ” Eu vou retirar o mal dos judeus pelas suas raízes e exterminá-lo! ” As vítimas e a cura… Fonte

As pessoas só Cocriam aquilo que a Mente compreende como verdade e entende como possível…

Somos iscas para para os manipuladores, nos tornamos frágeis em nossa ignorância, por isso alvo fácil para sermos afetados pelos Vírus Mental! 

O porto que todos o memes precisam alcançar é a mente humana, mas uma mente humana é apenas um artefato criado quando memes reestruturam um cérebro humano para fazê-lo um habitat melhor para memes. Os caminhos para chegada e partida são modificados para ajustar-se às condições locais e reforçados por vários dispositivos artificiais que aumentam a fidelidade e prolixidade da replicação: mentes chinesas nativas diferem dramaticamente de mentes francesas nativas e as mentes alfabetizadas diferem de mentes analfabetas. O que os memes proveem em retorno aos organismos nos quais eles residem é uma quantidade incalculável de vantagens — com alguns cavalos de Troia misturados também… ~Daniel Dennett, Consciousness Explained~

Forragem de Duplicação…

Uma linda criança próxima de mim, com seis anos e a menina dos olhos de seu pai, acredita que Thomas o Motor de Tanque [personagem de uma história infantil] realmente existe. Ela acredita em Papai Noel, e quando ela crescer sua ambição é ser uma fada do dente. Ela e seus amigos de escola acreditam na palavra solene de adultos respeitados de que fadas do dente e o Papai Noel realmente existem. Esta pequena menina está em uma idade de acreditar em tudo que você lhe contar. Se você lhe contar sobre bruxas transformando príncipes em sapos ela acreditará em você. Se você lhe contar que crianças más ardem eternamente no inferno, ela terá pesadelos. Eu descobri há pouco que sem o consentimento do pai dela esta criança de seis anos encantadora, confiante e crédula está sendo enviada, para instrução semanal, a uma freira católica romana. Que chances ela tem?

Uma criança humana é moldada pela evolução para se saturar da cultura de seu povo. Obviamente, ela aprende os essenciais do idioma de seu povo em questão de meses. Um dicionário grande de palavras para falar, uma enciclopédia de informação para falar sobre, regras sintáticas e semânticas complicadas para ordenar a fala são todos transferidos de cérebros mais velhos ao dela antes que ela alcance metade de seu tamanho adulto. Quando você é pré-programado para absorver informação útil a altas taxas, é difícil impedir ao mesmo tempo a entrada de informação perniciosa ou prejudicial. Com tantos bytes mentais para ser assimilados, tantos códons mentais para ser reproduzidos, não é nenhuma surpresa que cérebros de crianças sejam crédulos, abertos a quase qualquer sugestão, vulneráveis à subversão, presas fáceis para Moonies, Cientologistas e freiras. Como pacientes inumo-deficientes, crianças estão amplamente abertas a infecções mentais as quais adultos poderiam repelir sem esforço.

O DNA também inclui código parasitário. A maquinaria celular é extremamente boa em copiar DNA. No que tange o DNA, ele parece ter uma ânsia para copiar, parece ansioso em ser copiado. O núcleo da célula é um paraíso para o DNA, repleto de maquinaria de duplicação sofisticada, rápida e precisa.

A maquinaria celular é tão amigável para a duplicação de DNA que é pouca surpresa que células tornem-se hospedeiras de parasitas de DNA — vírus, viroides, plasmídeos e um refugo de outros camaradas viajantes genéticos. O DNA parasitário até mesmo se torna emendado aos cromossomos de forma quase imperceptível. “Genes saltantes” e extensões de “DNA egoísta” se cortam ou copiam para fora de cromossomos e se colam em outro lugar. Oncogenes mortais são quase impossíveis de distinguir de genes legítimos entre os quais eles estão trançados. No tempo evolutivo, há provavelmente um tráfico ininterrupto de genes “legítimos” para genes “foras-da-lei”, e de volta novamente (Dawkins, 1982). O DNA é só DNA. A única coisa que distingue DNA virótico do DNA hospedeiro é seu método esperado de passar para gerações futuras. DNA hospedeiro “legítimo” é apenas DNA que aspira passar para a próxima geração pela rota ortodoxa de espermatozoide ou óvulo. DNA parasitário “fora-da-lei” é só DNA que busca uma rota mais rápida e menos cooperativa ao futuro, por uma minúscula gotinha ou fragmento de sangue, em lugar de por um espermatozoide ou óvulo.

Para dados em um disquete, um computador é um paraíso da mesma maneira que núcleos de célula têm uma ânsia em duplicar DNA. Computadores e seus leitores de disco e fita associados são projetados com alta-fidelidade em mente. Como com moléculas de DNA, bytes magnetizados não “querem” literalmente ser copiados de forma fiel. Não obstante, você pode escrever um programa de computador que toma medidas para se duplicar. Não apenas duplicar a si mesmo dentro de um computador, mas se espalhar para outros computadores. Computadores são tão bons em copiar bytes, e tão bons em obedecer as instruções contidas nesses bytes fielmente, que são vítimas fáceis para programas autorreprodutores: amplamente abertos à subversão por parasitas de software. Qualquer cínico familiar com a teoria de genes egoístas e memes teria sabido que computadores pessoais modernos, com seu tráfico promíscuo de disquetes e ligações de e-mail, estavam procurando por problemas. A única coisa surpreendente sobre a epidemia atual de vírus de computadores é que demorou tanto para ocorrer.

Vírus de Computador: Um Modelo para uma Epidemiologia Informacional

Vírus de computador são pedaços de código que se enxertam em programas existentes e legítimos e subvertem as ações normais desses programas. Eles podem viajar em disquetes trocados, ou através de redes. Eles são tecnicamente distintos de “worms” [vermes] que são programas inteiros em seu próprio direito, normalmente viajando através de redes. Bastante diferentes são os “cavalos de Troia”, uma terceira categoria de programas destrutivos que não são autorreprodutores, mas dependem de humanos para reproduzi-los por causa de seu conteúdo pornográfico ou atraente de outras formas. Vírus e worms são programas que de fato dizem, em linguagem de computador, “Duplique-me”. Ambos podem fazer outras coisas que fazem sua presença percebida e talvez possam satisfazer a vaidade dos autores deles. Estes efeitos colaterais podem ser “humorísticos” (como o vírus que faz o alto-falante embutido do Macintosh enunciar as palavras “Não entre em pânico”, com o previsível efeito oposto); maliciosos (como os numerosos vírus IBM que apagam o disco rígido depois de um anúncio na tela do desastre iminente); políticos (como os vírus Spanish Telecom e Beijing que protestam sobre custos de telefone e estudantes massacrados respectivamente); ou simplesmente inadvertidos (o programador é incompetente para controlar as chamadas de sistema de baixo nível exigidas para escrever um vírus ou worm efetivo). O famoso Internet Worm que paralisou muito do poder de computação dos Estados Unidos no dia 2 de novembro de 1988 não era projetado (muito) maliciosamente mas ficou fora de controle e, dentro de 24 horas, tinha congestionado 6.000 memórias de computador multiplicando exponencialmente cópias de si mesmo.

“Memes agora se espalham ao redor do mundo à velocidade da luz, e se reproduzem a taxas que fazem até mesmo a mosca de frutas e células de fermento parecerem glaciais em comparação. Eles saltam promiscuamente de veículo para veículo, e de meio para meio, e estão provando ser virtualmente impossíveis de colocar em quarentena” (Dennett 1990, p.131). Vírus não estão limitados a mídias eletrônicas como discos e linhas de dados. Em seu caminho de um computador para outro, um vírus pode atravessar a tinta de impressão, raios de luz em uma lente humana, impulsos de nervo óticos e contrações de músculos do dedo. Uma revista de aficionados por computador que imprimiu o texto de um programa de vírus para o interesse de seus leitores foi extensamente condenada. De fato, tal é a atração da ideia de vírus a um certo tipo de mentalidade pueril (o gênero masculino é usado a conselho), que a publicação de qualquer tipo de informação sobre como projetar programas de vírus é vista imediatamente como um ato irresponsável.

Eu não vou publicar nenhum código de vírus. Mas há certos truques de design de vírus efetivos que são conhecidos suficientemente bem, até mesmo óbvios, que não fará nenhum mal mencioná-los, enquanto eu preciso fazer para desenvolver meu tema. Todos eles se originam da necessidade do vírus para escapar de descoberta enquanto estiver se espalhando.

Um vírus que clona a si mesmo de forma excessiva dentro de um computador será descoberto rapidamente porque os sintomas de congestionamento ficarão muito óbvios para ignorar. Por isto muitos programas de vírus checam, antes de infectar um sistema, para ter certeza se eles já não estão naquele sistema. Incidentalmente, isto abre um modo para defesa contra vírus que é análogo à imunização. Nos dias antes que um programa específico de antivírus estivesse disponível, eu mesmo respondi a uma infecção em meu próprio disco rígido por meio de uma primitiva “vacinação”. Em vez de apagar o vírus que tinha descoberto, eu simplesmente incapacitei suas instruções codificadas, deixando a “casca” do vírus com sua “assinatura” externa característica intacta. Teoricamente, os membros subsequentes das mesmas espécies de vírus que chegaram em meu sistema deveriam ter reconhecido a assinatura do seu próprio tipo e se abstido de tentar infectá-lo novamente. Eu não sei se esta imunização realmente funcionou, mas naqueles dias provavelmente valia a pena “destripar” um vírus e deixar sua casca em lugar de simplesmente isolá-lo. Hoje em dia é melhor entregar o problema para um dos programas de antivírus profissionalmente escritos.

Um vírus que é muito virulento será descoberto rapidamente e será eliminado. Um vírus que imediatamente e catastroficamente sabota todo computador no qual se encontra não se achará em muitos computadores. Pode ter um efeito muito agradável em um computador — apagar uma tese de doutorado inteira ou algo igualmente frustrante — mas não se espalhará como uma epidemia.

Então, alguns vírus são projetados para ter um efeito que é pequeno o bastante para ser difícil de detectar, mas que pode mesmo assim ser extremamente danoso. Há um tipo que, em vez de apagar todos os setores de disco, ataca só planilhas eletrônicas, fazendo algumas mudanças aleatórias dentro de quantidades (normalmente financeiras) inseridas em filas e colunas. Outros vírus evadem descoberta sendo ativados probabilisticamente, apagando por exemplo só um em 16 dos discos rígidos infectados. Já outros vírus empregam o princípio de bombas-relógio. A maioria dos computadores modernos está “ciente” da data, e vírus foram ativados para se manifestar ao redor do mundo em uma data particular como uma sexta-feira 13 ou o Dia da Mentira em 1 de abril. Do ponto de vista parasitário, não importa quão catastrófico o ataque eventual é, contanto que o vírus tenha tido bastante oportunidade para se espalhar primeiro (uma analogia perturbadora com a teoria de Medawar/Williams do envelhecimento: nós somos as vítimas de genes letais e subletais que só amadurecem depois que nós tenhamos tido bastante tempo para nos reproduzirmos (Williams, 1957)). Como defesa, algumas companhias grandes vão tão longe a ponto de utilizar um “canário de minerador” entre sua frota de computadores, e avançar o calendário interno deste computador uma semana de forma que qualquer vírus bomba-relógio revele-se prematuramente antes do dia fatídico.

Resultado de imagem para confusão na políticaVÍRUS MENTAL E IMPLANTES DE CHIPS FAZEM O CONTROLE,  Criando Alteração de Humor, Confusão mental, conflitos sociais, bagunça, roubos, corrupções sem limites…Total falta de harmonia, desrespeitando a população, Negligenciando as Leis e a Ordem!!!

Novamente de maneira previsível, a epidemia de vírus de computador desencadeou uma corrida de esforços. Software antivirótico está movimentando um comércio volumoso. Estes programas antídoto — “Interferon”, “Vaccine”, “Gatekeeper” e outros — empregam um arsenal diverso de truques. Alguns são escritos com vírus específicos em mente, conhecidos e nomeados. Outros interceptam qualquer tentativa de intrometimento em áreas de memória de sistema sensíveis e avisam o usuário.

O princípio do vírus pode, teoricamente, ser usado para propósitos não-maliciosos e até mesmo benéficos. Thimbleby (1991) cunhou o termo “liveware” [live = vivo] para seu uso já implementado do princípio de infecção para manter cópias múltiplas de bancos de dados atualizadas. Toda vez que um disco contendo um banco de dados é conectado a um computador, ele confere se já há outra cópia presente no disco rígido local. Se houver, cada cópia é atualizada à luz da outra. Assim, com um pouco de sorte, não importa que membro de um círculo de colegas insira, digamos, uma citação bibliográfica nova em seu disco pessoal. As informações recentemente inseridas dele infectarão os discos de seus colegas prontamente (porque seus colegas inserem promiscuamente os discos deles nos computadores uns dos outros) e se espalharão como uma epidemia pelo círculo. O liveware de Thimbleby não é inteiramente como um vírus: ele não pode se espalhar para o computador de qualquer pessoa e causar dano. Ele espalha dados apenas a cópias já existentes de seu próprio banco de dados; e você não será infectado pelo liveware a menos que você opte positivamente pela infecção.

Incidentalmente, Thimbleby, que está muito preocupado com a ameaça dos vírus, aponta que você pode ganhar um pouco de proteção usando sistemas de computador que outras pessoas não usam. A justificativa habitual para comprar o computador numericamente dominante de hoje é simples e unicamente a de que ele é numericamente dominante. Quase toda pessoa entendida concorda que, em termos de qualidade e especialmente facilidade de uso, o sistema rival, minoritário, é superior. Não obstante, a onipresença é celebrada como benéfica por si mesma, suficiente para superar em valor a mera qualidade. Compre o mesmo (embora inferior) computador que seus colegas, como dita o argumento, e você poderá se beneficiar de software compartilhado e de uma circulação geralmente grande de software disponível. A ironia é que, com o advento da praga de vírus, “benefício” não é tudo aquilo que você pode adquirir. Nós não só deveríamos ser muito hesitantes antes de aceitar um disco de um colega. Nós também deveríamos estar atentos que, se nós nos unimos a uma comunidade grande de usuários de uma particular marca computador, nós também estamos nos unindo a uma comunidade grande de vírus — até mesmo, podemos descobrir, desproporcionalmente maior.

Voltando a possíveis usos de vírus para propósitos positivos, há propostas para explorar o princípio “trapaceador vira regulador”, e “usar um ladrão para pegar um ladrão”. Um modo simples seria tomar quaisquer dos programas antiviróticos existentes e carregá-lo como uma “ogiva” em um vírus autorreprodutor inofensivo. De um ponto de vista de “saúde pública”, uma epidemia de propagação de software antivirótico poderia ser especialmente benéfica porque os computadores mais vulneráveis a vírus malignos — aqueles cujos donos são promíscuos na troca de programas pirateados — também serão mais vulneráveis à infecção pelo antivírus curativo. Um antivírus mais penetrante pode — como no sistema imunológico — “aprender” ou “evoluir” uma capacidade melhorada para atacar qualquer vírus que encontrar.

Eu posso imaginar outros usos do princípio de vírus de computador que, se não precisamente altruísticos, sejam pelo menos construtivos o bastante para escapar a acusação de puro vandalismo. Uma companhia de computador poderia desejar fazer pesquisa de mercado nos hábitos de seus clientes, com uma visão para melhorar o projeto de produtos futuros. Os usuários gostam de escolher arquivos através de ícone pictóricos, ou eles optam por exibi-los apenas através de seus nomes textuais? Como as pessoas encadeiam suas pastas (diretórios) uns dentro dos outros? As pessoas se contentam com uma sessão longa com só um programa, digamos um processador de textos, ou eles estão constantemente trocando de um lado para outro, digamos entre programas de redigir e desenhar? As pessoas têm sucesso movendo o ponteiro do mouse diretamente ao objetivo, ou eles vagam ao redor em movimentos que desperdiçam tempo que poderiam ser retificados por uma mudança em design?

A companhia poderia enviar um questionário que faz todas estas perguntas, mas os clientes que responderiam seriam uma amostra parcial e, em todo caso, a própria avaliação deles do seu comportamento de uso do computador poderia ser inexata. Uma solução melhor seria um programa de computador de pesquisa de mercado. Seria requisitado que os clientes carregassem este programa no sistema deles, onde ele funcionaria sem obstrução monitorando silenciosamente e contando as teclas pressionadas e os movimentos de mouse. Ao término de um ano, o cliente seria requisitado a enviar o arquivo de disco contendo todos os dados do programa de pesquisa de mercado. Mas novamente, a maioria das pessoas não se aborreceria em cooperar e alguns poderiam ver isto como uma invasão de privacidade e do espaço de seu disco.

A solução perfeita, do ponto de vista da companhia, seria um vírus. Como qualquer outro vírus, seria autorreprodutor e sutil. Mas não seria destrutivo ou facetado como um vírus ordinário. Junto com seu propulsor autorreprodutor conteria uma ogiva de pesquisa de mercado. O vírus seria liberado sorrateiramente na comunidade de usuários de computador. Como um vírus ordinário ele se espalharia, à medida que as pessoas trocassem disquetes e e-mails ao redor da comunidade. Enquanto o vírus se espalhasse de computador a computador, construiria estatísticas sobre o comportamento de usuários, monitorado secretamente dos bastidores dentro de uma sucessão de sistemas. De vez em quando, uma cópia dos vírus acharia seu caminho de volta a um dos computadores da própria companhia através de tráfico de epidemia normal. Lá seria examinado e seus dados colecionados com dados de outras cópias do vírus que tenham voltado à “casa”.

Olhando para o futuro, não é fantástico imaginar um tempo em que vírus, tanto ruins quanto bons, tornem-se tão onipresentes que nós poderemos falar de uma comunidade ecológica de vírus e programas legítimos que coexistiriam na silicosfera. No momento, o software é anunciado como, digamos, “Compatível com o System 7”. No futuro, produtos podem ser anunciados como “Compatível com todos os vírus registrados no Censo Mundial de Vírus de 1998; imune a todos vírus virulentos listados; toma vantagem completa das instalações oferecidas pelos vírus benignos seguintes se presentes…” Softwares processadores de texto, digamos, podem entregar funções particulares, como contagem de palavras e cadeias, para vírus amigáveis que passem autonomamente pelo texto.

Olhando ainda mais adiante no futuro, sistemas de software integrados inteiros poderiam crescer, não através de design, mas por algo como o crescimento de uma comunidade ecológica como uma floresta tropical. Gangues de vírus mutuamente compatíveis poderiam crescer, da mesma maneira como genomas podem ser considerados como gangues de genes mutuamente compatíveis (Dawkins, 1982). De fato, eu sugeri até mesmo que nossos genomas deveriam ser considerados como colônias gigantescas de vírus (Dawkins, 1976). Genes cooperam uns com os outros em genomas porque a seleção natural favoreceu esses genes que prosperam na presença dos outros genes que eventualmente estão na mesma comunidade de genes. Comunidades de genes diferentes podem evoluir para combinações diferentes de genes mutuamente compatíveis. Eu vejo um tempo quando, da mesma forma, vírus de computador podem evoluir para compatibilidade com outros vírus, para formar comunidades ou gangues. Mas novamente, talvez não! De qualquer modo, eu acho a especulação mais alarmante que excitante.

No momento, vírus de computador não evoluem estritamente. Eles são inventados por programadores humanos, e se eles evoluem eles o fazem no mesmo senso fraco como carros ou aeroplanos evoluem. Projetistas derivam o carro deste ano como uma modificação leve do carro do último ano, e então pode, mais ou menos conscientemente, continuar uma tendência dos últimos anos — achatar ainda mais a grade do radiador ou o que quer que seja. Projetistas de vírus de computador inventam truques cada vez mais intrincados para burlar os programadores de software de antivírus. Mas vírus de computador — até agora — não sofrem mutação e evoluem através de verdadeira seleção natural. Eles podem fazer isso no futuro. Quer eles evoluam através de seleção natural, ou quer a evolução deles seja guiada por projetistas humanos, pode não fazer muita diferença ao desempenho eventual deles. Por qualquer forma de evolução, nós esperamos que eles fiquem melhores em encobrimento e que eles fiquem sutilmente compatíveis com outros vírus que estão prosperando ao mesmo tempo na comunidade de computadores.

Vírus de DNA e vírus de computador se espalham pela mesma razão: um ambiente existe no qual há uma maquinaria bem montada para duplicar e espalhá-los por aí e para obedecer as instruções que os vírus embutem. Estes dois ambientes são, respectivamente, o ambiente da fisiologia celular e o ambiente provido por uma comunidade grande de computadores e maquinaria para lidar com dados. Há qualquer outro ambiente como estes, qualquer outro paraíso de replicação?

A Mente Infectada

Eu já aludi à credulidade programada de uma criança, tão útil para aprender o idioma e sabedoria tradicional, e tão facilmente subvertida pelas freiras, Moonies e sua laia. Mais geralmente, todos nós trocamos informação uns com os outros. Nós não inserimos exatamente disquetes em aberturas nos crânios uns dos outros, mas nós trocamos frases, tanto por nossos ouvidos quanto por nossos olhos. Nós notamos os estilos de mover e vestir uns dos outros e somos influenciados. Nós aceitamos jingles de propaganda, e somos presumivelmente persuadidos por eles, caso contrário os homens de negócios cabeças-dura não gastariam tanto dinheiro poluindo o ambiente com eles.

Pense nas duas qualidades que um vírus, ou qualquer tipo de replicador parasitário, precisa de um meio amigável. As duas qualidades que fazem a maquinaria celular tão amigável para o DNA parasitário, e que faz computadores tão amigáveis para vírus de computador. Estas qualidades são, primeiramente, uma prontidão para reproduzir informação com precisão, talvez com alguns enganos que são reproduzidos subsequentemente com precisão; e, secundariamente, uma prontidão para obedecer a instruções codificadas na informação assim reproduzida.

A maquinaria celular e computadores eletrônicos se destacam em ambas estas qualidades amigáveis aos vírus. Como cérebros humanos se saem nestes aspectos? Como duplicadores fiéis, eles são certamente menos perfeitos que células ou computadores eletrônicos. Não obstante, eles ainda são muito bons, talvez tão confiáveis quanto um vírus de RNA, mas não tão bons quanto um DNA com todas suas medidas elaboradas de revisão contra degradação textual. Uma evidência da fidelidade de cérebros, especialmente cérebros de crianças, como duplicadores de dados é fornecida pela própria linguagem. O Professor Higgins de Shaw era capaz através apenas de ouvido de situar londrinos na rua onde eles cresceram. A ficção não é evidência para nada, mas todo mundo sabe que a habilidade fictícia de Higgins é só um exagero de algo que nós todos podemos fazer. Qualquer americano pode diferenciar o sotaque do Extremo Sul do sotaque do Meio oeste, o de New England do de Hillbilly. Qualquer nova-iorquino pode diferenciar o sotaque Bronx do Brooklyn. Afirmações equivalentes poderiam ser substanciadas para qualquer país. O que este fenômeno significa é que cérebros humanos são capazes de copiar muito precisamente (caso contrário os sotaques de, digamos, Newcastle não seriam estáveis o bastante para ser reconhecidos) mas com alguns enganos (caso contrário a pronúncia não evoluiria, e todos os falantes de um idioma herdariam exatamente os mesmos sotaques dos seus antepassados remotos). A língua evolui, porque tem tanto a grande estabilidade quanto a mutabilidade sutil que são condições prévias para qualquer sistema evolutivo.

A segunda exigência de um ambiente amigável a vírus — que ele deva obedecer a um programa de instruções codificadas — é mais uma vez apenas quantitativamente menos verdade para cérebros que para células ou computadores. Nós às vezes obedecemos ordens uns dos outros, mas também às vezes não o fazemos. Não obstante, é um fato revelador que, por todo o mundo, a vasta maioria das crianças segue a religião de seus pais em lugar de quaisquer das outras religiões disponíveis. Instruções para genuflectir, curvar-se para Meca, para acenar a cabeça ritmicamente perante um muro, de balançar como um louco, para “falar em línguas” [speak in tongues] — a lista de tais padrões motores arbitrários e insensatos oferecida pela religião apenas é extensa — são obedecidas, se não servilmente, pelo menos com uma probabilidade estatística razoavelmente alta.

Violação Ética e Moral na formação Psicológica e afetiva da Criança..Induzindo Gênero e Sexo livre…Resultado de imagem para CARTILHA ESCOLAR DE SEXO

Porém, menos prejudicial, e novamente especialmente proeminente em crianças, a “moda” é um exemplo notável de comportamento que deve mais à epidemiologia que à escolha racional. Ioiôs, bambolês e pula-pulas, com as atitudes determinadas de comportamento associadas a eles, passam por escolas, e mais esporadicamente saltam de escola a escola, em padrões que não diferem de uma epidemia de sarampo em nenhum aspecto importante em particular. Dez anos atrás, você poderia ter viajado milhares de milhas pelos Estados Unidos e nunca poderia ter visto um boné de beisebol usado virado ao contrário. Hoje, o boné de beisebol virado é onipresente. Eu não sei qual foi precisamente o padrão de expansão geográfica do uso do boné de beisebol virado para trás, mas a epidemiologia está certamente entre as profissões mais qualificadas para estudar isto. Nós não temos que nos enveredar por argumentos sobre “determinismo”; nós não temos que alegar que as crianças são compelidas a imitar as modas de chapéu de seus colegas. É o bastante que o comportamento de usar chapéu delas, de fato, é estatisticamente afetado pelo comportamento de usar chapéu de seus colegas.

Trivial como elas são, modas nos proveem ainda mais evidência circunstancial de que mentes humanas, especialmente talvez as juvenis, têm as qualidades que nós destacamos como desejáveis para um parasita informacional. No mínimo a mente é uma candidata plausível para infecção por algo como um vírus de computador, até mesmo se não for exatamente um ambiente de sonhos para um parasita como um núcleo de célula ou um computador eletrônico.

É intrigante imaginar como seria, do interior, se a mente de uma pessoa fosse vítima de um “vírus”. Este poderia ser um parasita deliberadamente projetado, como um vírus de computador atual. Ou poderia ser um parasita inadvertidamente transformado e inconscientemente evoluído. De qualquer modo, especialmente se o parasita evoluído era o descendente mêmico de uma linha longa de antepassados prósperos, nós somos intitulados a esperar que o vírus da mente “típico” seja muito bom em seu trabalho de reproduzir a si mesmo com sucesso.

Evolução progressiva de parasitas da mente mais efetivos terá dois aspectos. “Mutantes” novos (seja randomicamente ou projetados por humanos) que são melhores em se espalhar se tornarão mais numerosos. E haverá um agrupamento de ideias que florescem na presença umas das outras, ideias que mutuamente apoiam umas às outras da mesma maneira que genes o fazem e como especulei que vírus de computador podem um dia vir a fazer. Nós esperamos que replicadores irão juntos de cérebro para cérebro em gangues mutuamente compatíveis. Estas gangues irão constituir um pacote, que pode ser suficientemente estável para merecer um nome coletivo como Catolicismo Romano ou Vodu. Não importa muito se nós fizermos a analogia do pacote inteiro para um único vírus, ou a cada uma das partes componentes de um único vírus. A analogia não é tão precisa de qualquer maneira, como a distinção entre um vírus de computador e um verme [worm] de computador não é nada para ser considerado. O que importa é que as mentes são ambientes amigáveis para ideias ou informações parasitas, autorreprodutoras, e que mentes são tipicamente infestadas de forma maciça.

Como vírus de computador, vírus da mente de sucesso tenderão a ser difíceis para suas vítimas descobrirem. Se você for a vítima de um, as chances são de que você não saberá disto, e pode até mesmo negar vigorosamente isto. Aceitando que um vírus poderia ser difícil de descobrir em sua própria mente, que sinais indicadores você poderia procurar? Eu responderei imaginando como um livro de medicina poderia descrever os sintomas típicos de um atingido (arbitrariamente assumido como do sexo masculino).

1. O paciente se acha tipicamente impelido por alguma convicção profunda, interna, de que algo é verdade, ou correto, ou virtuoso: uma convicção que não parece dever nada à evidência ou razão, mas que, não obstante, ele sente como totalmente compelidora e convincente. Nós doutores nos referimos a tal convicção como “fé”.

2. Pacientes tipicamente atribuem uma virtude positiva à fé ser forte e inabalável, apesar dela não ser baseada em evidência. De fato, eles podem sentir que quanto menos comprovada, mais virtuosa é a convicção (veja abaixo).

Esta ideia paradoxal de que a falta de evidência é uma virtude positiva no que tange a fé tem parte da qualidade de um programa que é autossustentando, porque é autorreferente (ver o capítulo “On Viral Sentences and Self-Replicating Structures” [Sobre Sentenças Virais e Estruturas Auto-Reprodutoras] em Hofstadter, 1985). Uma vez que a proposição é acreditada, ela automaticamente mina a oposição a si mesma. A ideia de que a “falta de evidência é uma virtude” poderia ser uma sócia admirável, agrupando-se à própria fé em um grupo exclusivo de programas viróticos mutuamente encorajadores.

3. Um sintoma relacionado que um afligido pela fé também pode apresentar é a convicção de que o “mistério”, per se, é uma coisa boa. Não é uma virtude resolver mistérios. Ao contrário, nós deveríamos desfrutá-los, até mesmo nos divertir com sua insolubilidade.

Qualquer impulso para resolver mistérios poderia ser um inimigo sério para a expansão de um vírus da mente. Então, não seria surpreendente se a ideia de que “mistérios são melhores não-resolvidos” fosse um membro favorecido de uma gangue mutuamente apoiadora de vírus. Tome o “Mistério da Transubstanciação”. É fácil e não-misterioso acreditar que em algum senso simbólico ou metafórico o vinho eucarístico se transforme no sangue de Cristo. A doutrina católica romana de transubstanciação, porém, alega muito mais. A “substância inteira” do vinho é convertida no sangue de Cristo; a aparência de vinho que permanece é “meramente acidental”, “não derivando de nenhuma substância” (Kenny, 1986, pág. 72). A transubstanciação é coloquialmente ensinada como significando que o vinho se transforma “literalmente” no sangue de Cristo. Quer em seu Aristotélico obfuscatório ou em sua forma coloquial mais franca, a alegação de transubstanciação só pode ser feita se nós cometermos uma violência séria aos significados normais de palavras como “substância” e “literalmente”. Redefinir palavras não é um pecado, mas se nós usamos palavras como “substância inteira” e “literalmente” para este caso, que palavra vamos usar quando nós realmente e verdadeiramente quisermos dizer que algo aconteceu de fato? Como Anthony Kenny observou de seu próprio questionamento quando era um seminarista jovem, “Até onde podia dizer, minha máquina de escrever poderia ser Benjamim Disraeli transubstanciado…”

Católicos romanos, cuja crença na autoridade infalível os compele a aceitar que o vinho se transforma fisicamente em sangue apesar de todas as aparências, referem-se ao “mistério” da transubstanciação. Chamar isto de um mistério torna tudo certo, entende? Pelo menos, funciona bem para uma mente bem preparada por uma infecção secundária. Exatamente o mesmo truque é realizado no “mistério” da Trindade. Mistérios não foram feitos para ser resolvidos, eles foram feitos para criar fascinação. A ideia de que o “mistério é uma virtude” vem à ajuda do católico, que do contrário acharia intolerável a obrigação de acreditar na tolice óbvia da transubstanciação e do “três-em-um”. Novamente, a convicção de que o “mistério é uma virtude” tem um elo autorreferente. Como Hofstadter poderia dizer, o mesmo mistério da crença move o crente a perpetuar o mistério.

Um sintoma extremo da infecção do “mistério é uma virtude” é o ‘Certum est quia impossibile est’ de Tertullian” (É certo porque é impossível). Desse modo a loucura chega. Uma pessoa pode ficar tentada a citar a Rainha Branca de Lewis Carroll que, em resposta à frase de Alice “Uma pessoa não pode acreditar em coisas impossíveis” disse “eu ouso dizer que você não teve muita prática… Quando eu tinha sua idade, eu sempre fazia isto durante meia-hora por dia. Por que, às vezes eu acreditei em tanto quanto seis coisas impossíveis antes do café da manhã”. Ou o Monge Elétrico de Douglas Adams, um dispositivo poupador de trabalho programado para acreditar por você que era capaz de “acreditar em coisas que eles teriam dificuldade em acreditar em Salt Lake City” e o qual, no momento de ser apresentado ao leitor, acreditava ao contrário de toda a evidência, que tudo no mundo era uma sombra uniforme de cor-de-rosa. Mas as Rainhas Brancas e os Monges Elétricos ficam menos engraçados quando você perceber que estes grandes crentes são na vida real indistinguíveis de teólogos venerados. “É para ser acreditado de todas as formas, porque é absurdo” (Tertullian novamente). Sir Thomas Browne (1635) cita Tertullian com aprovação, e vai mais adiante: “Eu acho que não há impossibilidades o bastante na religião para uma fé ativa?” E “eu desejo exercitar minha fé no ponto mais difícil; já que acreditar nos objetos ordinários e visíveis não é fé, mas persuasão?”

Eu sinto que há algo mais interessante acontecendo aqui que apenas simples insanidade ou nonsense surrealista, algo similar à admiração que nós sentimos quando assistimos um ilusionista em uma corda bamba. É como se o fiel ganhasse mais prestígio por conseguir acreditar em coisas mais impossíveis que seus rivais conseguem acreditar. Será que estas pessoas estão testando — exercitando — seus músculos de acreditar, treinando a si mesmos para acreditar em coisas impossíveis de forma que eles possam encarar facilmente as coisas meramente improváveis que eles são chamados a acreditar ordinariamente?

Enquanto eu estava escrevendo isto, o Guardian (29 de julho de 1991) fortuitamente mostrava um belo exemplo. Ele veio em uma entrevista com um rabino executando a tarefa estranha de atestar pureza kosher de produtos de comida até às últimas origens dos seus minutos ingredientes . Ele estava agonizando atualmente sobre se iria até a China para examinar o mentol que compõe pastilhas para tosse. “Você já tentou verificar mentol chinês… era extremamente difícil, especialmente já que a primeira carta que nós enviamos recebido a resposta no melhor inglês chinês, ‘O produto não contém nenhum kosher’… A China só começou recentemente a se abrir a investigadores kosher. O mentol deve estar certo, mas você nunca pode estar absolutamente seguro a menos que você visite”. Estes investigadores kosher gerenciam uma linha de atendimento por telefone na qual alertas em tempo real de suspeita contra barras de chocolate e óleo de fígado de bacalhau são registradas. O rabino lamenta que a tendência inspirada ecologicamente de distanciamento de cores artificiais e sabores “tornam a vida miserável no campo kosher porque você tem que seguir todas estas coisas até sua origem”. Quando o entrevistador lhe pergunta por que ele se aborrece neste exercício obviamente insensato, ele deixa muito claro que o ponto é precisamente que não  nenhum ponto:

Que a maioria das leis Kashrut são ordenações divinas sem razão dada é 100 por cento o ponto. É muito fácil não assassinar as pessoas. Muito fácil. É um pouco mais duro não roubar porque uma pessoa é tentada ocasionalmente. De forma que não é nenhuma grande prova que eu acredito em Deus ou estou cumprindo o Seu desejo. Mas, se Ele me diz que não devo tomar uma xícara de café com leite na minha hora do almoço com minha carne moída, isto é um teste. A única razão para que eu estou esteja fazendo isso é porque me disseram para fazer isso. É algo difícil.

Helena Cronin sugeriu a mim que pode haver uma analogia aqui para a teoria de deficiência de Zahavi de seleção sexual e a evolução de sinais (Zahavi, 1975). Há muito antiquada, até mesmo ridicularizada (Dawkins, 1976), a teoria de Zahavi foi reabilitada recentemente de forma inteligente (Grafen, 1990 a, b) e é considerada agora seriamente por biólogos evolutivos (Dawkins, 1989). Por exemplo, Zahavi sugere que pavões evoluíram suas caudas absurdamente penosas e suas cores ridiculamente notáveis (para predadores), precisamente porque elas são penosas e perigosas, e portanto impressionantes a fêmeas. O pavão está, em efeito, dizendo: “Veja o quão forte e adaptado eu devo ser, já que eu posso levar este rabo absurdamente penoso por aí”.

Para evitar um mal entendido do idioma subjetivo no qual Zahavi gosta de fazer suas observações, eu devo acrescentar que a convenção do biólogo de personificar as ações inconscientes da seleção natural é um pressuposto não mencionado aqui. Grafen traduziu o argumento em um modelo matemático Darwiniano ortodoxo, e ele funciona. Nenhuma reivindicação está sendo feita aqui sobre a intencionalidade ou consciência de pavões e pavoas. Eles podem ser tão involuntários ou intencionais quanto você desejar (Dennett, 1983, 1984). Além disso, a teoria de Zahavi é geral o bastante para não depender de um apoio Darwiniano. Uma flor que anuncia seu néctar a uma abelha “cética” poderia se beneficiar do princípio de Zahavi. Mas assim também poderia um vendedor humano que busca impressionar um cliente.

A premissa da ideia de Zahavi é que a seleção natural favorecerá o ceticismo entre fêmeas (ou entre recipientes de mensagens de anúncio). O único modo de um macho (ou qualquer anunciante) autenticar a sua ostentação de força (qualidade, ou o que for) é provar que ela é verdade ao carregar um fardo verdadeiramente pesado — uma deficiência que só um macho genuinamente forte(de qualidade alta, etc.) poderia aguentar. Pode ser chamado o princípio da autenticação custosa. E agora ao ponto. É possível que algumas doutrinas religiosas não sejam favorecidas apesar de serem ridículas, mas precisamente porque elas sejam ridículas? Qualquer iniciante em religião poderia acreditar que simbolicamente o pão representa o corpo de Cristo, mas é preciso um verdadeiro cristão de sangue para acreditar em algo tão bizarro quanto a transubstanciação. Se você acredita que pode acreditar em qualquer coisa, e (testemunhe a história de Thomas, o cético), estas pessoas são treinadas para ver isto como uma virtude.

Vamos retornar à nossa lista de sintomas que alguém afligido com o vírus mental da fé, e sua gangue acompanhante de infecções secundárias, pode esperar experimentar.

4. O atingido pode se achar comportando-se de forma intolerante a vetores de fés de rivais, em casos extremos até mesmo matando-os ou defendendo suas mortes. Ele pode ser similarmente violento em sua disposição para com apóstatas (as pessoas que uma vez celebraram a fé, mas renunciaram isto); ou para com hereges (as pessoas que defendem uma versão diferente — frequentemente, talvez significativamente, apenas ligeiramente diferente — da fé). Ele também pode se sentir hostil para com outros modos de pensamento que são potencialmente inimigos à sua fé, como o método de razão científica que pode funcionar quase como um software antivirótico.

A ameaça de matar o distinto novelista Salman Rushdie é só o mais recente em uma linha longa de exemplos tristes. No mesmo dia em que eu escrevi isto, o tradutor japonês de Os Versos Satânicos foi encontrado assassinado, uma semana depois de um ataque quase fatal ao tradutor italiano do mesmo livro. A propósito, o sintoma aparentemente oposto de “simpatia” para a “dor” muçulmana, expressada pelo Arcebispo de Canterbury e outros líderes Cristãos (beirando, no caso do Vaticano, a clara cumplicidade criminal) é, claramente, uma manifestação do sintoma que nós discutimos anteriormente: a ilusão de que a fé, por mais danosos que sejam seus resultados, tem que ser respeitada simplesmente porque é fé.

 Assassinato é um extremo, é claro. Mas há até mesmo um sintoma mais extremo, e é o suicídio no serviço militante de uma fé. Como uma formiga-soldado programada para sacrificar a vida dela por cópias de genes que fizeram a programação, um árabe ou japonês (??!) jovem é ensinado que morrer em uma guerra santa é o caminho mais rápido para o céu. Se os líderes que o exploram acreditam nisto não diminui o poder brutal que o “vírus de missão suicida” carrega em nome da fé. É claro que o suicídio, como o assassinato, é uma bênção parcial: aqueles que poderiam ser convertidos podem ser repelidos, ou podem tratar com desprezo uma fé que é percebida como insegura o bastante para precisar de tais táticas.

Mais obviamente, se muitos indivíduos se sacrificam a provisão de crentes poderia tornar-se baixa. Isto foi verdade em um exemplo notório de suicídio inspirado pela fé, embora este caso não tenha sido nenhuma morte “kamikaze” em batalha. A seita do Templo do Povo se extinguiu quando seu líder, o Reverendo Jim Jones, conduziu a maior parte dos seguidores dele nos Estados Unidos para a Terra Prometida de “Jonestown” na selva de Guiana, onde ele persuadiu mais de 900 deles, as crianças primeiro, a beber cianeto. O caso macabro foi investigado inteiramente por uma equipe do San Francisco Chronicle (Kilduff e Javers, 1978).

Jones, “o Pai”, tinha chamado seu rebanho a uma reunião e tinha lhes falado que estava na hora de partir para o céu.

“Nós vamos nos encontrar”, ele prometeu, “em outro lugar”.

As palavras continuaram soando nos alto-falantes do acampamento.

“Há grande dignidade em morrer. É uma grande demonstração para todos morrer”.

Incidentalmente, não escapa à mente treinada do sociobiologista alerta que Jones, nos primórdios de sua seita, “proclamou a si mesmo a única pessoa que podia praticar sexo” (presumivelmente suas parceiras também podiam). “Uma secretária organizaria os encontros de Jones. Ela chamaria e diria, ‘O Pai odeia fazer isto, mas ele tem este tremendo desejo e você poderia por favor…?’” Suas vítimas não eram apenas mulheres. Um rapaz de 17 anos, dos dias em que a comunidade de Jones ainda estava em São Francisco, contou como ele foi levado durante fins de semana pervertidos para um hotel onde Jones recebeu “o desconto de um ministro do Rev. Jim Jones e filho”. O mesmo rapaz disse: “Eu realmente o venerava. Ele era mais que um pai. Eu teria matado meus pais por ele”. O que é notável sobre o Reverendo Jim Jones não é seu comportamento voltado a servir ele mesmo, mas a credulidade quase sobre-humana de seus seguidores. Tendo à disposição tal credulidade prodigiosa, que pessoa pode duvidar que as mentes humanas não estão prontas para infecção maligna?

Admitidamente, o Reverendo Jones enganou só alguns milhares de pessoas. Mas o caso dele é um extremo, a ponta de um iceberg. A mesma ânsia de ser enganado por líderes religiosos é difundida. A maioria de nós estaria preparado para apostar que ninguém escaparia ao ir na televisão e dizer, com todas as palavras, “Envie-me seu dinheiro, de forma que eu possa usá-lo para persuadir outros babacas a me enviar seu dinheiro também”. No entanto hoje, em qualquer grande cidade nos Estados Unidos, você pode achar pelo menos um canal evangelista de televisão completamente dedicado para este evidente truque de confiança. E eles escapam disto cheios de dinheiro. Defrontados com esta credulidade burra temerosa, é difícil não sentir uma simpatia invejosa com os vigaristas bem vestidos. Até que você perceba que nem todos os crédulos são ricos, e que é frequentemente das heranças de viúvas que os evangelistas estão enriquecendo. Eu ouvi até mesmo um deles invocando explicitamente o princípio que eu identifico agora com o princípio de Zahavi de autenticação custosa. Deus aprecia realmente uma doação, ele disse com sinceridade apaixonada, somente quando essa doação é tão grande que machuca. Pobres anciãos eram colocados em rodas para testemunhar quanto mais felizes eles se sentiam desde que eles tinham doado todo o pouco que tinham para o Reverendo, quem quer que ele fosse.

5. O paciente pode notar que as convicções particulares que ele mantém, embora não tenham nada a ver com evidência, de fato parecem ter muito ver com a epidemiologia. Por que, ele pode desejar saber, eu mantenho este conjunto convicções em lugar daquele outro? Será porque eu examinei todas as fés do mundo e escolhi aquela cujas alegações pareciam as mais convincentes? Quase certamente não. Se você tiver uma fé, é de forma estatística esmagadoramente provável que seja a mesma fé que seus pais e avós mantinham. Não há nenhuma dúvida de que erguer catedrais, criar música, histórias comoventes e parábolas ajuda um pouco. Mas sem dúvida a variável mais importante que determina sua religião é o acaso do nascimento. As convicções que você mantém tão apaixonadamente teriam sido um conjunto de convicções completamente diferente, e amplamente contraditórias, se você tivesse simplesmente nascido em um lugar diferente. Epidemiologia, não evidência.

6. Se o paciente for uma das exceções raras que seguem uma religião diferente de seus pais, a explicação ainda pode ser epidemiológica. É verdade, é possível que ele tenha examinado desapaixonadamente as fés do mundo e escolheu a mais convincente. Mas é estatisticamente mais provável que ele tenha sido exposto a um agente infeccioso particularmente potente — um John Wesley, um Jim Jones ou um São Paulo. Aqui nós estamos falando sobre transmissão horizontal, como no sarampo. Antes, a epidemiologia era a de transmissão vertical, como a Chorea de Huntington.

7. As sensações internas do paciente podem ser incrivelmente remanescentes àquelas normalmente associadas com o amor sexual. Esta é uma força extremamente potente no cérebro, e não é surpreendente que alguns vírus evoluíram para explorá-la. A famosa visão orgástica de Santa Teresa de Ávila é muito notória para precisar ser citada novamente. Mais seriamente, e em um plano menos cruamente sensual, o filósofo Anthony Kenny provê o testemunho comovente ao puro prazer que espera aqueles que conseguem acreditar no mistério da transubstanciação. Depois de descrever sua ordenação como um padre católico romano, capacitado a celebrar Missa pelo toque de mãos, ele adiciona que recorda vividamente a exaltação dos primeiros meses durante os quais eu tive o poder para rezar a Missa. Sendo que eu normalmente sou preguiçoso e lento para acordar, eu saltaria cedo para fora da cama, completamente desperto e cheio de excitação ao pensamento do ato momentoso que fui privilegiado para executar. Eu raramente rezava a Missa de Comunidade pública: a maioria dos dias eu celebrei sozinho em um altar lateral com um membro novato do Colégio para servir como o assistente e congregação. Mas isso não fez diferença à solenidade do sacrifício ou à validez da consagração.

Era tocar o corpo de Cristo, a proximidade do padre a Jesus que mais me atraiu. Eu contemplaria o Anfitrião depois das palavras de consagração, com os olhos ternos como um amante que olha nos olhos de sua amada… Esses primeiros dias como um padre permanecem em minha memória como dias de completude e felicidade trêmula; algo precioso, e ainda muito frágil para durar, como um caso de amor romântico tornado curto pela realidade de um matrimônio mal arranjado. (Kenny, 1986, pp. 101-2)

O doutor Kenny é inclinado a acreditar que parecia a ele, como um padre jovem, como se ele estivesse apaixonado pelo anfitrião consagrado. Que vírus brilhantemente próspero! Na mesma página, incidentalmente, Kenny nos mostra também que o vírus é transmitido de forma contagiosa — se não literalmente então pelo menos em algum senso — da palma da mão do bispo infectado ao topo da cabeça do padre novo:

Se a doutrina católica é verdadeira, todo padre validamente ordenado deriva suas ordens de uma linha ininterrupta de toques de mãos, através do bispo que o ordena de volta a um dos doze Apóstolos… devem haver cadeias registradas de toques de mãos de séculos. Surpreende-me que os padres nunca pareçam se importar em localizar a ascendência espiritual deles deste modo, encontrando quem ordenou o seu bispo, e quem o ordenou, e assim por diante até Júlio II ou Celestina V ou Hildebrando, ou Gregório o Grande, talvez. (Kenny, 1986, pág. 101).

A Ciência é um Vírus?

Não. Não a menos que todos os programas de computador sejam vírus. Programas bons, úteis, se espalham porque as pessoas os avaliam, recomendam e repassam. Vírus de computador se espalham somente porque eles embutem as instruções codificadas: “Me espalhe”. Ideias científicas, como todos os memes, estão sujeitas a um tipo de seleção natural, e isto poderia parecer superficialmente como um vírus. Mas as forças seletivas que examinam as ideias científicas não são arbitrárias e caprichosas. Elas são regras de precisão, bem avaliadas, e não favorecem o comportamento egoísta insensato. Elas favorecem todas as virtudes expostas em livros padrão de ensino de metodologia: testabilidade, apoio de evidências, precisão, quantificabilidade, consistência, intersubjetividade, reprodutibilidade, universalidade, progressividade, independência do ambiente cultural e assim por diante. A fé se espalha a despeito de uma total falta de qualquer uma destas virtudes.

Você pode achar elementos de epidemiologia na expansão de ideias científicas, mas será epidemiologia largamente descritiva. A expansão rápida de uma boa ideia pela comunidade científica pode até se parecer com a descrição de uma epidemia de sarampo. Mas quando você examina as razões subjacentes você descobre que elas são boas, satisfazendo os padrões exigentes do método científico. Na história da expansão da fé você achará pouco mais que epidemiologia, e ainda mais epidemiologia causal. A razão porque uma pessoa A acredita em uma coisa e uma B acredita em outra é simples e unicamente que A nasceu em um continente e B em outro. Testabilidade, apoio evidencial e tudo mais não é nem mesmo remotamente considerado. Para a crença científica, a epidemiologia vem meramente muito depois e descreve a história de sua aceitação. Para a crença religiosa, a epidemiologia é a causa raiz. Fonte

Memes: existe um vírus na sua cabeça que precisa de vacinação? Só ao conhecer os memes é que nos permite dar o primeiro passo na cura de nós mesmos.

Quando algo chocante ou catastrófico acontece em nossas vidas, explicações simples podem não ser suficientemente satisfatórias, e então o que as pessoas não sabem, é o que está por trás desses fatos!!!

Mas, queira ou não, para conspiradores de plantão, uma teoria da conspiração não é só uma questão de opinião, e sim uma questão de fato! É uma verdade…

As conspirações possuem forte apelo popular, razão pela qual muitas delas servem de tema central para a produção de filmes, documentários, musicais, peças teatrais, enfim, produtos artísticos voltados a vender cultura, conhecimento e entretenimento para as pessoas.

Autores e teóricos da conspiração são comumente vistos como produtores de ideias associadas à loucura e paranoia. Alguns ainda sugerem que o ato de conspirar seja uma doença. Também não impressiona observar tantas pessoas acreditando em suas confiáveis fontes na internet, ao mesmo tempo em que ignoram tudo que conflita o senso comum.

Não há absolutamente nada de errado em ter uma mente repleta de ceticismo inquiridor. Políticos, banqueiros ou jornalistas, por exemplo. Eles mentem para nós o tempo todo, por seu próprio ofício, e sabem que sacrificar a verdade muitas vezes é necessário para poderem apresentar seus pontos de vista sob o ângulo apropriado.

Certo grau de cinismo perspicaz e inteligente também é saudável. No entanto, algumas das maiores descobertas da humanidade foram inicialmente recebidas com ironia, sarcasmo, descrença ou então foram consideradas blasfemas e socialmente heréticas.

O famoso programa Frontline, um dos programas mais galardoados da história da televisão, fez uma reportagem fantástica sobre as Teorias da Conspiração. Nos EUA passa na PBS. Em Portugal passa na TVI24, num programa chamado “Observatório do Mundo”.
Recomendo que vejam este documentário. Explica de forma extraordinária como nascem e se desenvolvem as Teorias da Conspiração, e sobretudo explica a psicologia das pessoas.

O CONTROLE MENTAL NÃO TEM LIMITES….A HUMANIDADE É MANIPULA EM TUDO QUE ELA SENTE, PENSA, DIZ E FAZ!

Tudo é feito para a distração da mente, desviando as pessoas das verdades, pelo seu lado fraco, medos e seu Ego…

>>>Incentivo a mediocridade e futilidades sem limites, o vírus é direcionado para afetar através dos sentimentos e das emoções, são relacionados para instigar a competição, atingir o orgulho, a vaidade, a autoafirmação, a ambição, riqueza, prazeres da carne, gastronomia, entretenimento, jogos, ganância, avareza, egoísmo, estimulantes, violência, falta de cuidado com a saúde, criando doenças crônicas alimenta mercado hospitalar, industria farmacêutico e alimentícia, moda e culturas que viciam, prendem as pessoas a hábitos e atitudes paranoicas e obsessivas, religiões com ideias egoicamente limitantes, lavagem cerebral, músicas frenéticas e com frequências de desconexão cerebral, etc…

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Resultado de imagem para FESTA GAYImagem relacionadaAbaixo algumas notas que fui tirando durante avaliação deste texto sobre Vírus Mental, e a conspiração e manipulação mundial:

  • As pessoas fazem exatamente aquilo que os manipuladores da conspirações querem, privilegiam as explicações simples e claras. Tudo o que seja demasiado complexo de compreender, é substituído por uma resposta simples, única, e fácil de assimilar.
  • Os despertos nas verdades em conspirações são cépticos. Não acreditam no que é dito, ao contrário dos manipulados, que acreditam sem sentido crítico. Como Michael Shermer diz: o ser humano está preparado para acreditar naquilo que lhe dizem. Basta estar na rádio, televisão ou internet, que as pessoas acreditam rapidamente que a informação que lhes foi transmitida é verdade.
  • Adolf Hitler também dominou o mundo toda uma geração pregando mentiras e técnicas hipnóticas de massas…Resultado de imagem para uma mentira contada muitas vezes se torna verdade
  • As pessoas ficam completamente cegas e acomodadas ao sistema Matrix montada para a sociedade em todos os setores, elas resistem as verdades e ignoram as evidências. Toda e qualquer evidência a favor da “explicação oficial” é colocada de lado ou então é convertida em mais uma “prova” da conspiração.
  • Os presos a falsos paradigmas que foram criados pelos manipuladores da mente em todos os setores da sociedade do mundo, são alienados, acreditam em tudo o que lêem, vêem na mídia logo que estejam disponíveis para concordar com o que é dito.
  • Dificilmente as pessoas conseguem se libertar do Vírus Mental e controle programado do sistema Matrix em que vivemos.
  • A libertação só começa com o Despertar da Consciência e posteriormente com a quebra sistemática dos falsos paradigmas. E pra isso, é necessário, força de vontade, coragem e profundo conhecimento de si mesmo.

CONHECERÁS A VERDADE E ELA TE LIBERTARÁ… ~Jesus Cristo~

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SE QUER SAIR DESSA MATRIX, COMECE SE PERGUNTANDO : …

  • COMO VEJO O MUNDO?
  • COMO PENSO?
  • COMO FAÇO ESCOLHAS?
  • COMO PRATICO ESSAS ESCOLHAS?
  • PORQUE SINTO, PENSO E FAÇO ESSAS ESCOLHAS?
  • QUEM ESTÁ NO COMANDO DE MINHA VIDA?
  • QUEM SOMOS?
  • DE ONDE VIEMOS?
  • PORQUE ESTAMOS AQUI?
  • PARA ONDE VAMOS?
  • COMO POSSO MUDAR?

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Busquem pesquisar toda história da humanidade, leiam, observem, estudem e discutam entre os amigos o assunto… daí tire suas próprias conclusões! “Lembrando que, contra fatos não há argumentos!”. Acrescento ainda, que não poderia deixar de dizer que respeito incondicionalmente as escolhas e decisão feitas por todas as classes sociais, credos e seus segmentos, como respeito as etnias e gêneros humanos. Afinal somos a mesma espécie, estamos todos nessa Nave a caminho e na busca infinita de nossa evolução. O que desejo a mim, desejo a todos! Paz, Amor e Felicidade. Somos  Todos UM!

Texto pesquisado no Google e adaptado por Elciene Galindo.

 

Ciência dos mantras, como os sons sagrados curam a mente e o espírito do corpo…

mantraPor mais de 3000 anos, mantras (sons sagrados) foram cantados com o propósito de cura espiritual.

Durante o período inicial do hinduísmo, os gurus espirituais ficaram fascinados pela poesia e começaram a escrever sons em textos sagrados como o Rigveda. Esses mesmos sons ecoaram em todo o Oriente até hoje, e agora são cantados por bilhões de hindus, budistas e espiritualistas em todo o mundo.

Hoje, os mantras são cantados por inúmeros motivos. Existem mantras para curar depressão e ansiedade, mantras dito para criar riqueza, mantras costumavam atrair riqueza … para perto de cada propósito, há um mantra correspondente. No entanto, apesar dos bilhões de pessoas que usam mantras e da grande variedade de seus usos, o mundo ocidental obstinadamente fechou os olhos para esta mais antiga das práticas espirituais.

É chocante pensar que, após 3000 anos, ainda há pesquisas científicas praticamente nulas para fundamentar os mantras, mas nenhum financiamento foi dado para investigar cientificamente esta prática espiritual mais importante. E, portanto, caiu para a própria comunidade espiritual para sustentar os mantras.

Então, o que precisamente sabemos sobre mantras?

Os mestres da ioga afirmam que os mantras têm o poder de criar mudanças químicas no corpo. O argumento é que as qualidades vibratórias específicas dos mantras criam reverberações no corpo que levam a mudanças no nível molecular.

Podemos entender como isso funciona quando consideramos a relação do homem com o som .

Nossa faculdade auditiva evoluiu ao longo de milhões de anos para incluir constantes específicas que constituem os próprios alicerces da nossa composição auditiva. Muitos dos sons que fazemos hoje, como grunhidos e algumas sílabas, foram utilizados por milhões de anos, muito antes de nos tornarmos homo-sapiens.

 

Semelhante à maneira como os pássaros usam canção para comunicar informações sobre o clima, usamos grunhidos e sílabas para formar nossa compreensão do mundo.

A razão pela qual muitas das palavras de hoje são onomatopoéticas é porque os vocais humanos foram criados como um eco da natureza. O homem adiantado usou sílabas como uma maneira de ecoar o som da coisa que eles estavam tentando descrever. Por isso, porque “bob” (como em “balançar para cima e para baixo” ) parece um objeto balançando para cima e para baixo na água. “Crash”, “Bang”, “Honk” e “Chime” são outros exemplos.

À medida que a humanidade evoluiu, nos afastamos da linguagem onomatopoética. Então, é que o inglês não é quase tão onomatopoético quanto o sânscrito, sendo esse último um idioma muito anterior.

Quando falamos em sânscrito , criamos sons que estão intimamente relacionados aos sons da natureza.

A sagrada palavra sânscrita “Om” , por exemplo, significa “Universo” e podemos ouvir um eco do universo no som do mantra. Temos uma sensação de natureza aberta e infinita do universo quando ouvimos esse som. “Om” é um som muito aberto. Parece conjurar pensamentos de um espaço aberto, reconectando-nos com a vastidão do universo.

Para dizer que “Om” soa como um espaço aberto, é claro, significa que tem composição auditiva semelhante à forma como o som vibra em um espaço aberto real. A qualidade do som é uma recreação do som da coisa real.

O que significa soar como o real? Isso significa que o som do mantra e o som de um espaço aberto real são muito semelhantes. Em outras palavras, quando recitamos “Om” , recriamos as qualidades vibratórias de um espaço aberto real, e fazemos isso dentro do corpo.

 

É como se estivéssemos trazendo essa parte da natureza, esse vasto espaço aberto de “Om” , em nosso próprio ser. Não apenas recriamos esse espaço aberto em um sentido auditivo e físico, também o recriamos na mente.

Quando recitamos mantras, não fazemos apenas sons. Nós meditamos sobre eles. Meditar meios para concentrar a consciência em um determinado espaço. Quando meditamos sobre “Om” focalizamos a consciência no próprio mantra. Em outras palavras, colocamos nossa consciência dentro do som, dentro de “OM” , e, por sua vez, dentro do espaço aberto que representa “Om” .

Esta é a ciência dos mantras. E é uma das técnicas de cura mais antigas da humanidade. Durante milhões de anos, recriamos as qualidades vibratórias da natureza usando a voz. Mantras simplesmente leva-o ainda mais. Quando meditamos esses sons primordiais, colocamos a consciência dentro do som, curando a mente ao reconectá-la com as representações auditivas do mundo natural.

Ao mudar as qualidades vibracionais desses sons, mudamos o efeito que o som tem na mente. A raiz chakra mantra “Lam” , por exemplo, baseia-nos e cria sentimentos de pertença, onde “Ah” cria lançamento, ajudando-nos a deixar ir.

Este é o poder dos mantras sânscritos. Eles são uma maneira de recriar as qualidades vibratórias de eventos, objetos ou espaços do mundo real no corpo, e então colocar a consciência dentro desses sons pela meditação. Basta cantar um mantra sânscrito nos coloca em sintonia com energias vibratórias positivas que curam corpo, mente e espírito. Fonte

Mas o que é uma definição de “mantra”?

O significado exato e a definição de um mantra variam de acordo com a cultura específica ou a espiritualidade de que o mantra vem. Por exemplo, os mantras de tantra são considerados sagrados, onde os mantras de auto-aperfeiçoamento são mais como ferramentas.

Não há mantras em diferentes espiritualidades, mas existem diferentes tipos de mantra também. Existem mantras musicais que são cantados e que usam medidas musicais muito precisas. E há mantras muito básicos de uma sílaba como Om (“Aum”), que é o som primordial budista.

O som é sem dúvida uma das partes mais importantes dos mantras. Vamos discutir isso mais adiante na seção ” Como funcionam os mantras?” , Que você pode ler sobre isso.

No entanto, se vamos escrever uma definição de mantras, precisamos incluir mais do que apenas som.

Alguns mestres afirmam que os mantras são realmente pensamentos que têm poderes mágicos ou espirituais. Por exemplo, em Um Esboço da Literatura Religiosa Na Índia , J. Farguhur afirma que os mantras são pensamentos religiosos ou orações que possuem poderes sobrenaturais. E nos Mitos e Símbolos de Heinrich Robert Zimmer na arte e civilização indianas , os mantras são definidos como instrumentos verbais que produzem certas qualidades ou traços na mente de um indivíduo.

Houve muitas definições diferentes de mantras ao longo dos anos. Então, qual é a melhor definição de um mantra?

Para obter a melhor definição de um mantra, você deve combinar todas as definições diferentes em uma. E quando você faz isso, você obtém uma definição geral de mantras como “palavras ou sons que produzem qualidades na mente que levam a benefícios específicos”.

Por exemplo, o mantra budista Om Mani Padme Hum, através do seu som sagrado e dos pensamentos que produz, conecta o indivíduo ao dharma (ensinamentos de Buda) em parte por causa dos sons e, em parte, pelas palavras (que traduzem grosseiramente para A jóia está em O lótus, que através do simbolismo budista significa “O caminho para a iluminação é encontrado na sabedoria do dharma”).

Este é um símbolo para “Om mani padme hum”, que significa que “a jóia está no lótus”. Um famoso mantra budista.

Como eu disse, meu objetivo aqui é dar a melhor visão geral dos mantras na cultura mundial. Então, para ser respeitoso com todas as culturas diferentes, deixe-me dizer isso. É importante perceber que o significado exato de um mantra variará dependendo do contexto religioso ou espiritual. Eu usei uma definição geral acima que espero seja mutuamente aceitável entre diferentes pessoas.

Mantras significa alguma coisa?

Uma das perguntas mais bem debatidas sobre os mantras é a seguinte: os mantras significam algo, ou as palavras são sem sentido?

Alguns mestres dirão que os sons precisos nos mantras não significam nada e que a função do mantra é de natureza musical, que o poder de um mantra vem da ressonância, do ritmo e dos medidores.

Outros mestres dizem que os mantras são instrumentos mentais muito específicos com significados precisos.

O que é universalmente acordado, no entanto, é que os mantras têm medidor, ritmo e melodia que são essenciais para o propósito deles. Em outras palavras, você não pode simplesmente repetir um mantra repetidamente, você precisa usá-los musicalmente.

Outra visão diz que os mantras não significam absolutamente nada, e que os sons são semelhantes aos enunciados na música folclórica, onde os cantores fazem sons que evocam certos sentimentos, mas que, em última instância, não têm nenhuma definição lingüística. Em vez disso, o que é importante é a qualidade do som. Esta é a explicação oferecida por Frits Staal em Rituals And Mantras: Rules Without Meaning .

A importante retirada disso é:

Quando você usa um mantra, além de pronunciar as palavras corretamente, você também deve usar as qualidades musicais corretas.

Por que você deve usar as qualidades musicais corretas? Porque ele significa mantras geralmente não é tão importante quanto o som e o sentimento que eles evocam. E o motivo disso é tudo sobre ciência.

Vejamos como os mantras funcionam, pois isso explicará muito.

Como funcionam os mantras? E há provas científicas?

A ciência está gradualmente acompanhando a espiritualidade e, enquanto alguns aspectos da espiritualidade estão sendo cuidadosamente examinados, outros estão atualmente na linha lateral.

Houve uma grande pesquisa científica sobre os benefícios da meditação . E essa pesquisa provou que a meditação é realmente muito benéfica. Mas, inversamente, houve pouca pesquisa científica em mudras (gestos de mão). Então, onde estão os mantras?

Como eu discuti na seção ” Definições de Mantras” (acima) ,  existem muitas definições e teorias diferentes sobre o que exatamente é um mantra. Então, talvez não seja surpreendente, também há muitos entendimentos diferentes sobre como funcionam os mantras.

A maioria dos mestres concorda que a parte mais importante dos mantras é o som específico que eles produzem.

Amarjit Singh é um professor de ioga verdadeiramente inspirador. Escrevendo para DoYouYoga , afirma ele,

As vibrações dos mantras têm o poder de reorganizar sua estrutura molecular. Cada som tem uma vibração distinta e, como resultado, cada mantra tem um efeito diferente. Todo o som afeta sua estrutura molecular.

O som tem sido muito importante para as evoluções dos seres humanos, e não só porque nos permitiu ouvir as abordagens da T-Rex para que possamos fugir delas.

A faculdade auditiva dos seres humanos evoluiu para incluir certas constantes que criam os alicerces da nossa composição auditiva (fonte: Gabriel Axel, US News). Esses pequenos pedaços de som (sílabas, grunhidos, etc.) estiveram conosco há milhões de anos. E eles nos ajudaram a dar sentido ao mundo. Assim como os pássaros cantam para contar-se sobre o clima, usamos enunciados para comunicar uns com os outros e para nos informar sobre o mundo que nos rodeia.

O som funciona através de ecos. Uma bola atinge a parede da sua casa, as ondas de som passam pelo meio ambiente, rebocando objetos até as interpretarmos. E é fora desses ecos que o nosso discurso nasceu.

Em seu livro Harnessed: Como o idioma e a música imitaram a natureza e transformaram o macaco ao homem , o neurocientista Mark Changizi postula que os principais fenômenos de fala evoluíram para se assemelhar aos sons da natureza. Você pode ouvir isso quando você fala. Pense em certas palavras, como “crash”, “buzina e” risada “e você pode ouvir o som do próprio evento na palavra. Em outras palavras, eles são onomatopoéticos.

Algumas línguas são mais onomatopoéticas do que outras. O sânscrito, que é o idioma da maioria dos mantras, é uma linguagem muito onomatopoética. A maioria dos mantras clássicos vem do sânscrito, então eles também são muito onomatopoéticos. Portanto, quando usamos mantras, ouvimos ecos da natureza.

A Ciência dos Mantras

Existe uma ciência para os mantras. Esses sons sagrados criam ecos da natureza no corpo.

Um fato fascinante sobre os sons é que os próprios sons reverberam na mente e no corpo. Então, quando você fala, você está realmente criando eventos físicos no corpo e na mente.

Então, se os mantras são baseados nos sons da natureza e, quando criamos sons vocais, produzimos eventos físicos no corpo, então, lógicamente, quando recitamos um mantra, criamos um evento físico que é um eco da natureza na mente e no corpo.

O terceiro aspecto dos mantras é que meditamos neles. Isso coloca nossa consciência dentro do mantra, ou, por outras palavras, coloca a consciência dentro do eco da natureza.

Junte tudo, e você percebe que quando você recita um mantra, você cria um eco físico da natureza no corpo e na mente. Você então coloca sua consciência dentro desse eco da natureza meditando. Todo o ser está sendo afetado pelo mantra. E é aí que vem o poder dos mantras.

Vejamos o exemplo clássico Om (prounounced “Aum”).

Este som inteiro é um sonorante. Não apresenta plosives ou fricative. É um som inteiramente “aberto”. Faça o som agora e você verá o que quero dizer.

O símbolo para “OM”. 

Este é o kanji japonês para Om, que é um dos mantras budistas mais comumente cantados.

Porque Om é inteiramente sonorante, é inteiramente “aberto”.

Agora, voltemos à nossa discussão acima.

Os sons vocais se assemelham à natureza. “Crash” parece um bloqueio. “Honk” se assemelha a uma buzina. O que significa “Om”? Formlessness. Não há sonorantes e sem frivetes, então o som está vazio. Quando recitamos “Om” criamos um eco de falta de forma no corpo. Em seguida, colocamos nossa consciência dentro dela meditando. E o resultado é retribuir-nos a um ponto de existência sem forma.

Você pode notar que, de repente, a definição de mantras como algo falado parece totalmente inadequada. É muito mais preciso dizer que um mantra é algo em que nos tornamos, e que o aspecto vocal é simplesmente a porta de entrada para se tornar.

Nós também respondemos outra pergunta aqui. Por isso, por que os mantras são em sânscrito?

A resposta é que a língua sânscrito é essencialmente mais primitiva e, por ser mais primitiva, nos leva de volta à época em que as palavras eram muito mais próximas da natureza. A linguagem de hoje é mais sobre lógica e pensamento do que se trata de se assemelhar à natureza. A linguagem moderna perdeu sua proximidade com a natureza. Onde o sânscrito nos leva de volta à natureza, a linguagem moderna nos deixa nos domínios da lógica e do raciocínio. E é por isso que os mantras estão em sânscrito.

A Diferença entre Afirmações e Mantras

Afirmações não funcionam da mesma maneira que os mantras funcionam.

Afirmações geralmente são baseadas na linguagem moderna. Por exemplo, uma afirmação pode ser: “Eu me sinto amado”. E quando pensamos nessas palavras, fazemos exatamente isso: pense. Essas palavras e outras frases modernas são baseadas em significados e pensamentos precisos. Eles são sobre definições. “Eu me sinto amado” significa o que ele diz.

A idéia de afirmações é que quando você repete estas palavras, você sente o que as palavras prometem. “Eu me sinto amado” faz com que você se sinta amado. As afirmações funcionam? Esse é um assunto para outro artigo.

O que definitivamente sabemos é que as afirmações não funcionam da mesma forma que um mantra tradicional funciona. Com uma afirmação, você está criando um significado literal e depois enfocando esse significado. Os mantras são sobre sons precisos que são ecos do mundo natural.

Claro, isso não significa que uma afirmação não possa ecoar a natureza, como fazem os mantras. “Eu me sinto amado”, obviamente, inclui sons e sabemos pela neurociência que esses sons representarão de alguma forma a natureza. Mas de que maneira?

A diferença entre mantras e afirmações é que as afirmações são sobre o significado e os mantras são sobre o som . Como olhamos acima (na seção “Como funcionam os mantras?”), O som e o sentimento são muito importantes para um mantra. Por essa razão, se uma afirmação produz um som que produz uma energia física e mental positiva em seu corpo , então você pode chamá-lo de um mantra. Mas você não pode chamar uma afirmação de um mantra se é apenas sobre o significado literal.

Afirmação: uma frase que é sobre um significado literal.

Mantra: um som que produz certas qualidades de energia no corpo e na mente.

Koshas

Quando falamos sobre significado literal e qualidade de som, estamos realmente falando sobre o kosha.

Os Quatro Koshas De Mantras

Existem quatro koshas (níveis) de um mantra.

Significado literal: este é o nível primário. Nesse nível entendemos o significado de um mantra como se fosse qualquer outra palavra.

Sensação: Este é um nível mais sutil no qual sentimos o mantra e seu significado.

Sensibilidade interna: este é o nível em que experimentamos um mantra internamente.

Som sem som: este é o nível mais profundo e profundo de um mantra. Este é o mantra existente em nosso nível mais profundo.

Quando você recita um mantra, seu objetivo é passar do nível primário para o nível mais profundo, levar o mantra do seu significado literal e viajar com ele para o som silencioso, o nível mais profundo.

Swami Rama é um dos maiores adeptos, professores, escritores e humanitários do século XX. Ele escreveu um guia indispensável para os koshas . Eu recomendo ler isso.

As Origens dos Mantras

Mantras Hindu

A bandeira oficial hindu

De onde os mantras são originários?

Os primeiros mantras foram compostos em sânscrito pelos hindus. Estes mantras se originaram durante o período védico, quando os escritores e os gurus ficaram fascinados pela poesia, que eles via como divina e inspiradora. Esta poesia formou a base do mantra. Essa paixão por poesia e som levou a um período de 500 anos em que os mantras foram escritos e gravados. Se você já se perguntou de onde são os mantras, é deste período de 500 anos.

Os mantras foram diversificados durante o período das épicas hindus, quando foram adotadas pelas escolas hindus.

Os mantras então evoluíram através da escola tântrica. Esta escola ensinava que cada mantra representava uma divindade, e quantos ainda pensam nos mantras de hoje.

Na tradição védica, os mantras não foram apenas recitados. Eles foram usados ​​em conjunto com atos rituais. Por exemplo, ao praticar o mantra de Bagalamukhi , que é um mantra de proteção, o ritual é usar roupas amarelas e um rosário amarelo e oferecer flores à divindade Bagalamukhi. Este é apenas um exemplo de um ato ritual usado em um mantra.

Os mantras evoluíram ainda mais através do budismo e do jainismo.

O budismo e o jainismo deram origem ao hinduísmo e a divisão causou grandes mudanças na evolução dos mantras. Os hindus começaram a usar mantras como uma maneira de pedir aos deuses para ajudá-los, por exemplo, para salvá-los da doença. E, mais tarde, os hindus usaram mantras para transcender o passado do ciclo perpétuo da vida e da morte. Isso levou a diferentes tipos de mantras, incluindo ananukta (não enunciado) upamsu (inaudível) e manasa (não falado, mas recitado em mente), bem como cantos e mantras falados.

Tantras tomou mantras em uma direção diferente.

Na crença tântrica, o universo é composto de som e o supremo (para) cria o universo através da palavra Shabda. O universo é composto por diferentes freqüências e níveis de som.

No Tantra, os mantras são essenciais e, novamente, existem diferentes tipos, que são marcados pelo seu comprimento e estrutura. Por exemplo, os mantras malignos contêm uma cadeia muito longa de sílabas, onde os mantras bija são apenas uma única sílaba que termina com um som nasal que se chama anusvara. Esses sons se relacionam com diferentes deuses, com dum sendo Durga, sendo Ganesha e assim por diante. Essas bijas são usadas em diferentes combinações, o que leva à criação de mantras mais longos. Na tradição tântrica acredita-se que os mantras dão a uma pessoa forças sobrenaturais. Por exemplo, alguns mantras, como o mantra Kleem, produzem níveis elevados de atração , enquanto outros oferecem proteção contra o Evil Eye e outros benefícios.

Em muitos mantras hindus é necessário repetir um mantra um certo número de vezes. Isto é chamado Mantra Japa, que se refere aos mantras que são repetidos um número específico de vezes, geralmente 108 e, geralmente, com a ajuda de uma mala meditação .

Exemplos de mantras e significados hindus

Gayatri Mantra: usado para invocar o universal Braham.

भूर्भुवस्व: | तत्सवितुर्वरेण्यम् | भर्गो देवस्य धीमहि | धियो यो न: प्रचोदयात्

Oṁ Bhūrbhuvaswaha Tatsaviturvarenyam bhargo devasya dhīmahi dhiyo yo naḥa prachodayāt

“Vamos meditar sobre essa excelente glória da luz divina (Vivifier, Sun). Ele pode estimular nossos entendimentos (conhecimento, iluminação intelectual) “.

Pavamana mantra

असतोमा सद्गमय. तमसोमा ज्योतिर् गमय. मृत्योर्मामृतं गमय. Asato mā sad gamaya, tamaso mā jyotir gamaya, mṛtyor māmṛtaṃ gamaya.

“Do irreal me conduzem ao real, do escuro me conduzem à luz, da morte me conduzem à imortalidade.

Shanti mantra

Oṁ Sahanā vavatu

Sahanau bhunaktu

Sahavīryam karavāvahai

Tejasvi nāvadhītamastu

Mā vidviṣāvahai

Oṁ Shāntiḥ, Shāntiḥ, Shāntiḥ.

“Om! Deixe os Estudos que juntos empreendemos sejam resplandecentes;

“Não haja nenhuma animosidade entre nós;

“Om! Paz, Paz, Paz.

(Da Wikipedia )

Mantras Jainist

A bandeira oficial de Jain, versão em preto e branco

uma

O jainismo tem seus próprios mantras e são uma evolução dos mantras usados ​​no hinduísmo.

Por exemplo, existem mantras jainistas para cada dia da semana. Dizem que esses mantras produzem frequências únicas que coincidem com a frequência do dia em que é recitado. Os jainistas acreditam que esses mantras liberam a alma e conduzem à paz e à liberdade internas, que é semelhante às crenças budistas.

Lista de Mantras Jainistas:

  • Mantra Jain Yantra para Sucesso Empresarial
  • Jain Mantra para parar inimigos
  • Jain Future Knowk Mantra
  • Mantra para tornar as pessoas favoráveis
  • Jain Mohini Mantra para encantar mulheres

 

Mantras budistas

Este símbolo representa a roda do dharma budista

Se você olhar a arte ou os itens budistas antigos, você notará que o Buda segura malas (contas) e que há pequenas cercas decorativas em torno da peça. Essas “cercas” e esferas são simbólicas dos mantras budistas que existem há tempo desde Guatama Sidhartha. (Fonte: Khandro )

Porque raramente são mencionados nos sutras, a crença comum é que o sistema de dharma de Buda Shakyamuni não incluiu mantras. Mas o sistema inclui o mantra do coração Sutra “OM, Portão, portão, paragata, parasumgate, bodhi, Swaha”. E os historiadores afirmam que o Buda ensinou dharanis protetores ou encantos a eremitas na floresta que viviam em lugares isolados. E foi assim que começaram os mantras budistas, como proteções para a mente (como uma cerca protege a terra, um mantra protege a mente).

No budismo, acredita-se que os mantras sejam divinos e é importante ter reverência para os mantras budistas se quiserem trabalhar. Porque os mantras budistas devem ser acreditados para trabalhar, muitos cientistas modernos determinam que eles funcionam como placebos, que sua magia é a magia da mente e que, porque a mente acredita que está sendo curada, ela será realmente curada.

No budismo (e fé mais semelhante), os mantras são compostos por uma ou mais sílabas. A maioria dos mantras budistas se relacionam com uma deidade específica e são usados ​​como uma maneira de expressar devoção a essa divindade. A essência da deidade e do mantra está contida na sílaba das sementes, também chamada de “bijas”. O sânscrito “A”, por exemplo, contém a essência do Sutra do Coração.

O processo do mantra budista geralmente funciona esvaziando a mente, depois visualizando a sílaba das sementes, deixando a visualização crescer na forma da deidade relacionada a essa semente.

A bija mais famosa ou a sílaba das sementes é Om, pronunciada “Aum”, que examinamos acima. Om é o universo e tudo o que é, foi e será.

As cartas de Aum também representam coisas específicas:

  • A = alret
  • U = sonhando
  • M = adormecido

E então há o silêncio que seguiu o mantra, que é usado para representar o vazio.

Visualizando Om, Ah e Hung

Om am bung é um mantra budista para a saúde mental.

Uma das mais importantes técnicas de mantra no budismo é uma técnica na qual recitamos Om, AH e HUNG enquanto visualizamos essas sílabas na cabeça, garganta e coração. Ao mesmo tempo, visualizamos o recebimento de um corpo, fala e mente de um guru (isso está relacionado ao Guru Yoga ). Nesta técnica, as três sílabas são cores diferentes.

Exemplos de mantras budistas e seu significado:

Om Mani Padme Hum

Om Mani Padme Hum é um mantra que é usado para invocar as bênçãos de Cenrezig, a encarnação da compaixão. Você pode ler muito mais sobre o significado desse mantra budista através do link acima.

Shakyamuni Mantra

Oṃ muni muni mahāmuni śākyamuni svāhā Om muni muni mahamuni shakyamuni svaha

OU

Om muni muni mahamuni shakyamuniye svaha

Guatama Sidhartha também é chamado de Buda Shakyamuni, que é o sábio do clã Shakyan e a primeira pessoa a alcançar a iluminação.

O significado desse mantra budista é “Om sábio, sábio, muito sábio, sábio dos Shakyans, Hail!”

Amitabha Mantra

Oṃ Amideva Hrīḥ

Este é o mantra do Buda celestial, Amitabha. Dizem que este mantra irá protegê-lo de perigos e ajudá-lo a superar obstáculos. Também aumenta a bondade e a compaixão.

White Tara Mantra

Oṃ Tāre Tuttāre Ture Mama Ayuḥ Punya Jñānā Puṣtiṃ Kuru Svāhā

Tara branca está associada à longevidade. Este mantra geralmente é cantado com uma pessoa específica em mente.

Mantra Tara Verde

OM TARE TUTTARE TURE SOHA

O mantra Tara verde é usado para superar bloqueios emocionais, mentais e físicos. É também um mantra para boas relações.

Medicina Mantra de Buda

Tayata Om Bekanze Bekanze Maha BeKanze Radza Samudgate Soha

O mantra do Buda de Medicina é recitado para o sucesso. Também pode ajudar a parar a infelicidade e o sofrimento.

Mantra Manjushri

Om A Ra Pa Ca Na Dhih

Este é um mantra de sabedoria que melhora a memória, a escrita, o debate e tarefas semelhantes.

Mantra Vajrapani

Om Vajrapani Hum

Este mantra é usado para parar o ódio.

Como você pode ver dos significados dos mantras budistas, na tradição budista, os mantras são usados ​​principalmente para desenvolver traços mentais positivos e para se conectar com Buda.

Alguns dos significados dos mantras budistas são semelhantes aos significados dos mantras hindus (por exemplo, as duas igrejas possuem mantras sobre amor, compaixão, unicidade e conexão com o divino). Onde os mantras budistas e hindus diferem, é que há muito mais mantras hindus, e os hindus também usam mantras por muitos outros motivos do que os budistas. No hinduísmo, você encontrará mantras eficazes para quase todos os problemas pessoais e de saúde, onde os budistas têm menos mantras e são usados ​​apenas por um número seleto de razões.

O Centro de Buda tem descrições detalhadas e gravação de áudio de muitos desses mantras que você gostaria de ouvir. 

Como usar Mantras

Como vimos acima, diferentes espiritualidades usam mantras de maneiras diferentes. As instruções abaixo são de propósito geral, mas estas podem variar dependendo do mantra específico e se é Bbuddhist, Hindu, Jainist, Yogic ou outro.

Instruções Mantra

  1. Encontre o mantra que você gostaria de recitar e certifique-se de compreendê-lo completo. Você deve saber para o que é usado, qual deidade representa, e se houver um certo ritmo ou medidor musical que você deve usar. Naturalmente, você também deve se certificar de que você sabe como pronunciar o mantra com precisão.
  2. Para alguns mantras, e particularmente mantras hindus, pode haver um ritual específico para executar antes ou durante o mantra. Certifique-se de verificar isso.
  3. Medite por um curto espaço de tempo para limpar a mente pronta para o mantra.
  4. Comece a recitar o mantra com o tom e o ritmo musicais certos.
  5. Para alguns mantras, e especialmente mantras budistas, você também usará técnicas de visualização.
  6. Continue para uma rodada completa de repetição do mantra. Para muitos mantras esta é 108 repetições.
  7. À medida que você progride, você deve passar pelos quatro koshas (você pode ler sobre os quatro koshas acima)
  8. Este é o fim da prática básica do mantra. No entanto, o mantra específico que você está usando pode ter instruções adicionais.
  9. Sente-se ainda por cinco a dez minutos para relaxar.
  10. Expresse o agradecimento pelo mantra e a divindade, se houver um.

Agora que examinamos uma lista de mantras hindus e uma lista de mantras budistas, e também discutimos como usar mantras, por que não tentar?

Escolha um dos mantras que examinamos acima, siga as instruções em “Como usar um mantra” e veja como tudo funciona. Deixe um comentário para me informar como você continua..

Conclusão

Neste artigo, analisamos a ciência dos mantras, seus antecedentes históricos e culturais e como usá-los. E discutimos as diferenças entre os mantras hindus, budistas e jainistas.

Como você pode ver, os mantras são um assunto muito profundo que abrange milhares de anos e várias religiões. E há muitas maneiras pelas quais você pode usar mantras. Você pode usar mantras para curar sua saúde, para entrar em contato com deidades, aumentar sua compaixão … existem milhares de mantras para todos os diferentes usos. Você pode encontrar mantras para diferentes propósitos através dos links abaixo.

Espero verdadeiramente que você tenha gostado desse olhar para os mantras.

Minha paixão é compartilhar a espiritualidade com um milhão de leitores. Se essa é uma paixão que ressoa com você, eu adoraria ouvir sobre isso. E eu adoraria que estivéssemos em contato. Deixe um comentário abaixo. Compartilhe este artigo com amigos e familiares. Junte-se a nós nas redes sociais. E inscreva-se em nossa newsletter.

Obrigado pela leitura.

Imortalidade & Ressurreição…

ressurection-702x459Justamente quando você pensou que as aspirações e os planos da ciência moderna não poderiam tornar-se mais diabólicos (ou, se preferir, sacrílego), um artigo vem para renovar sua esperança de que o mundo continue no caminho da normalidade e que muitos cientistas São, de fato, apenas como manchas de olhos curtos como você sempre pensou que fossem. E esta semana, aparentemente, muitas pessoas ficaram aliviadas e tranquilizadas de que o cientista louco não é uma coisa do passado ou uma espécie que morreu, mas uma criatura real e viva que merece nossa admiração e respeito. A Sra. MW e muitos outros achavam isso, e compartilhavam isso, sem dúvida, porque estavam preocupados que estivesse perdendo a esperança de que não houvesse mais cientistas loucos:

Podemos logo REVERSE a morte? A empresa norte-americana iniciará os ensaios “despertar os mortos” na América Latina em alguns meses – e assim é como eles vão fazer isso

Voltei quando comecei a escrever sobre esses tópicos estranhos na Estrela da Morte de Giza , fiz a observação de que a imortalidade física pode não ser tão boa, sem uma melhoria correspondente e correspondente na espiritualidade e moralidade humana. Nisto, tomei conta de uma antiga Igreja grega, o Pai chamado São João Crisóstomo, que advertiu sobre o mesmo, e que declarou que a morte era a condição crucial para a possibilidade do arrependimento humano e uma Mudança de mente, pois cortou novos progressos no mal. 

Tomando isso como minha sugestão, nas páginas finais desse livro, pedi às pessoas que imaginassem se tal imortalidade fosse possível, Ou mesmo uma extensão de vida dramaticamente prolongada foram possíveis – ambos agora estão sendo abertamente discutidos e promovidos em literatura séria e não tão séria – o que isso pode significar para a civilização resultante? Uma coisa que resultaria, apontou, foi um desenvolvimento científico e tecnológico amplamente expandido e acelerado. Um indivíduo, em tal condição, seria capaz de aprender e dominar várias disciplinas acadêmicas, e não apenas uma.

A explosão de tecnologia e ciência prejudicaria tudo o que vimos até agora. Mas a outra consequência seria o progresso moral. Imagine, eu disse naquela época, um Albert Schweitzer que não tinha um século, mas séculos ou mesmo milênios para fazer coisas boas ou, ao contrário, um Mao Tse-Tung, um Josif Stalin, um Pol Pot ou um Adolf Hitler, Tendo tanto tempo para “aperfeiçoar o seu progresso no mal”, e se obtém uma imagem clara das contradições morais afiadas em que uma sociedade seria. E por favor, note: este problema não é um problema que, a meu ver, está recebendo algo próximo Para a atenção que precisa na comunidade do transhumanismo-imortalidade virtual. O único foco é a ciência ; Se pudermos fazê-lo, devemos fazê-lo.

Agora temos isso:

A Bioquark, uma empresa com sede em Filadélfia, anunciou no final de 2016 que eles acreditam que a morte cerebral não é “irreversível”.

E agora, o CEO Ira Pastor revelou que em breve estará testando um método de células-tronco sem precedentes em pacientes em um país não identificado na América Latina, confirmando os detalhes nos próximos meses.

Para ser declarado oficialmente morto na maioria dos países, você deve experimentar perda completa e irreversível da função cerebral, ou “morte cerebral”.

De acordo com Pastor, o Bioquark desenvolveu uma série de injeções que podem reiniciar o cérebro – e eles planejam experimentá-lo em seres humanos este ano.

Eles não têm planos de testar em animais primeiro.

O primeiro estágio, chamado “Primeiro em Neuro-Regeneração Humana e Neuro-Reanimação”, deveria ser um estudo de “prova de conceito” de grupo não aleatorizado.

A equipe disse que planejava examinar indivíduos de 15 a 65 anos declarados mortos por cérebro de uma lesão cerebral traumática usando exames de ressonância magnética, a fim de procurar possíveis sinais de reversão da morte cerebral.

Especificamente, eles planejaram dividi-lo em três estágios.

Primeiro, eles colheriam células-tronco do próprio sangue do paciente e injetaram isso de volta ao corpo.

Em seguida, o paciente receberia uma dose de péptidos injetados na medula espinhal.

Finalmente, eles passariam por um curso de estimulação nervosa de 15 dias envolvendo laser e estimulação nervosa mediana para tentar reverter a morte cerebral, enquanto monitorizava os pacientes usando varredura de MRI.

Luz, química e células-tronco e DNA. Se alguém não soubesse melhor, alguém juraria que estava olhando a ampla progressão cronológica de Gênesis 1.

Mas eu divago.

O problema aqui é, nota-se, a quase completa evitação da questão moral. Vamos assumir a tecnologia funciona e que se pode, literalmente, ressuscitar a morte cientificamente. E vamos assumir que o projeto atinge o estágio de perfeição previsto pelos Cosmistas russos, como Nikolai Fedorov. Os cosmistas, lembra, querem estender o princípio da ressurreição por ciência a toda a história dos antepassados. Mas se isso acontecer, então, o que ressuscitar de pessoas como Stalin, Mao ou Hitler? A triste verdade é que algumas pessoas ainda “reverenciam” essas pessoas torcidas e assassinas como heróis. A triste verdade é que algumas pessoas tentariam fazê-lo, se fossem dados os meios para fazê-lo.

Mas há um problema ainda maior. Todo o projeto baseia-se na suposição materialista de que “a função do cérebro é igual à pessoa”. Os leitores regulares aqui sabem que eu nunca me inscrevi em tal visão, nem me inscrevi na visão, inversamente, de que não há relação entre a pessoa “Personalidade” e as funções de sua alma, o que inclui, naturalmente, as funções de sua vontade, intelecto, emoções e cérebro. É, eu suspeito, um fenômeno muito complexo que não está dividido em discretos dualismos cartesianos, com numerosos laços de feedback entre os dois. Dizem que, no entanto, o problema surge, então, que o cérebro não é o criador da individualidade, mas sim o seu transdutor (e, se eu puder empregar uma versão mais antiga do termo, seu transmissor ). Portanto, Surge a possibilidade de “revivir” um cérebro e traduzir ou transformar um indivíduo diferente do que um “recorde” estar presente antes da morte cerebral. Já alguns psicólogos escreveram e publicaram documentos que sugerem que certos transtornos mentais, como a bipolaridade e a esquizofrenia, podem não ser distúrbios em qualquer sentido padrão, mas sim um fenômeno em que um indivíduo está habitando dois universos muito diferentes e paralelos ao mesmo tempo. Nisto se baseiam nas muitas hipóteses mundiais da mecânica qauntum. Mas sim um fenômeno em que um indivíduo está habitando dois universos muito diferentes e paralelos ao mesmo tempo. Nisto se baseiam nas muitas hipóteses mundiais da mecânica qauntum. Mas sim um fenômeno em que um indivíduo está habitando dois universos muito diferentes e paralelos ao mesmo tempo. Nisto se baseiam nas muitas hipóteses mundiais da mecânica qauntum.

Em suma, pelo meu dinheiro, não tenho dúvidas de que, em última análise, algum tipo de técnica de ressurreição “científica” pode ser possível. Mas eu suspeito que será uma caixa de fenômenos espirituais de Pandora que, uma vez aberta, será difícil, senão impossível, de fechar novamente, e que, antes de abri-la, devemos dar uma longa e devida consideração a todos os problemas morais que engendrará .

Te vejo do outro lado …

Joseph P. Farrell é doutorado em patrística pela Universidade de Oxford e pesquisa pesquisas em física, história alternativa e ciência e “coisas estranhas”. Seu livro The Giza DeathStar, para o qual a comunidade de Giza é nomeada, foi publicado na primavera de 2002 e foi seu primeiro empreendimento em “história e ciência alternativas”. Fonte

Este artigo ( Immortality & Resurrection, Inc. ) foi originalmente publicado em Giza Death Star e sindicado pela The Event Chronicle . 

Cura de energia, qual tipo serrá a sua…

energy-healingEm todo o mundo, você encontra vários tipos de praticantes de cura de energia que praticam um smorgasbord de disciplinas. Então, quais são os diferentes tipos de cura de energia e qual é o ideal para você?

Ao contrário da medicina moderna, a cura da energia visa liberar os sintomas, curando a causa da doença – seja ela física, emocional, mental ou espiritual. Além disso, o trabalho de cura de energia pode ser aplicado a qualquer área de sua vida, da saúde às finanças, às relações com as emoções; Você o nomeia e o problema ou o desafio podem ser limpos permanentemente de sua vida.

A escolha da modalidade é realmente sobre você e com o que você está confortável. Os bons praticantes poderão ajudá-lo independentemente da modalidade que eles praticam – eles são apenas mais propensos a ser um navegador especialista em seu campo de aplicação escolhido.

No final do dia, porém, quase todas as estradas levam a Roma, e você deve poder usar a maioria das modalidades disponíveis para alcançar a paz interior e a alegria em praticamente qualquer área da sua vida. Para as raras instâncias em que você não consegue encontrar alívio, a lista abaixo pode dar uma idéia melhor do tipo de ajuda de cura que deseja procurar.

Eliminação e remoção de entidades…

Os xamãs e os remédios são excelentes curandeiros, porque eles serão capazes de ajudá-lo a trabalhar em vários aspectos e obter alívio notável, geralmente bastante rápido.

Se você tem uma doença física, mental, emocional ou espiritual, a maioria dos processos administrados por um xamã será capaz de ajudá-lo.

A maioria do trabalho chamâmico baseia-se no conceito de ajudá-lo a reintegrar pequenos aspectos de sua alma que foram escondidos e protegidos durante as experiências chocantes e traumáticas que você passou, além de trabalhar diretamente em seu corpo energético “físico”.

Na maioria das vezes, o domínio do xamã ou remédio, limpeza e remoção de entidades também pode ser realizado por curandeiros avançados.

Se você trabalhou em um aspecto por um tempo e não conseguiu alcançar um avanço, então pode haver uma energia ou entidade negativa de alguma forma que tenha interferido. Você pode pensar em entidades como mini-demônios que podem ser anexados a você, a alguém ou à energia de uma área em que você está trabalhando em sua vida.

Os sintomas que podem indicar um ataque de entidade incluem:

  • Perda repentina de energia, doença ou dor
  • Repetidamente sendo retirado para os mesmos ciclos
  • Doença inexplicável
  • Falha no trabalho de cura
  • Suicídio crônico e persistente e depressão
  • Sentimentos persistentes de auto-estima e auto-fala negativa
  • Dor muito localizada que às vezes move a localização

As formas em que criamos as entidades incluem pubs, clubes, bares e restaurantes, pois há muitas energias negativas que estão por aí em torno desses lugares, e o álcool reduz suas defesas psíquicas. As mulheres também são aconselhadas a não usar o cabelo em público, pois isso ajuda a atrair energias negativas que se apegam ao cabelo.

Suporte corporal, doença e doença crônica

Para doenças agudas e crônicas e suporte e manutenção geral do corpo, você pode olhar para modalidades como o BodyTalk para apoiar seu sistema e ajudá-lo a curar-se naturalmente ao mesmo tempo em que as energias se movem e fluem.

Acupressura, acupuntura, Medicina chinesa e Reiki também provavelmente ajudarão você a encontrar alívio, enquanto o Resonance Repatterning pode ser usado para mudar sistemas de crença, padrões geracionais, memórias ativas e outras influências passadas que podem estar afetando você – o “emocional” e o “mental” “Causa por trás da sua doença.

Mudando seu estado emocional

Para estados emocionais agudos como choque e trauma, bem como estados emocionais negativos de longo prazo, como depressão, você pode aplicar a maioria, se não todos os tipos de modalidades de cura.

Modalidades como BodyTalk, acupressão e Reiki irão ajudá-lo a lidar efetivamente com choque imediato e estados emocionais agudos. Um xamã também pode ajudá-lo com isso.

O gerenciamento de questões emocionais de longo prazo, como a depressão, se beneficiará de coaching de vida, trabalho xamânico, Resonance Repatterning para mudar seus sistemas de crenças e ressonância energética com influências passadas e sessões BodyTalk em curso de longo prazo para realinhar seu sistema energético e ajudá-lo a criar um Nova realidade.

As sessões do BodyTalk também podem ser usadas com bastante efetividade, apresentando declarações e desafios no início da sessão, como você faria em Resonance Repatterning.

Mudando os sistemas de crenças e criando mudanças em sua vida

Quando você chega às porcas, a cura da energia é sobre mudar os sistemas de crenças que você possui dentro de você, para que o universo responda de maneira diferente para você e você experimente uma realidade diferente que seja atraída por você.

Todas as formas de cura de energia processarão através do seu corpo físico nos estágios finais, e os mecanismos finais sempre serão duplos dentro de você:

  1. Em primeiro lugar, você terá uma realização mental / emocional (um pensamento ou sentimento), e
  2. Em segundo lugar, o “deslocamento” liberará através de seu corpo físico e será expulso, seja através do seu sistema excretor (urina e fezes), gás (borbulhando em sua barriga, burping e passando gás), ou lágrimas e suor.

Se você já teve um momento de percepção, você experimentou a mudança mental e emocional.

Um momento de a-ha é um instante em que você tem um pensamento diferente sobre algo e faz você perceber que tem assistido com algo erroneamente, e você muda de ideia sobre isso – geralmente de imediato e nesse instante. Também é muitas vezes acompanhado por um pensamento de “Como eu poderia ter sido tão estúpido ?!”

Em muitos casos, o momento de visão a-ha (percepção mental e emocional) é o elemento que você realmente está procurando em uma mudança, porque é o elemento que cria mudanças conscientes dentro de você como pessoa.

Muitas modalidades de cura visam trazê-lo para esses momentos de realização, movendo-se através de “blocos” emocionais, físicos, espirituais e subconscientes que você tem, permitindo que a informação chegue à superfície. No entanto, existem algumas exceções.

Algumas modalidades de cura permitem que você enfrente as crenças e os sistemas de crença de frente, desencadeando a liberação energética do alinhamento trazendo a consciência para sua consciênciaEssas modalidades incluem:

  • Resonance Repatterning que identifica crenças erradas usando a kinesiologia e, em seguida, os programa fora do seu sistema e ao programar em uma nova realidade.
  • O Mirrors of Relationship é um poderoso mecanismo de coaching e crescimento pessoal que oferece uma estrutura para analisar seu desafio e permite que você alcance momentos de percepção de um-ha.
  • O coaching de vida oferece uma estrutura de suporte guiada para efetuar mudanças em todas as áreas da sua vida, utilizando diversas metodologias, ferramentas e práticas diferentes, dependendo das áreas de especialização do treinador. As aplicações de treinamento variam desde a programação neurolinguística até a hipnoterapia, a cura de energia, a batida e muito mais.

Orientação e apoio na sua jornada…

Na prática cabalística, você é ensinado a procurar e alinhar-se a um professor, porque você precisa de um mentor para ajudá-lo a caminhar por uma jornada espiritual.

O papel do mentor é multipronged, pois o mentor fornece apoio, conselho e orientação para garantir que você não cometa erros tolos, ficar preso desnecessariamente ou desembarcar mal interpretando algo porque você não possui um quadro de referência para ele.

Trabalhar com um guru, mentor, treinador, professor espiritual ou xamã pode ajudá-lo significativamente a reduzir o tempo que você gasta em sua jornada espiritual, pois você se baseia em sua sabedoria e experiência para ajudá-lo a aumentar.

Da neutralidade da emoção (sentindo-se vazia), da profunda depressão e da consciência de que nada na Terra jamais o fará feliz, há uma série de lições sobre os caminhos de crescimento espiritual e pessoal que podem prejudicá-lo mal se você os interpretar no Maneira errada.

Em última análise, você sempre tem uma escolha sobre se você percebe lições e testes de uma luz positiva ou negativa.

Uma simples mudança de perspectiva de um viajante experiente pode mudar a maneira como você percebe quase qualquer coisa e evita-lhe muita dor e angústia desnecessárias. Um bom treinador espiritual ou mentor irá ajudá-lo a encontrar esses ângulos que permitem que você veja e experimente um crescimento em forma positiva que energize, em vez de drená-lo.

Chemory Gunko –  Quando trabalhamos juntos em um problema que você está enfrentando, ajudo-o a atacar o ciclo de crescimento e cicatrização para que você sinta alívio muito mais rápido – dentro de alguns dias geralmente. Basicamente, podemos mudar a maneira como você sente sobre qualquer coisa, ajudando você a encontrar alívio mental, emocional e espiritual real, permanentemente. Fonte