Cérebro saudável é bondoso e pode ser treinado….

A base de um cérebro saudável é a bondade, e pode-se treinar isso.
“Felicidade é uma competência que se desenvolve.”

Ima Sanchís entrevista RICHARD DAVIDSON,

PhD em Neuropsicologia, considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.
Richard Davidson, PhD em neuropsicologia e pesquisador na área de neurociência afetiva.

Nasci em Nova Iorque e moro em Madison, Wisconsin (EUA), onde sou professor de psicologia e psiquiatria na universidade. A política deve basear-se naquilo que nos une. Só assim poderemos reduzir o sofrimento no mundo. Acredito na gentileza, na ternura e na bondade, mas temos que nos treinar nisso.

Eu estava investigando os mecanismos cerebrais ligados à depressão e à ansiedade.

…E acabou fundando o Centro de Investigação de Mentes Saudáveis.

Quando eu estava no meu segundo ano na Universidade de Harvard, a meditação cruzou o meu caminho e fui para a Índia investigar como treinar a minha mente.

Obviamente, meus professores disseram que eu estava ficando louco, mas aquela viagem marcou meu futuro.

…E assim que começam as grandes histórias.

Descobri que uma mente calma pode produzir bem-estar em qualquer tipo de situação. E quando me dediquei a investigar, por meio da neurociência, quais são as bases para as emoções, fiquei surpreso de ver como as estruturas do cérebro podem mudar em tão somente duas horas.

Em duas horas!

Hoje podemos medir com precisão. Levamos meditadores ao laboratório; e antes e depois da meditação, tiramos uma amostra de sangue deles para analisar a expressão dos genes.

E a expressão dos genes muda?

Sim. E vemos como as zonas com inflamação ou com tendência à inflamação tinham uma abrupta redução disso. Foram descobertas muito úteis para tratar a depressão. Contudo, em 1992, conheci o Dalai Lama e minha vida mudou.

Um homem muito encorajador.

“Admiro seu trabalho – ele me disse -, mas acho que você está muito centrado no estresse, na ansiedade e na depressão. Nunca pensou em focar suas pesquisas neurocientíficas na gentileza, na ternura e na compaixão?”.

Um enfoque sutil e radicalmente distinto.

Fiz a promessa ao Dalai Lama de que faria todo o possível para que a gentileza, a ternura e a compaixão estivessem no centro da pesquisa. Palavras jamais citadas em um estudo científico.

O que você descobriu?

Que há uma diferença substancial entre empatia e compaixão. A empatia é a capacidade de sentir o que sentem os demais. A compaixão é um estado superior. É ter o compromisso e as ferramentas para aliviar o sofrimento.

E o que isso tem a ver com o cérebro?

Os circuitos neurológicos que levam à empatia ou à compaixão são diferentes.

E a ternura?

Forma uma parte do circuito da compaixão. Umas das coisas mais importantes que descobri sobre a gentileza e a ternura é que se pode treiná-las em qualquer idade. Os estudos nos dizem que estimular a ternura em crianças e adolescentes, melhora os resultados acadêmicos, o bem-estar emocional e a saúde deles.

E como se treina isso?

Primeiro, levando a mente deles até uma pessoa próxima, que eles amam. Depois, pedimos que revivam um momento em que essa pessoa estava sofrendo e que cultivem o desejo de livrar essa pessoa do sofrimento. Logo, ampliamos o foco para pessoas não tão importantes e, por fim, para aquelas que os irritam. Estes exercícios reduzem substancialmente o bullying nas escolas.
Da meditação à ação há uma distância.

Umas das coisas mais interessantes que tenho visto nos circuitos neurais da compaixão é que a área motora do cérebro é ativada: a compaixão te capacita para agir, para aliviar o sofrimento.
Agora você pretende implementar no mundo o programa Healthy Minds (mentes saudáveis).

Esse foi outro desafio que o Dalai Lama me deu, e temos elaborado uma plataforma mundial para disseminá-lo. O programa tem quatro pilares: a atenção; o cuidado e a conexão com os outros; o contentamento de ser uma pessoa saudável (fechar-se nos próprios sentimentos e pensamentos é uma das causas da depressão)…

…É preciso estar aberto e exposto.

Sim. E, por último, ter um propósito na vida. Que é algo que está intrinsecamente relacionado ao bem-estar. Tenho visto que a base para um cérebro saudável é a bondade. E treinamos a bondade em um ambiente científico, algo que nunca tinha sido feito antes.

Como podemos aplicar esse treinamento em nível global?

Por meio de vários setores: educação, saúde, governo, empresas internacionais…

Por meio desses que têm potencializado este mundo de opressão em que vivemos?

Tem razão. Por isso, sou membro do conselho do Foro Econômico Mundial de Davos. Para convencer os líderes de que é preciso levar às pessoas o que a ciência sabe sobre o bem-estar.

E como convencê-los?

Por meio de provas científicas. Tenho mostrado a eles, por exemplo, o resultado de uma pesquisa que temos realizado em diversas culturas diferentes: se interagirmos com um bebê de seis meses usando fantoches, sendo que um deles se comporta de forma egoísta e o outro de forma amável e generosa, 99% dos bebês prefere o boneco que coopera.

Cooperação e amabilidade são inatas.

Sim, mas são frágeis. Se não são cultivadas, se perdem. Por isso, eu, que viajo muitíssimo (o que é uma fonte de estresse), aproveito os aeroportos para enviar mentalmente bons desejos a todos com quem cruzo no caminho, e isso muda a qualidade da experiência. O cérebro do outro percebe isso.

Em apensa um segundo, seguem o seu exemplo.

A vida é só uma sequência de momentos. Se encadearmos essas sequências, a vida muda.

Hoje, mindfulness (atenção plena) tornou-se um negócio.

Cultivar a gentileza é muito mais efetivo do que se centrar em si mesmo. São circuitos cerebrais distintos. A meditação em si não interessa para mim. O que me importa é como acessar os circuitos neurais para mudar o seu dia-a-dia, e sabemos como fazer isso.

Ciência e Gentileza…

A pesquisa de Richard Davidson está centrada nas bases neuronais da emoção e nos métodos para promover, por meio da ciência, o florescimento humano, incluindo a meditação e as práticas contemplativas. Ele fundou e preside o Centro de Investigação de Mentes Saudáveis na Universidade de Wisconsin-Madison, onde são realizadas pesquisas interdisciplinares com rigor científico sobre as qualidades positivas da mente, como a gentileza e a compaixão. Richard Davidson já acumula prêmios importantes e é considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista Time. É autor de uma quantidade imensa de pesquisas e tem vários livros publicados. Ele conduziu um seminário para estudos contemplativos em Barcelona.

Fonte: 
http://www.lavanguardia.com/lacontra/20170327/421220248157/la-base-…

Tradução e Divulgação: Observatório Cósmico
(Ative legendas em português na “rodinha”de DETALHES)

Leia em

O Poder da Água para Cura e Crescimento Espiritual…

Nossos órgãos e nossas células são compostos de água – na verdade, até 60% de nossos corpos é feito de água sozinho! No entanto, como uma sociedade, continuamos a esquecer os benefícios curativos da água e escolher consistentemente refrigerantes, café, água aromatizada e bebidas energéticas como substitutos da água. Água – e não água de vitamina ou refrigerante cintilante, mas a água pura e real é sua melhor amiga em sua jornada para reparar sua saúde mental e física e aumentar sua vitalidade.

Por que a água é vital para sua saúde geral

Imagine uma barragem em um rio fechado. De repente, o fluxo do rio começa a enfraquecer, e tudo o que faz parte do ecossistema do rio começa a desmoronar. Peixe e pequenos mamíferos já não podem absorver os nutrientes que eles precisam da água. Os resíduos do rio não têm para onde ir, então sua população desaparece. Quando a água desaparece, também a vitalidade do meio ambiente. 

O corpo humano funciona da mesma forma: sem água para usher nutrientes e proteínas em todo o corpo, os órgãos do corpo começam a desligar. Mesmo os alimentos que absorvemos não podem ser devidamente digeridos sem água para atuar como um lubrificante. Sem água, nosso corpo também não tem como expulsar toxinas ou poluentes, o que aumenta nossas chances de adquirir doenças graves da constipação ao câncer. O “ecossistema” do corpo perece.

Há um órgão em seu corpo que mais precisa de água: seu cérebro! O cérebro é de 75% de água . Sem a ingestão adequada de água, a clareza do seu pensamento irá diminuir e você pode estar em estado perpétuo de fadiga sem saber por quê. A melhor maneira de preservar a saúde do seu cérebro e aumentar o seu desempenho não é apenas para usá-lo, mas para nutrir e cuidar disso. Seu cérebro nunca pára de correr e requer combustível constante. Então, antes de chegar a essa xícara de café na parte da manhã, comece sua rotina diária no pé direito, mostrando algum amor à sua matéria cinzenta e tendo um copo de água de 8 onças.

A água não só nos nutre – também cura a alma

A água sempre foi enfatizada pelo seu valor nutricional, mas os outros benefícios curativos não devem ser ignorados. Mesmo observar o oceano ou um fluxo de água pode acalmar a mente incomodada. Talvez uma das razões pelas quais nos sentimos tão confortáveis ​​na água e ouvir os sons da água apressada é porque simula o estado fetal. Desde a concepção, desenvolvemos enquanto flutuamos nos fluidos embrionários do útero de nossa mãe. Flutuar na superfície de um banho ou piscina quente pode nos atrair para um estado de total conforto e relaxamento, quando inconscientemente retornamos a sentir-se completamente nutridos e protegidos, assim como fizemos antes do nascimento. Quando nos rendemos a nossa necessidade de ser fisicamente fundamentado e permitir que a água nos segure, também perdemos nossa necessidade de autocontrole rígido e auto-confiança total.

Poder da ÁguaA água salgada é também uma excelente alternativa natural aos anti-inflamatórios tradicionais. Gargling com água salgada ajuda a retirar o excesso de muco e bactérias persistentes na parte de trás da garganta e nas amígdalas para prevenir ou tratar um resfriado e uma dor de garganta ruim. Banhar-se em água salgada quente ou nadar no mar pode ajudar a secar a acne, a costela sobre pequenas feridas abertas e incentivar a drenagem de toxinas prejudiciais dos gânglios linfáticos.

Ouvir a água durante a meditação e visualizar a água são duas maneiras excelentes de ajudar a reduzir o estresse após um dia longo e difícil. O corpo, quando mantido em constante estado de tensão por longos períodos de tempo, provou sofrer – os cientistas encontraram um elo entre níveis de estresse consistentemente elevados e uma maior chance de contrair doenças cardíacas, câncer, transtornos de ansiedade e outras condições graves. O seguinte exercício irá ajudá-lo a aproveitar o poder de cura da água para reduzir seus níveis de estresse e ficar bem.

Passo 1: comece a respirar profundamente. Continue a respirar até acalmar seus pensamentos e sentir-se relaxado.

Passo 2: Comece a visualizar qualquer tipo de água: um oceano, um córrego, um ribeiro, até a chuva. Construa este visual em sua mente, então tente imaginar como é a água. Concentre-se unicamente nas imagens e nos sons que atravessam a sua mente. Como a visão e o som da água fazem você se sentir?

Passo 3: Agora, imagine imergindo na água. Se é permitir que a chuva se deslize sobre a sua pele, ou a cabeça de mergulho, primeiro em uma piscina linda e quente, visualize sua ansiedade, medo, raiva e estresse derretendo assim que a água toca seu corpo.

Passo 4: Feche o exercício com algumas respirações profundas e saia do sentimento de meditação limpo e revitalizado.

© Universal Copyright 2017

Dualidade e chacras…

pineapplegland-chakra-connectionOs Nadis
Os Nadis são canais de energias que conectam os chacras. Seriam estes Ida, Pingala e Shushumna.

Ida seria o canal por onde circula a energia passiva ou Apana (energia feminina da lua – novamente, como Yin).

Pingala seria o canal por onde circula a energia ativa ou Prana (energia masculina do sol – Yang).

Shushumna seria o canal central por onde a Kundalini circula quando a mesma está desperta. Dentro deste canal circulam as três gunas:

  • Satva (Bondade e sabedoria),
  • Rajas (Paixão) e
  • Tamas (Inatividade).

Seria como se Rajas fosse o modo da atividade (Yang), Tamas o modo da passividade (Yin) e Satva a sabedoria, a resolução ou unicidade. Quando estas três gunas se resolvem em unicidade, a Kundalini sobe pelo canal Shushumna. (Informações do livro Sat. Chakra Nirupana).

A Cabala hebraica também tem os três canais simbolizados por três cobras (a do meio é alada como no sistema dos chacras e do Cauduceu de Hermes) muito parecido com Ida, Pingala e Shushumna.

Esta figura mostra o próprio Cauduceu de Hermes dos gregos ligado aos chacras. Este é o símbolo adotado pela medicina. Sim, imagine que a face oculta da medicina está ligada aos chacras e à ascensão. Cabe aos médicos se tornarem mais integrais em suas condutas e ligarem o mundo emocional e espiritual ao físico.

Na Alquimia, o sol e a lua também representam os mesmos simbolismos do Yin e Yang dentro de nós. Esta figura da alquimia é muito parecida com Ida e Pingala.

Chacras da Dualidade…

Dentro do sistema de chacras, existem alguns mais ligados à dualidade.
O Segundo chacra ou Svadhistana está diretamente ligado à dualidade por ser o chacra sexual, das energias masculina e feminina.

O chacra frontal são os dois olhos que são ainda dualidade, como já visto em “Unicidade e Dualidade. Ao resolver a dualidade, chega-se ao terceiro olho, acima dos dois olhos, ligado ao chacra coronário e à pineal, a conexão divina, a unicidade.

O décimo chacra, segundo a “Tabela dos 22 Chacras”, é o correspondente ao terceiro chacra na quarta dimensão e abre quando estamos com as polaridades masculina e feminina perfeitamente balanceadas.

Sentido de Rotação dos Chacras

Os chacras quando rodam no sentido horário obedecem à energia Yang ou masculina. Emitem energia. Quando a pessoa emite energia, pode curar outras pessoas. No entanto, se estiverem negativas, se vier do chacra solar, podem agredir uma pessoa e ferir.

Os chacras quando rodam no sentido anti-horário obedecem à energia Yin ou feminina. Captam energia. A captação de energia quando usada de uma forma positiva serve para sentir a energia do ambiente e das pessoas. Os curadores podem precisar captar a energia da pessoa num primeiro momento e depois emitir energia para curar. Se usado de forma negativa, pode ser usado para sugar a energia em vampirismo energético.

Os Chacras e os Elementos

Os chacras tem correspondência com os elementos já vistos em “Unicidade e Dualidade “.
O primeiro chacra ou básico corresponde ao elemento terra.

O segundo chacra corresponde ao elemento água.
O terceiro chacra corresponde ao elemento fogo.

O quarto chacra corresponde ao elemento ar.
O quinto chacra corresponde ao elemento éter.

DUALIDADE E SÍMBOLOS ESOTÉRICOS

As Suásticas e o Yantra

As suásticas são símbolos provenientes do hinduísmo, dos gregos e de várias religiões. Simbolizam a prosperidade, as energias positivas. Simbolizam a vitória do bem acima do mal e são utilizadas no festival de Diwali (o Festival das Luzes), na Índia. As pessoas usam roupas novas, fazem símbolos e desenhos no chão com areia colorida e flores, decoram tudo com velas, soltam fogos de artifício e celebram a vitória de Krishna sobre o demônio Narakasura.

Uma foto de Diwali, o ano novo hindu.

Aqui neste vídeo uma linda suástica hindu sendo feita com flores para o festival de Diwali.
Uma foto de uma suástica do Diwali feita de areia.
Como fazer uma suástica de Rangoli para o festival de Diwali.
Infelizmente, uma delas ficou conhecida com o nazismo, com conotação negativa. Logo, utilizando uma paródia ao que Bono Vox fez com Helter Skelter dos Beatles em Rattle and Hum, ele disse, “Esta é uma canção que Charles Manson roubou dos Beatles. Nós estamos roubando de volta!!!!” Estamos roubando de volta o símbolo mais auspicioso do hinduísmo e trazendo a paz de volta.
Será que dá para perceber a semelhança entre a suástica girando e uma galáxia se movendo? Não seria um registro do nosso inconsciente estelar que nos fala sobre as forças cósmicas dentro de nós?
Pois as suásticas rodam desta maneira:

Aqui um vídeo que conta a história da suástica.
Este vídeo fala como um pesquisador alemão acreditou que a suástica seria um símbolo dos árias ou arianos. A verdade é que os que querem se dizer superiores vão querer tomar todos os símbolos de prosperidade e de boa sorte de todos os outros povos.

Um outro vídeo que fala sobre a suástica encontrada em objetos neolíticos, em potes de gregos, em chãos de sinagogas hebraicas, em cerâmica cristã, símbolos celtas, em templos budistas e hindus.

Vemos então a suástica nos dois sentidos explicada pelo Budismo Manji.
Suástica é uma palavra que tem origem no sânscrito “Svastika”, que quer dizer o mesmo que “Manji” em japonês, que significa harmonia entre os opostos. Ou seja, é o princípio do taoísmo.

A suástica que tem a rotação para o sentido anti-horário (nesta figura é a suástica azul, Ura Manji) é a suástica de Shiva, que fala sobre a energia Yin que seria o intelecto ou força, a claridade dos reinos de diamante no budismo. Shiva é no hinduísmo o deus destruidor dos nossos demônios internos, do nosso trabalho interior. 

Ganesha e a suástica de Shiva, o símbolo auspicioso da prosperidade.
A suástica que tem a rotação para o sentido horário (a suástica vermelha, Omote Manji) é a suástica de Buda, que fala sobre a energia Yang que seria a misericórdia infinita, o amor do Dharma que penetra todas as coisas. É com a ação da caridade e do amor que andamos pelo nosso Dharma (a libertação do carma).

Buda e a suástica da misericórdia infinita.
Obviamente ao ler “Unicidade e Dualidade”, entende-se que as pessoas que estão ainda nos instintos inferiores levadas pelo egoísmo e pelo orgulho terão as características negativas das energias Yin e Yang. Por isto os nazistas devem ter assumido o lado negativo da energia Yin. Eles estavam sugando as energias das pessoas porque estavam usando o cérebro reptiliano.

É interessante uma sugestão que encontrei de figura de união entre os dois símbolos das suásticas, resultando na figura do Yantra.

O que sugere a união dos opostos, a harmonia entre os opostos ou a dualidade gerando a unicidade do Yantra, que está em chacras acima do coronário e há pessoas que supõem que o Yantra (a representação visual dos mantras – a mandala) seria a representação oriental da Merkaba.
Yantra e Suástica…
Shiva e o Yantra (a mandala atrás)…
Budistas construindo uma mandala de areia (lembrar da semelhança com o Rangoli hindu)
A Estrela de Davi ou Hexagrama

Este símbolo levaria muito tempo para ser explicado em sua totalidade. Ele está presente não só na religião hebraica, é um símbolo universal presente em diversas culturas e religiões. Este vídeo mostra a suástica e a estrela de Davi num templo hindu.

Neste tópico apenas falarei sobre os elementos e o hexagrama. Como os símbolos de cada elemento (água, terra, fogo, ar e éter) se integram no símbolo do hexagrama ou Selo de Salomão ou Estrela de Davi.
Estes são os quatro elementos e o Éter…
O triângulo invertido com o risco em verde é o elemento terra.
O triângulo amarelo com o risco é o ar.
O triângulo invertido azul é água.
O triângulo laranja é o fogo.

A estrela inteira seria o éter.

O mistério da estrela de Davi pode ser o mesmo mistério do Yantra, que é o resultado das forças opostas contidas nos chacras (os cinco primeiros tem correspondência com os cinco elementos), obedecendo à geometria sagrada e a unicidade. O que seria o correspondente a abrir todos os chacras e conseguir chegar à Merkaba (que seria uma estrela de Davi em três dimensões).

O Pentagrama ou o Selo de Salomão

O pentagrama é um símbolo também universal. Com a ponta para a cima, é um símbolo de ascensão do homem, de proteção contra demônios e diz-se que Salomão tinha um em seu anel, conhecido como “Selo de Salomão”. Guarda em si os cinco elementos em diversas religiões e tipos de magia.

Medalha com o Selo de Salomão ao lado da Estrela de Davi..
O Pentagrama de Agrippa…
O Pentagrama da Wicca e os 5 Elementos.
O Pentagrama na Medicina Chinesa e os 5 Elementos…
“Jehua Supai” de Pablo Amaringo, xamã da ayahuasca.
Perceber no canto direito da pintura de Pablo Amaringo um pentagrama saindo do chão com cores do arco-íris embaixo. Na explicação da pintura, o xamã está no centro e ele adquiriu uma forma sagrada diferente da que temos normalmente (quem sabe seria o corpo de luz). Ali também diz-se que este pentagrama é um símbolo de proteção.

O problema surgiu quando resolveram inverter o pentagrama e usar com a ponta para baixo. Usado deste jeito por escolas de magia negra, o pentagrama tende a atrair negatividade de todos os tipos. Ao ver a imagem do homem em ascensão de Agrippa, percebe-se que ao inverter e colocar o homem de cabeça para baixo, simboliza sua queda. Não colocarei imagens do pentagrama invertido porque este simboliza uma entidade sinistra.

DUALIDADE E SIGNOS DO ZODÍACO
 
Signos e elementos…
Cada signo corresponde a um dos quatro elementos água, terra, fogo e ar. Eles obedecem aos opostos dos elementos. Assim, os signos do fogo se opõem aos signos da água. Os signos da terra se opõem aos signos do ar.

Os signos do fogo são Áries, leão e sagitário simbolizados pela cor vermelha neste diagrama acima. São pessoas com temperamento forte e centrados em si mesmos. Conseguem resolver os problemas muito facilmente.

Os signos da água são câncer, peixe e escorpião simbolizados pela cor azul claro. São muito intuitivos e precisam sentir tudo, pelas emoções e sentimentos.

Os signos do ar são libra, gêmeos e aquário simbolizados pela cor roxa ou azul escuro. Os signos do ar são muito comunicativos, gostam de se relacionar e são os mais humanos do zodíaco.

Os signos da terra são capricórnio, touro e virgem são simbolizados pela cor marrom. São pessoas mais pé no chão, que acreditam no mundo físico, em tudo o que se pode tocar e sentir pelos sentidos físicos. São preocupados com a sobrevivência e possuem um senso prático. Fonte

Círculos nas Plantações e o Tao…

Dualidade no mundo emocional e espiritual…

A dualidade do bem e do mal é muito vasta. Definir o que é o mal apenas como sofrimento também não dá certo. Afinal, há sofrimentos que aparecem para o bem, há males que vem para bem, para o aprendizado. Podemos pensar assim no conceito de aprendizado para a dualidade do bem e do mal.

Ao lidarmos com a dualidade com relação aos conceitos espirituais e emocionais, o processo é um pouco diferente da dualidade no mundo físico. Esta decomposição conceitual serve para resolvermos nossas questões internas.

A cada vez que deparamos com uma questão, entramos na dualidade. Nossa mente enxerga a situação com as lentes da dualidade, nossos dois olhos (por isto são dois). Esta decomposição serve para organizarmos como se fosse uma “peça de teatro” dentro de nossas mentes, uma novela, um filme.

Alguns dizem que somos espíritos e então resolvemos vir para a terceira dimensão, o mundo físico. Neste mundo, resolvemos assumir papéis, do lado do bem ou do mal. Reptilianos por exemplo teriam topado vir no papel do mal predominantemente (não necessariamente) mais trevoso, também para aprender algo. O resto dos participantes nesta peça teriam a propensão para o bem e para o mal, mas não tão predominantemente para o mal como os reptilianos.

Men In Black e a hora em que os aliens retiram suas máscaras nesta peça.

Ao analisarmos esta peça de teatro, precisamos encontrar uma solução para esta questão apresentada pelas nossas mentes.

Nesta hora, se pedimos ajuda ao plano divino para resolver esta questão, aprendemos a resolvê-la do ponto de vista da unicidade, da sabedoria divina, que nos inspira e sintetiza este aprendizado em um conceito da mente divina. 

A questão pode se apresentar como um conflito. Por exemplo, precisamos aprender a perdoar a partir deste conflito. O perdão é o aprendizado da unicidade, o conceito divino, a inspiração divina que resolve a questão, que soluciona e sintetiza o aprendizado e faz parte da unicidade, da mente divina. 

A unicidade seria como um conjunto de conceitos que unem e não separam. São como a tolerância, a paciência, o amor incondicional, o perdão, a compaixão, a cooperação, a integração.

Para aprendermos a sair da intolerância e irmos para a tolerância, precisamos aprender a aceitação.

Para aprendermos a sair da impaciência para a paciência, precisamos aprender a tolerância.

Aqui um vídeo da monja Jetsunma Tenzin Palmo, falando sobre a paciência, sobre como devemos agradecer aos que fazem o papel de maus neste mundo, pois eles nos fazem aprender a paciência e tantas outras coisas.

Para aprendermos a sair do ódio e irmos para o amor, precisamos aprender o perdão.

Para aprendermos a sair da dúvida e caminharmos para a fé, precisamos receber curas e graças.

Para sairmos da frustração para a realização, precisamos da mudança.

Para sairmos da competição para a cooperação, precisamos da ideia de abundância.

Assim vamos aprendendo estes conceitos a partir da vivência diária. As questões se apresentam todos os dias, até que aprendamos a enxergar e resolver tudo com os olhos de Deus, com os conceitos que nos levam à unicidade. É assim que passaremos do mundo da dualidade para o mundo da unicidade. 

Ainda levará um bom tempo até que grande parte da humanidade consiga atingir este grau de compreensão da divindade interna e da unicidade. O mundo da quinta dimensão, da unicidade, ainda levará um tempo para estar na Terra de uma maneira mais efetiva.

Sim, se você já percebeu, os chacras, a Kaballah, todas as religiões procuram fazer as pessoas compreenderem estes conceitos divinos, facilitam esta compreensão, aceleram o aprendizado se compreendidos através dos olhos da humildade. 

Animus e Anima e Nosso Inconsciente

Carl Gustav Jung, psicólogo e discípulo de Freud, falava no inconsciente coletivo e nos arquétipos, nos símbolos do inconsciente. Estes símbolos estão presentes em todas as pessoas e são como imagens e conceitos que são alterados para o positivo ou negativo de acordo com traumas desta vida e de vidas passadas, vidas paralelas e dimensões. Ele falou dos arquétipos Anima e Animus, que seriam como a energia feminina e masculina (como dualidade), porém presentes em pessoas do sexo oposto, como espelho dos nossos processos de relacionamento com as figuras do sexo oposto das nossas vidas.

Anima seria como a bolinha preta no espaço branco do Yang e Animus seria como a bolinha branca no espaço preto do Yin.

Animus seria a parte masculina existente dentro do inconsciente coletivo da mulher, são arquétipos de homens (são quatro) em quatro fases da vida, que refletem as experiências com as figuras masculinas com quem a mulher entrou em contato nestas fases. Por exemplo, a figura de um pai, de um tutor, do marido, do filho. São estas figuras idealizadas que a mulher procura em um pai, um irmão, um namorado, um marido, um professor, em instituições religiosas, na mídia.

Carl G. Jung falou de quatro arquétipos de Animus dentro do inconsciente coletivo feminino….

. Homem do poder físico

O homem do poder físico seria o arquétipo musculoso, como Hércules ou Sansão. Para as mulheres, seria do nível mais físico, sexual, dos primeiros chacras. O homem dos instintos mais animais. Toda mulher sente atração por tipos musculosos ou pelo menos com músculos definidos. Seria como as forças do segundo chacra, as forças sexuais.

. Homem da ação e do romance

Este homem de ação e romance já pensaria um pouco mais, teria capacidade de iniciativa, de ação e planejamento, estratégia. É o homem sedutor, ou o herói dos mitos que planeja salvar a princesa do dragão ou eliminar adversários (que seriam simbolizados como o dragão) e conquistar a mulher. Ele tem um pouco menos de músculos. E precisa de aventura. É o aventureiro, como muitas mulheres sonham em ter.

. Professor, orador

O arquétipo do professor é bem claro. Um homem que vai ensinar, que tem um conhecimento maior. Toda mulher no fundo gosta de homens que sabem mais que ela em algum aspecto.

. Homem guia para o auto-conhecimento e para questões espirituais

Este arquétipo já seria mais do lado espiritual, seria um guia espiritual que leve para o auto-conhecimento. Pode ser Jesus, Buda, Krishna ou algum líder espiritual que a mulher queira seguir, alguma imagem de Deus.

Anima seria a parte feminina existente dentro do inconsciente coletivo do homem, arquétipos de mulheres, da mesma maneira que ocorre com Animus, são quatro arquétipos de Anima para as fases da vida e refletem as figuras femininas que surgem durante a vida do homem, como a mãe, a namorada, a esposa, a filha. Assim como na mulher, o homem procura o arquétipo da mulher ideal nas mulheres com as quais ele convive.

Carl G. Jung também falou de alguns tipos de Anima que os homens procuram tanto em mulheres que ele convive como em imagens mitológicas.

. Eva

Eva seria como a mulher que possui os traços físicos ou de tentação sexual, assim como o homem musculoso satisfaz a parte mais primitiva da mulher.

. Helena de Tróia

Helena de Tróia seria o arquétipo da mulher sedutora, que é desejada por vários homens e por isto leva o homem a ter que ser desafiado, o leva para ser o homem que precisa de uma estratégia para conquistar a mulher amada, pois agora ele tem adversários. É o lado feminino do homem de ação e de romance.

. Maria mãe de Jesus

Este é o aspecto maternal do arquétipo, com a sabedoria típica das mulheres, do instinto da mulher no sentido mais superior, o instinto maternal. É a mãe que carrega o filho em seu ventre e esta sabedoria o homem não consegue ter, é o que exclusivamente a mulher pode ensinar ao homem e ele não consegue saber pois não teve a experiência.

. Sofia

Este aspecto de Anima, Sofia, seria como a deusa grega Sofia que quer dizer “Sabedoria”. É a sabedoria divina. É onde toda a dualidade é convertida em unicidade (os opostos são resolvidos com as virtudes e os conceitos da sabedoria divina).

Ela carrega na mão esquerda o cauduceu de Hermes, que seriam os chacras sendo abertos e os conflitos internos sendo resolvidos. Acima dela está a rosa e a cruz, a pomba do Espírito Santo e o terceiro olho. É o aspecto Yin, da água, da lua. É o que clareia as nossas questões adquiridas no mundo material, através da sabedoria divina.

Na mão direita, ela carrega o livro que simboliza o conhecimento. O sol aparece no lado direito, simbolizando o intelecto, a parte masculina da energia e também o espírito.

Estes são os opostos que Sofia consegue harmonizar e complementar.

Emma Jung (filha de Jung) diz que no princípio, projetamos para fora, nas nossas vidas, estas figuras arquetípicas, nas pessoas que convivemos. Em pessoas reais, é claro que estes ideais não serão atingidos e a pessoa precisará resolver este conflito interno para estar em paz.

É preciso tomar muito cuidado com as projeções que as pessoas fazem nos ídolos da mídia, pois muitos estão sendo manipulados por um governo oculto e ídolos são arquétipos poderosos que podem lançar conflitos internos nas pessoas. O fato destes ídolos descambarem a fazer coisas absurdas não é mero acaso. Um exemplo recente, um ídolo das adolescentes e pré-adolescentes desta geração que começou a se comportar de maneira ridícula, Justin Bieber. As meninas que o tinham como arquétipo de projeção de algum aspecto do Animus podem ter criado um conflito interno e podem passar a ter atração por tipos iguais ou então resolver o conflito, arranjando outro tipo de homem para a projeção. Mesmo os filmes, tenho observado como os mesmos são manipulados e tem um excesso de violência, armamento pesado, são sempre competitivos e agressivos. Fonte

Unicidade e dualidade…

Unicidade é a sabedoria divina, a inspiração divina que promove a síntese do aprendizado das virtudes e o retorno à Fonte Criadora, à essência, ao Deus criador. 

Dualidade é a maneira com a qual enxergamos este mundo da terceira e quarta dimensões, num conceito de opostos ou polaridades. Como o bem e o mal, frio e calor, luz e escuridão, amor e ódio.

Esta é a visão do homem enquanto está nestas dimensões mais densas e são conceitos mentais, construídos para que possamos aprender as lições que nos propomos antes de encarnarmos.

O TAO TE CHING…

O Tao Te Ching (“Tratado do Caminho da Virtude”) surgiu na China em 250 a 350 a.C. por Lao Zi. Tem aproximadamente 5 mil palavras e foi encontrado escrito em bambu.

O Tao Te Ching é semelhante à Gênese da Bíblia quando fala que “(…) nomear é a mãe de todas as coisas.”, pois a Bíblia diz que no princípio era o verbo, ou seja o “nomear”.

Depois, no segundo capítulo, quando o nome é manifestado, começam os conceitos descritivos do que foi criado, em opostos, em dualidade. O símbolo Yin e Yang aparece no capítulo 42 do Tao Te Ching, onde se fala sobre estes opostos complementares.

O objetivo do Tao Te Ching é fazer com que a pessoa consiga se colocar na posição de observador desta realidade e compreendê-la, para aprender a desenvolver suas virtudes a partir destes conceitos, o que seria chegar à unicidade.

DUALIDADE NO MUNDO FÍSICO…

A dualidade se manifesta em tudo o que enxergamos e sentimos no mundo físico, porque são conceitos que formamos para entender esta realidade. Como frio, calor; claro, escuro; seco, molhado. 

Quando pensamos no mundo físico, não existe melhor ou pior, certo ou errado. Apenas são conceitos e é como a natureza se configura. Se estamos em um ambiente muito frio, precisamos de calor para manter o equilíbrio e ficarmos bem de saúde. Se o ambiente é calor demais, precisamos de frio para ficarmos bem. Tudo depende das circunstâncias.

É como Lulu Santos em “Certas Coisas”.

DUALIDADE E ELEMENTOS…

As tradições xamânicas, o taoísmo, a medicina chinesa, o hinduísmo e a magia celta falam sobre os 4 elementos (alguns falam de 5). Alguns destes elementos são opostos entre si.


O elemento água é o oposto do elemento fogo.

A água significa intuição, dons artísticos, tendência a absorver energias, empatia, instinto maternal, uma pessoa mais emocional, sentimentos profundos, auto-proteção, pessoas que preferem privacidade. Em desequilíbrio, podem ter uma personalidade que se vicia.

O fogo fala de pessoas que são inspiradas, confiantes, que conseguem assumir o controle, tem entusiasmo, são pessoas de ação, divertidas, excitantes, exploradoras e que abrem os caminhos trazendo mudanças. Em desequilíbrio, podem se tornar pessoas muito controladoras.

Este vídeo abaixo é uma história muito sensível sobre como os opostos água e fogo se complementam, porém precisam se tornar mais etéreos (virar fumaça), chegar numa resolução de unicidade, com harmonia e amor.

Amor entre Água e Fogo

O elemento terra é o oposto do elemento ar.

O elemento terra é característico de pessoas ligadas mais ao plano físico, são práticas, firmes como uma rocha, que gostam de estabilidade, quando equilibradas vivem no aqui e agora, são muito objetivas, muito pacientes, acreditam no trabalho duro para conseguir sucesso, cumprem as tarefas com uma coisa de cada vez e podem ser muito materialistas se não equilibradas.

O elemento ar é característico de indivíduos mais mentais, analíticos, leves, que precisam de compartilhar suas ideias com o mundo, são escritores, professores, filósofos e intelectualmente estimulantes.

NOSSO CORPO E A DUALIDADE…

A primeira divisão da dualidade em nossos corpos e espíritos veio com nossa separação dos sexos, entre homens e mulheres. Esta divisão faz com que instintivamente e inconscientemente nós busquemos um outro que nos complemente, precisamos do outro para viver.

tantra1Almas Gêmeas

Como fomos divididos em sexos opostos, com características próprias, precisamos desenvolver a aceitação, a tolerância e a paciência para com estas diferenças que são tão complementares e tão necessárias para funcionarmos no dia a dia. Os aprendizados das almas gêmeas, dos relacionamentos amorosos, do casamento são dos mais importantes, afinal é a intimidade e o cotidiano que constitui a nossa vida verdadeira.


A Energia Masculina e a Energia Feminina

O segundo chacra é o da dualidade. É o chacra da sexualidade, das energias masculina e feminina do nosso corpo.

O símbolo da dualidade que lida com estas energias é o Yin e Yang, que são as energias feminina e masculina respectivamente.

Yin_and_YangPara compreender melhor estes conceitos de Yin e Yang, vamos ampliar esta tabela. Em primeiro lugar, vamos retirar este conceito de negativo e positivo, como se o feminino fosse pior do que o masculino. Não é nada disto. São opostos complementares.

Há momentos em que você precisa ser ativo, agir e tomar decisões, mudar, tomar iniciativa. Há outros momentos em que o melhor é simplesmente estar na posição passiva, de deixar a situação passar sem agir, esperar, tolerar, ter paciência. Tudo depende da circunstância em que se vive.

A energia do fogo, do calor (quente), do verão é de movimento e ação, de sair para fora, relacionar-se com o exterior. O sol traz a energia para que os seres vivos se movimentem e cresçam. O dia é o momento em que a nossa vida cotidiana se desenrola. Por isto a energia Yang é vida. Em trabalhos xamânicos mais fortes, quando são realizados de dia, geralmente não há conflitos internos.

A energia da água, do frio, do inverno é a de diminuir o movimento, se resguardar, entrar para dentro de si e fazer o trabalho interior, mudar interiormente. A água se molda passivamente nos recipientes que percorre, passivamente, mas é poderoso solvente que pode furar as pedras mais duras. A energia da lua favorece a espiritualidade, o trabalho interno e a morte dos nossos instintos inferiores pois se trabalhamos para modificar o nosso interior, com o auto-conhecimento, corrigindo nossos defeitos e desenvolvendo nossas virtudes, o que morre dentro de nós são os instintos inferiores; não é morte física e sim a morte do que nos faz mal. Em trabalhos xamânicos noturnos mais fortes, o contato com os conflitos internos ocorre neste período e são resolvidos.

O Corpo Dividido em Energias Opostas

O nosso corpo também foi dividido em metades iguais. Há a crença de que o lado esquerdo do corpo, quando doente, reflete problemas de relacionamento com pessoas do sexo feminino. Doenças no lado direito do corpo, reflete problemas com pessoas do sexo masculino.

Cérebro esquerdo e direito

De acordo com a teoria da dominância do cérebro esquerdo ou cérebro direito, cada lado do cérebro controlaria diferentes tipos de pensamento.

Uma pessoa que se denomina como sendo do cérebro esquerdo (ou masculino) seria mais lógica, analítica, objetiva. 

Uma pessoa que se denomina como sendo do cérebro direito (ou feminino) seria mais intuitiva, emocional e subjetiva.

Note que para complicar, os hemisférios funcionariam do lado inverso do resto do corpo.
Esta teoria surgiu a partir do trabalho de Roger W. Sperry, que ganhou um prêmio Nobel em 1981, mas não por conta desta teoria. Sperry apenas descobriu que quando cortava o Corpo Caloso (que conecta os dois hemisférios do cérebro), ele podia reduzir ou eliminar crises convulsivas em epilépticos.

No entanto, estes pacientes também tinham sintomas colaterais. Muitos dos pacientes não conseguiam mais nomear objetos que eram processados pelo cérebro direito que já ligava os significados às emoções, mas conseguiam nomear objetos que eram processados do lado esquerdo do cérebro. Por conta disto, Sperry sugeriu que a linguagem lógica pudesse ser controlada pelo lado esquerdo do cérebro.

Pesquisas posteriores mostraram que o cérebro não é tão dicotômico como se pensou. Uma pesquisa recente mostrou que as habilidades de matemática são mais fortes quando ambos os hemisférios do cérebro trabalham juntos. Hoje em dia, cientistas sabem que os dois lados do cérebro trabalham juntos para fazer uma variedade de tarefas e os dois se comunicam através do corpo caloso.

O que acontece é que mesmo que um lado do cérebro atue distinguindo tons de voz que revelem emoções, ainda assim as pessoas nos estudos precisam dos dois hemisférios do cérebro para atuar, não há um predomínio de um hemisfério sobre o outro, independentemente da pessoa ser mais ou menos intuitiva.

Um exemplo seria o funcionamento do sistema límbico, que controla parte das nossas emoções. O sistema límbico atua nos dois hemisférios e não em um só e nem predominantemente em um só.

No entanto, os pesquisadores encontraram mais recentemente diferenças nos cérebros de homens e mulheres, mas não de atividade dos hemisférios cerebrais. As mulheres teriam mais conexões entre os dois hemisférios, dando-lhes uma maior facilidade em exercer múltiplas tarefas (será que é por isto a tal da dupla jornada). As mulheres continuam sendo mais emocionais e tem uma memória mais ativa.

Sim, considere as mães que trabalham como deusas. Elas operam no modo multitarefas e parecem ter múltiplos braços, como os deuses hindus.

No entanto, a exploração destes dons podem sobrecarregar as mulheres que só querem descansar um pouco.

Os homens tem mais conexões dentro de cada um hemisfério, sem interligar um ao outro. A única parte onde os homens teriam mais conexões entre os hemisférios seria no cerebelo, que é responsável pela coordenação motora. Nada mais justo do que os homens usarem seus músculos para ajudar na família.

Portanto, o termo correto talvez não seja cérebro direito e cérebro esquerdo e sim cérebro feminino e cérebro masculino

Os Olhos

Nós temos dois olhos e um terceiro olho acima dos mesmos, na linha do meio. Os olhos na linguagem espiritual são a maneira como nós enxergamos o mundo, as outras pessoas e a luz do mundo, simbolizando a visão espiritual.  Em um exercício de escaneamento do corpo humano com os sentidos psíquicos em um curso que fiz, uma aluna falou que viu a diferença entre os dois olhos. Um deles apontava mais para questões celestiais, divinas e outro para questões mais terrenas, mais densas.

Os Dois Olhos de Horus o Ancião

Os egípcios perceberam isto através das histórias sobre o Olho de Horus. Muitos não sabem que o olho de Horus eram os dois olhos da face e eram denominados “Os Dois Olhos de Horus o Ancião”.

Separados, os olhos tinham significados diferentes.

O olho direito era denominado como Olho de Rá, simbolizava o Sol. Representa a informação concreta e factual. Lida com palavras, letras, números. É a mesma divisão do Yin e Yang do Tao Te Ching. Este seria o olho branco. Este seria o olho sempre intacto, que não sofreu injúria. Este olho seria o mais agressivo e algumas vezes seria associado com a íris da cor vermelha.

O olho esquerdo era denominado Olho de Thoth e simbolizava a Lua. Representa a informação estética, a intuição, as emoções. Este seria o olho negro. O olho esquerdo sofre injúria quando Horus entra em conflito com Seth (que seria a personificação do mal) e foi curado por Thoth, que o fez renascer ou se recuperar do ataque. Quando ele renasce, adquire a cor verde e representa o poder de cura e de renascimento. Assim são os processos xamânicos de cura mais profundos que ocorrem de noite, pela energia da Lua. Comumente é representado com a íris azul.

Olho de Thoth, da Lua, no barco com Thoth, do Templo de Hathor em Dendera

Há uma inscrição que diz “Os dois olhos de Horus, o negro e o branco. Pegue os dois e os coloque na sua fronte para que eles possam iluminar o seu rosto.”

“O Horizonte”, de um sarcófago de um sacerdote da vigésima primeira dinastia

O disco luminoso está no meio dos dois olhos nesta figura “O Horizonte”. Seria como o terceiro olho, acima dos dois olhos, da visão da dualidade. O terceiro olho conseguiria resolver esta dualidade com a sabedoria divina e se iluminaria a cada vez que este processo termina. Olhar para o horizonte significa olhar para a amplidão, ter uma visão ampla e clara.

Dá para perceber que seria como um triângulo onde os dois olhos são a base, de dualidade e o topo é o terceiro olho, que seria a unicidade, a sabedoria divina, a ligação com Deus? Dizer que Deus está acima do bem e do mal não quer dizer impunidade. Esta frase significa que os conceitos divinos são a resolução dos conflitos dos conceitos da dualidade e estão acima da dualidade, são mais elevados.

São como estes triângulos descritos aqui:

As Mãos

As mãos divididas em esquerda e direita em diversas culturas têm o seu significado. 

A Kaballah no Zohar no capítulo da Rosa, fala da mão direita como a que doa, a que perdoa. A mão esquerda é a mão da justiça e do recebimento. Ambas são necessárias e são complementares.

Estas são mãos na posição de bênção dos hebreus, com os dedos representando a letra SHIN, de SHADDAI (Deus). Fonte

Transmutação biológica, Alquimia por Louis Kervran…

A Verdade é sempre simples….

Vamos então tocar na magia do Invisível, tagarelar, e praticar o nosso esporte favorito: 
Tempo atrás, lemos que o papa Gregório Magno que organizou o elenco dos 7 pecados capitais a partir da experiência prática do monge Evágrio Pôntico no deserto, teria dito que o orgulho era um pecado que valia por dois. Estava certo, um pecado solar vale mais mesmo. Antes de mais nada, porém, vamos falar de o que é transmutação e depois, transmutação biológica. Como dizia aquele mascate falante do passado, promovendo o seu produto na calçada da rua: “transmutação biológica é uma coisa que qualquer criança por mais analfabeta e ignorante, conhece. Veja aqui o cavalheiro…“. Aliás Fulcanelli, que entre outros livros, escreveu “O Mistério das Catedrais”, disse, simbolicamente, como outros alquimistas, que “a transmutação é simples como coisa de mulher e brincadeira de criança”.
Transmutação: é a transformação de qualquer coisa em outra diferente. O termo é mais aplicado cientificamente para os elementos químicos, como oxigênio, ouro, ferro, chumbo, etc., mas era aplicado também na Alquimia, quando afirma transformar metais comuns em ouro.
Então quando por exemplo o potássio é transformado em sódio, há uma transmutação. George Ohsawa, o fundador da Macrobiótica afirmou, nos anos 40, que isso acontecia dentro do ser humano no processo Yin-Yang, mas como não era um cientista, e não usou um Espectrógrafo de Massa num experimento “científico”, ninguém deu bola para ele. Foi a mesma coisa com Einstein, Louis Kervran e outros. Aliás Ohsawa e Kervran trocaram cartas sobre o tema (na época não havia email)
A transmutação é possível? Sim, é. Se considerarmos que toda a matéria conhecida (menos a anti-matéria que é  outra história) é composta de átomos que tem prótons e nêutrons no núcleo e elétrons nas órbitas (como um sistema solar em miniatura), basta mudar o núcleo do átomo e pronto: surge outro elemento.
Potássio vira sódio, ferro vira magnésio, chumbo vira ouro. Mas note bem: isso é diferente de combinar um átomo com outros, como por exemplo para formar substâncias como a água, a partir de oxigênio e hidrogênio.
Este caso é uma combinação química comum e não transmutação (mas não menos fascinante) . Essa combinação de duas coisas formando uma terceira, ocorre nos átomos que se juntam (ligações atômicas), e não no núcleo de um átomo, entre prótons e nêutrons.
Mas você pergunta: Isso é magia? Sim e não: é aparentemente sim se considerarmos que essa sabichona chamada ciência ocidental não sabe de fato o que é a essência de coisas como por exemplo a luz, eletromagnetismo, gravidade, mas se aproveita e trabalha com seus efeitos conhecidos, sem fazer muita pergunta, porque não adianta fazer mesmo, se se usar o intelecto (e não a Presença integral) como ferramenta de busca da resposta. É a ferramenta que é inadequada, então tudo parece mágico… Por outro lado a resposta é não, se considerarmos que atrás de tudo está o Princípio da Vida que é mesmo um mistério insondável, só passível de ser conhecido pelos escolhidos entre os eleitos, depois de muita aplicação e de um vestibular brabo, que dura muitas vidas.
Há duas formas de acontecer a transmutação de um elemento em outro: com muita energia, e com baixa energia.
A primeira delas ocorre no núcleo do nosso Sol e estrelas do Universo, onde uma gigantesca pressão da gravidade do astro “esmaga” o núcleo dos átomos e os recombina formando novos elementos mais pesados a partir do hidrogênio, enquanto dure. Chama-se fusão nuclear ou fusão em alta energia e libera uma quantidade de energia enorme, que sustenta a vida como a conhecemos no sistema solar. Deve fazer um barulho dos diabos (rsrs).
A segunda (que só agora os chamados cientistas estão começando a aceitar) nem tem nome científico. Frequenta mais os textos alternativos e esotéricos, e entre os cientistas “não convencionais” chama-se Transmutação em Baixa Energia. Ocorre silenciosamente em piloto automático dentro de nós humanos, animais e vegetais. O agente parece ser o mesmo Sol, o fornecedor gratuito da Vida, mas agindo indiretamente, como catalisador do processo.
Em nossa postagem anterior “O Sol, Poder e Quietude” nós dissemos:
“a segunda forma de gerar energia e vida, desta vez é a de baixa energia, que finalmente está sendo aceita pelo stablishment científico mundial. A ciência já constatou que a luz solar magicamente cria nos reino animal, vegetal e humano, sem fusão nuclear, transmutações biológicas insuspeitadas além da fotossíntese, que já é conhecida e aceita, mas que apesar de não ser uma transmutação, não é entendida de fato. É interessante observar que a molécula da clorofila que atua na fotossíntese é igual à da hemoglobina do sangue humano com a única diferença que a primeira tem um átomo de magnésio e a segunda tem um átomo de ferro.
A ciência sempre achou que um era “substituído” por outro no metabolismo da digestão dos vegetais. Substituído ou transmutado? .
É isso que é a Alquimia: elementos químicos transformando-se em outros elementos diferentes dentro de nós humanos, animais e plantas. Quem estiver interessado, leia o livro Transmutações Biológicas em Baixa Energia de Louis Kervran. Um livro corajoso que quase lhe custou a carreira no século passado, graças ao preconceito poderoso da arrogante comunidade  científica da época. Graças a Deus a coisa está melhorando, vemos antropólogos, astrofísicos, cientistas, médicos, terapeutas, cada vez menos arrogantes e mais preocupados em conciliar os conhecimentos entre o Ocidente e Oriente, em entender e acreditar no Invisível.”
Luis Kervran foi considerado até hoje um “enfant terrible” pela chamada Ciência convencional, que não só quase destruiu sua carreira, mas até hoje não  explorou esse filão misterioso, rico e generoso da verdadeira Alquimia Humana, animal e vegetal apresentada por ele e outros abnegados como Hipócrates, Hahnemann, Bach, Paracelso, G.W.Carver, e outros.
Mas como Kervran provou que a sua teoria era correta? Como bom cientista testou, no século passado, a teoria dentro dos princípios aceitos pela ciência, ou seja, com um experimento que repete controladamente o fenômeno  dentro de parâmetros aceitos oficialmente. Ele usou galinhas, vejam vocês: pegou vários ovos, cuja constituição química é conhecida, e os chocou isolados em ambiente controlado até nascerem os pintinhos (desculpem, pintainhos- rsrs). Alimentou-os só com água e aveia, também de composição conhecida.  Então teoricamente sabia o resultado tanto dos diferentes elementos quanto das quantidades que deveriam haver no peso de cada frango. Não havia: sacrificados e incinerados, tanto os elementos quanto as quantidades eram outras.
Não há outra possibilidade: os elementos transmutaram-se em outros, mas de alguma forma inexplicável.
Segundo Salvatore de Salvo, estudioso do assunto, finalmente, em 1977 o Professor Kervran, junto com o Professor Komaki da Universidade de Tóquio, foram propostos para Prêmio Nobel, o que demonstra a importância da descoberta que, hoje, é finalmente ensinada em algumas Universidades com o nome de “Efeito Kervran”. Leia em

O Sol, poder e quietude…

Sempre que a palavra poder vier à sua mente, lembre-se do poder do Sol. 

Ele não só criou no início, a partir de si mesmo, a Terra, os planetas e a Lua, como generosamente a cada instante sustenta – com a luz e energia produzidas na sua fornalha –  toda a vida orgânica sobre a Terra há 5 bilhões de anos, sem um segundo de interrupção. Já pensou?
A ciência de vanguarda afirma também que isso ainda vai continuar por mais outros 5 bilhões certamente. 

Esse é um dos dois processos pelos quais o Sol cria vida. É o de alta energia de fusão nuclear e gera energia e luz sob a forma de fótons, partículas de luz. Ele transforma átomos de hidrogênio, que tem de sobra, em átomos de hélio graças à pressão descomunal do seu núcleo. E como sobra do processo, gera energia e calor que sustenta toda a vida no seu em torno. Mas tem mais, esses fótons ficam 150 milhões de anos rebatendo tresloucados dentro do seu núcleo – não se sabe porque – até serem expelidos para fazerem a viagem esférica e veloz a todo o sistema solar levando sabe o que? A Vida, além de calor e energia. E a gente, cegamente preocupada com as mazelas da sobrevivência, as contas, os filhos, os pais, a sogra, a violência, não se dá conta do tamanho desse mistério. Com certeza o sol sustenta também outras formas de vida no seu entorno planetário. Mais mistério…

Mas não acabou ainda: a segunda forma de gerar energia e vida, desta vez é a de baixa energia, que finalmente está sendo aceita pelo stablishment científico mundial. A ciência já constatou que sua luz magicamente cria nos reino animal, vegetal e humano, sem fusão nuclear, transmutações biológicas insuspeitadas além da fotossíntese, que já é conhecida e aceita (mas não entendida de fato). É isso que é a Alquimia: elementos químicos transformando-se em outros elementos diferentes dentro de nós humanos, animais e plantas. Quem estiver interessado, leia o livro Transmutaciones  Biologicas Y la Fisica Moderna de Louis Kervran. Um livro corajoso que quase lhe custou a carreira no século passado, graças ao preconceito poderoso da arrogante comunidade  científica da época. Graças a Deus a coisa está melhorando, vemos antropólogos, astrofísicos, cientistas, médicos, terapeutas, cada vez menos arrogantes e mais preocupados em conciliar os conhecimentos entre o Ocidente e Oriente, em entender e acreditar no Invisível. No livro ele prova cientificamente que uma simples galinha transmuta elementos químicos no seu metabolismo diário, algo como transformar magnésio em ferro, potássio em sódio, coisa que se acreditava que só ocorria no interior do Sol, naquele forno nuclear. As modernas Física e Química já estão aceitando e pesquisando o fato.

  • Mas chega de ciência sobre o o Sol, vamos falar de poesia, de imaginação. 
  • Olhem para ele. Ele nasce e se põe em profunda quietude, move gigantescos sistemas planetários, mas penetra suavemente pela vidraça da janela sem a quebrar.
  • Ele acaricia as pétalas de uma rosa sem a ferir, e beija o rosto de uma criança adormecida sem a acordar.
  • Uma força de poder descomunal, assustador, mas curiosamente delicada e gentil…uma obra prima de uma inteligência superior.
  •  Vamos encontrar na natureza lições preciosas a nos dizer que o verdadeiro Poder anda de mãos dadas com a Beleza e a Quietude

Surya Yoga, Sun gazing, Olhar Para o Sol…

É tudo a mesma coisa, ou seja: como fazer para receber e metabolizar a energia solar diretamente no nosso corpo. Sem problemas de pele, raios ultra violeta, e outros fantasmas. Como fizeram até hoje os seguidores na Índia e outras tradições.
Já que a prática dessa yoga é milenar e ocorreu em várias tradições no planeta, como na Índia, China, Américas, Egito há uma diversidade de nomes e roupagens diferentes para a mesma prática mas o conceito é um só: absorver a energia da luz do sol olhando para ele diretamente, nas horas seguras, além de de fazer a mesma coisa indiretamente comendo vegetais, que metabolizaram a energia do sol pela fotossíntese.
As horas seguras para fazer isso são até uma hora depois do nascer do sol, e também a partir de uma hora antes do por do sol.  Só nessas duas horas durante o dia, quando não há praticamente radiação ultra violeta. (índice menor que 2). Este escriba e mais milhares de pessoas hoje no planeta fazem regularmente e não tem problemas, fora um número desconhecido de pessoas que já fizeram desde milhares de anos atrás.
E como se faz para aprender isso? Tem várias formas: você pode ir para a Índia e aprender lá. Na Índia é fácil. Tem guru para qualquer lado que você olhar.De quebra conhece tradições incríveis em meio ao burburinho caótico daquele povo iluminado, simples e pobre. Ou, mais fácil e rápido, entra na mãe-internet digitando surya yoga, ou sun gazing, e conhece o indiano HRM (Hira Ratan Manek), e se enche de informação. A favor e contra. Leva algum tempo, porque tem muita coisa escrita. A outra forma, é falar diretamente com este que vos escreve, acompanhando este blog, tipo consulta gratuita. Se você tem algum problema ocular grave, consulte o mestre. Ele provavelmente vai recomendar o que disse para mim: fazer de início 60 vezes diárias de olhos fechados durante 10 minutos. Depois inicia o protocolo normal da prática.
Mas para aprender de fato tem duas condições sine qua non: só aprender de quem conhece profundamente a prática (e já fez de fato o ciclo todo), e ter persistência. Senão é complicado. Na busca interior e da saúde física o que existe de “não fiz mas ensino”, ou não fiz e não gostei”, ou não fiz e recomendo”, é brincadeira…todo mundo é guru. Após festas religiosas do sol e eclipses, os oftalmologistas atendem dezenas de casos de problemas nos olhos, por ignorância ou entusiasmo.

E por que fazer Surya Yoga?
Porque você não terá mais doenças como Adão e Eva no Paraíso. Duvida?. Eu fiz, e sei de que estou falando… mais de 400 dias olhando para o sol, e agora fazendo só manutenção. Aliás as tradições espirituais dizem que na antiga Lemúria, antes da Atlântida (já aceita pela ciência oficial), os seres humanos recebiam a luz do sol como alimento diretamente por uma entrada não óssea, translúcida, na moleira. A tradição cristã diz então que após o pecado original, a mordida da maçã, ou o conhecimento da Árvore do Bem e do Mal, um anjo com uma espada de fogo deu como castigo a sentença obrigando o ser humano a trabalhar para sobreviver. Ai começaram as preocupações diárias com a subsistência, que nos afastaram  do foco da busca interior. Ficou muito mais difícil a volta à casa do Pai. Um complô da divindade que nos obriga a fazer esforços conscientes se quisermos evoluir. Acabou a moleza do piloto automático, como foi até aqui.

Com a prática de olhar para o sol, a energia então entra pelos olhos já que a moleira fechou e ficou dura e opaca. A luz e energia passam então pela retina, glândula pineal, cujas células são muito parecidas segundo a ciência oficial, e ambas são distribuídas para todos os corpos que temos. A tradição fala em 7 corpos. Quem quiser entender porque a pineal está na roda, pode ver o vídeo do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, um psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Como muitos cientistas atuais é um caso raro de profissional que tem o pé em duas canoas, a Ciência e O Espírito. Em seu estudo sobre pineal , ele diz: A pineal é um sensor capaz de “ver” o mundo espiritual e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula, portanto, que vive o dualismo espírito-matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal.

E não tem risco de raios ultra-violeta, problemas de pele e visão, muito pelo contrário. É só seguir o protocolo da prática direitinho como milhares de pessoas estão fazendo no mundo todo. O sol é o nosso pai e criador, não pode nos fazer mal. É só não abusar dele.
Por hoje chega. Logo logo tem mais sobre o tema. Não desliguem. Fonte