Lições de Aforismos de Patañjali…

Yoga Sutra

Patanjali.jpgOs aforismos de Patanjali, também chamados de Yoga Sutra (O livro da União) formam o texto fundamental da Yoga. Seu autor, que empresta o nome a obra,  viveu entre 200 a.c e 400 d.c e foi posteriormente reconhecido como o pai da Yog e é ainda adorado na índia como uma das encarnações do seus serpente Ananta. 

Dentro de sua obra ele legou a humanidade 196 aforismos divididos em quatro capítulos que tratam do método do hindu para libertar o praticante das limitações da mente vulgar despertando-o para sua real natureza.

Trata-se de um texto importante do misticismo oriental sendo recomendado por Aleister Crowley em ‘Magick in Theory and Pratice’ com

literatura essencial para os interessados em se dedicar ao estudo e à prática mágicka.

 

Livro I

Sobre a Concentração….

1. Agora iniciamos a exposição do Yoga.

2. Yoga é a restrição das modificações da mente.

3. Então o Observador permanece nele mesmo.

4. Em outros momentos, o Observador parece assumir a forma da modificação mental.

5. Elas (as modificações) Têm cinco variedades, da

quais algumas são ‘Klista’ e o resto ‘Aklista’.

6. (São elas) Pramana, Viparyaya, Vikalpa, sono (sem sonhos) e recordação.

7. (Destas) Percepção, inferência e testemunho (comunicação verbal) constituem as Pramanas.

8. Viparyaya ou ilusão é o conhecimento falso formado a partir de um objeto como se ele fosse outro.

9. A modificação chamada ‘Vikalpa’ é baseada na cognição verbal, com relação a uma coisa que não existe. (É um tipo de conhecimento útil que advém do significado da pala vra mas que não tem uma realidade correspondente).

10. Sono sem sonho é a modificação mental produzida pela condição de inércia como o estado de vacuidade ou negação (do despertar e do adormecer).

11. Recordação é a modificação mental causada pela reprodução da impressão prévia de um objeto, sem adicionar nada de outras fontes.

12. Pela prática e o desapego isso pode ser restringido.

13. O esforço para adquirir Sthiti ou um estado tranquilo da mente, desprovido de flutuações, é chamado prática.

14. Esta prática, quando continuada por um longo tempo, sem interrupção e com devoção, torna-se firme em seus fundamentos.

15. Quando a mente perde todos os desejos por objetos vistos ou descritos nas escrituras, ela adquire um estado de absoluto não desejo que é chamado desapego.

16. Indiferênça para com as Gunas, ou princípios constituintes, alcançada através do conhecimento da natureza de Purusha, é chamado Paravaiaragya (desapego supremo).

17. Quando a concentração é conseguida com a ajuda de Vitarka, Vichara, Ananda e Asmita, é chamada Samprajnata-samadhi.

18. Asamprajnata-samadhi é o outro tipo de Samadhi que surge com a prática constante de Para-vairagya, que leva ao desaparecimento de todas as flutuações da mente, permanecendo apenas as impressões latentes.

19. Enquanto no caso de Videhas ou dos desincarnados e de Prakrtilayas ou dos que subsistem em seus constituintes elementares, é causada por ignorância que resulta em existência objetiva.

20. Outros (que seguem o caminho do esforço prescrito) adotam os meios da fé reverencial, energia, recordação repetida, concentração e conhecimento real (e assim alcançam Asamprajnata-samadhi).

21. Yoguis com intenso ardor alcançam concentração e seus resultados, rapidamente.

22. De acordo com a aplicação do método, vagarosa, média ou rápida, mesmo entre os yoguis que têm intenso ardor, existem diferenças.

23. Através de devoção especial a Isvara também (concentração torna-se eminente) 24. Isvara é um Purusha em particular, não afetado por aflição, ação, resultado das ações ou as impressões latentes que advém delas.

25. Nele, a semente da onisciência alcançou seu desenvolvimento maior, não havendo nada mais a transcender.

26. (Ele é) O professor dos primeiros professores porque com Ele não existe limite de tempo (para sua onipotência).

27. A palavra sagrada que o designa é Pranava ou a sílaba OM.

28. (Yoguis) a repetem e contemplam seu significado.

29. Disso vem a realização do Ser individual e os obstáculos são resolvidos.

30. Doença, incompetência, dúvida, desilusão, pregriça, não- abstinência, concepção errônea, não-alcance de qualquer estado yogui ou instabilidade para permanecer num estado yogui, estas distrações da mente são os impedimentos.

31. Tristeza, falta de entusiasmo, inquietação, inspiração e expiração advém de distrações prévias.

32. Para restringí-las (isto é, as distrações) prática (da concentração) em um princípio único, deve ser feita.

33. A mente torna-se purificada pelo cultivo dos sentimentos de amizade, compaixão, boa-vontade e indiferença respectivamente a criaturas felizes, miseráveis, virtuosas ou pecaminosas.

34, Pela expiração e restrição da respiração também (a mente é acalmada).

35. O desenvolvimento de percepção objetiva chamada Visayavati também traz tranquilidade mental.

36. Ou pela percepção que é livre de tristeza e é radiante (estabilidade mental também é produzida).

37. Ou (contemplando) uma mente que é livre de desejos (a mente do devoto torna-se estável).

38. Ou tomando como objeto de meditação as imagens dos sonhos ou dos devaneios (a mente do yogui torna-se estável).

39. Ou contemplando qualquer coisa que o indivíduo queira (a mente torna-se estável).

40. Quando a mente desenvolve o poder de estabilizar-se nos objetos de menor tamanho, assim como nos maiores, então a mente está sobre controle.

41. Quando as flutuações da mente são enfraquecidas, a mente aparenta tomar as formas do objeto da meditação – seja ele o que conhece (Grahita), o instrumento de cognição (Grahana) ou o objeto conhecido (Grahya) – como uma jóia transparente, e esta identificação é chamada Samapatti ou absorção.

42. A absorção na qual existe confusão entre a palavra, seu significado (isto é, o objeto) e seu conhecimento, é conhecida como Savitarka Samapatti.

43. Quando a memória é purificada, a mente parece estar desprovida de sua própria natureza (isto é, da consciência reflectiva) e somente o objeto (o qual está contemplando) permanece iluminado. Este tipo de abs orção é chamada Nirvitarka Samapatti.

44. Através disso (o que foi dito) as absorções Savichara e Nirvichara, cujos objetos são sutis, são também explicadas.

45. Sutileza pertencente aos objetos, culmina em A-linga ou o imanifesto.

46. Estes são os únicos tipos de concentração objetiva.

47. Ganhando proficiência em Nirvichara, pureza nos intrumentos internos de cognição é desenvolvida.

48. O conhecimento ganho neste estado é chamado Rtambhara (preenchido de verdade).

49 (Este conhecimento) é diferente daquele derivado do testimunho ou da inferência, porque relaciona-se a particularidades (dos objetos).

50. A impressão latente nascida de tal conhecimento é oposta à formação de outras impressões latentes.

51. Pela restrição disso também (por conta da eliminação das impressões latentes de Samprajnana), acontece a concentração sem-objeto, através da supressão de todas as modificações.

Livro II

Sobre a Prática

1. Tapas (austeridade ou vigorosa auto-disciplina – mental, moral e física), Svadhyaya (repetição de Mantras sagrados ou o estudo da literatura sagrada) e Isvara-pranidhana (completa rendição a Deus) são Kriya- yoga (yoga em forma de ação).

2. Este Kriya-yoga (deve ser praticado) para gerar o Samadhi e minimizar as Klesas.

3. Avidya (concepção errônea sobre a natureza real das coisas), Asmita (egoismo), Raga (apego), Dvesa (aversão) e Abhinivesa (medo da morte) são as cinco Klesas (aflições).

4. Avidya é o campo de crescimento das outras, sejam elas dormentes, atenuadas, interrompidas ou ativas.

5. Avidya consiste em considerar os objetos impermanentes como permanentes, impuros como puros; miséria como felicidade e o não-Ser como Ser.

6. Asmita é equivalente à identificação de Purusha ou Consciência Pura com Buddhi.

7. Apego é esta (modificação) que segue a lembrança do prazer.

8. Aversão é esta (modificação) que resulta da miséria.

9. Tanto no ignorante quanto no culto, o medo, firmemente estabelecido, da aniquilação, é a aflição chamada Abhinivesa.

10, As sutis klesas são abandonadas (isto é, destruídas) cessando-se a produtividade (isto é, desaparecendo) da mente.

11. Seus meios de subsistência ou seus estados densos são evitáveis pela meditação.

12. Karmasaya, ou a impressão latente da ação baseada nas aflições, torna-se ativa nessa vida ou na vida por vir.

13. Na medida em que as Klesas permanecem na raiz, karmasaya produz três consequências nas formas de nascimento, tempo de vida e experiência.

14. Por razão da virtude e do vício, essas (nascimento, período e experiência) produzem experiências prazeirosas ou dolorosas.

15. A pessoa que discrimina, apreende (por análise e antecipação) todos os objetos mundanos como marcados pela tristeza, porque eles causam sofrimento como consequência, tanto nas suas experiências aflitivas, quanto em suas latências e também por causa da natureza contrária das Gunas (que produzem mudanças a todo momento).

16. (É por isso que) a dor que está por vir deve ser evitada.

17. Unindo o Observador ou o sujeito com o visto ou o objeto, é a causa disso que deve ser evitado.

18. O objeto ou o que é passível de conhecimento é por natureza sensível, mutável e inerte. Existe na forma dos elementos e dos órgãos, e servem ao propósito da experiência e emancipaç ão.

19. Diversificada (Visesa), não-diversificada (Avisesa), indicador-somente (Linga-matra), e aquilo que não tem indicador (Alinga), são os estados das Gunas.

20. O Observador é o conhecedor absoluto. Apesar de puro, modificações (de Buddhi) são testemunhadas por ele como um espectador.

21. Servir como um campo objetivo para Purusha, é a essencia ou natureza dos objetos conhecíveis.

22. Apesar de deixar de existir em relação àquele que preencheu seu propósito, os objetos conhecíveis não deixam de existir por serem úteis para outros.

23. Associação é o meio de realização da verdadeira natureza do objeto do Conhecedor e do Possuidor, o Conhecedor (isto é, o tipo de associação que contribui para a realização do Obse rvador e do observado é esta conexão).

24. (A associação tem) Avidya ou ignorância como sua causa.

25. A ausência da associação que advém da falta dela (avidya) é liberdade, e este é o estado de liberação do Observador.

26. Conhecimento discriminativo, claro, distinto (desimpedido) é o meio para a liberação.

27. Sete tipos de insight vêm a ele (o yogui que desenvolveu a iluminação discriminativa).

28. Através da prática dos diferentes acessórios do yoga, quando as impurezas são destruidas, advém a iluminação, culminando na iluminação discriminativa.

29. Yama (restrição), Niyama (observância), Asana (postura), Pranayama (regulação da respiração), Pratiahara (restrição dos sentidos), Dharana (fixação), Dhyana (meditaç& atilde;o) e Samadhi (perfeita concentração), são os oito meios de se alcançar o yoga.

30. Ahimsa (não-violência), Satya (verdade), Asteya (abster-se do roubo), Brahmacharya (continência) e Aparigraha (abster-se da avareza), são as cinco Yamas (formas de restrição).

31. Estas (as restrições), no entanto, são um grande voto quando tornamse universais, não sendo restringidas por qualquer consideração de classe, lugar, tempo ou conceito de dever.

32. Pureza, contentamento, austeridade (disciplina mental e física), svadhyaya (estudo das escrituras e recitação de mantras) e devoção a Isvara, são as Niyamas (observâncias).

33. Quando estas restrições e observâncias são inibidas por pensamentos perversos, o oposto deve ser pensado.

34. Acões que advém de pensamentos perversos, como injúria etc, são realizadas pela própria pessoa, por outras ou aprovadas; são realizadas tanto pela raiva, quanto pela cobiça ou pela desilusão; e podem ser fracas moderadas ou intensas. Saber que são causadas por uma miséria e ignorância infinitas, é um pensamento-contrário.

35. Na medida em que o yogui se torna estabelecido na não-injúria, todos os seres que se aproximam (do yogui) deixam de ser hostis.

36. Quando a maneira de ser é verdadeira, as palavras (do yogui) adquirem o poder de fazerem-se frutíferas.

37. Quando o não-roubo é estabelecido, todas as jóias se apresentam (ao yogui).

38. Quando continência é estabelecida, Virya é adquirida.

39. Atingindo perfeição nas Yamas, advém conhecimento da existência passada e futura.

40. Da prática da purificação, desapego com relação ao próprio corpo é desenvolvido, e portanto o desapego se estende a outros corpos.

41. Purificação da mente, setimentos agradáveis, concentração, subjugação dos sentidos e abilidade para a auto-realização são adquiridas.

42, A partir do contentamento, felicidade transcendente é ganha.

43. Pensamentos de destruição das impurezas, prática de austeridades gera perfeição do corpo e dos órgãos.

44. Do estudo e repetição de Mantras, comunhão com a divindade desejada é estabelecida.

45. Da devoção a Deus, Samadhi é alcançado.

46. Uma forma agradável e pausada (de estar) é Asana (postura yogui).

47. Pelo relaxamento do esforço e meditação no infinito (asanas são aperfeiçoadas).

48. Disso vem a imunidade com relação a Dvandvas ou condições opostas.

49. Esta (asana) tendo sido aperfeiçoada, regulação do fluxo da inspiração e expiração é pranayama (controle da respiração).

50. Este (pranayama) tem uma operação externa (Vahya-vrtti), operação interna (Abhyantara-vrtti) e supressão (Stambha- vrtti). Isto ainda, quando observado de acordo com espaço, tempo e número torna-se longo e sutil.

51. O quarto pranyama trnscende operações internas e externas.

52. Através disso, o véu sobre a manifestação (do conhecimento) é rarefeito.

53, (Então) a mente adquiri condições para Dharana.

54. Quando separados de seus objetos correspondentes, os órgãos seguem a natureza da mente (no momento), isto é chamado Pratyahara (restringir os órgãos).

55. Isto gera supremo controle dos órgãos.

Livro III

Poderes Sobrenaturais

1. Dharana é a fixação da mente (Chitta) em um ponto particular no espaço.

2. Nela (Dharana) o fluxo contínuo de modificação mental similar é chamado Dhyana ou meditação.

3. Quando o objeto da meditação sozinho brilha na mente, como que desprovido até mesmo do pensamento do’Eu’ (que está meditando), este estado é chamado Samadhi ou concentração.

4. Os três juntos no mesmo objeto é chamado Samyama.

5. Dominando isto (Samyama) a luz do conhecimento (Prajna) emerge.

6. Ela (Samyama) deve ser aplicada aos estágios (da prática).

7. Estas três práticas são mais associadas do que as mencionadas anteriormente.

8. Isso também (deve ser visto) como externo com relação a Nirvija ou concentração sem semente.

9. Supressão das latências das flutuações e aparecimento das latências do estado de pausa, acontecendo a cada momento de ausência do estado de pausa na mesma mente, é a mudança do estado de pausa da mente.

10. Continuidade da mente tranquila (no estado de pausa) é assegurado por suas impressões latentes.

11. Diminuição da atenção voltada para tudo e desenvolvimento da concentração (onepointedness) é chamado Samadhi-parinama, ou mutação da mente concentrada.

12. Lá (em Samadhi) ainda (no estado de concentração) as modificações passadas e presentes sendo similares é Ekagrata- parinama, ou mutação do estado estável da mente.

13. Assim explica-se as três mudanças, ou seja, dos atributos essenciais ou características, das características temporais, e dos estados das Bhutas e das Indriyas (isto é, todos os fenômenos conhecíveis).

14. Aquilo que continua a sua existência, através das várias características, nomeadamente: o inativo, isto é, passado; o emergente, isto é, presente; o imanifesto, (mas que permanece como força potente), isto é, futuro, é o substrato (ou objeto caracterizado).

15. Mudança de sequência (das características) é a causa das diferênças mutativas.

16. Conhecimento do passado e do futuro pode advir de Samyama sobre as três Parinamas (mudanças).

17. Palavra, objeto implicado, e idéia correspondente, produz uma impressão unificada. Se Samyama for praticada em cada um separadamente, conhecimento do significado dos sons produzidos por todos os seres, pode ser adquirido.

18 Pela realização das impressões latentes, conhecimento dos nascimentos prévios é adquirido.

19. (Pela prática de Samyama) em noções, conhecimento de outras mentes é desenvolvido.

20 O suporte (ou base) da noção não se torna conhecido, porque este não é objeto de observação (do yogui).

21. Quando a capacidade de percepção do corpo é suprimida pela prática de Samyama em seu carácter visual, desaparecimento do corpo é efetivado, por ficar ele além da esfera de percepção do olho.

Karma pode ser rápido ou lento em sua frutificação. Pela prática de Samyama no Karma, conhecimento da morte pode ser adquirido.

23. Através de Samyama sobre a amizade, e outras virtudes similares, obtém-se força.

24. (Pela prática de Samyama) na força (física), a força de elefantes etc, pode ser adquirida.

25. Aplicando a luz efulgente da percepção superior (Jyotismati), conhecimento dos objetos sutis, ou coisas invisíveis ou colocadas a grande distância, pode ser adquirido.

26. (Praticando Samyama) sobre o sol (o ponto no corpo conhecido como a entrada solar), o conhecimento das regiões cósmicas é adquirido.

27. (Pela prática de Samyama) sobre a lua (a entrada lunar no corpo), conhecimento do arranjo entre as estrelas é adquirido.

28. (Pela prática de Samyama) na estrela Polar, o movimento das estrelas é conhecido.

29. (Pela prática de Samyama) no plexo do umbigo, advém conhecimento da composição do corpo.

30. (Praticando Samyama) na traqueia, fome e sede são restringidas.

31. Calma é alcançada por Samyama no tubo bronquial.

32. (Pela prática de Samyama) na luz coronal, Siddhas podem ser vistos.

33. Do conhecimento denominado Pratibha (intuição), tudo torna-se conhecido.

34. (Pela prática de Samyama) no coração, conhecimento da mente é adquirido.

35. Experiência (de prazer ou dor), vem da concepção que não distingue entre duas entidades extremamente diferentes: Buddhisattva e Purusha.

Tal experiência existe para um outro (isto é, Purusha). Esta é a razão de através de Samyama em Purusha (que observa todas as experiências e também sua completa cessação) conhecimento com relação a Purusha ser adquirido.

36. Portanto (do conhecimento de Purusha), advém Pratibha (intuição), Sravana (poder sobrenatural de ouvir), Vedana (poder sobrenatural de tocar), Adarsa (poder sobrenatural de ver), Asvada (poder sobrenatural gustativo) e Varta (poder sobrenatural de cheirar).

37. Eles (estes poderes) são impedimentos ao Samadhi, mas são (vistos como) aquisições no estado normal-mutante da mente.

38. Quando as causas do aprisionamento são enfraquecidas, e os movimentos da mente conhecidos, a mente pode entrar em outro corpo.

39. Conquistando a força vital (da vida) chamada Udana, a possibilidade de imersão em água ou lama e envolvimentos dolorosos, são evitados, e a saída do corpo pela vontade é assegurada.

40 Conquistando a força vital chamada Samana, e fulgência é adquirida.

41. Através de Samyama na relação entre Akasa e o poder de ouvir, capacidade divina de ouvir é adquirida.

42. Através de Samyama na relação entre o corpo e Akasa, e pela concentração na leveza do algodão ou da lã, passagem através do céu é assegurada.

43. Quando a concepção inimaginável pode ser mantida fora, isto é, não conectada com o corpo, é chamada Mahavideha ou a grande desencarnação. Através de Samyama nisso, o véu que cobre a iluminação (de Buddhisattva) é removido.

44. Através de Samyama no denso, no caracter essencial, no sutil, a inerência e a objetividade, que são as cinco formas de Bhutas ou elementos, maestria sobre Bhutas é conseguida.

45. Então desenvolve-se o poder de minimização assim como outras aquisições corpóreas. Deixa de existir também, resistência a suas características.

46. Perfeição do corpo consiste em beleza, graça, força e firmeza adamantinas.

47. Através de Samyama na receptividade, caracter essencial, sentido de Eu, qualidade inerente e objetividade dos cinco sentidos, maestria sobre eles é obtida.

48. Então advém poderes de movimentos rápidos da mente, ação dos órgãos independente do corpo e maestria sobre Pradhana, a causa primordial.

49. Para aquele estabelecido no discernimento entre Buddhi e Purusha, vem a supremacia sobre todos os seres assim como onisciência.

50. Através da renunciação mesmo disto (conquista de Visoka), vem a liberação em consequência da destruição das sementes do mal.

51. Quando convidado pelos seres celestiais, este convite não deve ser aceito, nem deve ser causa de vaidade, pois envolve a possibilidade de consequências indesejáveis.

52. Conhecimento diferenciado do Ser e do não-Ser advém da prática de Samyama no momento e sua sequência.

53. Quando espécie, caracter temporal e posição de duas coisas diferentes são indiscerníveis, elas aparentam iguais, no entanto podem ser diferenciadas (por este conhecimento).

54. O conhecimento do discernimento é Taraka ou intuitivo, compreende todas as coisas e todo o tempo, e não tem sequência.

55. (Se o discernimento discriminativo secundário é adquirido ou não) quando igualdade é estabelecida entre Buddhisattva e Purusha na sua pureza, liberação acontece.

Livro IV

Sobre o Ser-nele-mesmo ou Liberação

1. Poderes sobrenaturais advém com o nascimento, ou são conseguidos através de ervas, encantamentos, austeridades ou concentração.

2. (A mutação do corpo e dos órgãos para aquele nascido em espécie diferente) acontece através do preenchimento de sua natureza inata.

3. Causas não colocam a natureza em movimento, somente a remoção de obstáculos acontece através delas. Isso é como um fazendeiro quebrando a barreira para permitir o fluxo de água. (Os obstáculos sendo removidos pelas causas, a natureza penetra por ela mesma).

4. Todas as mentes criadas são construidas a partir do sentido-de- -Eu.

5. Uma mente (principal) direciona as várias mentes criadas na variedade de suas atividades.

6. Delas (mentes com poderes sobrenaturais) as obtidas através da meditação não têm impressões subliminares.

7. As ações do Yogui não são nem brancas, nem pretas, enquanto as ações dos outros são de três tipos.

8. Então (das três variedades de karma) manifestam-se as impressões subconscientes apropriadas às suas consequências.

9. Em função da semelhança entre a memória e suas impressões latentes correspondentes, as impressões subconscientes dos sentimentos aparecem simultaneamente, mesmo quando são separadas por nascimento, es paço e tempo.

10. Desejo de bem-estar sendo eterno, segue-se que a impressão subconsciente da qual ele advém deve ser sem começo.

11. Em função de serem mantidas juntas pela causa, resultado e objetos suportes, quando isso se ausenta, as Vasanas desaparecem.

12. O passado e o futuro são em realidade, presente, em suas formas fundamentais, tendo diferenças apenas nas características das formas tomadas em tempos diferentes.

13. Características, que são presentes em todos os tempos, são manifestas e sutis, e são compostas das três Gunas.

14. Em função da mutação coordenada das três Gunas, um objeto aparece como uma unidade.

15. Apesar da semelhança entre os objetos, em função de haverem mentes separadas, eles (os objetos e seu conhecimento) seguem caminhos diferentes, essa é a razão deles serem inteiramente diferentes.

16. Objeto não é dependente de uma mente, porque se assim fosse, o que aconteceria quando ele não fosse mais cognizado por esta mente? 17, Objetos externos são conhecidos ou desconhecidos para a mente na medida em que colorem a mente.

18. Em função da imutabilidade de Purusha, que é mestre da mente, as modificações da mente são sempre conhecidas ou manifestas.

19. Ela (a mente) não é auto-iluminada, sendo um objeto (conhecível).

20. Além disso, ambos (a mente e seus objetos) não podem ser cognizados simultaneamente.

21. Se a mente fosse iluminada por uma outra mente, então haveria repetição ad infinitum de mentes iluminadas e inter-mistura de memória.

22. (Portanto) Intransmissível, a Consciência metempirica, refletindo sobre Buddhi torna-se a causa da consciência de Buddhi.

23. A matéria mental sendo afetada pelo Observador e o observado, torna-se toda-compreensiva.

24. Ela (a mente) apesar de marcada pelas inimeráveis impressões subconscientes, existe para um outro, desde que age conjuntamente.

25. Para aquele que conheceu a entidade distinta, isto é Purusha, inquirição sobre a natureza do próprio Ser, cessa.

26. (Então) A mente se inclina ao conhecimento discriminativo e naturalmente gravita em direção ao estado de liberação.

27. Através de suas ramificações (isto é, quebras no conhecimento discriminativo) surgem outras flutuações da mente devido às impressões latentes (residuais).

28. Tem-se dito que sua remoção (isto é, das flutuações) segue o mesmo processo da remoção das aflições.

29. Quando o indivíduo torna-se desinteressado mesmo pela onisciência, ele adquiri iluminação discriminativa perpétua de onde vem a concentração conhecida como Dharmamegha (nuvem que despeja virtude).

30. A partir disso, aflições e ações cessam.

31. Então em função da infinitude do conhecimento, livre da cobertura das impurezas, os objetos conhecíveis aparentam poucos.

32. Depois de sua emergência (nuvem que despeja virtude) as Gunas tendo cumprido seu propósito, a sequência de suas mutações cessam.

33. O que pertence aos momentos e é indicado pelo término de uma mutação particular, é sequência.

34. O estado do Ser-nele-mesmo ou liberação, realiza-se quando as Gunas (tendo promovido experiência e liberação para Purusha) não têm mais propósito a cumprir e desaparecem em sua substância causal. Em outras palavras, é Consciência absoluta estabelecida em seu próprio Ser. Fonte

Yoga Sutra de Patañjali.

Educação Consciente, Neo-Humanista…

Princípios da Educação Neo-Humanista

As crianças são estimuladas para que aprofundem e estendam sua preocupação não somente para o bem estar dos seres humanos, mas também para de outros seres vivos, por exemplo as plantas e os animais.As crianças veem o universo como um todo integrado com todos os fenômenos correlacionados e interdependentes.

A educação Neo-Humanista baseia-se em 10 princípios que norteiam todo trabalho:

1. Despertar a sede pelo conhecimento e o desenvolvimento de toda a personalidade humana:

A Educação Neo-Humanista se baseia na premissa de que as crianças possuem um desejo inato de aprender a desenvolver-se. O objetivo é despertar a sede de conhecimento que se encontra no interior delas. Reconhece que existe em cada criança uma gama enorme de potencialidades e crê que ela pode esforçar-se para alcançar algo de grandioso.

A educação Neo-Humanista facilita o desenvolvimento de todos os níveis da personalidade humana: físico mental e espiritual. Reconhece que cada criança evolui em seu próprio ritmo, e procura satisfazer suas necessidades individuais.

2. A educação baseada na ética:

A ética é a essência do desenvolvimento moral da criança.Os valores morais são a base de indivíduo equilibrado e de uma sociedade harmoniosa. O Neo-Humanismo tem 10 conceitos éticos universais que são permanentemente incentivados:

  • Não cometer danos;
  • Veracidade;
  • Não roubar;
  • Amor Universal;
  • Vida simples;
  • Limpeza;
  • Coração contente;
  • Solidariedade;
  • Leitura inspiradora;
  • Meditação e auto-aperfeiçoamento

3. O despertar da consciência espiritual:

O processo de aprendizagem se enraíza na convicção de que o Universo é um todo integrado, dentro do qual se concebem as coisas. Isto fomenta um profundo sentimento de conexão consigo mesmo,e com os demais.Criando uma mudança de postura de vida mecânica e materialista para a totalidade e interdependência.

A apreciação espiritual significa um compromisso de cuidar toda a criação e de estimular o desejo inato de saber “quem sou e qual é meu destino”.

4. Enfoque integrador da aprendizagem:

Em lugar de dividir o conhecimento em disciplinas acadêmicas separadas, a educação Neo-humanista estimula a multidisciplinariedade. Educação significa muito mais do que acumulação de dados, é a experiência viva do mundo como uma totalidade dinâmica e interrelacionada.

5. Cultivo da estética em todas as disciplinas:

Na educação Neo-humanista a apreciação e a experiência estética se difundem em todos os aspectos da aprendizagem. O currículo inclui a exploração organizada para desenvolver a imaginação criativa. A sutil expressão de beleza na música, arte, literatura e outros eleva a vida humana e nutre uma consciência maior.

6. Valorização da cultura própria e a de outros lugares:

O Neo-humanismo reconhece a importância da cultura na formação da cidadania de uma pessoa .Enfatiza o ensino da língua e as tradições locais, mas também reconhece a beleza e a importância de todas as culturas. As crianças aprendem a valorizar as semelhanças e diversidades culturais.

7. Uma nova consciência do meio ambiente:

A educação ambiental desenvolve as habilidades e valores necessários para a administração responsável dos recursos do nosso planeta. Desta forma ajuda as crianças a desenvolverem uma íntima e viva relação com a rede viva que os rodeia.

8. O educador como exemplo:

O papel do educador é de suma importância. Já que o ensino pelo exemplo é primordial, os professores devem personificar as qualidades mais nobres da humanidade. “O professor deve possuir qualidades tais como: força de caráter, retidão, espírito de serviço social, uma personalidade inspiradora, desinteresse e habilidades de liderança”. (P.R.Sarkar)

9. O espírito de serviço:

A educação Neo-humanista não considera a educação como passaporte ao prestígio, ao privilégio, mas como uma responsabilidade de servir aos demais. A arte, ciência e o conhecimento estão dedicados ao serviço e ao bem estar de todos.

10. Expansão da consciência e sentido de justiça:

A educação Neo-humanista estimula a participação ativa nas mudanças sociais positivas. Os estudantes necessitam desenvolver uma consciência social e um sentido de justiça, para dessa forma discernir as estratégias de manipulação e os sentimentos discriminatórios que causam sofrimento a todos os seres.

Fonte

Despertar dimensional…

Despertar de um dimensionalEsse texto-relato narra o despertar de um dimensional ou, de um “filho das estrelas” ou ainda, de um paranormal possuidor de habilidades mentais e, por isso também, de um “diferente”

E, o despertar desse “filho das estrelas” começa nesse texto-relato no ano de 1951, mais precisamente na segunda quinzena de junho, 65 anos atrás, quando ele agora com 72 anos, tinha naquela ocasião cerca de 7 anos.

Assim, essa narração começa precisamente no tempo já mencionado e em um espaço dessa realidade física ocupado por uma cidadezinha no interior de Minas Gerais/Brasil, habitada por um povo de hábitos religiosos bastante arraigados. E, por causa dessa religiosidade era ali (e até hoje) comemorada festivamente todos os anos o jubileu do “Senhor do Bom Jesus do Matozinhos”, do dia 13 ao dia 24 de junho.

Nesses dias essa cidadezinha ficava repleta de “romeiros”, que aos milhares não tinham para eles suficientes acomodações, como atualmente têm com muitas mais residências que são alugadas pelos seus donos para essa ocasião, também com muitas pousadas e ainda com alguns hotéis.

 

 

 

 

Santuário do “Senhor Bom Jesus do Matozinho”, em Conceição M. Dentro/MG, onde todos os anos, do dia 12 ao dia 24 de junho, comemora-se festivamente o jubileu. – Imagens da Internet

O recurso para esses “romeiros” era armarem centenas e centenas de barracas em torno desse santuário situado sobre uma colina e os moradores receberem em suas casas parentes e amigos, que eram espalhados em quartos, salas e corredores para dormirem tanto em camas quanto em colchões no chão, dividindo homens para um lado e mulheres para o outro. Os casais dormindo juntos os espaços seriam menos aproveitados.

Os “romeiros” armavam centenas de barracas em torno do santuário do “Senhor Bom Jesus do Matozinhos” vindos de todos os distritos dessa cidadezinha (roceiros) e também de todas as partes de Minas Gerais e ainda do Brasil, que juntos aos vendedores ambulantes também em suas barracas vendiam todo o tipo de bugigangas, fazendo a festa das crianças pelo algodão doce, pipoca, balões coloridos e pelos brinquedos de plástico que vendiam e que naquele tempo eram ainda raros – Imagens da Internet

Naquela ocasião e início desse texto-relato sua irmã caçula com dois anos, seu irmão com cerca de três anos e meio e esse dimensional em torno de 7 anos de idade dormiam os três entre seus pais e, ele nessa distribuição dormia mais embaixo na cama.

Assim, nessa disposição e já dormindo, em um dado momento que ele guarda bem nítido em sua memória mesmo depois de todos esses anos, começou escutar um ruído, no início não identificável, mas que depois foi se assemelhando a um farfalhar de asas, no mesmo instante também em que o quarto começava clarear com uma luminosidade inicialmente suave, mas que foi gradualmente aumentando de intensidade juntamente com a presença de um som, que posteriormente esse dimensional identificou-o como o de trombetas.

Nesse constante aumentar de luz, de som e de cor ele se percebeu então levitado sobre a cama, no espaço desse quarto em que os demais continuavam dormindo, mas já os sentindo estranhamente distantes. E ao levantar seus olhos procurando a origem dessa luminosidade e som, “viu” três rostos fulgurantes e com semblantes “suavemente” belos que não poderiam ser identificados como masculinos ou como femininos. Esses três rostos estavam juntos, com dois deles mais em baixo ladeando o do meio em posição um pouco mais alta, configurando com essa disposição o formato de um triangulo.

Acima ilustração de uma escultura com três “anjos” configurando um triangulo (triquetra), na fachada da igreja de São Francisco de Assis (estilo barroco), em Ouro Preto/MG – Imagem da Internet.

Esses dois rostos localizados mais embaixo e que foram primeiramente notados, mostravam em sua beleza luz irradiante indescritível, já que não se descreve vida, que apenas é percebida e sentida. Os cabelos compridos até os ombros dessas presenças de luz ondulavam e vibravam como fossem vivos e ao mesmo irradiavam uma intensa luminosidade dourada. Suas faces de tonalidade rósea emitiam também luminosidade e nelas os olhos eram de um brilho tão intenso dourado, que às vezes esses pareciam brilhar mesclados com um vermelho rutilante.

Apenas uma ilustração bastante apagada das três presenças que se mostraram com indescritível beleza irradiante em sua intensa e viva luminosidade – Imagens da Internet.

Na medida em que essas presenças iam sendo mais percebidas, a luminosidade e o som de trombetas no quarto iam também sendo mais percebidos. E quando esse dimensional direcionou sua “visão” (percepção mental) para a presença do meio, nela a luminosidade era ainda mais intensa que as duas presenças que a ladeavam. O seu cabelo também ondulava e vibrava mais e a sua face era ainda mais luminosa.

E, nesse instante dessa sua percepção (mesmo acontecendo em realidade paralela) o som já era insuportável e a luminosidade era tanta no quarto que ofuscava. Assim, nessa frequência de vibração quando ela já era insuportável para esse dimensional e não mais conseguindo perceber (“ver”) os olhos dessa presença central, viu-se então repentinamente no escuro, já se sentindo fisicamente no quarto e nele as presenças de seus irmãos e de seus pais.

Essa experiência de intensa vibração em interação com as realidades paralelas muito sutis, poderiam até ter sido consideradas posteriormente por esse dimensional uma criação fértil de sua imaginação, por ter sido uma criança educada em um meio de muita religiosidade, se não tivessem ocorridas também outras manifestações relacionadas com essa, com ele já adulto. Principalmente de maneira muito direta a do ano de 2001 no acesso de parte da sua “Placa Física”, a do ano de 2004 ao receber sua frequência de onda e a do ano de 2005 ao projetar sua frequência de onda na realidade física já totalmente completa e, assim alcançar a frequência (vibração) mental, que desde de 1951 com sete anos de idade não a alcançava.

Esses acontecimentos (e outros) estão cronologicamente narrados mais à frente. E, nessas outras ocasiões esse dimensional já adulto e possuidor de informações e conhecimentos científicos atualizados, o seu senso crítico e analítico mostrava-se principalmente direcionado às suas interações (singulares) com os mundos paralelos, que o estimulavam procurar respostas pelo menos palpáveis dentro de uma certa lógica cientifica, mas também se posicionar consciente, que essas interações sempre deveriam passar pelo “crivo” da tríade energia, vibração e frequência e que “inseridas” em campos eletromagnéticos, posicionamentos envolvidos por conceito e devoção religiosos e ainda reforçado por dogmas, não deveriam ser definitivamente aceitos.

Esse dimensional desde sua infância foi uma criança “diferente”. Diferença que naquele tempo era vista por procedimentos até tidos como antissociais e de rebeldia, mas hoje já por ele vista como possuidor de uma latente paranormalidade, que o fazia não se interessar para o comum de uma criança de sua idade.

Com seu interesse mais voltado à natureza e, por isso também mais só e voltando-se mais para si, passou dessa maneira grande parte de sua infância. Quando obrigatoriamente não estava estudando no ginásio junto aos seus colegas ou ajudando na mercearia de seu pai, estava sistematicamente interagindo com a natureza, caminhando pelos campos e desfrutando de fontes de água pura e cristalina, que corria pelos leitos de pedra de antigos córregos margeados por exuberante vegetação com suas belas e perfumadas flores silvestres, que para elas quando às vezes voltava mais sua atenção, percebia em alguns momentos muitas delas se abrirem mais e tornarem-se mais viçosas e mais perfumadas.

A roseira mostrada abaixo é muda de várias outras mudas de uma outra roceira muito mais antiga (quase uma pequena arvore), que foi retirada de um jardim público e jogada fora como lixo, já com sua maior parte destroçada pela pá de um trator. Então, penalizado esse dimensional ainda criança replantou-a no quintal de sua casa e, depois de aparar suas partes dilaceradas, de dá-la especial atenção, inclusive com ela mentalmente conversando para que reagisse, finalmente depois de mais ou menos um ano ela “soltou” o seu primeiro broto, o que foi uma festa.

 

Acima roseira (muda) de muitas outras mais antigas replantada por esse dimensional, quando ainda era criança. Apenas a muda que ele dela retirava, que brotava. Também, em função dessa sua especial interação com ela, quando um mês após a sua data de nascimento e também um mês antes dele já adulto mudar em definitivo para uma cidade maior, ela “coincidentemente” como despedida se cobriu com um número de botões igual ao número de seus anos de vida – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Nessas ocasião ainda criança e em constante interação mental e emocional com a natureza, os animais silvestres aproximavam dele sem receio. Inclusive, os peçonhentos que junto deles caminhava, como em uma ocasião caminhou no meio de uma ninhada de filhotes de cobra (jararaca?), que em sua frente espalhavam em todas as direções, quando mentalmente dizia que não queria pisá-los e ao mesmo tempo pedia licença para caminhar entre eles e, caminhou.

Outra experiência também muito memorizada com uma cobra foi quando angustiado, viu que uma se posicionando estática e após ter hipnotizado um passarinho, esse vinha pulando, piando e batendo as asas desesperado em sua direção. Mas, quando ele disse também mentalmente para ela, que na sua presença não permitiria que o engolisse, ela se afastou.

Ainda outra interação mental desse “filho das estrelas” com um dos “filhos da mãe natureza” muito presente em sua memória, aconteceu através de um pequenino beija-flor, quando esse dentro de um quarto fechado já exausto pousando sobre móveis e debatendo principalmente já sem forças contra a vidraça de uma janela fechada, esse dimensional comunicando com ele através da mente e do coração e, já com sua mão direita estendida, “solicitou-lhe” que nela pousasse sem medo. Instantes depois nela pousou e ainda nessa interação mental ele foi direcionado para um pequenino espaço sobre a janela.

Interessante, antes desse beija-flor voar “impelido” dessa maneira para sua liberdade, ele voltou-se (estranhamente) para esse dimensional, para logo após se voltar também para esse pouco espaço aberto e então, voar direto e desaparecer através dele.
Outra de suas recordações mais marcantes (já adolescente) e até hoje lembrada por alguns de seus familiares, está associada à sua paranormalidade de controle mental sobre campos eletromagnéticos, precisamente sobre os raios.

Uma entre outras de suas recordações mais marcantes e “diferentes”, está associada à sua paranormalidade no controle mental sobre campos eletromagnéticos, precisamente sobre os raios – Imagem da Internet

Nessa ocasião ainda morando nessa cidadezinha (cercada por verdadeiras montanhas de minério de ferro), ele em determinado dia dentro de casa, se posicionando frente uma das janelas e utilizando de frequência mental necessária à sua força do pensamento, literalmente orquestrou quedas seguidas de cinco raios em um dia nublado por uma chuva fina e constante.

Esse “filho das estrelas” com seu braço direito estendido para fora da janela, desenhava através dele uma forma movimentando a sua mão e, um instante após abaixá-lo, essa forma desenhada no ar o raio com ela repetia sobre as montanhas distantes, o que era “uma festa” para ele. E, essa orquestração continuou ainda para mais quatro raios que gradativamente iam se aproximando de onde estava.

Quando o quinto raio na forma de y caiu no para-raios do santuário do “Senhor Bom Jesus do Matozinhos”, uns quinhentos metros em linha reta de onde ele estava, foi puxado com certa força por familiares para dentro de casa. Nesse instante “do antes e do depois” de ser puxado, ainda deu para ele perceber “no antes” uma alegria em vibração diferente, não aquela comumente alimentada de emoção. Também “no antes” ainda deu para perceber uma sensação não só de leveza, mas de estar realmente livre, que foi sendo substituída pela sensação gradativa de peso físico “no depois”, que o fazia sentir como “se afundasse” em si mesmo, na medida em que ia com firmeza sendo puxado.

Em função dessa sua interação mental com campos eletromagnéticos principalmente em tempos chuvosos, ele até hoje evita de ficar pensando nessa sua capacidade e habilidade paranormais, para que os raios não fiquem mais presentes em sua volta.

Ainda uma de várias outras interações com a natureza desse dimensional, já como jovem adulto, aconteceu quando ele de pé e em cima de um rochedo a uns quarenta metros acima do nível do mar, na Praia da Costa, Vila Velha/ES e onde mais embaixo nesse rochedo algumas pessoas pescavam. Naquela ocasião ele olhando fixamente as ondas do mar e nelas fixando em um ponto distante e mais embaixo de onde estava, em um certo instante nesse ponto fixado percebeu que ali as ondas como ficassem estáticas não ondulavam como as demais, para logo a seguir uma única onda à partir dali como tivesse vontade própria deslizou sobre as demais e em um movimento sinuoso de uma cobra veio aumentando de volume e aproximando de onde esse “filho das estrelas” estava.

Nessa sua aproximação antes dela chegar nesse rochedo os pescadores que ali estavam correram e alguns ainda gritaram para que esse dimensional também corresse. Mas, esse estranhamente como hipnotizador e hipnotizado, não saia do lugar, quando então parado e com uma sensação indefinida (talvez de deslumbramento e um pouco de pânico) viu esse corpo sinuoso de agua subir pelo rochedo, chegar até onde ele estava e já em sua frente abrir em leque e despejar sobre ele toda a agua dessa impulsão, sem entretanto machucá-lo, apenas molhá-lo.

Os cinco momentos acima vividos e narrados por esse dimensional quando ainda criança e adolescente, são apenas alguns exemplos de muitos outros momentos de suas experiências com a “mãe natureza”, em seus reinos animal, vegetal e mineral.

Com 17 para 18 anos esse dimensional mudou para Belo Horizonte, Capital de seu Estado, uma metrópole que ali continuou seus estudos e que algum tempo depois já em um curso superior tornou-se com outros estudantes liderança estudantil, em uma época logo após o ano de 1964 que era muito difícil para esse País, sob o governo de forças militares antidemocráticas. Assumiu uma posição própria de jovens questionadores e motivados por ideais, que com eles buscavam novos caminhos, principalmente naquela época. Assim, ele já se mostrava também com essa sua atitude questionadora, a identificação (já latente) com o estado de consciência característico e necessário a um dimensional.

 

Sede do DCE da UFMG que quarenta anos atrás era ainda um local movimentado pela presença de muitos estudantes idealistas e hoje alugado para exibição de filmes de arte – Imagem da Internet

Nessa ocasião também sempre questionador, sempre fazendo perguntas para obter respostas e com elas “se encontrar”, procurou informações em várias correntes filosóficas e também em várias religiões, em todas buscando com suas informações, melhor se conhecer e se posicionar.

 

No dia 05/09/98 em sua segunda ida à cidade de Uberaba/MG, cumprimentando Chico Xavier e com ele conversando, ao buscar informações em várias correntes filosóficas e também em várias religiões, sempre no intuito de melhor se conhecer e de se posicionar – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Nessa sua busca foi então no final de 1997, que esse “filho das estrelas” começou frequentar os seminários e outras atividades do Projeto Portal e foi no ano de 1998, que experimentou em seu próprio corpo “a primeira coisa diferente”, ao ser aberto no lado direito de sua fronte um pequeno orifício através de um pequeno instrumento pontiagudo de madeira (bambu), que para fazê-lo doeu (ardeu) muito, mas foi avisado, o que estava nele sendo feito, precisava ser feito. Durante sete anos esse pequeno orifício não fechou totalmente, o que só aconteceu depois que outro abriu-se espontaneamente em sua fronte no lado esquerdo, que logo a seguir também se fechou.

Durante esses sete anos foi “desenhando” gradativamente em sua fronte (entre os seus olhos) o símbolo bem semelhante à letra d do alfabeto extraterrestre, tendo no meio realçado outro símbolo – o losango (presente também quando recebeu sua frequência de onda), que ficam mais salientes e com cor vermelho-arroxeada, quando esse “filho das estrelas” mentalmente se acelera ou, fica em estado mental (e vibracional) de paranormalidade.

E, essa “marca diferente” vermelho-arroxeada quando saliente apenas lembra as marcas nas frontes dos dimensionais, quando esses “tiram” suas simbologias, porque essas ficam mais semelhantes às que marcam com ferro quente o couro do gado, pelo efeito do processo mental e alquímico de plasmação neles empregado naquele instante.

 

Símbolo copiado diretamente da fronte desse “filho das estrelas”, que lembra a letra d do alfabeto extraterrestre e tendo no meio realçado outro símbolo (losango), que com o seu vértice para cima e outro para baixo tem analogia vibracional à Estrela de Davi (“Merkabah”). Aquele “diferente” que consegue trazer à realidade física a imagem (fotografia) de um ser ultradimensional na forma de losango e que simbolicamente o identifica com frequências além da quinta dimensão, pode-se considerar como “portal vivo” para um compromisso específico e mentalmente direcionado – Imagem de Antônio Carlos Tanure

De acordo com o Schopenhauer (filósofo alemão do século XIX) toda verdade passa por três fases: “inicialmente é ridicularizada, depois é violentamente atacada, para ser finalmente aceita como evidente”.
Hoje estudos e pesquisas da ciência oficial já chegam à “fronteira” da quarta dimensão através de estudos sobre o plasma. Em experiências laboratoriais os cientistas já podem constatar o plasma em estados de oscilações na forma de partícula/matéria e fóton/plasma – e, o dimensional constatá-lo como “flutuações” entre a terceira e a quarta dimensão.

Entre os anos de 1999 e 2003 esse “filho das estrelas” em frequência mental acelerada, já estabelecia sintonia e interação com as realidades paralelas. Ele já conseguia registrar e trazer à realidade física imagens (mentais) fotografadas de “portais” em forma de vórtice, de xendra e de outras “expressões vibracionais”, utilizando-se da frequência do mental sutil à partir da quinta camada de seu campo biomagnético (e “auxiliado” por uma máquina fotográfica comum – com negativo), como mostra a sequência de fotos abaixo.

 

 

Acima quatro fotos trazidas à realidade física na frequência do mental sutil desse “filho das estrelas, que paralelamente se utilizou de uma máquina fotográfica comum (com negativo) para registrá-las na Fazenda Hotel Boa Sorte, Corguinho/MS e que estão aqui sequencialmente especificadas da esquerda para direita e de cima para baixo: xendra tirada em 07/1999; vórtice (espiral) tirada em 22/04/2000; um momento de interação mental (e vibracional) com o Cosmo, como um “Olho Cósmico”, em 07/03/2000, portais energéticos” tirada em 31/12/2000. ((Mais informações no texto Por trás dos milagres – Portal Pegasus) – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Nessa ocasião esse “filho das estrelas” agia ainda mais intuitivamente, portanto sem o conhecimento de hoje que o seu corpo de luz está em frequência de vibração mais acelerada ao do seu corpo físico, constituindo como um campo biomagnético o seu corpo energético com várias camadas (aura), com essas integrando-se mais diretamente às dimensões mais sutis, além da terceira dimensão.

Assim, ele não tinha naquela ocasião a clareza que atualmente tem, que é o seu corpo de luz que “revestindo/envolvendo” seu corpo físico e que vibrando além do “eu” (ego) no mundo de experiências dos seus cinco sentidos, que lhe possibilita mais facilmente desenvolver suas habilidades mentais paranormais e obter (intuitivamente) informações enviadas do seu “Eu Superior”, que está em patamar vibracional mais acelerado e diretamente relacionado ao seu corpo de luz ou, ao seu “Eu do futuro”.

Entretanto, durante seus nove primeiros anos de Projeto Portal esse dimensional já percebendo que estava em um “campo fértil” sempre procurado, não deveria mais sem perda de tempo, “cultivá-lo” com os “instrumentos” que dispunha para isso – ou, com sua mente e com seu coração.

Esses tempos foram para ele de descobertas e de encantamento, quando já em outra frequência mental (mais acelerada) tinha experiências com a “chuva que não molha”, escutando-a cair e suas gotas tocarem seu corpo, mas sem molhá-lo; quando jogava um objeto à certa distância e instante depois com a força de seu pensamento esse voltava à sua mão; quando junto com outros dimensionais “chamavam naves bioplasmadas” e elas apareciam deslocado pelo firmamento com as suas origens no universo sendo identificadas pela cor, luminosidade, formato e evolução; quando em determinadas experiências mentais com as realidades paralelas entrava em fila indiana com outros dimensionais em galerias intercomunicantes (com algumas delas com portais dispostos horizontalmente) e, no dia posterior ali voltando apenas por curiosidade, as galerias já não eram tantas como no dia anterior.

Nessa ocasião outros momentos foram também marcantes para esse “filho das estrelas”, ao vivenciá-los em suas experiências nos primeiros anos no Hotel Fazenda Boa Sorte, Corguinho/MS, quando ainda em um improvisado “trono” puxou já na realidade física conversação com inteligências (entes) de mundos paralelos; quando o seu corpo foi envolvido pelo plasma (fogo que não queima); quando ao caminhar por ali por algumas trilhas, inúmeras pedras discoides às vezes brotavam como vindo do nada à sua frente, literalmente pulando como pipocas ao serem arrebentadas; quando materializou o ouro (pepitas); quando em sua mão a pedra discoide apareceu materializada e também quando nela perfume  mostrou-se ao ser polimerizado; ainda quando com a sua força mental entortou metais (colheres, garfos e facas) e movimentou objetos.

Também um desses momentos marcantes aconteceu com ele “durante uma atividade de campo em Mateus Leme/MG, quando “viu” pela sua visão mental do frontal (terceira visão) os seres ultradimensionais em suas várias formas, cores, tamanhos durante um “verdadeiro footing” por uma das trilhas daquele local, dirigindo para um campo de energia posicionado verticalmente entre os arbusto como um “portal” e mostrado por uma luminosidade tênue fosca que se destacava e, nesta ocasião também, quando “viu” um deles de cor vermelho-arroxeada “depositar-se sobre sua mão, emitindo nesse ”toque” a sensação de um baixíssimo choque (cosquinha) e depois ainda projetar seu rosto em tamanho imenso flutuando à sua frente.

                Os ultradimensionais quando em alta velocidade são acusados através de maquina fotográfica apenas como riscos impressos no negativo, mas as vezes também durante um “footing” são fotografados com detalhes – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Ainda um desses momentos aconteceu com ele junto mais outros quatrocentos dimensionais, ao receberem pela primeira vez em uma das trilhas do Hotel Fazenda Boa Sorte, o néctar na forma de uma substancia gelatinosa que foi oferecida pelos mundos paralelos (intraterrenos), que foi depositada em um caneco de lata nunca esvaziada apesar da grande quantidade dos presentes e que ao recebê-la em uma colher de sopa e ao ingeri-la, cada um sentia um gosto diferente e tanto sua boca quanto sua mão direita (que a recebia), ficavam com uma luminosidade fosco esverdeada; quando em um pequeno espaço com cerca de trezentos metros de diâmetro que conhecia muito bem (normalmente perto de um vórtice de energia – “portal”), ele caminhava minutos a fio sem encontrar a trilha de saída, como estivesse em outra paisagem semelhante àquela que conhecia bastante, mas não a mesma (um dos motivos do aviso para que nunca se caminhasse por essas trilhas sozinho).

Esses momentos foram para ele de encantamento e de “ser diferente no diferente”, mas foram também momentos estimulantes no sentido de obter informações científicas mais recentes da ciência oficial e ainda mais (como dimensional) àquelas dentro da Ciência Universal que delas utilizando, já começava de fato experienciar consciente através de atividades direcionadas, “flutuações entre dimensões” ou, “fenômenos que se mostravam tanto através de sua frequência mental bastante acelerada, quanto de sua força do pensamento, ao dominar outras leis (de outras dimensões), para manipular a matéria. (Mais informações no texto: Transmutação, Ressurreição e Transmaterialização – Portal Pegasus).

Foto (à esquerda) de uma trilha registrando o instante inicial de concentração energética para a formação de um vórtice ao lado da Pedra Fatiada (foto à direita). Esse vórtice começava com sua parte mais larga nesse local da trilha, que já não existe mais e terminava com a sua parte mais estreita sobre a Pedra Fatiada, rodopiando a uns três metros de altura do chão. Essa trilha no Hotel Fazenda Boa Sorte, como muitas outras, eram abertas com facão dezesseis anos atrás, em 18/06/2000. – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Esse “filho das estrelas” buscando conhecimentos das Ciências Paralelas e com eles se exercitando, já começava extrapolar leis físicas conhecidas, quando já começava também desenvolver a capacidade de criar a matéria através do uso da energia do pensamento e ainda estabelecer à partir da realidade física interações mais constantes com inteligências de outros planos de realidade ou de existência.

Ele também ao vibrar na frequência do coração, buscando sintonia e interação com outros mundos mais sutis de vibração com seus Princípios (Leis), ele percebia paralelamente que deveria cada vez adentrar em seu mundo interior, para melhor realmente se conhecer não só como um ser universal, mas também se perceber identificado em seu corpo de luz – ou, no “Eu Sou” em dimensões mais sutilizadas. (Mais informações no texto: Manipulando Leis Universais – Portal Pegasus)

Assim, durante seus dez primeiros anos no Projeto Portal (entre os anos de 1998 e 2008) esse “filho das estrelas” foi descobrindo de maneira mais constante e mais intensa através de sua paranormalidade o porquê de “ser diferente”, na medida em que ao se interiorizar e ir se conhecendo, poder se expressar com a força e o poder de seu pensamento, para poder paulatinamente ir também removendo as barreiras entre a realidade física e os mundos paralelos.

 

 

 

                      Nas fotos acima da direita para esquerda e de cima para baixo: parte materializada da “Placa Física” acessada em 21/07/2001; pedra materializada em 2002; banho de plasma em 24/02/2004; ouro materializado (pepitas) em 15/04/2006; nave (sonda) do GNA em 23 /07-2006 – Fotos de Antônio Carlos Tanure

No segundo semestre do ano de 2000 esse dimensional foi convidado por dois outros dimensionais (um casal) participantes da Sociedade Brasileira de Eubiose para percorrer com eles o circuito de sete cidades no Estado de Minas Gerais, onde cada uma delas está sobre uma cidade dos mundos interiores (realidades paralelas). E esse dimensional foi especificamente convidado para conhecer e ficar uns dias na cidade de Aiuruoca, que está no mundos interiores relacionada à sexta e penúltima cidade nesse circuito e que tem correspondência àquela que vibra à Frequência de Sublimação, guardada pelo Sacerdote que por ela é responsável.

Esse convite aconteceu depois que no Projeto Portal esse dimensional substituiu sua Descendência com o triângulo e a letra N em seu interior, pela do triangulo e com a letra M também em seu interior. Essa mudança de letra ao ser feita também no sobrenome de seu registro civil, mostrou o nome desse sacerdote guardião da Cidade de Sublimação sob a cidade Aiuruoca, o que levou o casal estudioso dessa ciência iniciática fazer uma correlação e, por causa dela esse convite.

Descendência é uma identificação energética que representa o estágio evolutivo do dimensional. Uma identificação não só sobre quem ele é no universo, como também de sua Essência (de seu Eu) e ainda “do pedaço” que nele falta na realidade física.

 

Descendência com o triângulo e a letra N em seu interior ao ser substituída pela do triangulo com M também em seu interior, essa mudança de letra ao ser feita também no sobrenome de registro civil desse “filho das estrelas”, mostrou o nome do sacerdote guardião da Cidade de Sublimação no mundo interior, sob a cidade Aiuruoca – Imagens de Antônio Carlos Tanure.

Existem várias formas (frequências) de Descendências. Entre elas a Descendência com o Triangulo com a letra N ou M em seu interior e aspas em sua volta, mostra que o dimensional já possui noção que sua origem é extraterrestre e, com a Letra M, aspas e ainda asterisco, sinaliza-o em estágio evolutivo ainda maior ou, já consciente de sua condição de ser universal e também já se percebendo em seu campo de energia como um retrato de seu interior (em seu corpo de luz ou, no “Eu Sou”) – (Mais informações no texto: slideshare.net/RicardoPlaa/projeto-portal-02, Portal Pegasus)

Cachoeira das fadas e o Pico do Papagaio – Aiuruoca/MG – Imagens da Internet

Em Aiuruoca são três os momentos mais intensamente lembrados por esse dimensional. O primeiro foi quando dentro de um poço em constante transbordamento por uma água cristalina vinda de um córrego, ele ficou aflito por não alcançar com a sola dos pés o seu fundo, quando então teve ser de lá puxado. Mas, o interessante foi que no dia posterior já ali frequentando como turista e não mais em frequência mental acelerada como no dia anterior, ele viu que esse poço em sua maior profundidade a água chegava no máximo abaixo de seu queixo.

O segundo momento foi quando depois de puxado e já na borda desse poço e novamente ativado em sua fronte por esse dimensional mulher (“sacerdotisa”), ele tem bem guardada em sua memória a sua primeira interação mental com o vórtice de uma cor magenta e de intenso brilho. E o terceiro momento foi a sensação logo a seguir, de ter ficado cego por fisicamente nada mais enxergar, enquanto esse intenso e estonteante vórtice de cor carmim rodopiava em sua tela mental.

Essa ativação foi entendida por esse “filho das estrelas” como imprescindível, para que naquele momento alcançando aquela frequência mental, pudesse alguns meses depois (21/07/2001) acessar parte de sua “Placa Física, no Hotel Fazenda Boa Sorte – Corguinho/MS. Acesso através de um portal que se abriu no firmamento, diferentemente das demais “Placas” acessadas tanto físicas quanto plasmadas, que aconteceram também naquela ocasião dentro de caverna ou de galerias, sem entretanto essa diferença significar pelo Segundo Principio Universal (ou, de Correspondência), que a primeira fosse mais importante que essas ultimas, apenas que a sua entrega por motivo vibracional diferente se deu também em frequência diferente.

 

Aguá cristalina de um córrego que mantinha um poço em constante transbordamento, onde nele esse dimensional foi em sua fronte ativado por uma “sacerdotisa” – Imagem da Internet

Em 21/07/2001 esse dimensional acessou parte de sua “Placa Física”. Para esse acesso ele e mais um outro foram escolhidos entre um pouco mais de trezentos dimensionais praticamente durante um dia inteiro, mediante inúmeras leituras em seus campos biomagnéticos feitas pelos ultradimensionais, que naquela ocasião eram ainda vistos com recurso de máquina fotográfica (já digital) e assim constatados (vistos) podiam passar informações para o objetivo do momento, de acordo com o interesse dos mundos paralelos. Hoje essas informações são mais diretas, porque os ultradimensionais já são vistos através da “terceira visão” do dimensional ou, através de sua percepção mental pelo frontal.

Nesse acesso de partes de suas “Placas Físicas”, esses dois dimensionais e mais outros dois que dela participavam, um filmando e o outro dirigindo essa atividade, todos os quatro ficaram sabendo que esse acesso iria acontecer, quando já estava praticamente acontecendo, porque naquele instante existiam cinco diferentes possibilidades de interação com as realidades paralelas. (Mais informações na Pagina O Portal e na Pagina Relatos com o texto: No milharal a entrega da “Quinta Placa” – Portal Pegasus).

E, após o acesso à parte de sua “Placa Física” esse “filho das estrelas” pode emocionado e de certa forma (intuitivamente) surpreso “ler” o que estava nela escrito em linguagem dos símbolos, que ele ainda continuava sem alcançar até àquele momento a frequência mental para uma “inteiração mais completa” com os mundos paralelos mais sutis, mais vibráteis ou, de luz.

Continuava sem alcançá-la desde do ano de 1951, como está narrado no início desse texto-relato, quando ele naquela época tinha cerca de 7 anos de idade e ainda se expressava mentalmente através de símbolos próprios à uma criança e, depois naquela outra ocasião já com 57 anos (com o raciocínio de um pesquisador mesmo em “circunstancias singulares”), já se intuía que esses dois momentos diferentes de interações e de “escritas simbólicas”, no fundo possuíam um mesmo sentido vibracional.

O sentido do porquê dessas duas manifestações continuava o mesmo, apenas sua expressão vibracional foi diferente, antes na forma de três “anjos” com um deles (do meio) não sendo totalmente visualizado e mais recente na forma de três triângulos com um deles (do meio) não sendo também totalmente visualizado (incompleto).

Esses dois momentos apesar de serem aparentemente distantes um do outro no tempo, constituíram de fato um só momento (vibracional) na realidade paralela, apenas “disfarçado” por incontáveis “aqui agora” na realidade física transformadores tanto emocionalmente quanto culturalmente esse “filho das estrelas”, no que ele chama de tempo, pela bagagem de experiências e de conhecimento que ia adquirindo. (Mais informação com o texto: Interagindo com o Cosmo e o Multidimensional – Portal Pegasus)

O tempo é algo abstrato e não visível, enquanto o espaço é concreto, visível e tem como mensurá-lo. Dentro dessa explicação com o sentido de comparação o dimensional tem também dois corpos, um físico que pode ser enxergado e outro energético ou de luz, que não pode ser fisicamente visto.

Enquanto o primeiro é materialmente presente na terceira dimensão, o corpo de luz que não é fisicamente visível, conecta o dimensional com o futuro, através de seu “Eu Superior” ou, “Eu do futuro” e assim, ele pode se inteirar de todas as informações dessa frequência de realidade, não só coletando-as como também realizando viagem no tempo-espaço, que o corpo físico e racional jamais terá capacidade de realizá-la.

O corpo físico possui apenas cinco sentidos, enquanto o corpo de luz possui infinitos sentidos. O corpo de luz tem sempre percepção de todas as realidades, transmitindo ao dimensional informação correta na forma de sensação, intuição, premonição, enquanto o corpo físico apenas sente a decisão tomada – então, a possibilidade do dimensional tomar decisão correta é praticamente total com o corpo de luz.

Na foto mais acima um lado da “Placa Física” acessada por esse dimensional e a foto mais embaixo uma ampliação de uma parte desse lado mostrando três triângulos com o do meio incompleto, expressando-se total correlação vibracional com o momento vivenciado por ele sessenta e cinco anos atrás, no ano de 1951, aos sete anos de idade, quando não viu também por completo o “anjo” do meio.

Em 22/11/2004, na Lapinha, no Município de Lagoa Santa/MG, foi entregue para esse dimensional sua frequência de onda trazida pelo ultradimensional. Ela era constituída por um triangulo com um ponto perto de seu vértice à direita e com sua base ainda não fechada, quando então começou definitivamente entender, que os mundos paralelos continuavam sinalizando para ele, que sua frequência de onda ao nível da realidade física ainda continuava vibrando incompleta, da mesma forma em 1951 e em 2004.

O Ultradimensional é “um ser”, que em relação ao ser humano está em um plano intermediário entre a terceira e a quarta dimensão e, em relação ao universo está entre a quarta a quinta dimensão, podendo aparecer e desaparecer instantaneamente. E, vibrando além da matéria (tendo sobre ela domínio), pode projetar a imagem que quiser. Ele não é espírito e também não é forma-pensamento. Ele é um ser dimensional que se mostra fisicamente, é fotografado e “dialoga”, desde que o dimensional tenha com ele compatibilidade mental (vibracional). O seu próximo padrão evolutivo na escala cósmica será o de pura luz – (Mais informações no texto: Seres ultradimensionais, energéticos e intraterrenos – Portal Pegasus)

 

Frequência de onda desse dimensional ao ser trazida pelo ultradimensional, na forma de um símbolo triangular com sua base ainda incompleta e com um ponto perto de seu vértice, a presença desse ponto mostrava que ela não estava fisicamente completa, mas apenas energicamente constituída por um campo de energia (última imagem). E, no instante dessa entrega aconteceu também a passagem de um ser com alta sutileza vibratória, que envolvia esse dimensional em movimentos muito rápidos e circulares, ao interagir com a última camada de seu campo biomagnético ou, de sua aura (duas primeiras fotos) – Fotos e ilustração (desenho) de Antônio Carlos Tanure.

Todo o universo vibra com ondas de frequência dentro de outras ondas, com ondas de frequência gerando outras ondas. Portanto a Terra vibra em sua forma de onda única, como também o restante do Sistema Solar e essa Galáxia vibram em suas próprias formas de onda. De acordo com a Física Quântica toda frequência de luz emite uma onda para o universo como radiação cósmica na Malha Magnética – e, em relação ao ser humano ela é a sua frequência de onda na Malha Magnética.

Portanto, a frequência de onda pura ou inicial é a forma/símbolo ou o “corpo/Luz” do dimensional, que o identifica no universo. Como cada forma tem a sua “linguagem de padrão de frequência” ou a sua frequência de onda, cada dimensional é a sua forma de onda única, que ele deve agora aprender identificá-la, para que possa com seu auxílio caminhar sozinho e desenvolver seu compromisso na realidade física – (Mais informações no texto: Entrega de Frequências de Onda – Portal Pegasus).

No ano de 2005 esse dimensional conseguiu finalmente trazer à realidade física a sua frequência de onda, ao projetá-la completa, o que não tinha antes conseguido nas três vezes anteriores, já mencionadas.
Nessa ocasião estavam no Hotel Fazenda Boa Sorte cerca de 400 dimensionais para várias atividades associadas à aceleração mental, entre elas a de cada um deles pudesse projetar a sua simbologia. Para essa atividade eles foram divididos em quatro grupos, para que quatro dimensionais preparados para esse momento pudessem cada um deles receber essa projeção mental na forma de simbologia com traços, pontos, retas e curvas, emitidas por aqueles que estivessem em seu grupo.

Assim, um após o outro cada dimensional posicionava na frente desse outro dimensional responsável pelo seu grupo, para que após receber essa projeção, pudesse desenhá-la no papel e então vendo-a, o emitente pudesse confirmar se a tinha feito corretamente ou não.

Esse dimensional já na frente do outro que iria receber sua projeção começou “ver” em sua tela mental não a sua simbologia, mas a frequência de onda na forma que o ultradimensional tinha para ele trazido, apesar do esforço mental para ver a primeira. E, sobre esse acontecimento avisou àquele que em sua frente fazia esse seu recebimento mental, chegando avisá-lo três vezes, mas ele respondia que tudo estava certo, que era aquilo mesmo e que não mais o interrompesse com essas observações.

Assim sem mais preocupação esse dimensional “deu vazão” à toda sua capacidade mental de interação, quando então começou “ver” cada vez mais com nitidez a sua frequência de onda ondulando, vibrando e espraiando uma luminosidade dourado-avermelhada e dele aproximando-se, para no final encapsulá-lo, colocando-o totalmente dentro dela, em um momento também que essa luminosidade agora em volta e mais presente aumentou ainda mais.

Logo a seguir aquele que recebeu a projeção da frequência de onda desse “filho das estrelas” (e não sua simbologia), lhe entregou um pedaço de papel branco que nele estava desenhado nitidamente o triangulo já fechado e ainda com o ponto posicionado externamente à direita junto ao seu vértice (ultimo desenho abaixo) e ainda recebeu dele a recomendação que não perdesse esse papel, porque o estava nele desenhado era muito importante.

No ano de 2005 esse dimensional conseguiu finalmente trazer à realidade física a sua frequência de onda completa, ao projetá-la vibracionalmente inteira (último desenho), o que não tinha conseguido em três vezes anteriores, ou seja, em 1951 ainda criança com a presença da trinquetra incompleta, por não visualizar totalmente a face do “anjo” do meio; em 2001 no acesso à sua “Placa Física” com o triangulo do meio também incompleto (primeira foto); em 2004 com o triangulo ainda incompleto na entrega de sua frequência de onda pelo ultradimensional (desenho do meio) – Foto e ilustrações de Antônio Carlos Tanure

No momento que projetou a sua frequência de onda já completa à partir da realidade física, esse dimensional ainda ficou um pouco confuso porque não entendeu totalmente o motivo dessa projeção, mas também se sentiu alegre e bastante satisfeito. Foram onze dimensionais homens e vinte e sete dimensionais mulheres que projetaram suas simbologias. E, no dia posterior, na parte da manhã, os onze homens (contando com esse dimensional que acessou sua frequência de onda) foram ativar a fronte das mulheres desenhando nela as suas simbologias e as vinte e sete mulheres fizeram a mesma coisa com os homens em outro local.

Logo após essas ativações veio o aviso direcionado aos onze homens que tinham feito as ativações, que um deles não poderia tê-la feito, porque não tinha antes projetado sua simbologia. Nesse momento o que foi antes alegria e satisfação passou a ser para esse dimensional momentos de apreensão, preocupação e ansiedade.

E nessa condição emocional procurou imediatamente aquele que tinha recebido a sua projeção mental e que a tinha desenhado no papel, para recordá-lo que por três vezes naquele momento, tinha avisado para ele que estava projetando e acessando era a sua frequência de onda e, mesmo assim ele respondia que era aquilo mesmo, que tudo estava certo e assim, que não iria assumir sozinho a culpa desse equivoco, o que ele respondeu que assumiria a culpa e, essa resposta em parte o acalmou.

Campinho no Hotel Fazenda Boa Sorte, Corguinho/MS, onde à noite e alguns anos atrás (sem as atuais construções) foram feitas as projeções das simbologias – Foto de Antônio Carlos Tanure

Essas mulheres em torno de trezentas tiveram que ficar quase toda uma tarde sob o calor escaldante do Sol (o que as deixou bastante irritadas), enquanto a nave do GNA consertava o efeito vibracional dessa ativação errada.

Depois dessa correção vibracional que foi feita pela nave do GNA e, já à noite esses onze dimensionais ficando um ao lado do outro, foram neles feitas leituras em suas frontes pelos quatro dimensionais que tinham recebido as projeções e as que tinham desenhadas no papel. E unanimes os quatro apontaram um outro dimensional, que por um pequeno traço em sua simbologia equivocou-se, achando que a tinha projetado.

A única explicação para esse momento (até certo ponto insólito) vivido por “esse filho das estrelas” foi a de que, aquele que fez a leitura confirmando o seu acesso à sua frequência de onda, um “mago” que tem a responsabilidade de conduzir todos os trabalhos vibracionais do Idakila e não só aquele, “inteirou-se” que esse acesso teria que ser feito naquele instante, ao dizer para esse dimensional, “que tudo estava certo, que era aquilo mesmo, que não esquecesse a forma (símbolo) que tinha desenhado e que guardasse bem o papel com o desenho” e ainda finalizou, que “tinha fechado” (o triângulo).

Cerca de três anos depois, no dia 28 de junho de 2008, às 23:00 horas, esse dimensional junto com um outro foi levado por três outros dimensionais à uma pequena trilha relativamente perto da sede campestre Pousada do Rei, em Mateus Leme/MG, para uma interação com as realidades paralelas. Ali estando e esperando alguns minutos já sozinhos, logo depois um corpo luminoso um pouco maior que uma bola de futebol de cor vermelho dourada (energia crística) deslizando e iluminando como um farol por cima dos arbustos e das pequenas árvores do local, dirigiu-se para onde os dois estavam.

Nessa ocasião “entes” das realidades paralelas sinalizaram para os dois, que no passado já tinham sido com alguns outros dimensionais “mercadores”, mas em seu sentido mais amplo ou, o de “vender” /passar também conhecimentos com o sentido de clarear as mentes daqueles, que adquirindo o que fisicamente necessitavam, junto levavam também algo muito mais valioso ou, informações que os auxiliavam preencher necessidades de suas mentes e de seus corações.

Também nessa ocasião os dois ficaram sabendo, que eram” partículas matrizes” de um dos apóstolos que esteve com Jesus de Nazaré dois mil anos atrás movidos por interesse e compromisso específicos e se eram também chamados de “mercadores”, porque passavam junto aos recursos físicos que distribuíam o alimento mais importante – “o alimento da sabedoria”.

 

Com o seu sentido mais amplo esses “mercadores” em tempos bíblicos vendiam o que as pessoas necessitavam, mas junto “vendiam” algo muito mais valioso ou, informações que as passavam, auxiliando-as preencherem necessidades de suas mentes e de seus corações – Imagem da Internet.

Esses dois dimensionais já alguns minutos nesse local para interação com os mundos paralelos e já na frequência mental e no estado de consciência compatíveis à quinta dimensão, viram como se brotasse lentamente do chão mais ou menos a uns seis metros de onde estavam “um arbusto”, que com os seus galhos dava a impressão de ter em torno de dois metros e meio de altura e, uns dois metros de circunferência de uma ponta à outra de seus galhos. Esse “arbusto andante e falante” depois de deslocar e chegar em torno de um metro e meio de onde estavam, ele começou a diminuir, como se encolhesse para logo crescer, aumentando para o tamanho anterior.

E mediante o pedido desse dimensional essa manifestação na forma de arbusto com energia e frequência do mundo dos elementais, se aproximou-se com movimentos rápidos, aparentemente manquitolos e parar junto aos seus corpos, para logo sacudir/vibrar as pontas de seus galhos sobre eles e até tocá-los. E, depois com os mesmos movimentos característicos de sua aproximação, ele se afastou para o mesmo local onde anteriormente estava, para não mais voltar.

Essa cena surrealista de ficção cientifica ou de um conto de fadas para a maioria, contudo ela aconteceu e se mostrou para esses dois dimensionais como um fato real em sua interação com outras realidades, por já possuírem naquele momento frequência mental, ao nível da quinta dimensão, para que ela pudesse acontecer mesmo eles estando na realidade física de terceira dimensão. (Mais informações no texto: Contato com Iatín e Iatón – Portal Pegasus).

Esse dimensional em vários momentos de sua existência física vivenciou várias experiências nessa frequência de realidade, ao gerar mentalmente a neblina ou névoa e através dela poder adentrar em realidades paralelas com sua visão mental pelo frontal e, por exemplo, “ver” o belíssimo mundo multicolorido dos elementais, que nos arbustos os enfeitavam como esses fossem árvores de natal e, algumas vezes ainda, vê-los em verdadeiros casulos envoltos por um plasma, que ali se deslocando nessa forma mais compactada, imitavam em miniatura a beleza da Via Láctea admirada em uma noite de “céu estrelado”.

Entretanto, a Mãe Natureza tem os seus caprichos ao interagir com os seus filhos, quando só ela sabe porque os tem e quando também algumas vezes “os afaga” e outras vez “puxa sua orelha”. E, com essas observações segue o relato, acontecido no dia 05 de abril de 2007, na sede da Fazenda Hotel Projeto Portal, Corguinho/MS.

Nessa ocasião cinco dimensionais do Grupo dos Nove (mais informações no texto: Energia do Grupo dos Nove – Portal Pegasus), estavam reunidos com a porta fechada dentro de um pequenino “chalé”, para troca de informações e de conhecimentos. Algum tempo depois do início dessa reunião com todos já sentados a luz apagou, mas mesmo assim esses cinco “filhos das estrelas” continuaram trocando informações, identificando-se agora pelas suas vozes.

Dessa maneira e em um dado instante, um corpo de energia com uma luminosidade singular (cristalina) que não propagava, já que essa era envolta por uma opacidade, começou deslocar em direção a esses cinco dimensionais, quando então ao passar pelo campo de energia de cada um deles “se tingia” externamente com a coloração ou colorações (frequências) mais evidentes desses campos, portanto às vezes colorindo-se externamente com a tonalidade avermelhada, esverdeada, dourada ou ainda com duas ou mais dessas tonalidades, até chegar junto desse dimensional que com seus braços distendidos, esse corpo luminoso parou sobre o vórtice (chacra) de sua mão direita e ali sem agora “se tingir” por uma outra cor, continuou sendo observado por algum tempo por todos até desaparecer, nesse momento que foi também para todos de harmonia, de magia e de especial encantamento.

Já sem a presença desse corpo luminoso e com a reunião já terminada, a porta do chalé foi aberta, quando então o quadro que esses cinco dimensionais depararam os deixou atônitos, os deixou verdadeiramente atordoados ao verem por toda a sede da Fazenda Hotel Projeto Portal os efeitos de uma espécie de vendaval, que gerado por ventos fortíssimos, chuva torrencial, relâmpagos, trovoadas e raios derrubou muros, destelhou “chalés”, jogou postes no chão, quebrou árvores, sem que os cinco escutassem sequer um mínimo ruído e sem que nenhuma telha do “chalé onde estavam fosse tocada, como se ele tivesse sido removido para uma realidade paralela, pela presença desse corpo luminoso e pela vibração mental na frequência da harmonia que dentro dele foi vivenciada, contrapondo momentos de temor ou mesmo de verdadeiro pavor experienciados por aqueles que estavam do lado de fora.

 

Imagem (à esquerda) do “chalezinho” que com seu formato externo “coincidentemente” lembra um triangulo, que é identificado pelo número nove e que dentro dele (imagem à direita) estavam na ocasião desse relato cinco dimensionais, trocando informações pertinentes ao “Grupo dos Nove”. Mais informações das habilidades mentais (paranormalidade) desse dimensional em suas interações conscientes com as realidades paralelas, na Página Relatos – Portal Pegasus, quando nessas ocasiões em anos anteriores e sem as informações/conhecimentos de Princípios (Leis) Universais que hoje os possui, ele ainda as narrava com certo enfoque emocional e não como atualmente quando procura registrá-las em seu sentido energético-vibracional e mais “na linguagem” dos símbolos.

Também outras informações dos mundos paralelos se mostraram para “esse filho das estrelas” na linguagem dos símbolos, que foram trazidos à sua memória de épocas e de locais diferentes, vibrando (dizendo) em uma “escrita” de acordo com seu conhecimentos (e experiências) atuais, mas sempre dentro de um mesmo objetivo.

 

Triquetra (três imagens acima) é um simbolo que foi mais usado no cristianismo inicial e, hoje na Wicca, na magia em geral e em outras formas de Ocultismo – Imagens da Internet

A triquetra (às vezes também chamada triqueta) e em latim triquætra, é composta por três vésicas pisces, podendo ser interpretada como uma representação do Infinito nas três dimensões. O seu círculo do meio, assim como no pentagrama, representa a perfeição e a precisão. Para os cristãos primitivos sempre foi um símbolo do poder de Deus ou, da Trindade como a representação perfeita dentro do conceito de “três em um”.
Para alguns estudiosos esse simbolo está também diretamente ligado às energias tríplices, tais como magnetismo, eletricidade e neutralidade. Ainda ligado aos planos de existência físico, mental e espiritual, envolvendo no plano físico os aspectos familiares pai, mãe e filho e ainda dentro dos três processos vivenciados pelos seres humanos como vida, morte e renascimento.

Mas, alguns escritores evangélicos afirmando que a triqueta sendo associada aos rituais pagãos (Wicca) é um símbolo satânico. Infelizmente, o suposto significado “satânico” desse símbolo é uma moderna interpolação dessas religiões evangélicas, para um dos mais antigos símbolos cristãos, já usado centenas de anos antes mesmo do crucifixo – (Mais informações nos textos: 1) Pensamento, Desejo e Vontade; 2) Trindade, Cabala e Alquimia; 3) Celtas, Druidas e Magia – Portal Pegasus.

Para todos os “filhos das estrelas” o poder criador deve estar em perfeita sincronia entre três elementos (frequências), que representam dentro da condição humana a manifestação da santíssima trindade. Esse poder normalmente manifesta de forma instintiva, mas também pode se manifestar através de programações direcionadas, que resultam em realizações conscientes. Assim, eles devem organizar sua vontade e seu desejo direcionados pela força de seu pensamento, para que nessas três frequências o que é por eles almejado positivamente aconteça e, também aconteça aos outros – principalmente nesse tempo de transmutação.

Esses dimensionais devem ter consciência, que o pensamento criando a frequência (energia) mental na 5ª dimensão, representa na realidade física a força divina (“pai / mãe”). O desejo pondo em ação essa frequência mental, criando (plasmando) na 4ª dimensão, representa a força do filho. Por fim, a vontade tornando física a criação na 3ª dimensão ou, materializando-a na realidade física, representa a força do espírito santo.

Quando Jesus de Nazaré – O Cristo dizia: “levante e ande” e o enfermo fazia o que ele mandava, é porque ele tinha em seu campo de energia uma vibração altíssima, contagiando o enfermo, para que sentisse bastante segurança em relação ao seu “comando”. Portanto, quando ele dizia ao enfermo: “você está curado, levanta e anda”, já era bastante para que o doente modificasse as suas ondas cerebrais e direcionasse a energia do seu pensamento em direção ao seu objetivo. Potencializando-a de tal maneira, o que acontecia naquele instante era incompreensível (associado como “milagre”), mas que nada mais era uma alquimia transmutativa, que esse enfermo produzia em seu organismo, transformando o que nele estava doentio, negativo, para sadio, positivo.

 

“Milagre”, nada mais era uma um instante de alquimia transmutativa potencializada por Jesus de Nazaré, que deve ser também exercida pelo dimensional, para que o enfermo ao produzi-la em seu organismo, possa transformar o que nele estava doentio, negativo, para sadio, positivo Imagem da Internet.

A mente é criação, é o poder de criar manifestado através do pensamento. E o dimensional comprometeu-se em 4004 a.C., desenvolver essa “tecnologia mental” como a Boa Nova de Cristo. Conduzir-se consciente como uma mente unitária em sintonia e interação à Mente Universal, pautando-se pelas suas Leis e Princípios – e, assim ao pensar e agir voltar-se também à Ciência do Futuro ou, à Ciência Lilarial.

“Lilarial é uma expressão do idioma irdin ou, da linguagem universal nos primórdios da humanidade e se refere a unificação das frequências eletromagnéticas dos multiuniversos, das realidades paralelas e da força modular. Essa ciência é voltada à convergência das ondas eletromagnéticas moduladoras do cosmo – ou, simplesmente é a ciência das ondas moduladoras. O movimento do tecido cósmico que a ciência tradicional chama de ondas gravitacionais, elas são na realidade o movimento dessas ondas moduladoras, que são duas frequências positiva e negativa – e duas polaridades”.

 

As polaridades moduladoras se mostram entrelaçadamente como fosse duas hélices (como no caduceu) – Imagem da Internet

Essas ondas moduladoras que esculpem e moldam tudo, inclusive outros universos, constituirão no futuro a ciência dos seres humanos. Outras inteligências universais milhares de anos à frente da atual ciência humana já têm delas conhecimento, desenvolvendo “tecnologias” que podem moldar a matéria, cria-la e transformá-la.

E, trazendo essas forças ondulares moduladoras ao mundo do dia a dia humano, elas estão relacionadas ao “mecanismo” mais obvio e mais simples na frequência de 0,3 Hz, que é a do pensamento. Assim, essa frequência que é a mais potente e a mais poderosa, é ao mesmo tempo a mais fácil de ser direcionada no mundo das experiências humanas, porque nela (e nesse mesmo ritmo) é que as forças modulares atuam.

Esse “filho das estrelas” sempre teve (intuitivamente) interesse de conhecer os locais por onde Jesus de Nazaré passou nesse planeta e exerceu o seu compromisso de Mensageiro de Deus. E o que já era para ele uma intuição, transformou-se em uma vontade consciente depois de sua interação com as realidades paralelas, acontecida no dia 28 de junho de 2008, em Mateus Leme/MG, ao saber que é partícula matriz de um daqueles, que mais diretamente acompanhou Jesus de Nazaré no passado. Essa menção em seu sentido vibracional associa esse dimensional na mesma frequência mental daquele outro no passado, apenas separadas pela sensação (aparente) de tempo e, se elas “encontrassem” no mesmo espaço (essa do futuro e aquela do passado) essa fusão se tornaria um só momento no presente ou, no aqui agora.

O espaço é que realmente existe, o tempo está nele apenas associado. Assim, “sentir o tempo” é constatado até à terceira camada do campo/corpo biomagnético (aura) com o mental físico necessário ao mundo de experiências do “eu” (ego), que se utiliza de limitantes cinco sentidos para uma realidade de existência ainda física. O tempo é de fato constituído por incontáveis “aqui agora” de experiências sequenciais no espaço físico de aprendizado na vida (humana) do dimensional, que vai registrando-os em sua memória, mas que são por ele esquecidos como “passado”.

Agora, na medida em que ele vai sintonizando e procedendo já voltado à frequência do mental sutil associada à quinta camada de seu campo/corpo biomagnético (aura) e também das outras camadas superiores desse campo, ele então nesse nível de vibração mais identificável com seu corpo de luz, vai gradativamente perdendo noção do sentido de tempo, com sua percepção tanto de passado quanto de futuro se afunilando, para se tornar um só momento consciente no presente – ou, no aqui agora

Assim, mesmo aquele que já se transmutou e já como ser universal, ele apenas quando estiver em corpo de pura luz na frequência de seu “Eu do futuro” (em dimensões de frequências ainda mais vibráteis/sutis), é que se eterniza ao adquirir memoria total, sem limites de passado e também de futuro, esse último ainda não alcançável por ele mesmo já transmutado, ainda na vibração de mundos e de universos físicos.

Com seu interesse voltado à frequência como partícula matriz de um dos apóstolos, esse dimensional foi no ano de 2015 à Palestina, Galileia e Jerusalém e, ali entre vários momentos “se situou” no passado. A seguir narra três de muitos outros desses momentos.

O primeiro momento foi no Lago da Galileia – Também chamado de “Mar da Galileia, “Mar de Tiberíades” e Lago de Genesaré que é um extenso lago monomíctico de água doce, fazendo fronteira entre Israel, Cisjordânia e Jordânia, com comprimento máximo em torno de 19 km e largura em torno de 13 km. O seu afluente principal é o rio Jordão, que vem do monte Hérmon e de Cesareia de Filipe, seguindo depois para o Mar Morto. Em sua margem ficavam a antiga Cafarnaum, Betsaida e Genesaré, entre outras. Hoje Tibérias é a localidade principal em sua margem.

Em seu deslocamento de barco por cerca de uma hora sobre as águas do Lago da Galileia, esse dimensional em sintonia e em interação com as suaves ondulações que água propagava em sua superfície, ele sentiu em um determinado instante sob intensa emoção como se fosse levado por elas para momentos no passado, mas que os percebeu também, que eles sempre “estiveram vivos” ou, sempre estiveram presentes em seu ser. Nesse instante foi quando aconteceu o seu “clique mental”, como seu passado fundisse o que seria o futuro e, que agora interpenetrados se mostrassem (mentalmente) como um só momento no presente.

 

                No Lago da Galileia o dimensional em sintonia e em interação com as suaves ondulações que água propagava em sua superfície, ele sentiu em um determinado instante sob intensa emoção como se fosse levado por elas para momentos no passado, mas percebeu também, que eles sempre “estiveram vivos” – sempre estiveram presentes em seu ser – Fotos de Antônio Carlos Tanure

O segundo momento em Jerusalém que esse dimensional destaca em seu “reencontro mental” com o passado, foi no Jardim do Getsêmani, onde Jesus de Nazaré instantes antes de sua prisão se vendo incompreendido e taxado de “diferente”, de demente e perigoso para grande maioria das pessoas daquela época e também se sentindo profundamente só em sua alma (humana) disse: “Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (Mateus 26:42). E, ainda nessa mesma frequência mental e com o firme propósito em sua condição de Mensageiro de Deus, vibrou esse pensamento: “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mateus 26:41).

Ele já sabia de seu sofrimento pregado à cruz, mas já sabia também, que esse se mostraria no futuro como uma “metáfora” para grande parte dos seres humanos.

A cruz sinaliza simbolicamente com o seu braço na horizontal o homem em seu processo evolutivo ainda cheio de ignorância e de indagações, circunscrito na realidade física ao mundo dos sentidos e da ambiguidade, constantemente aprendendo limitado pelo que julga certo ou errado e, sendo levado pela vida “ora à direita ou ora à esquerda” pelas suas ideias e ações. E o seu braço centralizado na vertical e fixo temporariamente na terra, mas o outro livre apontando para o alto direciona o ser humano para o Infinito através de O Cristo, que vibra dentro de cada um, esperando ser mostrado (já transmutado) inicialmente como um ser universal.

Em torno de 3.400 anos atrás Moises, um Mensageiro de Deus, conduziu não só fisicamente um povo, mas sobretudo o conduziu no campo das ideias pelo que dizia e que as reforçava pelo que fazia, já preparando o campo mental 1.400 anos no futuro para Jesus de Nazaré também outro Mensageiro de Deus, que por sua vez o preparou dois mil anos à frente condições mentais, para que os atuais Mensageiros de Deus ou, os dimensionais conscientes e despertos de hoje (“filhos das estrelas”) propagassem a Boa Nova de Cristo, já em linguagem vibracional mais compatível à Mecânica Quântica e à realização dentro de Princípios (Leis) Universais e da Ciência Lilarial, baseados nos fundamentos da natureza.

 

          Jardim do Getsêmani, onde Jesus de Nazaré foi preso e já sabendo que iria ser crucificado, mas já sabendo também que em seu sofrimento eminente na cruz, esse instrumento símbolo de suplicio para grande parte dos seres humanos, no futuro se tornaria uma “metáfora”, mostrando que através dela, deve se fortalecer e transcender de sua condição humana para a sua real condição de ser possuidor de um corpo de luz – de seu “Eu do futuro” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Em Jerusalém, no cenáculo, foi onde aconteceu o terceiro momento, que esse “filho das estrelas” teve com as realidades paralelas, em sua volta ao passado. O cenáculo está localizado no Monte Sião, a sudoeste da Cidade Antiga de Jerusalém e esse termo (do latim Cenaculum) que significa “jantar”, foi o lugar onde ocorreu a “Última Ceia”.

Também nesse espaço que Jesus de Nazaré depois de ter sido supliciado na cruz, apareceu já transmutado àqueles que conviveram com ele mais de perto e que compromissaram propagar os seus ensinamentos. Esse momento é mencionado em João 20:19: “Na tarde desse dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa com medo dos judeus, veio Jesus se pôr no meio deles e disse-lhes: A paz seja convosco. Dizendo isto mostrou-lhes as mãos e o lado”. Foi ali ainda, que o “Espírito Santo desceu” sobre eles: “Quando chegou o dia de Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam” (Act.2,1).

No Cenáculo que esse “filho das estrelas” vivenciou também uma singular experiência com as realidades paralelas, quando uma cantora gospel participante de um dos grupos presentes ao cantar lindamente, ou melhor, vibrar melodiosamente sua voz, o vórtice de energia normalmente ali presente começou acelerar ainda mais no recinto, integrando-se aos demais vórtices (campos de energia) de cada um dos visitantes e, os transformando em uma só frequência de intensa energia mental e vibracional possibilitou gerar um “só e imenso vórtice/”portal”, para trazer à realidade física um corpo de luz, que foi fotografado.

                                            No Cenáculo em Jerusalém esse dimensional vivenciou uma singular experiência com as realidades paralelas, quando se mostrou à realidade física um corpo de luz, que foi fotografado – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Foi ainda no Cenáculo, instantes antes do registro fotográfico acima, que finalmente esse dimensional teve a consciência do porquê de sua capacidade de trazer à realidade física a imagem da espiral ou do vórtice e, às vezes ainda fotografando-a. Nesse instante apesar de seu corpo físico segurar uma máquina (fotográfica) também física, o “clique” desse registro se dá de fato através de seu campo biomagnético com seus vórtices (chacras) superiores à partir do quinto vórtice na frequência do mental sutil ou, mais em sintonia ao seu corpo de luz. (Mais informações dessa viagem à Galileia, Palestina, Jerusalém e Roma no texto: Voltando ao Passado buscando o futuro – Portal Pegasus)

Mais recentemente, em novembro do ano de 2016, quando houve a mudança do nome Projeto Portal para o nome Idakila (irdin) Pesquisas, foi quando também se iniciou no Consciente Coletivo a mudança de frequência, que direcionada tanto para todos os seus participantes ativos, quanto para a população de um modo geral, teve o sentido de influenciar positivamente todos os seres vivos, já que todos são receptores inteligentes ou simplesmente instintivos.

Assim, esse nome pela sua frequência e vibração é extremamente importante, porque com ela que se conseguirá “interagir/mexer” com a Mente Coletiva. E, aqueles já cientes dessa importância e de acordo com ela agindo, já se posicionam na frequência de “cientistas” da Ciência Lilarial buscando a eternidade, e nesse nível de conhecimento eles legarão à humanidade informações, que delas se valerá no futuro.

Com muita força, sabedoria e principalmente com o seu sentido de eternidade!” esses buscadores, pesquisadores determinados e realizadores e, paralelamente ainda também questionadores do universo, já estão em sintonia à vibração trazida por essa frequência, que identifica aqueles que são sábios de si mesmos.
Essa frequência de vibração já iniciada no Consciente Coletivo, sinaliza ainda àqueles que com ela em sintonia estão também em conexão com tudo que está no espaço e no ar – ou, com tudo que está registrado nos universos!

 

                    Na pedra acima, no dia 30 de março de 2013, entre 03h00min e 04h30min, na presença do Ser Divino em sua Vibração e Forma Feminina na Frequência de Luz/Cor branco-prateada, “entrelaçando-se” com sua Vibração e Forma Masculina na Frequência de Luz/Cor vermelho-dourada”, a energia bioplasmada do “fogo da sarça ardente” desmaterializou o “Livro da Aliança”, que colocado sobre essa pedra foi “levado” como intenção o que nele estava escrito, quando então naquela ocasião solene selou uma aliança entre “os de cá, com os de lá”, que se transformou agora em uma outra aliança na frequência de vibração Idakila. Mais informações no texto: Entrega do Livro da Aliança – Portal Pegasus) – Foto de Antônio Carlos Tanure

Mundo Quântico e Jesus de Nazaré…

Jesus de Nazaré e o Mundo QuânticoAtravés da Física Quântica, mais precisamente pela Mecânica Quântica, percebe-se “O Manifestado” associado ao que é chamado de Deus, “entrelaçando-se” com tudo e com todos através de Sete Princípios (Leis) Universais por Ele gerados.

Assim, Deus “se mostra presente” desde o corpo humano com sua estrutura aparentemente densa, mas de fato espaços vazios em “entrelaçamentos” quânticos partículas/ondas dando suporte físico, em outro nível de frequência mais acelerada ou mais vibrátil, o “entrelaçamento” cérebro//mente gerando possibilidade do Pensamento, que proporciona à mente unitária – ou, ao ser humano agora mais verdadeiramente “o observador”, capacidade de interagir “entrelaçado” à Mente Universal não só na realidade física como também em realidades paralelas e, então por fim, valer-se de sua consciência individual e perceber-se ainda como Cocriador ou Semideus “entrelaçado” à Consciência Universal.

Percepção que Jesus de Nazaré dois mil anos atrás possuiu, com ela agiu e ensinou, valendo-se de informações próprias àquele tempo muitas vezes expressadas por parábolas, a necessidade de “se entrelaçar” ou, de “se somar” através do Amor Universal.

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Quando se fala em Física Quântica, Neurociência, Noética (Estudos de Leis Gerais do Pensamento) e da Lei da Atração através do poder do pensamento, muitos relutam em aceitá-las, porque acham que as informações originadas dessas ciências vão contra o que pensam, vão contra suas convicções principalmente religiosas, já bastante enraizadas. Mas, aqueles outros que delas se inteiram com a mente aberta, motivados por uma outra percepção e não mais limitados por amarras emocionais mascaradas como “fé” ou como dogmas, podem identificá-las em várias passagens bíblicas.

Ilustração de dois instantes da Singularidade descrita por Stephen Hawking, no Big-Bang e no Big Crunch ou, respectivamente no início e no fim desse Universo – Imagem da Internet.

A Física Quântica explica o funcionamento da natureza em escalas microscópicas, procurando decifrar o mundo do átomo com suas partículas, registrando e estudando seu comportamento que parece estranho à racionalidade dentro de uma lógica visível no dia a dia.

O estudo dessa ciência começou a ser desenvolvido à partir de 1900 e surpreendeu os cientistas daquela época, pois fornecia uma descrição do mundo bem distinto do que se conhecia até então. Um mundo microscópico que tinha um comportamento muito diferente do que se observava no mundo palpável dito material, porque os objetos quânticos que o compõem, em geral não estão localizados e podem estar em duas regiões do espaço ao mesmo tempo.

O Livro de Gênesis menciona (pelo enfoque da Física Quântica), que o mundo foi criado através do Poder do Pensamento com: “Haja luz” e houve luz. E o “Criador” continuou dizendo: “Haja firmamento no meio das águas, separação entre águas e águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca” – assim, a terra e os mares passaram a existir.

Esses dizeres estão em sintonia com a Lei da Atração. O “Criador” pensou, focou sua atenção nesse “Pensamento”. Colocou Energia nesse instante singular (Sentiu) e acreditou (teve absoluta certeza) que seu “Pensamento” (Desejo em sua intenção de criar) surtiria efeito. Assim, tudo o que Ele “Pensou” se Manifestou – ou, passou antes quanticamente existir, para depois fisicamente se mostrar.

“No princípio era o Verbo.” – João 1:1

Verbo ou Palavra significa que tudo foi criado por meio de Vibração. Nesse sentido a Palavra deu origem ao Som, arranjado na Harmonia Cósmica. O Som assim ressonado ou, nessa Frequência produz Energia Criativa. E, esse Poder não pertence apenas à Mente Universal (Deus), mas pertence também aos seres universais – aos seres humanos (dimensionais), como mentes finitas e extensões Dela.

Realidade significa em uso comum “aquilo que é“, ou ainda “tudo que existe“, seja ou não perceptível, acessível ou entendido pela ciência, filosofia ou ainda por qualquer outro sistema de análise. Mas, “o que é”? Sabe-se de fato, de tudo que existe? Claramente não, e isso torna o conceito de realidade muito abstrato.Geometria do Torus significa dentro da Mecânica Quântica a Geometria do Vector Equilibrium (Fluxo), como a retroalimentação presente em toda a natureza – Imagem da Internet.

Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo.” – Salmo 82:6

O ser humano tem cérebro, mente, pensamentos e sentimentos. Ele pode pensar, focar sua atenção e, com o seu pensamento perceber, acreditar e sentir. Assim, como o “Criador” fez para criar o mundo, ele também como cocriador ou semideus pode criar sua própria realidade. Ele emite vibrações e se essas estiverem harmonicamente direcionadas para aquilo que deseja, ele pode materializá-lo. Ele é uma extensão física da Fonte de Energia que as religiões chamam de Deus / Javé / Jeová / Yehowah / Yahuh / Ha Shem / Allah, etc.

O ser humano e a sua Fonte de Energia (Deus) não podem ser separados. Ele não pode separar do que realmente é, não pode separar do fluxo dessa Consciência que nela está (conscientemente) inserido. Mas, por formar bloqueios ou separações, ele às vezes se vê nessa separação e, apenas quando derruba essas barreiras e se permite perceber o que é de fato, sua vida flui e se enriquece em harmonia e plenitude.

O mar é constituído por incontáveis gotas d’água, que sem elas não existiria. Metaforicamente o mesmo acontece também com os seres humanos, que como mentes unitárias e energias conscientes individuais são extensões da Única Consciente Fonte de Energia – da Mente Universal ou de Deus, e assim como “uma só coisa” não separam.

Essa verdade é mais nitidamente percebida, quando os seres humanos conduzem por pensamentos, expressando-se por sentimentos que caracterizam frequências de harmonia e de amor – ou, frequências de somação que buscam sua inserção no Todo.

“A mensagem da água” é um conjunto de pesquisas feito pelo cientista japonês, Masaru Emoto, que submeteu as moléculas de água com diferentes sentimentos humanos, pensamentos e até músicas, através de equipamentos especiais e depois fotografou os cristais de água formados, quando então viu conforme os pensamentos ou as palavras, que foram emitidos naqueles momentos, formas das mais cristalinas às mais turvas – e, com isso, se o ser humano tiver de fato noção, que seu organismo é constituído em torno de 70% de água, ele deve ter toda cautela não só com seu pensar e agir, como também com os de outros. Abaixo algumas imagens dessas experiências:

  

  

As três primeiras imagens acima e da esquerda para a direita a água foi exposta aos sentimentos humanos associados à uma música estilo Heavy Metal, à expressão “você me enoja” e à palavra “mal”. E as três últimas imagens também da esquerda para direita mostram respectivamente sentimentos associados à palavra “verdade”, à palavra “eterno” e às palavras “amor e gratidão” – Imagens da Internet.

Vivenciando-se a “religiosidade” em um processo (mental) de interiorização, selecionando e direcionando energias (frequências) emocionais, é um proceder que não tem nada a ver com “seguir uma religião”, principalmente nos dias de hoje quando muitas delas tornaram instrumentos, não de disseminação de conhecimentos mais profundos e verdadeiramente mais transcendentes (sintonizados à frequência do mental sutil ou da quinta camada da aura), mas da ignorância com a desinformação para mais facilmente continuarem manipulando e explorando multidões.

Expressar “espiritualidade” é se mostrar “mais além”, no verdadeiro sentido de humanidade – ou, no mesmo e verdadeiro sentido inserido nos ensinamentos de Jesus de Nazaré, muitos deles por parábolas.

Mas, quando se diz “tudo é ilusão”, não quer dizer que nada é real, que as projeções mentais sobre o que se tem como realidade, são ilusões. Assim, quando se diz, que tudo visto é uma ilusão, mencionando-se a matéria física e rígida, é por causa de seu molde ou forma e não por seu real conteúdo energético-vibracional. Tudo que “se vê” (aparentemente), não se dá apenas fisicamente através dos olhos, mas também e sobretudo pelo processo mental.

Essa ideia vem atualmente ganhando espaço no âmbito cientifico da Mecânica Quântica. Mesmo já se sabendo existir um mundo fora do ser humano fisicamente visto, a percepção mais verdadeira dele acontece sobretudo por eventos não vistos, processados através de seu sistema nervoso e dinamicamente registrado pelo seu “mecanismo” cérebro-mente.

Por introduzir conceitos contraditórios ao senso comum, a Mecânica Quântica que rege as relações do mundo subatômico, ela é algumas vezes usada de forma distorcida para explicar fenômenos por ela estudados – Imagem da Internet.

Pela Metafisica da luz o fóton “fica mais perto de Deus”. O fóton/onda ou luz é na realidade física que mais se identifica, com o que no campo metafisico é chamado de “espiritual”. O fóton por não possuir massa é mais eterno – está entre a Luz (Deus) e o fisicamente manifestado, quando nada mais existe.

O ser humano vê e pega os objetos para senti-los, mas essa solidez que acha ter em mãos, ela no fundo é uma miragem, assim como a sua percepção acerca do mundo. Ele vê aquilo que lhe é dado (aparentemente) conhecer. Ele vê aquilo que para ele é mostrado e grosseiramente forçado entender – infelizmente, não o que “mais além” da realidade física com o mental sutil deveria “ver” (perceber).

Pela Física Quântica quando se diz “ter fé”, essa ação deve ser considerada como um estado mental de consciência movido por um desejo profundo, acreditando na capacidade e potencialidade para criar a própria realidade. Acreditando de fato, o que é pensado, vai se manifestar. O ser humano deve aprender dominar a própria mente, para que possa assumir o controle de sua própria vida e se tornar autor de sua própria história.

Esse proceder nada tem a ver e agir com uma “fé cega”, que tem tudo a ver com o crer em algo sem fundamento, não cientificamente consistente. Esse proceder tem tudo a ver com o falso crer de um mundo ainda constituído por dogmas, de sentimentos devocionais e de paradigmas ultrapassados, que deles valem algumas religiões, doutrinas, filosofias e escolas de pensamento e que “fogem do filtro” da ciência.

Corpo” de Luz/Cor que se mostrou na realidade física e que foi fotografado dentro do Cenáculo/Jerusalém, em setembro de 2014. Mais informações na Pagina Interações do Site www.pegasus.portal.nom.br, com o texto “Voltando ao Passado, buscando o Futuro” – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Físicos como o indiano Amit Goswami utilizam de conceitos da física moderna para apresentar provas científicas da existência da imortalidade, da reencarnação e da vida após a morte. Esse cientista e professor titular da Universidade de Física de Oregon, Ph.D em Física Quântica e físico residente no Institute of Noetic Sciences defende a conciliação entre Física Quântica, espiritualidade, medicina, filosofia e estudos sobre a Consciência.

Também Fritjof Capra, Ph.D., físico e teórico de sistemas, revela a importância do “observador” na produção dos fenômenos quânticos, que os testemunha não só como atributos de eventos físicos. Segundo esse cientista, as partículas são despojadas de seu caráter específico quando são submetidas à análise racional do “observador”, ou seja, quando são estudadas (observadas) por alguém com aparelhos científicos próprios e quando também tudo se interpenetra, tornando-se interdependente – ou, entrelaçando mente e matéria através daquele que observa o objeto em análise.

Por causa dessa interferência outro renomado físico e prêmio Nobel de Física Eugen Wingner atesta igualmente, que o papel da Consciência no âmbito da teoria quântica é imprescindível.

Assim, quando utiliza pelas Leis da Mecânica Quântica a ideia de sua simetria consoante – no Princípio da Complementaridade ou, na presença do “observador” (de alguém) examinando o objeto (átomo como partículas/ondas) em seu fundamento ondulatório de realidade, esse passa então conferir ao ser humano um irrefutável “substrato metafísico” e com ele lhe conferir também o imponderável de um “substrato de espiritualidade”.

Maná Quente” na forma de pequeninos pães, distribuído em Juquitiba/SP para cerca de 250 dimensionais do Projeto Portal, no mês de abril de 2016. Materializações que iam acontecendo seguidamente dentro da marmita, para que fossem suficientes e todos os presentes pudessem ingeri-los e estimulados no sentido de desenvolverem uma maior capacidade de memória e de raciocínio. – Foto do Projeto Portal.

Existem padrões matemáticos, geométricos específicos e universais que se repetem em todos os aspectos da existência de uma forma ou de outra. Padrões que são parte dessa estrutura universal e que o ser humano para compreendê-la melhor, precisa também compreender melhor como funciona essa “Matrix” complexa, que nela se acha aprisionado.

Jesus de Nazaré ensinava amar porque as frequências mais altas que se pode vibrar são Amor Universal (500 Hz), Alegria (540 Hz), Harmonia (Paz) (600 Hz), Iluminação (700 Hz) e Consciência Final (1000 Hz). Vibrando na Frequência do Amor ou acima dela, além de poder atrair e materializar qualquer coisa que quiser, o ser humano pode influenciar e mudar o ambiente em que vive e também as pessoas ao seu redor.

Como já foi mencionado, o elétron não tem uma existência realmente física, apesar de se mostrar como partícula, porque ele se mostra também entrelaçado ao seu aspecto fóton/onda, sendo capaz de estar em vários lugares ao mesmo tempo e ainda, quando é observado por instrumentos próprios, ele muda o seu rumo. Assim também, o pensamento gerado pelo “mecanismo” cérebro/mente (analogamente partícula/onda), influencia tudo e muda o rumo dos acontecimentos e cria novas possibilidades no dia a dia humano.

A Mecânica Quântica “sinaliza” o ser humano (em seu mundo macroscópico), que ao se interiorizar e pudesse literalmente olhar para dentro de si (em seu mundo microscópico), e proceder em sintonia com leis que ditam procedimentos desse seu mundo interior invisível, que corrige rota, que muda o proceder e que também muda rumo dos acontecimentos, ele saberia de fato, que poderia também se transformar e modificar tanto seu futuro quanto seu destino – essa forma de proceder está nele de forma intrínseca e energeticamente já disponível dentro dele.

O ser humano possuidor de um corpo denso é constituído basicamente por prótons (+) e por elétrons (-), que com eles (em seu corpo físico) vivencia consciente conceitos mentais do bem (+) e do mal (-). Portanto, ele no mundo macro continua ainda proceder em total correlação com o mundo micro e se conduzir pelo Segundo Princípio (Lei) Universal, que menciona o átomo na matéria, a unidade de força, a mente humana e a existência de energias conscientes (seres) em uma escala de vários níveis de realidade são fundamentalmente a mesma coisa. A diferença é apenas uma questão de grau e de coeficiente de vibração, porque todos são criações d’O Todo, existindo na Mente Universal, impulsionados por essa Única Fonte de Energia.

O futuro do ser humano está sempre mudando. Todas possibilidades existem em sua vida, quando então pode tomar qualquer rumo para melhor ou pior. Depende do que ele define como vai desenvolver o seu caminho e aprendizado “transvestido” de um personagem – ou, do “eu”, que cria para si escolhas em geral. Assim, conscientemente ele alimenta de sensações positivas ou negativas, que direcionam sua vida apesar de que na maioria das vezes faz inconsciente essas escolhas – mas, mesmo assim elas não deixam de ser escolhas. 

Não caminhando de maneira mais constante pela estrada do meio ou pela Linha B (Neutra), mas agindo com suas outras Linhas da Vida A (-) e C (+), o ser humano não se liberta, através de uma percepção que deve existir “mais além”, de sua “prisão na dualidade” que nela se encontra também regido pelo Quarto Princípio (Lei) Universal – ou, o da Polaridade. Ele vai vivenciando sentimentos constantes e alternados entre “certo e errado”, entre “o negativo e positivo”, etc., negando-os como de parte de si e não permitindo a iluminação dessas suas “sombras”.

Essa é a razão de seu sofrimento em todos os aspectos, pela segregação ou exclusão de suas infinitas partes e pela sua impotência que não o permite sair da “Matrix”. Por não saber agir com a sabedoria de um “mago”, que exige caminhar pela Linha B (neutra), mas também quando necessário caminhar pelas duas outras Linhas A (-) e C (+), sem se deixar afetar pelas energias que essas duas Linhas irradiam.

A palavra ilusão significa algo passageiro, algo efêmero. Ela vem do latim “ludare” (brincadeira) ou “iludare” (jogando ou brincando com), que também deu origem a palavra “iludir”. O plano físico e outros planos de existência também são no fundo ilusões. Não constituem Verdade Absoluta, mas expressões gradativas dessa que dão ao ser humano a sensação do que acha que é (ou que deve ser), mas que não poderá realmente ser.

human_toroidial_energyPela Física Quântica pode-se entender de forma cientifica e simples o que é chamado realidade no mundo físico é muito relativo, bastando-se saber que tudo no universo físico conhecido é composto por átomos, que não são sólidos – Imagem da Internet.

Como a Física Quântica sinaliza que “tudo é só um “jogo”, que é só uma “brincadeira”, portanto nada é de fato real, todos sofrimentos e alegrias são também ilusões (emocionais). São oscilações criadas para dar ao ser humano a ilusão de movimento e de diferença.

Crenças, opiniões e apegos e lições de vida às vezes ignoradas, que condicionam o ser humano se manter preso às coisas e colocar a culpa dessa sua prisão às dificuldades que enfrenta na realidade (física) – o que é justamente o oposto, porque são geradas por inúmeras de suas deficiências internas.

Se a prisão é aquela que o ser humano cria para si, ele deve também por outro lado aprender dela sair, ou melhor, transformá-la em algo mais produtivo do que prejudicial, libertando-se. Ele deve aprender sair dessa inconsciência e dessa inconsistência que o aprisionam na “Matrix”, gerando ilusões dentro de ilusões e quase sempre fazendo-o cair em completo esquecimento em relação à sua Essência. Ele fica tão identificado com essas ilusões, que perde a parte mais importante de si e acaba por atrair e reforçar ainda mais as presenças dessas forças.

Devido a aproximação dos seres humanos de seu “Ponto Zero”, as outras realidades estão entrando em sincronia com sua realidade humana e, com isso, significando também que as suas escolhas estão ficando cada vez mais definitivas, marcando cada vez mais suas intenções.

O “Ponto Zero” não é o fim do mundo, e nem o começo de um novo, mas sim “um update” (um modernizar, um atualizar) na consciência humana e, por consequência também, nessa realidade todas as portas estão sendo abertas para todos. Assim, é necessário que todos prestem atenção no que desejam, para descobrirem e receberem o que querem, mas também para o que não querem.

É importante lembrar que é a consciência que está atravessando o tempo e o espaço, então se muda a consciência coletiva, muda-se o mundo que nele todos estão vivenciando. A realidade que os seres humanos estão nela no momento, ela é simplesmente um reflexo de suas escolhas, dentro da uma visão de um mundo passageiro.

Tudo que nela é vivenciado é resultado de uma intenção. Assim, a realidade do que se vivencia é o resultado das intenções que se cultiva. Alguém pode-se enganar e dizer que é vítima da vida, de outras pessoas, de situações, mas essas lamentações só farão sua situação piorar.

Na foto “pedras” materializadas, a maior com oito faces e a “pedra” menor com o formato de um discoide mais arredondado foi materializada no Local das Sondas, Hotel Fazenda Projeto Portal, no ano de 2002, em um instante singular quando ela literalmente “caiu” materializada na palma da mão direita de seu portador, que naquele instante direcionando o seu pensamento e valendo de sua força mental impulsionada pelo seu desejo e sua vontade, gerou a frequência para a materialização desse objeto – Foto de Antônio Carlos Tanure.

O funcionamento desse universo de espaço-tempo vai muito além da lógica convencional, que nele é acostumado fisicamente ver e sentir pelos acanhados sentidos comuns humanos. É importante entender e perceber que todos os mundos imagináveis são possíveis, pois o que não existe não pode sequer ser imaginado.

Na cognição quântica – ou, em seu processo de aquisição do conhecimento, através da atenção, associação, memória, raciocínio, percepção, etc., campos da psicologia e da neurociência abrem-se para entender a mente não de forma linear como um computador, mas de maneira mais inteira, harmônica e universal, apesar de que o entendimento sobre pensamento e sobre a existência ser muito paradoxal, reforçado por séculos de uma confusa logica culturalmente distorcida por paradigmas.

Foto do “Maná Frio” (também na forma de “pãezinhos”) que foi materializado no sitio Morada do Rei, em Mateus Leme, no dia 9 de maio de 2016, para cerca de 170 dimensionais que o ingeriram, com a finalidade de estimulá-los aos sentimentos pacíficos, portanto associados aos estados mentais da alegria, da harmonia e do amor – Foto do Projeto Portal.

A mente quântica (corpo mental) que é necessária a um mundo não visível e energicamente, mais acelerado, ela não se desloca pelo tempo cronológico – ou, do ponto A para o ponto B e vice-versa, como acontece na realidade física, mas com “o voar” (ondulatório) na velocidade do pensamento.

E acessa mais facilmente a mente quântica através da Energia Crística (aquela necessária para realização no mundo físico), que se mostra através de estados mentais mais profundos gerados por pensamentos com sentimentos (emoções) unificadores como a do Amor Universal, quando se mostra também a possibilidade de unificação dos conceitos “do bem e do mal” e ainda, a possibilidade de harmonizar “luz e sombra” como sendo uma só e única ideia – ou, como aspectos de uma mesma verdade. 

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Jesus de Nazaré e o mundo quântico

De acordo com a Física Quântica a coisa mais solida que pode existir na matéria desprovida de substancia é um pensamento ou, um “bit” de informação concentrada.

“Por isso digo: peçam, e será dado, busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois tudo o que pede, recebe; o que busca, encontra, e àquele que bate, a porta será aberta” – Mateus 7:7,8

Foto à esquerda do vórtice de um portal (eletromagnético) que se formou, no dia de 21/07/2001, em torno das 22:00 horas, no Local do Milharal, do Hotel Fazenda Projeto Portal, para entregar ao dimensional (àquele que já interage consciente com outras dimensões) a sua “Placa Física” (foto à direita), que para ele materializou-se, com informações vindas do futuro em forma de símbolos. Mais informações nesse Site através da Pagina O Portal e na Pagina Relatos com o texto: “No milharal, a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Em todas as épocas e gerações existiram suposições. Existiram centenas de conjeturas, que poderiam ser ou não verdadeiras. Historicamente, na maioria dos casos essas suposições não eram verdadeiras. Assim, ao se tomar a história como guia, pode-se supor que muitas coisas que hoje se acredita no mundo, podem ser falsas. Podem estar presas a preceitos distorcidos ou mesmo às inverdades, ditando paradigmas sem embasamento cientifico.

“O Espirito de verdade que o mundo não pode receber, porque não o vê e não o conhece; vós os conheceis, porque habita convosco, e estará em vós” – João 14,17”. “E, “conheceis a Verdade e essa vos libertará” – Jesus de Nazaré”.

A Proporção Áurea – dentro da geometria e da matemática universais é ditada pelo Segundo Princípio (Lei) Universal – ou, de Correspondência, que explicita existir uma harmonia, uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação, Vida e Existência, porque tudo o que está incluído no Universo emana da mesma Fonte. As mesmas leis, princípios e características se aplicam a cada unidade ou combinação de unidades, assim como cada unidade manifesta seus fenômenos no seu próprio plano.

O ser humano não deve esquecer que mesmo aparentemente limitado por um corpo físico, mas possuidor de um corpo mental é um cocriador, tendo o poder de mudar a realidade através de seu pensamento, desejo e vontade, buscando uma melhor condição para si e para os outros.

Entretanto, ele deve ter o cuidado com o pode às vezes ser induzido pensar e sentir. O seu cérebro não vê diferença entre a ficção e a realidade. Experimentos científicos mostram, quando conecta o cérebro de um ser humano a computadores e scanners e peça para que ele olhe determinados objetos, partes de seu cérebro vão sendo ativadas nesse sentido.

E, se logo depois ele já estando com seus olhos fechados, é pedido para que imagine os mesmos objetos, as áreas do cérebro anteriormente ativadas ficarão novamente estimuladas, como se ele estivesse vendo fisicamente esses objetos. Com essa experiência os cientistas perguntam, “quem vê” os objetos é o cérebro ou são os olhos?

“Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu” – Jó 3:25”.

Vendo filmes violentos policiais, ou assistindo outros tipos de filmes com todo tipo crueldade, aquele que se envolve emocionalmente com todas essas cenas e energias visualmente de desarmonia, esse seu proceder acaba também atraindo para sua vida energias negativas – seu cérebro acha que essas cenas estão acontecendo com ele, fazendo parte (negativamente) de sua vida.

E, o seu cérebro ainda colocará seu organismo em alerta, fabricando excesso do hormônio cortisol – o do estresse, enfraquecendo seu sistema imunológico. Sintonizar mente e coração (sentimentos) com emoções positivas é a melhor atitude, é proceder de maneira inteligente.

Cada um cria sua realidade, de acordo com a frequência (mental) que com ela mais sintoniza. Frequências de desarmonia geram outras frequências também de energias negativas, na forma de todos os tipos de problemas e de doenças de fundo psicossomático.

Jesus de Nazaré procurou ensinar uma maneira de pensar e de proceder melhor. De pensar e de agir de forma mais harmônica, ao mencionar mais constante até por parábolas o sentido (vibracional) dos sentimentos do amor, da compreensão e da tolerância, etc., porque o cérebro ao produzir frequências geram também ondas, que podem afetar não só a saúde daquele que as produz, como também o mundo ao seu redor.

Fotografia de um instante com a energia crística, tirada em 05 de julho de 2009, no Campus da Universidade Federal de Minas Gerais, envolvendo um grupo de pessoas (dimensionais) durante um trabalho de desenvolvimento mental. Essa energia na frequência de luz/cor vermelha para realização no mundo da realidade física, dela se utiliza, movendo-se pela vontade e pelo desejo profundo, no sentido de realizar “fenômenos” conhecidos como “milagres” – foto de Antônio Carlos Tanure.

E tudo que pedirdes na oração (com a mente positivamente em ação), crendo (com desejo profundo), o recebereis ­– Mateus, 21, 22.

Tudo é possível àquele que crê ou, quando de fato foca sua mente com um desejar verdadeiro em alguma coisa. A fé (desejo profundo) sem obras (sem agir) é estéril. Vivenciar essa verdade, é se libertar. É não se deixar vitimar pelos próprios pensamentos, harmonizando suas emoções e transformando para melhor sua vida e a de outros.

“Ai daquele que tem olhos e não vê” … “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali estarei” … – Jesus de Nazaré”.

Cada um tem o poder de criar e, muito mais ainda, quando com outros reunido para um mesmo objetivo, potencializar e mentalmente direcionar no sentido de uma mesma Frequência, à Única Fonte de Energia – ou, à Mente Universal, Deus.

“Bem aventurado os puros de coração, pois ele verão Deus. E tudo que pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei” – Jesus de Nazaré”.

Acima, na citação “em meu nome”, não quer dizer o nome que acham que ele tem e que o inconscientemente Coletivo ou grande parte da humanidade entende como sendo d’ele. Mais que um nome que já é uma frequência que vem sendo gerada durante séculos pelo pensamento de milhões e milhões de pessoas e que não pode ser mais removida – já é uma frequência de altíssima vibração agora associada ao seu nome.

Aquele já alcançou um outro padrão evolutivo, portanto já possuidor de conhecimentos necessários para se expressar em outra frequência mental, ele não mais aceita conceitos associados ao misticismo, aos mistérios e aos “milagres”. Para ele o que até então estava no campo dos mistérios, deve agora pelos conhecimentos e vivências que já possui, procurar explicações no campo físico, físico-químico, biológico, eletromagnético, metafisico e principalmente no campo da Mecânica Quântica, exercitando-se no processo da desmitificação.

Novos conhecimentos da Física Quântica abre agora um largo horizonte àquele, que já percebe Jesus de Nazaré em sua verdadeira realidade multifrequencial e multivibracional, porque ele já o percebe além dos tacanhos limites da realidade física.

 

Fotos das presenças de “corpos energéticos” em instantes de interação com realidades paralelas, quando para fisicamente registrá-los, foram necessários uma frequência mental mais acelerada e sentimentos com maior e sutil sensibilidade – Fotos de Suzana Ferrari (suzanaferrari@yahoo.com.br)

Aquele que não mais se sujeita ser empurrado por crenças, conceitos de dogmas e de “falsa fé”, ele já não mais confunde conceito de religião com espiritualidade (religiosidade) e “dessa fé” com um consciente e profundo desejo, ao se ter mentalmente foco.

Já conduzido por novos conhecimentos e pautado pelas suas novas vivências com as realidades paralelas, ele já percebe que verdadeiramente ter fé, é saber se direcionar consciente com a força de seu pensamento na frequência da quinta dimensão, para se inserir na frequência da quarta dimensão, ou, no mundo do bioplasma movido por um desejo profundo, onde o que é chamado de “milagre” começa a se realizar, para então já na frequência da terceira dimensão (realidade física) e agora movido pela vontade o que foi antes desejado profundamente, no final se materializa.

Nesse processo interdimensional voltado ás materializações ele já sabe ainda, que está presente a frequência de luz/cor vermelha (bioplasma) também chamada de energia cristica, que é uma frequência para realização no mundo físico e que dela Jesus de Nazaré – O Cristo, utilizava para fazer as suas materializações e curas.

“Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou sua veste. Porque dizia: se tão tocar nas suas vestes, sararei” – Marcos 5: 27-28.

Fotos Kirlian provam que todo ser vivo tem um campo de energia, que irradia na forma de magnetismo pessoal (corpo bioplasmático – aura) e que através dele pela imposição das mãos ou mesmo pelo pensamento essa energia é transferida, para aquele que dela necessita.

Jesus de Nazaré ao dizer para aquele que o procurava, solicitando alguma cura e ela se realizava, ele mencionava para esse que foi curado, “foi sua fé que o curou”…, de fato ele apenas potencializava esse doente, para que os chacras (vórtices) de seu corpo bioplasmático entrassem em harmonia de funcionamento uns com os outros e energeticamente acelerassem, para que esse doente agora vibracionalmente potencializado pudesse realizar seu próprio “milagre”, realizar sua própria cura, trazendo-a ao seu corpo físico.

E ainda quando ele dizia, “vá e não peques mais”, ele em linguagem energético-vibracional queria dizer para que esse que foi curado, que não mais desalinhasse os seus vórtices e que não mais os tirasse de sua frequência de equilíbrio – ou, que não os tirasse de sua harmonia de funcionamento, para que não mais adoecesse.

Objetos magnetizados que muitos o chamam de objetos “abençoados”, esses objetos em si não possuem o “poder” que neles muitos acham ter, eles possuem é a energia que neles foi posta e que pode atuar positivamente ou negativamente, dependendo da força (energia) mental neles depositada.

 

Fotos da aura externaTodos os seres humanos expressam a realidade de seus corpos bioenergéticos (auras), que envolvem seus corpos físicos como luz/cor e que os integram aos mundos paralelos fisicamente não visíveis ou, vibracionalmente mais acelerados, mais sutis e “mais divinos” – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

“Desintoxicar o corpo e a alma” de fora para dentro e vice-versa, portanto ao nível molecular e até mesmo ao nível atômico, gerando um todo vibracional mais correto ou mais harmônico, foi o que Jesus de Nazaré procurou também ensinar através de muitas de suas parábolas

Mas, quem beber da agua que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna”. “Jesus levantou-se e disse em voz alta: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como disse a Escritura, do seu interior fluirão rios de agua viva” – João 7:37 – 38.

Os ensinamentos mencionados por Jesus de Nazaré muitos deles através de parábolas, tinham intenção de facilitar o seu entendimento, mas mesmo assim pouquíssimos foram aqueles que os entendiam e mesmo assim ainda em parte, como hoje também são muitos poucos, que os entendem pela visão da Física Quântica. E por não entenderem as parábolas com o seu sentido quântico, fizeram traduções erradas, ou os queimaram como documentos que chamaram de apócrifos.

Não entenderem seus ensinamentos, que queriam mostrar também a necessidade de ter um organismo saudável, para que cérebro, mente e pensamento funcionassem melhor direcionados a um estado de consciência, que busca uma forma de vida mais feliz, mais harmônica. Jesus de Nazaré procurou ensinar com os conhecimento da época, que a verdadeira saúde começa, em seu sentido mais amplo basicamente pelo corpo – ou, literalmente a partir de dentro de cada um.

Os sãos não necessitam de medico, mas sim, os que estão doentes” – Jesus de Nazaré”.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora aparecem realmente formosos, mas dentro estão cheio de ossos, cheios de todas as imundices”. “Assim, também vós pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade” – Mateus 23:27-28

Em seu mundo emocional o ser humano comumente afeta os outros e o ambiente, como também é afetado por eles, por isso que Jesus de Nazaré mencionava aos que o escutavam abandonassem tudo, (ambientes, familiares, posses) e o seguissem, para que pudessem se livrar de quaisquer outros tipos de energia, que não fossem aqueles que dele mentalmente irradiava. Acompanhamento que não queria dizer apenas fisicamente, sobretudo mentalmente em sintonia com seus sentimentos.

Ele queria que o ser humano tivesse não só saúde física, mas também tivesse saúde emocional vibrando mentalmente com sentimentos positivos, que acabam “caindo no vazio”, quando não são procurados “mais além”, mas apenas buscados pela ótica (ilusão) da matéria, ressoante com seu corpo físico uma estrutura física construída por átomos e esses praticamente vazios. Se até hoje é difícil o entendimento quando se menciona o mundo atômico, pode imaginar a paciência de Jesus de Nazaré quando tinha que informar sobre algo que existe, mas que não era enxergado.

Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam” – Mateus 6,19.

A Mecânica Quântica estabelece que o “observador” – ou aquele que observa o mundo atômico em experimentos científicos, ele com essa sua observação tem a capacidade de alterar a matéria ao nível do mundo subatômico (partículas/fótons). Mas, de um modo geral os seres humanos “enxergam” ou, procuram entender e proceder é em o que é mais superficial (ou à falsa realidade), imaginando-o, imutável e verdadeiro seduzido pelos sentidos, sem perceber que está preso em um mundo ilusório – na trama da “Matrix”.

Toda a matéria é apenas energia – Imagem da Internet

O ser humano é um ente com corpo denso, consciente, pensante e provido dos sentimentos do desejo e da vontade. Um ser que fisicamente anda (bípede), mas também com o seu sutil corpo mental pode mover-se (“voar”) por realidades paralelas além do limite espaço-tempo. Ele é constituído por uma estrutura orgânica funcional (corpo), que na linguagem quântica é formado ao mesmo tempo por partículas (elétrons/matéria) e por ondas (fótons/luz).

Portanto, comparativamente pela linguagem da Física Quântica e pelo Segundo Princípio (Lei) Universal, ele tanto se mostra como matéria com corpo denso e visível (em seu aspecto partícula), exercitando na realidade física através dos sentidos comuns e ainda se deixando influenciar oscilante pelas Linhas A (-) e C (+) de suas Linhas da Vida, mas também podendo se mostrar (em seu aspecto onda) na condição de seu corpo mental sutil, invisível e sintonizado à neutralidade da Linha B ou do Meio de suas Linhas da Vida, não mais deixando se aprisionar emocionalmente à realidade física e adquirindo condição para acessar consciente realidades paralelas.

A identificação do ser humano na realidade física desse planeta é através de sua carteira de identidade, mas no Universo ele é vibracionalmente identificado (como ser universal) através de sua Frequência de Onda.

Os sentidos comuns são limitantes, engando o ser humano pelo o que ele aparentemente vê. E assim se enganando pode se tornar materialista, quando vai se deixando envolver apenas pelo que vê, ouve, pega, cheira e degusta – pelo que julga ter. Ele dentro da “Matrix”, onde se acha prisioneiro, vive o reino da mentira do não ser. Ele vivencia em uma sociedade consumista, aceitando tudo que para ele vai sendo imposto.

Em seu cotidiano ele acha, que está tentando se adaptar da melhor maneira possível, conduzindo-se de forma impulsiva àquilo que ele mesmo não sabe o que é, mas que julga saber, tornando-se cada vez mais prisioneiro de sua própria ilusão.

Ele está prisioneiro de um mundo de competição desenfreada, de inveja, de vaidade, deagressões, de guerra e de infindáveis problemas sociais e psicológicos de todo o tipo, sem conseguir se libertar de sua angustiante prisão alicerçada pela ilusão do ter.

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” – Mateus: 33”.

Várias informações passadas dois mil anos atrás, já naquele tempo se mostravam de maneira “camuflada” o que hoje os cientistas procuram às claras nos laboratórios conhecer e mostrar. Anos atrás os cientistas achavam pela física clássica que a matéria era algo estático e previsível.

Entretanto, nas pesquisas mais recentes do mundo quântico o poder do pensamento é imprescindível para o seu conhecimento, em função do que pode sobre ela atuar e transformá-la. Poder que também proporciona o ser humano transformar a realidade em sua volta, valendo-se também de seu campo de energia (bioplasmático), que foi usado comumente por Jesus de Nazaré, que dividiu a história da humanidade em antes e depois dele.

Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que faço e outras maiores fará…” – João 14:12

A Física Quântica (especialmente a Mecânica Quântica) é traduzida teoricamente por fórmulas, que traduzem leis matemáticas não compreensíveis para a maioria das pessoas. Mas, a grosso modo pode-se dizer, que ela se fundamenta na tentativa de explicar a natureza naquilo que ela tem de menor – os constituintes básicos da matéria.

Nessa nova compreensão quântica da matéria, sua estrutura subatômica constituída por partículas/fótons/ondas possui comportamentos bizarros. Não se sabe exatamente onde esses constituintes básicos estão, porque são outras as leis que os regem. Dentro do “Princípio da Incerteza”, de Heinsenberg, não se sabe (estranhamente) aonde de fato essas estruturas se situam, que desaparecem em um ponto e aparecem em outro, sem se saber o caminho que seguiram para essa façanha.

O tempo não está em movimento… Os anos de vida de um ser humano não foram a lugar algum… Ele (ser humano) que foi – Imagem da Internet.

A força que o ser humano carrega, ele não imagina. Com ela suas possibilidades (habilidades) mentais são imensas. Nesse sentido Jesus de Nazaré muito mencionou, para que cada um comandasse realmente seu destino, evitando que o acaso tomasse rédeas e comandasse sua vida. Ele era enfático e muitas vezes repetia os seus ensinamentos, afim de que fossem entendidos e absorvidos.

Ele queria mostrar àqueles que o ouviam, que com o uso correto de seus pensamentos e de seus sentimentos, eles podiam alcançar na plenitude o que buscavam. Insistia que a cura das doenças físicas e sobretudo “as espirituais” estavam ao alcance de todos, como uma capacidade literalmente intrínseca.

Hoje a Física Quântica demonstra que existe algo além, que não se pode enxergar. E nesse sentido Jesus de Nazaré, em sua época e em outra linguagem, procurou também mostrar, que existem outras realidades, existem outras forças não vistas, mas que se pode com elas criar e transformar.

Se ele falava de vida eterna, citando ressurreição (transmutação), ele sabia que não havia morte. Ele sabia que energeticamente ninguém morre, apenas se desloca de uma realidade para outras, além do limite espaço-tempo. Todos existirão energeticamente para sempre. Todos e Tudo são no fundo Energias, Vibrações e Frequências.

Acima, na presença do vórtice (ou da “espiral”) – Quando esse é até fotografado, aquele que o fotografa, cria em um instante mental para ir “mais além”, ir com o seu corpo mental além do “ponto zero” e alcançar eventos do passado e do futuro “gravados” em realidades paralelas e mais sutis. Na foto à esquerda um instante dessa interação mental através do vórtice e na foto à direita a mesma paisagem sem essa interação ou, como comumente ela é. – Foto de Antônio Carlos Tanure

A imagem mental e vibracional do vórtice (espiral) está presente na mente criativa finita do ser humano, separada daquela em que no Universo vibra na Infinita Mente Vivente (Deus), mas com ela ressoante.

Proporção Áurea, Sequência de Fibonacci, Número de Ouro são expressões que começaram a ser conhecidas com Leonardo Fibonacci (1170 – 1250), que foi o primeiro a entender, se numa sucessão de números definindo os dois primeiros números em uma sequência como a de 0 e 1, por exemplo, os números seguintes serão obtidos por meio da soma dos seus dois antecessores. E dessa sequência, ao se dividir qualquer número pelo anterior, extrai-se a razão que é uma constante transcendental conhecido como número de ouro (Phi: 1,618).

A partir desses seus estudos Fibonacci construiu o retângulo áureo e a espiral áurea, mas para isso, ele antes observou a natureza, quando percebeu a presença da forma espiralada existente em tudo, que conservava uma mesma proporção – ou, que a espiral cresce na mesma medida que o retângulo de ouro, obedecendo a proporção de 1,618. Abaixo imagens que no mundo da realidade física mostram na geometria do retângulo a evolução da espiral, que o acompanha na proporção do número de ouro Phi: 1,618.

Imagens da Internet.

A Proporção Áurea, Sequência de Fibonacci, Número de Ouro mostram de fato em sintonia com o Segundo Princípio Universal – ou, o de Correspondência, que menciona existir uma harmonia, uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação, Vida e Existência.

Porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível” – Mateus 17,20.

As menções acima estão totalmente de acordo com a Mecânica Quântica, com a Neurociência e com a Lei da Atração. Se o ser humano concentra e utiliza de seu pensamento, sentindo-se intensa e direcionada energia emocional em relação ao que realmente acredita, esse seu desejo realiza. Ele pode criar, atrair ou conseguir tudo o que quiser através de seu pensamento e, se não consegue esse seu intento, porque ainda não acredita em sua própria capacidade (habilidade mental). Então, para conseguir o que ele quer, basta desejar, sentir, acreditar e criar – ou, agir “com coração e mente”. “Peça (realmente), e será dado”.

Pela Física Quântica – na Criação Deliberada, o ser humano tem capacidade mental para materializar as coisas e realizar mais outros seus desejos. E esse seu criar não tem nada a ver com “fé cega” fomentada por crenças estéreis, que o limitam e o controlam no que pode ou não obter. Ele fica aquém da fronteira gerada pela sua mente – e, o único limite de sua mente é que aquele que acredita tê-lo.

Universo na Visão da Física Quântica…

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Existem 3 principais modelos sob as quais as pessoas tendem a enxergar o Universo. O primeiro é a visão religiosa do mundo como algo criado por um criador. O segundo modelo pode-se chamá-lo de “totalmente automático” através do Big-Bang e do Big Crunch, quando menciona um Universo cíclico, que faz a si mesmo. Essas duas primeiras visões são as que moldaram o pensamento ocidental nos últimos séculos.

Um terceiro modelo está mais de acordo à cultura oriental e baseia-se em um “modelo dramático”. Nele a existência do Universo é em si o “drama de Deus”, quando bilhões de histórias (humanas) vem sendo contadas das mais variadas maneiras, para que “Tudo que é” enxergue as suas várias partes, sem que elas anulem umas às outras. E nesse caso Deus não seria apenas o Criador, mas seria também a própria Criação – ou, em outras palavras seria a Consciência, que está experimentando a Si mesma dentro de Si mesma, pois Ela é Tudo que Existe.

Segundo Stephen Hawking mesmo que esse Universo teve um “começo” e que terá um “fim”, ele dentro do segundo modelo nunca terminará. Ele estará sempre existindo, porque todos os momentos, todos os tempos e todos os espaços já estão nele contidos.

Na busca do conhecimento sobre o Universo a ilustração acima à esquerda mostra a curvatura do espaço e do tempo provocada pela presença de massa, dentro do conceito introduzido pela teoria da relatividade geral de Einstein, com a ação dessa curvatura também relacionada à gravidade. E, na ilustração à direita mostra a geometria do Torus, significando dentro da mecânica quântica a geometria do Vector Equilibrium (fluxo), como a retroalimentação presente em toda a natureza ­- imagens da Internet

Físicos e matemáticos têm buscado uma Teoria de Tudo que unifique a relatividade geral e a Mecânica Quântica. Enquanto a relatividade explica a gravidade e fenômenos em grande escala, tais como a dinâmica das estrelas e das galáxias no Universo, a mecânica quântica explica fenômenos microscópicos em escalas subatômicas e moleculares.

Usando uma teoria quântica (que não inclui a gravidade), os cientistas estão mais recentemente estudando e mostrando como calcular a densidade da energia, que é uma fonte de interações gravitacionais em três dimensões, que usam dados (de superfície) proporcionados por emaranhamentos quânticos. É mais ou menos (em folhas bidimensionais) como diagnosticar as condições no interior do corpo humano, olhando imagens de raios-X. E, através desse emaranhamento quântico, eles estão supondo também, que se pode conectar com outras partes do Universo através dos “buracos de minhoca”.

A física está em todos os seus campos de pesquisas estudando cada vez mais como esse Universo funciona – tanto ao nível do macro quanto ao nível do micro. E algumas informações mais recentes dessas descobertas são incomuns.

Assim, de acordo também com informações passadas pelas realidades paralelas (paraciência – Projeto Portal) já se sabe, quanto menor for o campo eletromagnético de qualquer sistema (tanto macro quanto micro), mais ele altera, mais ele desequilibra. Portanto, o “micro universo” constituído pelo corpo humano e em seu conjunto considerado também um sistema, quanto menor for a sua carga elétrica, mais ele procede em desequilíbrio, mais se mostra em desarmonia.

Esse proceder é bem visível nos astronautas, quando em recintos especiais preparam para ficar longo tempo no espaço. Nestes recintos sem o que é ainda hoje entendido como gravidade e, sem também o campo eletromagnético que antes os envolvia em seu dia a dia, eles vão nessas condições, se mostrando com passar do tempo através de procedimentos cada vez mais desequilibrados. Em uma dessas experiências que durou três anos o campo eletromagnético de alguns astronautas chegou a 2 Gauss.

A tecnologia do MDPL (Magnetismo, Densidade, Pressão e Luz) fornecida pelas realidades paralelas proporciona o aumento nesses “micros universos” (organismos humanos) carga elétrica para outro nível de funcionamento biológico/bioquímico, visando um novo e necessário ajuste biorrítmico. (Mais informações nesse Site, na Página Interações, com o texto: MDPL).

Descobertas mais atuais sobre o funcionamento do Universo

1 – O tempo para na velocidade da luz

Pela Teoria da Relatividade Especial de Einstein, a velocidade da luz no vácuo nunca pode variar – ela é de quase 300 mil km/s. E de acordo com essa teoria existe a ideia chamada dilatação do tempo, que de acordo com ela quanto mais a velocidade se dá, mais devagar o tempo passa. Portanto, se alguma pessoa pudesse deslocar na velocidade da luz e se ela deixasse algum parente no local de onde partiu, esse comparativamente envelheceria muito mais em relação à ela. Para essa pessoa o tempo passaria menos do que passou para esse seu parente.

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Na medida em que a velocidade vai se aproximando à da luz, mas devagar o tempo vai passando – Imagem da Internet

2 – Entrelaçamento quântico

A Mecânica Quântica é o estudo da física relacionado ao comportamento das partículas subatômicas, que formam os blocos de construção de tudo no Universo e que se entrelaçam através do que é também conhecido como emaranhamento quântico, dentro de um processo especial que envolve o emparelhamento dessas partículas.

Nesse aparelhamento qualquer modificação em uma dessas partículas (por exemplo entre dois elétrons) a sua partícula parceira alterará exatamente da mesma maneira instantaneamente, não importando se ela esteja mesmo do outro lado do Universo – e, com isso, supõe-se também que informações podem ser teletransportadas, não importando a distância entre elas.

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Através da Mecânica Quântica descobriu-se na imagem à esquerda o entrelaçamento entre as partículas e com ele o emparelhamento das mesmas na imagem à direita, não importando a distância que uma esteja da outra – Imagem da Internet.

3 – A luz é afetada pela gravidade

Essa informação estudada pelo física moderna envolve uma ideia chamada deflexão de luz, que menciona o caminho de um feixe de luz pode não ser totalmente reto, embora esse não tendo massa, ele é afetado mesmo assim pela gravidade de corpos massivos.

Assim, um feixe de luz de uma estrela distante ao passar o suficiente perto do Sol, ele vai se curvar ligeiramente em torno desse, trazendo a imagem dessa estrela mais distante distorcida, portanto não localizada no firmamento, onde é fisicamente vista.

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A luz é afetada pela gravidade de corpos massivos – Imagem da Internet.

4 – Esse universo está se expandindo rapidamente

O universo começou como uma “explosão” de um ponto infinitamente pequeno, quente e denso (Big Bang), com “detritos” sendo arremessados em todas as direções, impulsionados pela enorme energia dessa “explosão” – e, esses “detritos” (hoje como planetas, estrelas e galáxias, etc.) tão pesados como são, era de se esperar que essa “explosão” tivesse desacelerado ao longo do tempo pela atração gravitacional, mas o que está acontecendo é o inverso.

A expansão desse Universo está ficando mais rápida ao longo do tempo e a única explicação disso seria a energia escura, exercendo uma força motriz por trás dessa aceleração cósmica – no entanto, não se tem ideia do que ela seja ou como funciona. Mais informações sobre a energia escura (e a matéria escura) mais no final desse texto.

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O Universo está cada vez mais em expansão – Imagem da Internet

5 – Toda a matéria é apenas energia…

A matéria e a energia são apenas dois lados da mesma moeda. Na famosa fórmula E = mc2. O E é representa a energia e o m a massa e onde também, a quantidade de energia contida em uma determinada quantidade de massa é determinada pelo fator de conversão c ao quadrado, onde c representa a velocidade da luz.

A explicação para esse fenômeno tem a ver com o fato de que a massa de um objeto aumenta à medida que ela se aproxima da velocidade da luz (enquanto o tempo vai ficando mais lento), o que é matematicamente comprovado e cientificamente aceito. Agora, a constatação que se pode converter pequenas quantidades de matéria em grandes quantidades de energia, tem-se (infelizmente) a explosão da bomba atômica para comprova-la.

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Pequenas quantidades de matéria podem ser convertidas em grandes quantidades de energia – Imagem da Internet

6 – Dualidade onda-partícula…

À primeira vista, a partícula como elétron e o fóton como onda luminosa não poderiam ser mais diferentes, com o primeiro mostrando-se como um bloco de matéria (sólido) e o segundo como um feixe de energia radiante.

Mas, o elétron (partícula) e o fóton (onda luminosa) não se limitam a um mesmo estado de existência – porque agem tanto como partículas quanto como ondas, dependendo de quem está olhando – do “observador”. Assim, ao mesmo tempo um elétron (partícula) é um fóton (luz) e vice-versa, sem estado intermediário entre os dois, o que só pode ser explicado no mundo da Mecânica Quântica.

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Na presença do “observador” o elétron se mostra ao mesmo tempo como partícula e onda – Imagem da Internet

7 – Todos os objetos caem na mesma velocidade…

Na atmosfera da Terra o objeto mais pesado cai mais rápido do que o objeto mais leve, porque o primeiro sofre na queda uma menor resistência (do ar) que o segundo.

Portanto, na Lua que não possui gravidade como na Terra e também atmosfera com a resistência que pode ser proporcionada por ela, os objetos mesmos com massas (pesos) diferentes vão tocar no chão praticamente no mesmo tempo e quase na mesma velocidade.

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Na ausência da força gravitacional corpos com pesos (massas) diferentes comportam-se indiferentes dessa condição, como mostram o astronauta e o violão flutuando dentro de um ônibus espacial – Imagem da Internet. 

8 – Espuma quântica…

O espaço está (aparentemente) vazio, mas as partículas que estão nele constantemente aparecendo e desaparecendo em todos os lugares, são chamadas de partículas virtuais, existindo apenas por uma fração de segundo, com os cientistas chamando esse fenômeno de “espuma quântica”, porque ele lembra bolhas de gás que aparecendo do nada, assemelham àquelas borbulhantes de um refrigerante.

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Espuma quântica” formada por partículas virtuais – Imagem da Internet

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“Fenômenos” cósmico-estelares alcançáveis por novas tecnologias

1 – Fusão nuclear de hidrogênio fazendo o Sol como uma estrela brilhar com luz própria…

O que é conhecido e chamado de Universo (físico), ele está em dinâmico e constante processo de autodestruição e de autoconstrução, visto na forma de situações cósmicos-estelares agora alcançáveis com tecnologias cada vez mais avançadas, que estão sendo agora também cada vez mais criadas pela inteligência humana.

Agora, já se pode sabe como se forma, por exemplo, uma estrela como o Sol. Através dessas tecnologias pode-se também saber que aproximadamente cinco bilhões de anos, uma nuvem de gás rotativa que continha hidrogênio na sua composição, começou a contrair-se gravitacionalmente decorrente da presença de grande massa. Ela foi se contraindo mais e mais, até que chegou a um ponto, em que o hidrogênio começou a se fundir, queimando-se e liberando energia e radiação – e, justamente essa fusão nuclear de hidrogênio, que a faz o Sol como uma estrela brilhar com luz própria.

Ciclo_de_vida_do_solCiclo de vida do Sol em bilhões de anos – Imagem da Internet

2 – Protoestrela…

A evolução estelar começa com o colapso gravitacional de uma nuvem molecular gigante (NMG), que é também conhecida como um berçário estelar. A maior parte do espaço “vazio” interno de uma galáxia contém em torno de 0,1 a 1 partícula por cm³, mas dentro de uma NMG a densidade típica é de uns poucos milhões de partículas por cm³, portanto uma NMG contém 100 000 a 10 000 000 vezes mais massa do que o Sol e, em virtude do seu tamanho possui de 50 a 300 anos-luz de comprimento.

Uma NMG quando colapsa (esgota-se), fragmenta-se em pedaços menores e esses fragmentos possuindo massas menores que 50 massas solares, eles são capazes de formar estrelas. E nesses fragmentos o gás é aquecido durante esse colapso, devido à energia potencial gravitacional gerada.

Agujero Estelar_800Protoestrela – Objeto 51 da Constelação de Ofiuco – Imagem da Internet

3 – Anãs marrons…

As protoestrelas muito pequenas que nunca alcançam temperaturas suficientemente altas, para iniciar a fusão nuclear do hidrogênio e brilharem como estrelas, são chamadas de anãs marrons. O limite exato entre estrelas que normalmente brilham e anãs marrons depende de sua composição química — ou, de sua metalicidade (da abundância de elementos mais pesados que hidrogênio e hélio). Anãs marrons são corpos celestes com brilho fraco e morrem lentamente, ao se esfriarem gradualmente durante centenas de milhões de anos.

anã-marromNão se sabe com certeza quantas anãs-marrons existem, mas uma melhor estimativa sugere que há uma anã marrom para cada três estrelas – Imagem da Internet

4 – Fusão do hidrogênio…

A temperatura do núcleo das protoestrelas mais massivas (com mais massa) cresce até atingir 10 megakelvins, ponto em que se inicia a reação em cadeia próton-próton e o hidrogênio começa a se fundir, formando primeiro o deutério e depois o hélio, para então a estrela começar a brilhar. O início da fusão nuclear de estrelas de pouco mais do que a massa do Sol, a energia que é liberada pelo seu núcleo exerce uma “pressão de radiação”, que se opõe ao peso de sua matéria, impedindo que aconteça o seu colapso gravitacional. Então, essa estrela evolui para um estado estável, iniciando a fase da sequência principal em sua evolução. Uma estrela que não realiza a fusão do hidrogênio permanece fora da sequência principal.

Estrelas na sequência principal são aquelas que estão gerando luz e calor da queima de hidrogênio em hélio através de fusão nuclear em seu núcleo. O Sol, juntamente com a maior parte das estrelas visíveis a olho nu, está na sequência principal.

fusao-do-hidrogenio-em-helioAs reações de fusão do hidrogênio são a fonte de energia das estrelas, portanto fusões que acontecem também no Sol – Imagens da Internet

5 – A juventude na vida das estrelas

Novas estrelas no Universo aparecem em variados tamanhos e diversas cores. Elas variam no tipo do espectro desde o quente e azul até o frio e vermelho – e, a massa varia de menos do que 0,5 para mais do que 20 massas solares. O brilho e cor de uma estrela dependem de sua temperatura superficial, que por sua vez depende de sua massa.

Depois de vários bilhões de anos, dependendo da massa inicial da estrela, o seu suprimento de hidrogênio acaba, interrompendo a fusão nuclear. Então, sem a pressão interna gerada por essa reação para se contrapor à força da gravidade, as suas camadas externas começam a se contrair em direção ao núcleo e dois processos podem ocorrer: a degeneração de elétrons sendo suficiente para compensar a força da gravidade ou, o núcleo estando quente o bastante (cerca de 100 megakelvin) iniciar a fusão nuclear do hélio, com a estrela se cercando por camadas de hidrogênio.

350px-EstrellatiposEstruturas internas de estrelas da sequência principal mostrando à esquerda uma anã vermelha de baixa massa, no centro uma anã amarela de tamanho intermediário e à direita uma estrela massiva azul-branca da sequência principal – Imagens da Internet.

5 – Estrelas de baixa massa, de massa intermediaria e massivas…

Uma estrela com menos do que 0,5 da massa solar, ela nunca será capaz de iniciar a fusão do hélio, mesmo depois que o núcleo cesse a fusão do hidrogênio. Ela simplesmente não tem a massa necessária para exercer pressão suficiente sobre o núcleo. Essas são as anãs vermelhas tais como Proxima Centauri e algumas delas vivendo milhares de vezes mais do que o Sol. Quando a reação nuclear cessa no seu núcleo, ela continuará irradiando na faixa do infravermelho e micro-ondas do espectro eletromagnético, por muitos bilhões de anos.

Estrelas de massa intermediária entre 0,5 e 10 massas solares que tornam estrelas do ramo das gigantes vermelhas ou, aquelas cujas camadas ainda estão fundindo hidrogênio em hélio e aquelas outras que têm um núcleo que passa pela fusão do hélio e produzindo carbono. Em qualquer dos dois casos, a fusão acelerada da camada que contém hidrogênio imediatamente acima do núcleo, faz com que a estrela se expanda e afaste o seu núcleo das camadas superiores, reduzindo a força gravitacional sobre elas, o que as fazem expandirem mais rapidamente do que aumentarem produção de energia.

Estrelas extremamente massivas (cerca de quarenta massas solares) são muito luminosas, possuem ventos estelares muito rápidos e perdem massa tão rapidamente devido à pressão de radiação que emitem. Esse tipo de estrelas embora de menor massa por não queimarem suas camadas exteriores tão rapidamente, elas podem igualmente evitar se tornarem gigantes vermelhas ou supergigantes vermelhas, se estiverem em sistemas binários suficientemente próximos.

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Acima na primeira imagem à esquerda estrela de baixa massa com o seu interior possuindo um núcleo inerte de carbono e de oxigênio. Na imagem do meio ilustração do esquema evolutivo aplicado de modo geral às estrelas de massa pequena e intermediária. Na terceira imagem à direita uma das quatro estrela supermassivas na Grande Nuvem de Magalhães, com a mais pesada delas tendo a sua massa trezentos vezes mais que a do Sol – Imagens da Internet

6 – Anãs brancas e negras…

Comparativamente à massa do Sol uma anã branca é de cerca de 0,6 à massa daquele e com aproximadamente o volume da Terra. Sem mais combustível para queimar, essa estrela irradia seu calor residual por bilhões de anos e no final provavelmente será uma massa escura e fria, algumas vezes chamada anã negra.

As anãs brancas são muito quentes quando se formam. Elas são tão quentes que grande parte da sua energia é perdida na forma de neutrinos nos primeiros dez milhões de anos de existência, mas só terá perdido a maior parte de sua energia depois de um bilhão de anos.

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Imagem de uma estrela anã – Imagem da Internet.

7 – Estrelas de nêutrons

Quando um núcleo estelar colapsa, a pressão resultante provoca captura eletrônica, convertendo a grande maioria dos prótons em nêutrons. Nesse colapso o núcleo inteiro da estrela torna-se nada mais que uma densa bola de nêutrons ou um gigantesco núcleo atômico, circundado por uma fina camada de matéria degenerada – principalmente ferro, mas com outros elementos podendo ser acrescentados mais tarde.

Esses corpos celestes conhecidos como estrelas de nêutrons, são extremamente pequenos – não maiores que o tamanho de uma grande cidade. Quando essas estrelas de rotação rápida têm seus polos magnéticos alinhados com a Terra, um pulso de radiação é aqui recebido a cada rotação. Tais estrelas de nêutrons são conhecidas como pulsares e foram as primeiras estrelas de nêutrons descobertas.

nebuleuse-du-crabeResultado da explosão de uma estrela supernova na Nebulosa do Caranguejo, que em seu interior encontra um pulsar ou, uma estrela de nêutrons possuindo a massa do Sol, mas tendo apenas o tamanho de alguns quilômetros, que roda (pulsa) cerca 30 vezes por segundo – Imagem da Internet.

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1 – Buracos negros…

De acordo com a relatividade geral clássica, nenhuma matéria ou informação pode fluir do interior de um buraco negro para um observador externo, embora efeitos quânticos dali possam permitir desvios dessa regra. A existência de buracos negros no Universo é bem apoiada por cálculos matemáticos dentro do campo da Física Quântica e por observações astronômicas.

Como o mecanismo do colapso estelar em supernovas não é suficientemente compreendido, ainda não se sabe se é possível uma estrela colapsar diretamente para um buraco negro ou, se algumas supernovas inicialmente formam estrelas de nêutrons instáveis, que depois colapsam em buracos negros. Não se sabe ainda a relação exata entre a massa inicial da estrela e a do objeto remanescente.

1 – Estrelas moribundas gigantes formam buracos negros…

De acordo com a teoria vigente, muitos buracos negros formam a partir de estrelas moribundas gigantes que entram em colapso. Isso é quase tudo que se sabe até agora sobre esses objetos extremamente misteriosos, que surpreendem a ciência a todo momento. Ainda, de acordo com alguns cientistas cerca de dois milhões de anos atrás, um buraco negro de uma fonte supermassiva no centro dessa galáxia se formou, através de uma explosão com um brilho radiante.

buraconegroEstrelas moribundas gigantes formam buracos negros – Imagem da Internet

2 – . Fontes ultraluminosas e buracos negros

Quando a imensa gravidade de um buraco negro atrai o gás de uma estrela vizinha, o gás desce em espiral para formar um disco de acreção (aglomeração) em torno dele. Esse gás que vai sendo aquecido em temperaturas extremamente altas, que vai liberando luz brilhante de raios-X e que o buraco negro dele vai “se alimentando”, torna-o maior e mais brilhante.

A teoria acima relacionada ao buraco negro era a mais aceita, até que foi observada uma fonte ULX (fonte de raios-X ultra luminosa), que pulsava na galáxia vizinha M82, emitindo um feixe de raios-X que passava pela Terra a cada 1,37 segundo como um farol. O problema é que o buraco negro não pulsa como o pulsar, que é estrela de nêutron ou, remanescente de estrela morrendo, que não é grande o suficiente para se tornar buraco negro e emitir como um farol luz de raios-X, a partir de seus polos magnéticos.

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Na imagem à esquerda quanto maior é o buraco negro “alimentando-se” pela imensa força gravitacional que exerce, mais ele atrai o gás de corpos celestes vizinhos, que vai formando um disco de acreção (aglomeração) em torno dele. E na imagem à direita  um momento trazido pelo telescópio espacial chandra estudando uma fonte ultra luminosa de Raios-X, que revelou dentro de muito brilho um buraco negro massivo destroçando uma anã branca – Imagens da Internet 

3 – Comilança sem limite

Até recentemente, os cientistas pensavam que o tamanho de um buraco negro determinava a velocidade máxima em que ele poderia se alimentar e produzir luz, até descobrirem um buraco negro na galáxia NGC7793 que gira em torno de uma estrela super gigante canibalizando-a dez vezes mais rápido do que os astrônomos acreditavam ser possível. Ele é provavelmente 15 vezes menor do que o sol, mas um milhão de vezes mais brilhante. Além disso, tem a capacidade de “devorar” sua estrela companheira em menos de um milhão de anos, o que é muito rápido no tempo cósmico.

729665main_A-BlackHoleArt-pia16695_fullBuracos negros “devoradores” de corpos celestes – Imagem da Internet

4 – Buracos negros supermassivos podem ser mais numerosos do que antes se pensava

Antes os cientistas pensavam também que só galáxias grandes tinham buracos negros. Mas, no início de 2014 eles revelaram que mais de 100 pequenas galáxias anãs parecem ter buracos negros em seus centros. Nesse mesmo ano os astrônomos anunciaram a descoberta de um buraco negro supermassivo em uma galáxia anã ultra-compacta chamada M60-UCD1 e ela é a galáxia mais densa conhecida atualmente. Alguém nessa galáxia veria pelo menos um milhão de estrelas no céu noturno, comparativamente às 4.000 estrelas que ele vê a partir da Terra a olho nu.

Enquanto o buraco negro central da Via Láctea tem uma massa de quatro milhões de sóis (menos de 0,01% da massa total dessa galáxia), o buraco negro central de M60-UCD1 é “um monstro”, com uma massa de 21 milhões de sóis. Baseado nesses achados, alguns cientistas acreditam que muitas galáxias anãs ultra-compactas podem ser os restos de galáxias maiores dilaceradas quando colidiram umas com as outras. Podem haver tantos buracos negros supermassivos nos centros das galáxias anãs ultra-compactas quanto existem em galáxias maiores.

buraco negroBuracos negros estão presentes também nas galáxias anãs – Imagem da Internet

5 – Buracos negros no início do Universo “comiam” mais rápido…

Cientistas ainda não entendem bem como um buraco negro poderia com um número estimado de 10 massas solares, crescer rapidamente para mais de um bilhão de massas solares, logo após o Big Bang. Eles supõem, que o Universo primitivo continha correntes de gás frio e muito mais densas do que as que existem hoje. Então, um buraco negro jovem teria se movido rapidamente, mudando continuamente de direção e “se alimentando” dos gases ao seu redor. E à medida que o buraco negro crescia, ele “comia” ainda mais rápido. Portanto, em (cosmicamente) rápidos 10 milhões de anos, o buraco negro teria crescido de 10 massas solares para 10.000 massas solares. Depois, essa taxa de crescimento teria diminuído.

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Ilustração de um buraco negro gigante à esquerda existente desde o início do Universo e, tanto o número deles e de estrelas à direita cresciam muito mais rapidamente naquela ocasião – Imagem da Internet.  

6 -. Buracos negros podem impedir a formação de estrelas

Em galáxias maduras, os pesquisadores descobriram que buracos negros podem parar o desenvolvimento de estrelas expelindo partículas que emitem ondas de rádio. Viajando perto da velocidade da luz, estes jatos aquecidos evitam que o gás quente na galáxia esfrie e se condense em novas estrelas. Os cientistas não sabem porque buracos negros centrais nessas galáxias mais velhas começaram a emitir essas partículas. Supõem que galáxias assim densas, elas são geralmente resultado da fusão de duas galáxias ricas em gás que colidiram e esse evento emitindo gás frio para o centro compacto resultante dessa fusão, evita a formação de futuras estrelas.

6a00d8341bf7f753ef0168eb66e1de970c-500wiAlguns buracos negros podem parar o desenvolvimento de estrelas – Imagem da Internet.

8 – Buracos negros e a turbulência gravitacional…

De acordo com o pesquisador Luís Lehner (membro do Perimeter Institute’s Associate Faculty) ao longo dos últimos anos, tinha-se uma séria dúvida se a gravidade através de buracos negros poderia ser turbulenta, o que agora de acordo com ele (e com outros cientistas) percebe-se que pode. Novos instrumentos em breve terão a capacidade de detectar ondas gravitacionais (turbulências na forma de ondulações no espaço-tempo), que se comportam como ondas no oceano, quando um barco navega por ele. No espaço o fluido gravitacional pode repercutir em grandes eventos cósmicos, como em acontecimentos quando dois buracos negros colidem.

1411059364895872Buraco negro gerando turbulência gravitacional – Imagem da Internet

9 – Esse Universo pode ter sido gerado de um buraco negro 4D…

De acordo com alguns pesquisadores do Perimeter Institute’s Associate Faculty), esse, Universo foi violentamente ejetado a partir da morte de um uma estrela supernova 4D cujas camadas internas se colapsaram em um buraco negro, gerando um Universo com quatro dimensões espaciais – ou, um buraco negro 4D com um horizonte de eventos 3D. Assim, esse Universo com material ejetado dessa supernova, teria formado uma membrana 3D em todo o horizonte de eventos e o crescimento dessa membrana é o que se percebe agora como a expansão cósmica.

Ainda de acordo com esses cientistas, esse Universo 3D teria herdado a uniformidade do Universo “mãe” 4D. Mas, eles ainda estão refinando essa teoria, contudo ela não é absurda – ela só provoca resistência, porque o pensamento humano não alcança ainda o entendimento de um Universo 4D.

preview-50-847De acordo com alguns cientistas as camadas internas de uma estrela supernova colapsaram em um buraco negro 4D com horizonte de eventos 3D – ou, formando um Universo com quatro dimensões – Imagem da Internet

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Algumas outras informações sobre esse Universo

A cada dia, novas descobertas continuam cada vez mais deixando os astrônomos perplexos e ao mesmo tempo encantados. Muitas coisas que a ciência sabe hoje sobre o Universo ainda não têm explicação, enquanto outras funcionam de maneira tão perfeita e ao mesmo tempo tão misteriosa, que fazem esses cientistas crer em algo maior.

1 – O Universo pode ser plano…

A forma do Universo é influenciada pela “luta” entre a força da gravidade (com base na densidade da matéria no Universo) e sua taxa de expansão. Se a densidade do Universo exceder um certo valor crítico, então ele seria “fechado”, como a superfície de uma esfera. E isso implicaria que ele não seria infinito, portanto teria um fim e eventualmente ele iria parar de expandir e começaria a colapsar sobre si mesmo, em um evento conhecido como “Big Crunch”.

Agora, se a densidade do Universo for menor que o valor de densidade crítica, então a sua forma seria “aberta”, como a superfície de uma sela e nesse caso ele não teria limites e continuaria a se expandir para sempre.

Por fim, se a densidade do Universo for exatamente igual à sua densidade crítica, então a sua geometria seria “plana” como uma folha de papel e ele sem limites expandiria para sempre, mas com sua taxa de expansão gradualmente aproximando de zero, depois de uma quantidade incalculável de tempo. Medições recentes sugerem que o Universo é plano, com uma margem de cerca de 2% de erro.

universoplanoA ciência sugere atualmente que o Universo é plano – Imagem da Internet

2 – O Universo tem ecos de seu nascimento…

A radiação cósmica de fundo do universo é composta por ecos de luz, que sobraram do Big Bang que gerou o Universo 13,7 bilhões de anos de atrás. A “relíquia” dessa explosão coloca um véu de radiação em torno do Universo.

Uma missão da Agência Espacial Europeia mapeou o céu inteiro à luz de micro-ondas para revelar novas pistas sobre como o Universo começou e essas observações foram as mais precisas já obtidas da radiação cósmica de fundo. Os cientistas esperam usar os dados dessa missão, para resolver também algumas das questões mais debatidas no campo da cosmologia, como o que aconteceu imediatamente após essa explosão.

universonascEsse Universo ainda emite ecos do momento de seu nascimento – Imagem da Internet

3 – Pode haver mais de um universo…

A ideia que o ser humano vive em um Universo dentro de multiverso, baseia-se em uma teoria chamada “inflação eterna”, que sugere logo após o Big Bang, o espaço-tempo se expandiu a taxas diferentes em lugares diferentes, dando origem a “Universos bolhas,” que poderiam funcionar com as suas próprias leis da física.

Essa teoria do multiverso é polêmica e ainda meramente hipotética. Estudos recentes procuraram em marcadores físicos a confirmação dessa teoria através de pesquisas de fundo no Cosmo, utilizando-se de micro-ondas. Nesse sentido os cientistas buscam as melhores observações disponíveis, para detectar sinais de colisões cósmicas, apesar de não encontrarem por enquanto nada de conclusivo. Se dois Universos colidiram, esses pesquisadores afirmam que essa colisão deve ter deixado um padrão circular para trás, na radiação cósmica de fundo.

universomultiEsse Universo pode ser parte de um Multiiverso – Imagem da Internet

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Antimatéria, à Matéria e à Energia Escuras.

Desde a época de Galileu, a ciência vem avançando cada vez mais, quando então vem (mais recentemente) surgindo novas descobertas nos mais diversos campos da ciência. No entanto, a cada nova descoberta, principalmente no campo da Física Quântica e da Cosmologia, surgem paralelamente mais perguntas, para que novos mistérios sejam respondidos e resolvidos. E entre eles estão aqueles relacionados à Antimatéria, à Matéria e à Energia Escuras.

1 – Antimatéria…

antimateriaImagem da Internet

Todas as partículas possuem sua antipartícula. Por exemplo, a antipartícula do nêutron é o antinêutron e a do próton é o antipróton. A diferença básica entre a partícula e antipartícula é que suas cargas elétricas são contrárias, mas possuem a mesma massa e rotação. Assim, quando uma antipartícula entra em contato com uma partícula, elas se aniquilam instantaneamente, virando energia.

Mas, para todo o lado que se olha no Universo, só se enxerga a matéria e só uma vez ou outra uma partícula de antimatéria poderá ser especialmente constatada nos aceleradores de partículas. Portanto, não existem “anti-pessoas, anti planetas, anti-estrelas, anti-constelações e anti galáxias”, etc.

Após o Big Bang, o Universo era pura energia, e teoricamente, deveria ter formado partículas iguais de matéria e antimatéria. Mas obviamente isso não aconteceu, senão qualquer coisa feita de matéria teria sido de anulada pela antimatéria (e vice-versa) e nada existiria materialmente no que é hoje chamado de Universo, que seria apenas um vasto campo de energia, sem capacidade para criar tudo que está materialmente presente no Universo.

Agora, entender porque a matéria prevaleceu sobre a antimatéria é um dos maiores enigmas da ciência.

2 – Matéria escura e energia escura…

A matéria escura foi proposta nos anos 1930 por Fritz Zwicky para explicar a diferença entre a massa gravitacional e a massa luminosa de aglomerados de galáxias. Ela é uma matéria invisível, mas pode indiretamente ser percebida pela força gravitacional, que é exercida sobre os grandes corpos celestes.

Evidências vindo da medição da radiação cósmica de fundo apontam, que no máximo o Universo é constituído de 4,2% de matéria normal, o resto em sua grande maioria é constituído de 24% de matéria escura e 71,6% de energia escura.

441-e1361366017632Matéria escura – Imagem da Internet

Muitos físicos acham, se partículas da matéria escura não foram ainda detectadas em aceleradores de partículas ou em raios cósmicos, é porque interagem muito fracamente com a matéria normal, de forma que nessa interação dificilmente possa produzir luz e se tornar visível.

Portanto, por esse motivo a maioria dos cientistas acredita que a matéria escura é formada por partículas, que são chamadas de partículas massivas de interação fraca – mas, que milhões delas estão fluindo através de tudo e de todos a cada segundo sem deixar vestígios. E mesmo com essa dificuldade, diferentes grupos de pesquisa ao redor do mundo afirmaram (desde dos anos 90), já terem indícios dessas partículas obscuras.

De acordo com Catherine Heymans (membro da School research institute professora da Universidade de Edimburgo): “se sabe muito pouco ainda sobre o Universo escuro, através das partículas da matéria escura, mas que o entendimento final desse Universo irá envolver uma nova física”.

Ainda de acordo com essa cientista: “ao analisar a luz do Universo distante, pode-se aprender sobre o que ela cruzou na sua jornada” e espera-se, que ao se mapear mais matéria escura do que antes, a ciência esteja dando um passo a mais, para entender esse material e sua relação com as galáxias e de um modo geral com esse Universo”.

O novo mapa desse Universo já revela a distribuição da matéria escura em um espaço maior do que já se sabia antes. Ele cobre mais de um bilhão de anos luz e, apenas para se ter uma ideia, um ano luz corresponde a algo em torno de 10 trilhões de quilômetros.

Para encontrar a matéria escura outros pesquisadores estão procurando-a através de sinais do campo gravitacional, que ocorrem em função da gravidade de um corpo maciço, quando essa se curva entre o espaço-tempo, fazendo a luz viajar por um caminho curvo e aparecer distorcida na Terra. Como a luz desse corpo maciço distante precisa passar por grandes espaços de matéria escura que a distorce bastante, diz Ludovic Van Waerbeke (University of British – Departamento de Física e Astronomia): “é fascinante poder ‘ver’ a matéria escura usando a distorção espaço-tempo”.

E continua ele dizendo: “dá-nos o privilégio de acessar essa misteriosa massa do Universo que não pode ser observada de outro modo – e, saber como a matéria escura está distribuída, é o primeiro passo para entendermos sua natureza e como ela se encaixa na física”.

4795839823171912LHC (Grande Colisor de Hádrons), na Suíça, ajudando acessar o mundo das partículas subatômicas, para uma maior compreensão Universo – Imagem da Internet

Para alguns cientistas a teoria do Big Bang sobre a formação do Universo afirma, que o Universo primitivo passou por uma enorme expansão e que ainda hoje está se expandindo. A única explicação para esse tipo de estrutura é que a gravidade está fazendo algumas dessas galáxias se agruparem em paredes ou filamentos. E para a gravidade unir essas galáxias, deve haver uma quantidade bem grande de massa deixada pelo Big Bang, particularmente massa invisível – ou seja, a matéria escura.

A matéria escura e a energia escura possuem diferenças enormes. A matéria escura atrai e a energia escura repele, ou seja, a matéria escura é usada para explicar uma atração gravitacional maior que o esperado, enquanto a energia escura é usada para explicar uma atração gravitacional negativa (afastamento).

Se a única matéria nas galáxias fosse a que é composta pelo o que pode ser visto, as estrelas exteriores deveriam girar muito mais lentamente e não movendo-se tão rápido, sem nenhuma força gravitacional extra para segurá-las. A única maneira de explicar a forma como essas estrelas se comportam, é que existem forças gravitacionais adicionais, provocadas por alguma forma invisível de matéria e de energia.

Se os fenômenos da matéria escura e da energia escura podem ter uma explicação gravitacional, talvez as leis da gravidade sejam diferentes do que desenhou a teoria de Einstein. Essa é uma possibilidade, mas até hoje a teoria da relatividade não falhou em nenhum dos testes que foi submetida. Assim, as melhores mentes científicas estão no momento procurando respostas nesse sentido, utilizando-se também das melhores tecnologias examinando o Cosmo, mas por enquanto não há outra explicação para efeitos observados, comprovando que matéria escura e a energia escura são reais.

057be_Gran-Sasso-neutrinos-800x535Imagem do Laboratório Nacional Gran Sasso, na Itália, ajudando também desvendar no mundo subatômico os segredos do Universo – Imagem da Internet

O que provavelmente poderá ser comprovado no futuro (relacionado à matéria e a energia escuras) dependerá da comparação entre a atração gravitacional e a velocidade à qual o Universo se expande. E a determinação da magnitude desta atração está também relacionada com a densidade média da matéria no Universo.

E se a densidade média do Universo for inferior a um certo valor conhecido como densidade crítica, a atração gravitacional que com ela está associado, deverá ser demasiado pequena para impedir a sua expansão, dizendo-se então, que ele é aberto ou ilimitado.

Já no Universo fechado se sua densidade média for superior à densidade crítica, ele deixará provavelmente de se expandir e começará novamente a se contrair e, essa sua contração se acelerará e eventualmente produzindo o Big Crunch, que é o inverso do Big Bang. Por fim, em um Universo plano se a sua densidade média for exatamente igual à densidade crítica, sua expansão não irá parar e aproximar-se-á cada vez mais de um limite definido, constituído de um plano.

do-que-e-feito-o-universo1-838x838A matéria escura e a energia escura são soluções propostas para explicar alguns fenômenos gravitacionais, e, até onde cientificamente se sabe são coisas distintas. Juntas respondam por cerca de 95% do Universo, embora se sabe de suas existências por meios indiretos, observando seus efeitos sobre o Universo, tentando através dele deduzir suas propriedades – Imagem da Internet

Ainda, em relação à densidade do Universo se ela for insuficiente para travar a expansão, o Universo expandiria indefinidamente (Big Rip), mas nesse caso seria condenado a uma morte fria em meio da obscuridade mais absoluta. Os fenômenos físicos se encerrariam em uns 35 bilhões de anos, com tudo se convertendo em partículas subatômicas em quantidades mínimas e dispersas, que permaneceriam para sempre separadas sem coesão gravitacional e sem energia alguma.

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O Universo veio do nada

Ainda mais recentemente uma outra teoria desenvolvida por alguns cientistas, menciona que o Universo veio do nada. Portanto, o nada seria o vazio no antes do nascimento do Cosmo.

No mundo da cosmologia o anúncio através de um experimento americano já tinha confirmado a expansão violenta do Universo após o Big Bang, como um acontecimento no primeiro bilionésimo de bilionésimo de bilionésimo de segundo após o nascimento do Cosmo. Agora, um trio de físicos chineses diz que pode explicar esse instante inicial. Explicar esse instante exato do surgimento do Universo – e, de tudo que nele existe teria nascido do nada.

Nem é preciso dizer que se trata de uma afirmação muito controversa. Como a expansão inicial – chamada de inflação cósmica, teria “apagado” qualquer sinal do que aconteceu naquela minúscula fração de segundo, não permite até agora encontrar condições, para uma confirmação observacional cientifica desse fato. Mas, por outro lado é exatamente a conclusão a que se chega, quando se aplica na origem do Universo os postulados da Mecânica Quântica. E não existe na física uma teoria mais testada que essa. Todos os estudos da física de partículas — incluindo a recente descoberta do bóson de Higgs tão celebrada — confirmam sua solidez.

Há tempos os cientistas já sabem o que é chamado de vácuo, não é realmente a ausência completa de tudo. Isso porque a Mecânica Quântica anuncia a ideia e o fato, que “coisas” podem (mesmo ali) existir e não existir ao mesmo tempo. Todas as partículas são na verdade, ondas de probabilidade de acordo com o Princípio de Incerteza de Heisenberg.

Isso significa, que no vácuo a cada dado momento existe uma probabilidade não nula – ou seja, maior que zero, de que uma partícula esteja ali. Existência mesmo que por uma minúscula fração de segundo antes de ser destruída, preservando assim um dos pilares da física, que é a lei de conservação de matéria/energia do Universo. Lei das probabilidades que permite o vácuo gerar partículas, que nascem aos pares e que logo se aniquilam e desaparecem. Por essa razão, elas são chamadas pelos físicos de partículas virtuais.

lhcO grande acelerador (LHC) já em 1º de novembro de 2009 acelerava partículas a uma velocidade nunca antes alcançada, para a comprovação da existência de partículas, que entre elas confirmou a existência do bóson como gerador de massas das partículas – Imagem da Internet.

É bom lembrar que as partículas virtuais são mais que uma hipótese. Elas são confirmadas, por exemplo, nas colisões promovidas no LHC (Large Hadron Collider). Portanto ninguém duvida mais que o vácuo possa gerar coisas do nada, de acordo com a demonstração experimental desse fato. E por isso também, a ideia de que o Universo nasceu do nada sempre foi atraente para os cientistas.

Quanto à outra alternativa supondo que Universo teria nascido de outro Universo, ela só transfere a pergunta sobre a existência desse como “a encarnação cósmica’ do anterior. E outra opção ainda menos aceita pelos físicos, é a de que um Criador teria concebido o Cosmos 13,8 bilhões de anos atrás. Ela não é aceita, porque ao evocar Deus para explicar alguma coisa, a ciência termina por não possuir condições para testar essa hipótese — nem por fundamentos baseados na matemática superior e nem por observações com aparatos tecnologicos. Mas, esse proceder não quer dizer que essa hipótese não seja verdadeira, apenas sinaliza que a ciência jamais poderá chegar a essa conclusão.

Por essas razões e outras a noção de que o Universo nasceu do nada é atraente. Mas ninguém havia apresentado uma prova matemáticamente rigorosa de que podia funcionar deste modo, até as. afirmações corajosas de Dongshan He, Dongfeng Gao e Qing-yuCai, físicos da Academia Chinesa de Ciências, num artigo recém-publicado na rigorosa revista científica Physical Review, com a equação matemática desenvolvida por eles – o “instrumento mental” necessário desenvolvido e usado por cientistas em suas teorias, como as da gravidade quântica na tentativa de reunir a relatividade geral descrevendo a gravidade e como a Mecânica Quântica procurando nesse campo explicar todo o resto.

Physical Review (frequentemente abreviado como Phys. Rev.) é uma das mais antigas e mais respeitadas revistas científicas que publica pesquisas em todos os campos da física. Foi fundada em 1893, com publicações desde de 1913, pela American Physical Society (APS).

Seguindo rigorosamente postulados da matemática superior e de observações esses pesquisadores concluíram, que a partir de flutuações quânticas de um “falso vácuo metaestável” (estado que não se sustenta por muito tempo), um desfecho natural foi a criação de uma pequena bolha de vácuo verdadeiro, que inflou agressivamente por uma fração de segundo, para então acontecer exatamente o já previsto por outras observações à disposição da ciência.

De acordo com Qing-yu Cai: “uma vez que uma pequena bolha de vácuo verdadeiro seja criada (por flutuações quânticas de um falso vácuo metaestável), ela pode expandir exponencialmente, quando então essa pequena bolha de vácuo verdadeiro se torna grande, com sua expansão exponencial terminando através de um Universo-bebê, que aparece”.

Ainda de acordo com esse cientista, a presença de pares de partículas virtuais criadas por flutuações quânticas, não foram aniquiladas logo após esse surgimento, porque puderam ser separadas imediatamente antes da aniquilação pela expansão exponencial da bolha, gerando uma grande quantidade de partículas reais, que foram sendo criadas cada vez mais conforme a bolha de vácuo foi se expandindo exponencialmente. Ou seja, nessa expansão súbita dentro de uma mínima escala de tempo, com o Universo crescendo mais depressa que a velocidade da luz, pares de partículas virtuais ao serem separadas convertiam em reais, que eram levadas aos cantos opostos do Cosmo, criando a “matéria-prima” para tudo que pudesse nele depois existir – todas as coisas e todos os seres vivos.

Diz ainda Qing-yu Cai: “na minha opinião se o espaço pudesse ser dividido em pequenas partes diferentes, isso iria rasgar o Universo e como o espaço-tempo é um todo, não pode ser separado arbitrariamente, impedindo que o vácuo atual passe por esse processo de novo”, criando novo bebê cósmico (novo Universo).

Felizmente, qualquer que seja a ideia, que o ser humano possa ter sobre a origem do Universo, todas elas (dentro da percepção humana de tempo), apontam para o fato que ele foi feito para durar.

O Ser Humano e o Mundo Quântico…

75103-naturezahs0A Física Quântica é a base teórica e experimental de vários campos da Física e da Química, incluindo física da matéria condensada, física do estado sólido, física atômica, física molecular, química computacional, química quântica, física de partículas, e física nuclear.

E os alicerces da Mecânica Quântica foram estabelecidos durante a primeira metade do século XX por Albert Einstein, Werner Heisenberg, Max Planck, Louis de Broglie, Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Max Born, John von Neumann, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Richard Feynman e outros. Alguns aspectos fundamentais da contribuição desses autores, ainda continuam alvo de investigação ao nível do mundo atômico.

Se o átomo fosse do tamanho de um imenso estádio de futebol, seu núcleo seria do tamanho de uma “bolinha de gude” e os seus elétrons seriam “partículas de poeira”. Só que no restante desse imenso espaço por onde orbitam os elétrons, ele não é totalmente vazio e sim ocupado por campos gravitacionais e eletromagnéticos, ou seja, por pequenas flutuações quânticas de energia de vácuo.

A designação de quantum foi dada por Albert Einstein à descoberta do físico alemão Max Planck (1858-1947), à menor quantidade de energia luminosa possível, que é representada pela letra q, designando o sentido de quantum ou, quantidade de energia. Ainda de acordo com esse cientista, na formula q = h f, a letra h valendo 6,63 x 10-34 joule.seg é uma constante universal denominada constante de Planck e f é a frequência da radiação emitida ou absorvida.
Para achar essa fórmula, Planck precisou “postular” que a luz visível ou não (radiação eletromagnética – fóton/elétron), é formada de “partículas” ou “pacotes de onda”. Cada pacote tem uma energia E, que é proporcional à frequência da onda de luz que carrega e que é dada por E = h f (já mencionada).
Depois dessa descoberta o físico francês Louis Victor de Broglie ainda acrescentou à natureza ondulatória da matéria (fóton/elétron) a designação quantum de um modo geral, portanto não só em relação ao seu aspecto onda ou ondulatório, como também em relação ao seu comportamento de partícula elementar, ou ao seu aspecto corpuscular.
O quantum do campo eletromagnético é chamado de fóton e o quantum do campo gravitacional é denominado de gráviton.

A parte mais superior da ilustração mostra uma oscilação sinusoidal de um fóton em comportamento característico de onda e na parte mais inferior sem oscilação mostra-o em seu comportamento típico de partícula. E, no meio da ilustração mostra-o em metamorfose, transformando-se continuamente em superposição de onda para partícula em seu “entrelaçamento quântico” – Imagem da Internet

Foi Albert Einstein o criador da Teoria da Relatividade que primeiro utilizou a expressão quantum, relacionando-a com qualquer evento físico de quantização, quando um elétron passa, por exemplo, de um nível com energia mínima para um outro nível superior ao ser aquecido. E nesse caso o elétron jamais passará entre esses dois níveis,  através de estágios energeticamente fracionados.

Ele passará quantizado, portanto por inteiro ou em pacote, realizando dessa maneira um salto (energético) quântico de um valor para outro ou, de um nível para o outro. Esse conceito é fundamental, para que se compreenda essa peculiaridade do mundo quântico descrita pela física quântica.
O termo quantum que no plural é quanta, ele é uma palavra de origem latina significando quantidade e designando no mundo subatômico a menor quantidade em que uma grandeza ou propriedade é encontrada na natureza. E a menor unidade com que a carga elétrica aparece livremente na natureza é a carga do elétron (-), ou do próton (+) – cargas apenas diferentes em sinais.
O fóton (elétron em seu aspecto onda) e a carga elétrica (elétron em seu aspecto partícula) só existirão em números múltiplos dessas unidades. Esse tipo de grandeza com essas características são ditas quantizadas.

A Energia é emitida através de pacotes, que com eles os elétrons ao passarem de níveis de energia para outros superiores, absorvem energia do meio externo e para retornarem aos níveis anteriores e inferiores eles devolvem para o meio ambiente essa mesma energia em forma de radiação – Imagem da Internet

Quanto à questão fundamental que sobre ela baseia o mundo quântico, fica uma pergunta. Como pode o elétron ser partícula e onda ao mesmo tempo?

Não é muito fácil o entendimento em relação a esse caráter duplo da matéria, porque conceitos comuns do que se passa no mundo subatômico, não são os mesmos a partir da experiência cotidiana humana com objetos de um mundo macroscópico, que são visíveis maiores do que as partículas subatômicas em vários bilhões de vezes.
Para que se compreenda, o que se passa em um mundo de escala atômica, é preciso que “se amplie mentalmente”, que se disponha abandonar maneiras de pensar costumeiras, substituindo-as por outros conceitos, com novos modelos mentais.
Quanto à natureza quântica da luz (radiação eletromagnética – fóton/elétron) ao ser observada por alguém com instrumentos próprios, torna-se impossível decidir entre onda e partícula. Não é possível também subdividir a órbita atômica numa sucessão de movimentos parciais (fracionados), sejam eles como deslocamentos de partículas ou como oscilações de ondas.
A nova e grande ideia da Física Quântica é o reconhecimento do fato, que os estados quânticos individuais formam um todo indivisível e que existem apenas enquanto não são “atacados” por um meio de observação – ou, quando não vistos pelo “observador”.O estado quântico é a forma que os elétron assumem quando entregues a si mesmos, se ajustam às condições de baixas energias. Portanto, no estado quântico os elétrons não são partículas e não ondas no velho sentido (na física clássica).
O estado quântico é citado na Mecânica Quântica associado ao “Gato de Schrödinger”, uma experiência mental frequentemente descrita como um paradoxo, desenvolvida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger (1935).
Essa experiência procura metaforicamente conceber situações do mundo subatômico aplicadas ao mundo macro (aos objetos do conhecimento humano no dia a dia). Portanto, ela tem o intuito de ilustrar um evento aleatório quântico através do exemplo de um gato encerrado em uma caixa, quando ainda sem ser aberta, não se sabe se ele está apenas vivo, apenas morto ou se está apenas “morto-vivo”Identificação que só acontece depois de aberta a caixa e “observa” o que acontece dentro dela, configurando-se na Mecânica Quântica a importância da presença do “observador” – ou, da importância e da interferência mental do ser humano em relação ao que acontece no mundo quântico antes dele observá-lo (“abrir a caixa”), quando então poderão ser vistas três opções quânticas: partículas, ondas ou entrelaçamentos dessas duas.

Uma experiência do mundo quântico para um cenário do mundo macro, utilizando-se de um gato dentro de uma caixa lacrada. De acordo com a interpretação de Schrödinger, para essa experiência comparativa, o gato só poderá ser visto vivo, morto ou morto-vivo, depois a caixa ter sido aberta – Imagem da Internet.

O estado quântico é em um entendimento mais simples a física das probabilidades, na qual não existe uma certeza quanto a posição e velocidade de uma partícula, mas uma medida de probabilidade de encontrar a partícula numa dada posição e em uma dada velocidade.

Portanto, o estado quântico não pode ser descrito em termos de um modelo mecânico definido. Ele apresenta como um novo estado da matéria, diferente de tudo o que se experimenta com objetos grandes.
O estado quântico ainda de acordo com o Princípio de incerteza de Werner Heisenberg enfatiza matematicamente, que é impossível determinar simultaneamente com acuidade a posição e a velocidade de uma partícula (elétron). Quanto mais precisamente determina sua posição, menos determina sua velocidade e vice-versa.

No mundo quântico é inevitável que a observação de seus fenômenos influencie o estado e a velocidade de suas pequeninas partículas. Assim o mundo quântico é também o mundo do provável, pois a cada tentativa de observá-lo afeta ou a velocidade ou a posição de suas partículas, fazendo com que haja uma incerteza em relação ao que se está observando. Por isso, boa parte das explicações sobre a Mecânica Quântica vêm de experimentos mentais criados por cientistas, baseados nas observações reais que fazem em nível quântico, portanto sempre dentro do Princípio de Incerteza de Heisenberg – Imagem da Internet.

O átomo só pode emitir ou absorver luz cujo quantum tenha a quantidade correta de energia. Essa propriedade explica porque ele irradia e absorve luz em determinadas frequências.

Um átomo em seu estado fundamental só pode aceitar luz cujo quantum de energia seja exatamente do tamanho certo para elevá-lo a um estado quântico mais elevado. O mesmo é verdade a respeito da emissão de luz pelo átomo, cujo quantum de energia deve ser exatamente do tamanho certo para, retorná-lo ao estado quântico mais inferior. Assim, qualquer luz (radiação eletromagnética – fóton/elétron) absorvida ou emitida por um átomo deve ter uma frequência correspondente à diferença entre dois valores característicos de energia.
Portanto, os efeitos estudados pela Física Quântica e que são constatados pelo “observador” já no campo mais visível do mundo macroscópico, seus resultados dependem de atitudes quânticas reveladas por fenômenos, que antes ocorrem em níveis abaixo da escala atômica.Esses fenômenos subatômicos apresentam uma realidade muito mais ricamente complexa do que descreve a física clássica, pelo fato de que não se pode descrever completamente o átomo em termos de partículas ou de ondas. Só se pode descrever a realidade subatômica dizendo exatamente o que acontece, quando nela é observado um fenômeno de diferentes maneiras.
Os estados quânticos do elétron são em verdade que constroem a base daquilo, que é chamada de realidade, ao derredor.Como já foi mencionado, a posição e/ou a velocidade de uma partícula são alteradas de acordo com a frequência e energia da luz usada para observá-las, por isso quanto mais é determinada uma dessas situações, mais indeterminada é outra e vice-versa – ou, mais depende da frequência e energia da luz usadas para a observação.
Então, o que acontece quando a luz incide sobre a matéria? Se o objeto é transparente, como um vidro de janela, a luz é parcialmente refletida, portanto sendo parcialmente transmitida. Se o objeto é totalmente sem transparência e denso como um pedaço de carvão ela desaparece dentro dele. E como a luz é uma forma de energia, ela só pode desaparecer, se de alguma maneira entrega sua energia à matéria que sobre ela incide, através do que é chamado absorção da luz.
Portanto, a energia da luz absorvida tem que aparecer de alguma outra maneira. Assim o ser humano sente calor quando a luz do Sol é absorvida pela sua pele. E, quando a luz é agora absorvida por uma placa de metal, essa energia que para ela transferida é tanta, que fazem seus elétrons saltarem e esse salto é chamado de efeito fotoelétrico e tem utilidade prática, quando se deseja transformar pulsos luminosos em pulsos elétricos. O estudo desse efeito que conferiu o Premio Nobel a Albert Einstein.

O Efeito Fotoelétrico ocorre quando luz de determinada frequência incide na superfície de uma primeira placa de metal, para que os elétrons ali sejam ejetados de sua superfície para uma segunda placa de maior potencial elétrico, colocada na escuridão e na frente da primeira para que absolva dessa forma elétrons e possa com essa transferência medir a corrente fotoelétrica – Imagem da Internet.

Como se vê, é possível medir com precisão a energia transferida à matéria quando a luz é absorvida, mas transferência sempre em unidades definidas de determinado tamanho e nunca absorvida (ou emitida) de frações dessas unidades – premissa sempre constante para explicar o mundo quântico.

Para mais facilmente entender o efeito da luz sobre a matéria, pode-se compará-lo através de um feixe luz como se fosse uma rajada de projéteis proporcionada por uma metralhadora, com cada projétil cheio da mesma quantidade de explosivo. Nesse exemplo toda vez que um projétil atinge um objeto, ele causa um efeito cuja energia é determinada pela quantidade de explosivo.
Assim, a luz mais forte significa maior quantidade (número) de explosões unitárias de uma mesma grandeza e não explosões mais fortes.Portanto, embora a luz seja uma onda na forma de radiação eletromagnética (fóton/elétron), mesmo assim seu efeito sobre a matéria é quantificado. Ela agindo como feixe de luz na forma de pequenos grãos e todos do mesmo tamanho, esse fenômeno é que dá ênfase na natureza à dualidade onda-partícula – com os elétrons como partículas que têm propriedades ondulatórias e a luz (fóton/elétron) como uma onda com propriedades de partículas.
Por mais estranha que seja a ideia do quantum de luz, ela abre uma nova perspectiva à questão de como o átomo emite e absorve a luz – ou, como a luz é produzida pelos átomos e como os átomos são influenciados pela luz, combinando o conceito do quantum de luz com o conceito dos estados quânticos do átomo (luz/matéria).

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O ser humano vive aprisionado em um mundo, que é por ele mesmo criado mentalmente – Imagem da Internet.

A Mecânica Quântica revolucionou o campo das ideias não só no âmbito das ciências exatas, mas modificou também no âmbito do pensamento e, com esse uma outra maneira de perceber, de pensar e de criar.

O ser humano em seu dia-a-dia mesmo sem ter conhecimento dos fundamentos da Física Quântica, utiliza deles em sua esfera de consumo na forma de resultados concretos, como aparelho de CD, controle remoto, ressonância magnética e uso cada vez mais popular dos computadores, entre outros.Graças ao efeito fotoelétrico tornou-se também possível o cinema falado, assim como a transmissão de imagens animadas através da televisão.
O emprego de aparelhos fotoelétricos permitiu ainda construir maquinaria capaz de produzir outras maquinas e peças sem intervenção alguma do ser humano. Aparelhos (robôs) nos hospitais e nas fabricas atuam computorizados respectivamente em delicadas cirurgias e em confecção de peças mais precisas, do que o mais competente medico e eficiente operário poderiam fazê-las.
Outras tecnologias que usam do efeito fotoelétrico, permitem acender e desligar automaticamente a iluminação de ruas, abrir e fechar portas de lojas, etc. Graças ao fundamentos da Física Quântica pode-se hoje entender de maneira simples (e científica) como funciona a realidade, até para perceber que a palavra realidade significando o que se julga verdadeiro como o real, é muito relativo.
Hoje, por já se ter noção, que esse Universo é composto por átomos e que esses não são sólidos, já se sabe o que ao nível macroscópico é dele mostrado como um mundo denso e “construído” de formas, não retrata sua verdadeira estrutura subatômica. Então sabe-se agora, o que dele é visto, é apenas constatação na ilusão da aparência.
O que o ser humano sente através dos sentidos não é nada mais que informações traduzidas por impulsos elétricos, trafegando em seu sistema nervoso em direção ao seu cérebro, que os codifica. Assim, tudo o que ele diz ser “realidade física” percebida pelos seus cinco sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar) e descrita como três dimensões através da altura, largura e profundidade constituindo sua percepção de espaço (e mais outra dimensão se contar o tempo), essa realidade que ele constrói é de fato informações através de sinais elétricos interpretados pelo seu cérebro.
O exemplo que aproxima o mundo dito real (realidade física) do mundo virtual constituído por impulsos elétricos, acontece através de imagens geradas em computadores, a partir da interpretação digital de códigos binários – ou, de criações dentro de um sistema matemático binário, onde os valores são expressos em função dos estados: “1” (ligado, positivo) e “0” (desligado, negativo).
Foi a partir desses “recursos elétricos”, que desenvolveu e ampliou sistemas binários como base de funcionamento de computadores, cada vez mais possantes.Meros números criam tudo que “se vê” digitalmente, porque a mente humana é programada para reproduzir padrões – assim, a realidade digital ou virtual é uma réplica mais ou menos similar do que é conhecido como “realidade” no mundo físico.

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Impulsos elétricos com fundamentos na Física Quântica constroem computadores cada vez mais “inteligentes” – Imagem da Internet

Tudo que ocupa espaço são partes de um sistema de códigos. O corpo humano é constituído por partes de um sistema de códigos – ou, um conjunto que ocupa um espaço programado para interpretar mais códigos. Esse conglomerado como um conjunto de códigos é que forma, quem o ser humano é (ou, quem acha que é), através de uma “chave biológica” que é também chamada de DNA – ou ainda, de Código Genético.

Os seres humanos estão atravessando o tempo e espaço, vivenciando sequências de eventos relativos às suas escolhas de maneira quase sempre consciente. Se eles não existissem como “observadores”, não poderiam interferir no intuito “de se acharem”, com tudo continuando se manter apenas em estado (inconsciente) de possibilidades – ou, “sem abrir a sua caixa” como propõe a metáfora do “Gato de Schrödinger”.
Todas experiências são possibilidades nesse Universo em que se experiencia, com variações que são geradas por escolhas, que criam infinitas realidades paralelas, desde que se leve em conta, que cada movimento feito é uma escolha e que todo acontecimento daí advindo é algum tipo de intenção consciente ou não.
Existem infinitas realidades paralelas nesse Universo, que nele os seres humanos vivenciam e que para elas podem-se direcionar infinitas vezes por dia, por hora, por segundo, ou por frações de segundo. E cada uma dessas realidades paralela pode ser considerada como um frame (imagem mentalmente projetada) de todo o “filme”, que é o conjunto de todas possibilidades dentro de sua realidade. 
A ideia de continuidade só existe por causa da ilusão de tempo e espaço. Na realidade, todos eventos são simultâneos, ou seja, existem no agora e esse momento universal (dentro do Unitário) está no ser humano associado à sua Essência, na medida em que vai observando si mesmo. Ele é tanto “o observador” quanto o “programador” dessa “Matrix” que nela se acha, seguindo a ilusão de continuidade por questões de aprendizado e procurando ter experiências de si mesmo através de “infinitos diferentes olhos”.
A característica desse Universo é que existem infinitas possibilidades com sequências de eventos dentro de sua estrutura. As escolhas que direcionam o ser humano através desse “mar de possibilidades”, mas toda experiência que ele tem, é necessariamente uma experiência no presente (no aqui agora), o resto são projeções de sua mente. Ele como um programa senciente foi criado para vivenciar e descobrir o Universo. Mas, se ele está no presente (no aqui agora), é preparando-se para ir ainda mais além ou, para transpor a limitação espaço-tempo já tendo então aprendido se conduzir além de sua densidade físico-corpórea (de seu aspecto partícula), guiando-se com seu corpo mental e mais sutil (com seu aspecto onda/fóton) – para se tornar “Luz na Escuridão”.
Cada ser humano está no momento vivenciando uma especifica e paralela realidade dentro de múltiplos mundos de experiências, portanto está em uma simulação de realidade criada pela sua própria consciência. Dessa maneira ele está vivenciando, aquilo que para ele está sendo relevante, em simulações que estão interagindo umas com as outras.Simulações que estão revelando seus diferenciais em eventos com inúmeras possibilidades e com elas auto-descobrindo, para finalmente perceber que realidade está dentro de sua Consciência.

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O ser humano em seu “ponto zero” no aqui agora está aprendendo se conduzir além de sua densidade físico-corpórea (de seu aspecto partícula), guiando-se com seu corpo mental e mais sutil (com seu aspecto onda/fóton) e, se tornar “Luz na Escuridão” – Imagem da Internet.

Fritjof Capra, Ph.D., físico e teórico de sistemas revela a importância do “observador” na produção dos fenômenos quânticos, que os testemunha não só como atributos de eventos físicos. Segundo esse cientista, as partículas são despojadas de seu caráter específico quando são submetidas à análise racional do “observador”, ou seja, quando são estudadas (observadas) por alguém com aparelhos científicos próprios e quando também tudo se interpenetra, tornando-se interdependente – ou, entrelaçando mente e matéria através daquele que pensa e observa o objeto (átomo) em análise.Por causa dessa interferência outro renomado físico e prêmio Nobel de Física Eugen Wingner atesta igualmente, que o papel da Consciência no âmbito da teoria quântica é imprescindível.

Devido a aproximação dos seres humanos do seu “ponto zero” as suas escolhas estão ficando cada vez mais definitivas, que procuram vivenciá-las cada vez mais marcadas pelas suas intenções e que com elas procuram ainda “se modernizarem” – “se atualizarem” no aqui agora. Eles estão vivendo um período, que todas as portas estão sendo acessíveis a todos, em acesso conquistado verdadeiramente com consciência – quando podem receber e descobrir o que querem, mas podem também descobrir o que não querem. Sempre é bom lembrar que é a Consciência que está atravessando o tempo e espaço, então se muda a consciência coletiva, muda-se o mundo que nele todos vivenciam.
A realidade que os seres humanos nela estão, ela é simplesmente um reflexo de suas escolhas – de sua visão geral de mundo. A irracionalidade de como a mente humana através do cérebro pensa e vê, muitas vezes desnorteia a psicologia, porque o comportamento humano não é fácil de se prever. As probabilidades muitas vezes falham nas previsões de como o ser humano vai comportar com suas escolhas e com suas crenças.
A mente de acordo com a cognição quântica, “joga” com a razão, os sentimentos e os preconceitos para produzir no ser humano pensamentos concorrentes, ideias e opiniões que ele em seguida os sintetiza em opções concorrentes e que já relacionadas (como “realidades”) ele as tem de certa forma como “certas”.
A Mente Quântica (Cósmica) refere-se à Mente Universal ou, àquela que abrange todo o Universo e também o verso do Uno. Pode-se percebê-la em seu Princípio Masculino como a Inteligência Cósmica Criadora e suas causas e, em seu Princípio Feminino como a geração cósmica e suas leis. Assim o primeiro é o Princípio Universal que fecunda, enquanto o segundo Princípio Universal que plasma a ideação cósmica. E, como resultado da combinação desses dois princípios mostra-se o mundo dos efeitos – formado pela dualidade do mundo das ideias e do mundo das formas.
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O pensamento é chamada de “matéria mental” provida de energia potencial, que interfere em campos eletromagnéticos – Imagem da Internet.

Através da Física Quântica e mais precisamente pela Mecânica Quântica, percebe-se “O Manifestado” associado ao que é chamado de Deus, “entrelaçando-se” com tudo e com todos através de Sete Princípios (Leis) Universais por Ele gerados.

Primeiro Princípio Universal – o de Mentalismo, ele expressa a verdade que “o Universo é mental, que ele está dentro da Mente d’O Todo. O “Tudo está n’O Todo, como também O Todo está em Tudo”. O processo da Criação Mental do Universo consiste no abaixamento da Vibração, até que é alcançado um grau bem inferior de energia vibratória, com o qual é manifestada a forma mais possível da matéria. Esse processo é chamado o estado de Involução, em que O Todo está envolvido dentro de sua criação.
O Universo é composto de ondas cuja manifestação se dá tanto mais próxima da matéria física, conforme menor é a frequência das oscilações que a caracterizam. Frequências progressivamente maiores levam o fenômeno para os estados mais elevados da existência.
A mente unitária – ou, o ser humano através do pensamento como fenômeno também ondulatório, esse em sua veiculação de energia ondulatória tanto interfere quanto sofre interferência de outros fenômenos ondulatórios.
O pensamento esparge ondas que se propagam na veiculação da energia empregada e, considerando que mesmo a matéria mais densa é um feixe de forças, se deduz que entre o pensamento e a matéria solida há uma integração essencial suficiente, vinculando um ao outro.
Segundo Princípio Universal – o de Correspondência, ele encerra a verdade “o que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima”. A vida antes de emergir em um nível de complexidade da matéria, já nela existia potencialmente. A mente que emerge com certo nível de complexidade da vida com o auxílio do cérebro, já também existia nela potencialmente. O Universo é Mental, ele está dentro da mente d’O Todo.
De acordo com este Princípio existe uma harmonia, uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação, Vida e Existência, porque tudo o que está incluído no Universo emana da mesma Fonte. As mesmas leis, princípios e características se aplicam a cada unidade ou combinação de unidades, assim como cada unidade manifesta seus fenômenos no seu próprio plano.
Por esse Princípio o átomo da matéria, a unidade de força, a mente humana e a existência de divindades são graus de uma escala, que fundamentalmente são a mesma coisa. A diferença é apenas uma questão de grau e coeficiente de vibração. Todos são criações d’O Todo, existindo em sua Infinita Mente Vivente.
Terceiro Princípio Universal – o de Vibração, ele diz que o Movimento é manifestado em tudo no Universo, que nada está parado, que tudo move, circula e vibra. E que se existem diferenças entre as diferentes manifestações do Poder Universal, elas são devidas inteiramente à variação da escala e do modo das vibrações. Matéria e Energia são apenas modos de movimento vibratório.
O que se manifesta é Energia, Frequência e Vibração.Todo o universo vibra, com ondas de frequência dentro de outras ondas, com ondas de frequência gerando outras ondas. Em outro extremo partículas subatômicas também vibram e giram em torno umas das outras formando átomos, que formam moléculas em estado constante de vibração. Os átomos agitam-se continuadamente ao embalo dos movimentos que compõem sua estrutura subatômica.
Toda a manifestação do pensamento, emoção, raciocínio, vontade, desejo e qualquer condição ou estado são também acompanhados por vibrações, que ao serem direcionadas tendem afetar a mente de outras pessoas por indução, portanto o Princípio de Vibração pode produzir no plano mental o que a ciência produz no plano físico. Mas, para alcançar esse poder mental é preciso buscar antes através de instrução própria, os exercícios e a pratica na “Ciência da Transmutação Mental”.
Quarto Princípio Universal – o de Polaridade, ele contém a verdade que todas as coisas manifestadas têm dois lados, dois aspectos com dois polos opostos, com muitos graus de diferença entre os dois extremos.
Tudo existe e não existe ao mesmo tempo, todas as verdades são meias-verdades, existe dois lados em tudo, porque todo verso tem o seu reverso. Esse Princípio de Polaridade rege a relação e o movimento entre todas as forças opostas que vibram em todos os níveis, com a finalidade de gerar a criação – de gerar o Universo. Ele controla a interação entre essas duas forças fundamentais (e opostas) do Universo: o mutável e ao mesmo tempo o imutável, o em eterno movimento e ao mesmo tempo o em eterno repouso, o dinâmico e ao mesmo tempo o quieto.

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Pela Quarta Lei Universal todas as coisas manifestadas têm dois lados, dois aspectos com dois polos opostos – Imagem da Internet,

A Luz (+) e a Obscuridade (-) são polos distintos de uma mesma coisa, como também o Positivo e o Negativo, mas com muitos graus entre eles. Assim, no Plano Mental o Amor e o Ódio são geralmente considerados coisas diametralmente opostas entre si – ou, inteiramente inconciliáveis. Mas, aplicando o Princípio de Polaridade e começando em um ponto de uma escala, o que de fato pode ser encontrado é mais amor ou menos ódio conforme sobe a escala e, mais ódio e menos amor conforme a desce.

O ser humano pode transformar coisas da mesma natureza, mesmo que elas estejam em graus diferentes. O Ódio e Amor são mutuamente transmutáveis, como também o Medo e a Coragem, mas o Medo em uma frequência não pode ser mudado em Amor em outra frequência e também por esse motivo a Coragem em Ódio.
Quinto Princípio Universal o de Ritmo, ele pode ser aplicado para qualquer questão ou fenômeno de qualquer dos diversos planos da vida, portanto pode ser aplicado a todas as fases da atividade humana. Manifestando-se nos estados mentais do ser humano, explica a sucessão de condições, estados, emoções e outras incômodas e embaraçosas mudanças que são nele observadas. E o conhecimento desses fatos dentro dos dois planos gerais de Consciência – o inferior e o superior, permitem que ele suba ao plano superior e escape da vibração rítmica do pendulo, que se manifesta no plano inferior.
Assim, a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda e o ritmo é a compensação”, que toma uma parte importante na vida do ser humano através das coisas que ele ganha, que sempre são pagas pelas coisas que ele perde. A Lei de compensação dentro do Princípio de Ritmo está sempre em ação, esforçando-se para balançar e contrabalançar sempre vindo a tempo, mas às vezes sendo necessárias diversas vidas (reencarnações) para a volta do pendulo.
Sexto Princípio Universal – o de Causa e Efeito, ele encerra a verdade que nada no Universo acontece por acaso. Toda Causa tem seu Efeito. Todo Efeito tem sua Causa. Todas as coisas acontecem de acordo com essa Lei. O acaso é apenas um nome dado a uma Lei não reconhecida.
Existem muitos planos de causalidade, mas nada escapa a Lei. Um exame mais aprofundado mostra que aquilo que é chamado de acaso, é simplesmente uma maneira de exprimir as causas que não se pode compreender.Sempre existe a causa e o porquê para todos os acontecimentos. Nada acontece sem uma causa ou uma cadeia de causas.
Nenhuma coisa (matéria) pode causar ou criar outra coisa (matéria). A Causa e o Efeito são distribuídos simplesmente como eventualidades. Uma eventualidade é aquilo que acontece ou advém como um resultado ou uma consequência de diversos eventos procedentes. Nenhum evento cria outro evento, mas apenas um elo precedente na grande cadeia ordenada de eventos procedentes da Energia Criativa d’O Todo.
Sétimo Princípio Universal – o de Gênero, ele expressa a verdade que há Gênero manifestado em tudo, que os princípios masculino (+) e feminino (-) estão sempre presente e em ação em todas as fases dos fenômenos e em todos os planos da vida. Mas, em seu sentido mais amplo o gênero e o sexo no uso ordinariamente aceito do termo, não são a mesma coisa. A palavra gênero que é derivada do latim genus, ela tem o sentido de gerar, produzir e procriar. Entretanto, ela também tem um significado mais extenso e mais geral do que aquele que expressa o termo sexo, que é simplesmente uma manifestação do gênero em certo plano do Grande Plano Físico.Assim, em uma percepção mais ampla o gênero não acontece apenas no plano da vida orgânica entre macho (espermatozoide/potencializa) e fêmea (óvulo/gera), mas também no plano atômico entre o elétron (-) e o próton (+) com o primeiro energeticamente gerando, potencializado pelo segundo.
Ainda, conceitos de masculino e de feminino “já diluídos” podem ser percebidos unificados em planos mais elevados da Consciência – em planos de altíssima vibração das Divindades. E nessa mesma direção o ser humano está também se direcionando, procurando em “equilíbrio andrógeno” (ela sem masculinizar e ele sem efeminizar) o sentido de mentalmente potencializar, de conscientemente extrapolar e de direcionar às frequências mais elevadas de vibração – e então, poder depois dessa sua busca unificar suas duas polaridades e realizar finalmente sua Verdadeira “Alquimia Divina”.
terceiro olhoO Sétimo Princípio Universal – o de Gênero, ele expressa a verdade que há Gênero manifestado em tudo, portanto que os princípios masculino (+) e feminino (-) estão sempre presente e em ação em todas as fases dos fenômenos e em todos os planos de vida – Imagem da Internet.
O funcionamento desse universo de espaço-tempo vai muito além da lógica convencional, que nele o ser humano é acostumado fisicamente ver e sentir pelos seus acanhados sentidos, próprios para o mundo macro em que experiencia.
Mas, com a cognição quântica outros campos de informação estão para ele abrindo, para que se perceba e atue com sua mente não de forma linear como um computador, mas de maneira mais inteira, harmônica e universal, permitindo que ele saia de séculos de uma confusa logica culturalmente distorcida por paradigmas.
Os fundamentos quânticos “sinalizam” ainda para ele, que está vivenciando em um mundo “visível do aparente”, que tudo nele “é só um “jogo”, é só uma “brincadeira”. Portanto, que nada nele é de fato real, inclusive sofrimentos e alegrias que são também ilusões. São oscilações (emocionais) criadas para lhe dar a ilusão de movimento e de diferença através de crenças, opiniões, apegos e lições de vida às vezes ignoradas e que estão condicionando-o, para que se mantenha sempre preso às coisas – ao que julga ser real.

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Cérebro-mente “mecanismo” para descortinar o mundo quântico, nele atuar e se perceber – Imagem da Internet.

Mas, a Física Quântica “sinaliza” também ao ser humano, que ele seja arbitrário (independente), portanto que utilize de fato a potencialidade extraordinária de seu pensamento e a capacidade de sua intenção, mostrando-as através de sua habilidade mental para gerar e realizar.

Fontes de consulta:www.blogblux.com.br/2014/…/as-9maisalucinantesdescobertas-da.htmwww.infopedia.pt/$quantumhttp://www.feiradeciencias.com.br/sala23/23_MA13.aspOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.evoluasuaconsciencia.blogspot.com/…/a-ilusao-de-tempo-e-espaco-matri…hypescience.com/nossa-mente-e-um-universo-quantico/somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=20288Vídeo:A Física Quântica prova que é o seu pensamento que cria a sua realidade..

Despertando uma Consciência Cósmica

davinciDe acordo com as escrituras da Bíblia, em Gênesis Capítulo 1, Versículo 26, disse o Senhor: “Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como nós, que se parecerão conosco. Eles terão poder sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais domésticos e selvagens e sobre os animais que se arrastam pelo chão”.

Analisando este Versículo com um olhar crítico, e não religioso, somos levados a pensar que Deus possa ser um homem já de barbas brancas e longas, afinal de contas, quantos milhares de anos já se passaram desde que Ele nos criou? Mas será mesmo que devemos pensar desta forma? Para que possamos chegar próximos a entender o que é o Criador e suas criações, primeiramente devemos fazer um esforço para termos uma mínima idéia do que é o Universo que pensamos conhecer. Este é um caminho em busca do despertar da consciência cósmica.

Conforme a “ciência atual”, a Terra faz parte de um Sistema Solar que possui apenas 9 planetas, com 57 satélites no total de 68 corpos celestes, apesar dos Sumérios alegarem que existem 12 planetas em nosso Sistema Solar… A “grosso modo”, em relação a outros astros do Sistema Solar, a Terra possui um volume 49 vezes maior que o da Lua, e 1.300.000 vezes menor que o do Sol. É preciso que tenhamos noção de sua pouca importância diante do restante do Universo.

Nosso Sistema Solar faz parte de uma pequena Galáxia conhecida por Via Láctea, um aglomerado de aproximadamente 100 bilhões de estrelas, com pelo menos 100 milhões de planetas, e conforme os astrônomos, no mínimo 100 mil com vida inteligente e mil com civilizações mais evoluídas que a nossa.

As últimas observações do telescópio Hubble, elevaram o número de Galáxias conhecidas para 50 milhões. Em 1991, em Greenwich, na Inglaterra, o observatório localizou um Quasar (possível ninho de Galáxias) com a luminosidade correspondente a um quatrilhão de sóis.

É no mínimo estranho que após esta monumental obra inteligente, Deus tenha colocado em um planeta que representa um ínfimo grão de areia, sua grande criação, o homem, feito conforme a sua imagem e semelhança.

Nosso grande irmão e amigo Jesus Cristo há aproximadamente 2000 anos passou em forma de parábolas, vários conhecimentos intelectuais e morais, devido ao seu grande estado evolutivo, quando em missão entre nós, confiada pelo Criador afirmou:

“Na casa de meu Pai há muitas moradas, e eu vou preparar um lugar para vocês. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito.” João 14:2.

Se tomarmos como verdadeira a hipótese de que a Bíblia é a palavra de Deus, qual é a imagem correta do nosso Criador?

Talvez o segredo para entender Deus não esteja no exterior, mas sim no nosso interior. Neste momento torna-se importante duas perguntas: o que nós somos e quem somos nós? As duas perguntas parecem ter o mesmo significado, mas não são.

O homem age, pensa e sente de uma determinada forma, e para saber a razão disto, precisa conhecer-se energeticamente, saber que tipo de influência exerce no meio e como é influenciado, não só pela própria energia, como pela dos outros, e também pela energia de tudo que se encontra à sua volta (Universo).

Para mantermos este nível energético equilibrado, é necessário que, em primeiro lugar, procuremos nos conhecer e nos avaliar.

Conhecer as falhas e aprender como lidar com elas da melhor forma, evita a ruptura abrupta deste equilíbrio, centralizando emoções e desta forma mantendo-se em harmonia consigo mesmo, com as pessoas e o meio ambiente em volta, com isto possibilitando sempre uma renovação através de trocas energéticas.

Vivemos em tempos conturbados, onde não temos tempo se quer para nossos familiares. Passamos a maior parte do tempo trabalhando para pagar contas. O estresse é diário. Sem falar nos momentos em que ficamos interagindo com problemas que não são nossos. Diante deste cenário caótico, deixamos pouco tempo para dedicar à nossa evolução interior, ao despertar da nossa verdadeira essência, da nossa verdadeira consciência cósmica.

Quando o homem compreender melhor a si mesmo, compreenderá não só a si, mas compreenderá quem realmente foi Jesus Cristo, compreenderá o Todo, o Universo, e também a Deus.

Contudo, é tarefa de cada leitor buscar o (re)encontro consigo mesmo. Auxiliando esta tarefa, faremos uma breve viagem até a Gallerie dell´Accademia, em Veneza, Itália, para assim, analisarmos uma das mais famosas pinturas de Leonardo Da Vinci, chamada de “Homem Vitruviano”.

Criado em 1490, no século XV, Leonardo Da Vinci pintou o “Homem Vitruviano” baseado em uma famosa passagem do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (aproximadamente 70 a.C .).

Tal pintura é considerada como um símbolo da simetria básica do corpo humano, e, para extensão, um dos símbolos da simetria do Universo como um todo.

Neste momento, torna-se importante citar um dos sete princípios de Hermes Trimegistro: “O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está encima”.

Sendo assim, a simetria e perfeição não são somente humanas, mas sim Cósmicas. Há uma equiparação entre o “céu” e a “terra”.

Examinando a pintura, podemos perceber que, de acordo com a combinação das posições dos braços e pernas, realmente se acredita em quatro posições diferentes. As posições com os braços em cruz e os pés são inscritas juntas no quadrado. Por outro lado, a posição superior dos braços e das pernas é inscrita no círculo. Isto ilustra o princípio que na mudança entre as duas posições, o centro aparente da figura parece se mover, mas de fato o umbigo da figura, que é o verdadeiro centro de gravidade, permanece imóvel.

Importante ressaltar neste momento, que se analisarmos o lado energético do corpo humano, no umbigo há um chakra chamado de chakra umbilical, o qual, além de outras tarefas, possui a tarefa de controlar nossa vitalidade. É o chakra que é trabalhado para acelerar e expandir todo nosso campo vibracional. Ao se acelerar o chakra umbilical, são acelerados todos os meridianos, os estímulos e as frequências cerebrais, nos protegendo contra energias negativas, acelerando inclusive o processo de auto-imunização.

Retornando ao Homem Vitruviano, podemos ainda verificar que:  

a) Um palmo é a largura de quatro dedos; 
b) Um pé é a largura de quatro palmos; 
c) Um antebraço é a largura de seis palmos; 
d) A altura de um homem é quatro antebraços (24 palmos); 
e) Um passo é quatro antebraços; 
f) A altura da orelha é um terço da longitude da face; 
g) A distância entre o nascimento do cabelo e o queixo é um décimo da altura de um homem; 
h) A distância do topo da cabeça para o fundo do queixo é um oitavo da altura de um homem; 
i) A distância do nascimento do cabelo para o topo do peito é um sétimo da altura de um homem; 
j) A distância do topo da cabeça para os mamilos é um quarto da altura de um homem; 
k) A largura máxima dos ombros é um quarto da altura de um homem; 
l) A distância do cotovelo para o fim da mão é um quinto da altura de um homem; 
m) A distância do cotovelo para a axila é um oitavo da altura de um homem; 
n) A longitude da mão é um décimo da altura de um homem; 
o) A distância do fundo do queixo para o nariz é um terço da longitude da face; 
p) A distância do nascimento do cabelo para as sobrancelhas é um terço da longitude da face; 
q) A longitude dos braços estendidos de um homem é igual à altura dele.

O ser humano é uma criação divina. Somos perfeitos, e para tanto, nossa função no Cosmos é muito mais profunda e bela do que muitos imaginam. Cada milímetro do nosso corpo foi infinitamente bem elaborado pelo Criador. Não estamos neste plano por acaso. Temos muitas responsabilidades, e uma delas é conhecer a nós mesmos, ou seja, descobrir nosso Deus interior, nosso verdadeiro Eu, acessando assim, outras esferas. Isto é despertar, é evolução.

Um dia o Universo foi criado. Neste momento não importa sua crença, ou seja, se o Universo foi criado através do Big Bang, seja através de um passe de mágicas… Fato é que o Universo foi criado e, de alguma forma, interagimos com ele.

Mas qual será a dimensão desta criação? Mal conseguimos obervar a décima parte do Universo quando olhamos para o céu, como podemos então concluir que somos quem somos? Neste momento, podemos ter uma ligeira visão e compreensão das criações de Deus. Mas será que temos consciência de tudo isto?

Saber reconhecer que não vivemos apenas em uma casa, a qual, na maioria das vezes têm cercas e muros altos, já é um grande passo. Fomos “doutrinados” a defender a propridade privada com unhas e dentes. Mas será mesmo que tudo que pensamos ser nosso é mesmo? Ou melhor, o que é realmente nosso?

Sentimentos ilusórios são incutidos diariamente em nossas mentes. Na maioria das vezes não reclamamos, pelo simples fato de que é muito mais fácil “aceitá-los”, do que questioná-los e assumir-mos as nossas verdadeiras responsabilidades, ou seja, a nossa verdadeira essência.

Você é muito mais perfeito do que imagina ser. Este é um dos motivos que nos faz sentir estarmos tão perdidos, sem respostas para perguntas tão simples… Aliás, sabemos de onde viemos?

Pare e reflita. Definitivamente não somos o que pensamos ser. Neste momento, busque apenas perceber como são grandiosas as criações de Deus. Não perca mais tempo tentando entender o que a mídia lhe impõe. Entender a sua natureza é muito mais fácil do que tentar compreender as verdades ilusórias impostas pelo sistema.

Na minha infância, aproximadamente quando eu tinha uns 11 anos de idade, tive a oportunidade de presenciar a aparição de um objeto voador não identificado (ovni). Eu e minha família voltávamos das férias de verão no litoral gaúcho. Estávamos em cinco pessoas no carro. Meu pai dirigia, minha mãe estava ao seu lado, eu estava sentado atrás dela. No centro do banco traseiro estava minha prima, e do outro lado estava sentada minha irmã.

Era noite, eu observava as montanhas quando um pequeno ponto luminoso apareceu e acompanhou o carro durante vários minutos. Era multicolorido. Após algumas manobras, percebemos que não se tratava de nenhuma aeronave terrena.

A partir daquele dia parece que uma espécie de botão foi apertado dentro da minha consciência, acionando uma bateria de perguntas sem respostas. A primeira delas, a qual surgiu instante após aquela aparição foi: Se existe vida fora da Terra, o que mais Deus criou?

Percebi ao longo dos anos, que diferentemente do que 97% das pessoas me ensinavam a humanidade não estava só no Universo. Mas onde estaria este conhecimento?

Passei então a observar as pessoas com as quais eu convivia. Nas suas atitudes encontrei muitas respostas, mas admito que com estas respostas, vieram inúmeros questionamentos. Nesta jornada, uma pergunta não tinha resposta: Onde estaria o conhecimento cósmico?

Ano após ano, passei a compreender que, em verdade, a verdadeira caminhada é interior. Em alguns instantes até podemos receber auxílio externo, mas somos nós quem devemos acionar o botão de ligar o despertar da consciência cósmica.

Apesar de parecer difícil o despertar da consciência cósmica, talvez seja ainda mais difícil aceitar e conseguir entender a realidade que é exposta dia a dia na mídia. Somos inundados por conhecimentos frios, sem sentidos, vagos e confusos. Enquanto muitos perdem tempo propagando o falso, ilusório e complexo, cada um tem a possibilidade de acessar, sem custo algum, seu Deus interior.

Vivemos em um sistema impregnado de incoerências. Além disso, fomos acostumados a aceitar estas incoerências sem qualquer questionamento. Será este o caminho para o despertar da consciência cósmica?

Entretanto, talvez despertar seja o mais dolorido para muitos. Saber que somos responsáveis por todos os nossos atos (ação e reação), representa muito mais do que podemos imaginar. Pense na chuva. Imagine uma gota caindo até uma pequena poça d’água. Quando ocorre o impacto, pequenas ondas são geradas, as quais se propagam até a borda, recebendo assim, o reflexo das paredes.

Na vida de qualquer ser é assim. Esta lei é eterna, até mesmo para o criador. Todos são abarcados por ela. Contudo, cabe a cada um, saber o momento de despertar para esta lei. Quando pararmos e percebermos que tudo que fizermos, terá uma consequência, seja positiva ou negativa, perceberemos que somos co-criadores, e não escravos irracionais.

Despertar a consciência cósmica significa perceber que Deus está em tudo, e tudo está em Deus; é acordar para uma nova realidade; é saber e agir como co-criadores; significa aceitar e interagir definitivamente com as Leis Universais; você é e você faz; significa exercer a existência e a própria essência na mais profunda vibração do amor.

davinciPor fim, fica para reflexão do leitor mais uma parábola de Jesus Cristo:
“Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das minhas obras. Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai; e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” João, Capítulo 14, Versículos 11 a.

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