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Sobre elcienegalindo

Uma pessoa que ama a vida e buscar sair da ignorância, pois aquele que deseja ser um pouco sábio, sabe que quanto mais se aprende menos sabe.

Física Quântica & Efeito Isaías por Greg Braden…

O Efeito Isaíasé um Manuscrito escondido por dois mil anos, revela o segredo do poder humano. 

 Reconheçam o que é visível e o que está oculto ficará claro”. ~Gregg Braden.~ 

A Matriz Divina é a rede de energia que conecta o nosso universo, constituída por uma rede de filamentos muito semelhantes àqueles presentes no nosso cérebro.

Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chocou o mundo quando disse que existe um lugar que é pura energia, onde todas as coisas têm início e que simplesmente “É”. Segundo o pesquisador Gregg Braden, que há mais de 20 anos se dedica a estes estudos, recentes descobertas destacam a evidência de que existe realmente essa matriz de Planck e é a Matriz Divina. Planck afirmava que esta “Matrix” é a origem das estrelas, das rochas, do DNA, da vida e de tudo o que existe.

Microscopicamente, não há nada natural, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos em um universo de vibrações e nossos corpos são constituídos de vibrações de energia que nós emanamos constantemente. A ciência já provou, através da física quântica, que estamos todos conectados através de nossa vibração. Experimentações científicas demonstraram que nosso DNA muda com as frequências produzidas pelos nossos sentimentos e emoções, ou seja, vibrações. Isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta poderosa energia, parece ser uma Rede Estreitamente Tecida que conecta TODA a matéria e, ao mesmo tempo, podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES. Os experimentos comprovaram, também, que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Isto tem um profundo significa: possuímos muito mais poder do que imaginamos.

Todos nós já ouvimos falar desse “poder” que possuímos, principalmente através da Bíblia, mas essa afirmação quase nunca passou de citações que entusiasmavam, mas não convenciam.

Que poder é esse e por que só agora chegou ao nosso conhecimento?
Tudo começou com a descoberta de um antigo manuscrito, o Grande Código Isaías, e outros textos essênios, nas Cavernas de Qnram, no Mar Morto, em 1946. Atribuído ao profeta Isaías, parece ter sido escrito há mais de 2000 anos, e descreve tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente. Cada um desses futuros encontra-se em estado de repouso, esperando ser despertado com as nossas decisões feitas no presente. O Código Isaías descreve com precisão essas possibilidades, numa linguagem que só agora começamos a entender. Isaías descreve a ciência que nos ensina como escolher o tipo de futuro que queremos experimentar.

A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Greg Braden nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo. É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente com o nome de “Oração”. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Mas claro! Quem não sabe disso? A maioria, podes crer! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.

Um modelo “perdido” de oração, que é quântico!

Os manuscritos achados no Mar Morto, é de uma importância considerável para a humanidade dormente, que até os dias de hoje, muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesma. Nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explica como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade. Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere como o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura no mundo e, até mesmo, prevenir as grandes tragédias climáticas que a humanidade poderia enfrentar.

Em que consiste essa tecnologia da oração e em que bases se apoia para que seja eficiente?
Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis já existentes, reside em nossa habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e está já acontecendo. Vendo a oração deste modo, como «sentimento», nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.

A partir desta perspectiva, nossa oração, baseada nos sentimentos, deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado. Com as palavras de seu tempo, os Essênios – os primeiros suspeitados de serem os responsáveis da conservação do conhecimento originário – nos lembram que toda oração já foi atendida. Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente em um estado “adormecido” de possibilidades. Dessa forma, o futuro não é deterministicamente estabelecido, mas pode ser, também, alterado. Os essênios tinham uma visão holística da vida e, justamente por isso, consideravam os desequilíbrios da terra como um espelho dos desequilíbrios do corpo físico do homem. Mesmo as catástrofes naturais, as mudanças climáticas, são espelhos de grandes mudanças que estão ocorrendo na consciência humana.

Hugh Everett III, um físico da Universidade de Princeton, estudou a possibilidade de universos paralelos, chamando de “ponto de escolha”, o momento em que se pode sobrepor um efeito sobre outro no decorrer de um evento.

O ponto de escolha é a possibilidade da abertura de um vácuo, de uma ponte que permite mudar o caminho, passando para um outro resultado que se encontra em outro caminho paralelo: em síntese, é algo que nos permite dar um salto quântico de uma sequência de efeitos já experimentada a uma nova sequência com um êxito diferente. É como se a mesma história fosse escrita, prevendo finais diferentes: em um certo ponto, nos encontramos em uma bifurcação que nos permite obter um resultado ao invés de um outro. Por exemplo, se eu passo por um corredor, posso escolher de entrar nas salas que estão à direita ou à esquerda, mas só no final do corredor, posso sair e mudar de rumo, encontrar uma encruzilhada.

A nova física, admite que a experiência, ou mesmo a mera observação do cientista modifica a realidade; isso nos leva a crer que, se hoje, em nosso presente, formos capazes de introduzir uma pequena alteração, podemos então, escapar do efeito das profecias negativas, como já aconteceu, como resultado de uma concentração da energia do pensamento coletivo.

Usando o pensamento, sentimento e emoção unidos em nossa oração, podemos atrair os pontos de escolha e mudar os resultados previstos. Tudo isso, no fundo, nos leva à conclusão de que há uma profunda ligação entre nossos pensamentos coletivos, nossos sentimentos e nossas expectativas e a realidade externa. Esta forma de pensar era inerente à visão da vida dos essênios, como se revela nos escritos dos essênios de 2.500 anos atrás, os quais refletem a ideia de que os eventos externos são o reflexo de nossas mais profundas crenças internas.

Se Pensamento, Sentimento e Emoção não estão alinhados, não há União. Portanto: se cada padrão se move em uma direção diferente, o resultado é uma dispersão da energia. Pensamento, emoção e sentimento são a chave da tecnologia da oração e no interior de nós mesmos, devemos experimentar e sentir o que queremos realizar no exterior, precisamos sentir isto no corpo, nos pensamentos e sentimentos. Podemos dar o que temos, podemos expandir para fora de nós o que somos. Aquilo que desejamos, deve realizar-se contemporaneamente no pensamento, no sentimento e no corpo humano.

O pensamento e emoção, devem primeiro ser considerados separadamente e depois em conjunto, porque o pensamento deve ser o sistema de orientação que direciona nossas emoções.

Como se realiza:

O pensamento, mesmo sob a forma de imaginação, determina para onde direcionar a atenção e a emoção.
EMOÇÃO é a energia que nos faz ir na direção desejada, é a “fonte de poder”. Para Braden, nos extremos existem apenas duas emoções: o amor e a sua falta, muitas vezes identificada como medo. Logo, se você não está no Amor, você está no medo. E o medo atrai sempre aquilo que se teme.

Sentimento é a união de pensamento e emoção, de fato, para experimentar um sentimento, precisamos ter uma ideia e uma emoção. Então, o sentimento “é a chave da oração, porque a criação responde ao mundo do sentimento humano.”

Então, primeiro é importante entender e estar ciente dos pensamentos e emoções representados por nossos sentimentos, porque às vezes expressamos pensamentos que fundamentam emoções diferentes do que afirmamos, e assim, acabamos por realizar efeitos indesejáveis, ou fazemos de formas que a nossa Oração não funcione. Os pensamentos, em si mesmos, podem transportar certas expectativas, permanecendo potenciais desejos, mas são inertes se não forem acompanhados pelo poder da emoção. Muitas vezes, porém, a emoção que acompanha um desejo, caminha na direção oposta ao nosso desejo, mas não somos conscientes.

Se, por exemplo, desejo uma melhor saúde, sob o pensamento de melhora está introduzido o medo da doença, da pouca saúde que se tem, e essa emoção capacita exatamente o que se teme: a doença. Mesmo ao nível do pensamento, dizendo, “melhora”, implicitamente me focalizo em “não suficiente”, e se pensamos de não haver o suficiente, inconscientemente nos sentimos infelizes, ansiosos. Lembremo-nos das palavras do Evangelho: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á.” Isso pode significar que, qualquer um que tenta se defender daquilo que pode prejudicar a sua vida, acaba focando a atenção justamente sobre o que se quer evitar, atraindo-o.

Braden diz que “nós mergulhamos na possibilidade da criação, um sentimento em forma de imagem, que é a parte da energia suficiente para desenvolver uma nova possibilidade. A chave deste sistema, no entanto, é que a criação restitui exatamente o que nossa imagem mostrou”.

A imagem mostra a sopa de criação, onde colocamos a nossa atenção. A emoção que ligamos à imagem, atrai a possibilidade da manifestação desta imagem.

Quando “nós não queremos algo – uma emoção baseada no medo . Nosso medo, na verdade, alimenta o que nós dizemos de não querer”.

Por que só agora tomamos conhecimento desse poder?
Até a Bíblia parece dizer que temos um poder desconhecido, e talvez, não por acaso, essa chave de leitura ”foi descoberta só em 1995, em um momento em que poderia haver uma consciência suficientemente alta entre as massas, que permite usar este poder. A humanidade desenvolveu uma nova consciência planetária, graças à força da tecnologia de oração em massa.

Diz Gregg Braden que Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria. Vimos que, geneticamente, nosso DNA muda com as frequências que produzem nossos sentimentos, e que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA mas em todo o ambiente. Quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em em nossas vidas. E podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível.

Fonte: “O Efeito Isaias” – Gregg Braden

O Efeito Isaías

O Efeito Isaías – Livro em Pdf

A descoberta do Grande Código de Isaías nas cavernas do Mar Morto, em 1946, revelou pistas sobre o nosso papel na criação, que foram perdidas nas edições do século IV a.C. Entre estes achados se encontram as instruções de um modelo “perdido” de orar que a ciência quântica moderna sugere que tem o poder de curar nosso corpo, trazer paz duradoura ao nosso mundo e, quem sabe, evitar as grandes tragédias que a humanidade poderá enfrentar. Cada vez que utilizamos esta tecnologia interna para rezar, experimentamos “O Efeito Isaías”.

Nas palavras de sua época, as antigas tradições, como as dos Essênios, nos lembram que cada oração já foi atendida. Qualquer que seja o resultado que podemos imaginar, assim como cada possibilidade de que somos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente como um estado “dormente” da possibilidade. São estas mesmas probabilidades de resultados que fornecem as bases para o novo modelo da Teoria das Cordas e Teoria-M, e, muito possivelmente, são responsáveis por várias dimensões do que agora acreditamos ser nossa criação. Desde esta perspectiva, nosso uso e aplicação da oração, baseada em sentimentos, deixa de ser menos com respeito a “criar” este ou aquele resultado, e se converte em mais por “ter acesso” ao resultado desejado, já criado. Embora as antigas e as modernas tradições parecem concordar com a existência das muitas possibilidades, os questionamentos tem sido sempre sobre: como despertar um resultado específico e o fazer real em nossas vidas atuais? Como podemos chamar a possibilidade de paz em nosso mundo, por exemplo, ou saúde em nossos corpos – possibilidades que já existiam -, quando os acontecimentos de nosso mundo parecem nos mostrar condições de violência e de desastre? A resposta a esta pergunta e a chave para o Efeito Isaías estão fundamentadas na revelação do mistério da oração com base no sentimento.

Os antigos Essênios nos lembram que existe uma forte relação entre o que acontece em nosso mundo interior dos sentimentos e as condições do mundo que nos rodeia. Talvez, extraordinariamente simples, esta relação nos diz que a condição da nossa saúde, nossa sociedade e, inclusive, os padrões do clima são refletidos pela maneira como lidamos com a vida interior. Experimentos recentes na ciência das energias sutis e na física quântica, agora fornecem credibilidade justamente a essas tradições.

Por meio de uma linguagem que somente agora estamos começando a entender, Isaías nos mostra como ter acesso às possibilidades já criadas de saúde, paz e cooperação e como trazê-las à realidade de nossas vidas. Já que a ação do nosso mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior de sentimentos, Isaías nos sugere que o façamos, sentindo como se nossas orações já tenham sido atendidas. É precisamente o poder deste sentimento o que dará vida às nossas orações. Novas pesquisas sugerem que, quando sentimos gratidão no cumprimento de nossas orações, em nossos campos de efeito, nossos sentimentos já produzem as condições que trazem novas possibilidades às nossas vidas.

Entender que os resultados se igualam aos sentimentos pode nos ajudar a compreender o que acontece quando parece que nossas orações não são atendidas. Quando rezamos para a saúde de nossas relações, por exemplo, se experimentamos raiva, ciúmes ou fúria nessas relações, por que ficamos surpresos ao verificarmos que essas mesmas qualidades estão refletidas como uma doença em nossos corpos, nossas famílias, escolas, locais de trabalho e nas condições sociais ao nosso redor? A ciência nos cientifica que cada sentimento que experimentamos, cria uma química única em nossos corpos (a química do amor e do ódio está detalhada nos livros The Isaiah Effect e  Walking Between the Worlds). As boas notícias são que os mesmos princípios são verdadeiros para os sentimentos de afirmação da vida. Conforme respondemos aos desafios de nossa vida com a compaixão, a compreensão, a tolerância amorosa e a paz, somos capazes de vivenciar estas condições em nossos corpos e, consequentemente, de observar esse efeito sendo espalhado ao mundo que nos rodeia.

Albert Einstein disse, uma vez, que não podemos resolver um problema com o mesmo pensamento que o criou. O poder da oração indenominada (não denominada) que se baseia no sentimento, representa uma oportunidade para conduzir os grandes desafios do nosso tempo, dentro de um novo paradigma de entendimento consciente e sentimentos, que refletem aquilo que desejamos vivenciar.

Em vez de impor nossas crenças sobre uma determinada situação, o nosso “perdido” modo de rezar nos lembra que nada precisa ser “criado”, pois qualquer resultado que se possa imaginar para essa situação já existe. Podemos servir de maneira mais eficaz se, em primeiro lugar, buscamos sentir o resultado de cada condição que escolhemos vivenciar em nosso mundo. Condições estas como a paz e a cooperação entre os governantes e as nações, ou então, a prosperidade que virá após se dar um tratamento igual a todos os povos e raças associado ao ato de honrar a toda forma de vida do planeta. É pelo reconhecimento e gratidão que sentimos na presença dessas condições que será criado os efeitos quânticos que permitirão a criação de vínculos com os nossos sentimentos.

Comparando as Formas de Rezar através do exemplo da Paz Global

(OL) = Oração baseada na lógica: solicitando intervenção

(OS) = Oração baseada nos sentimentos: sabendo que nossa oração já foi aceita

  1. (OL) Em nossas condições atuais nosso foco está centrado em que não acreditamos que existe a paz
  2. (OS)Presenciamos todos os eventos – os de paz e aqueles que vemos como falta de paz -, como possibilidades, sem julgamentos de certo ou errado, bom ou mau. 
  3. (OL)Podemos nos sentir desamparados, impotentes ou aborrecidos com os acontecimentos e condições que presenciamos.
  4. (OS)Liberamos nosso juízo sobre as situações, Bendizendo as condições que nos causaram sofrimento. A Benção não condena conscientemente nem o acontecimento nem a condição. Ao contrário, reconhece que o acontecimento é parte da única fonte de tudo o que é (Por favor, consulte o livro Walking Between the Worlds: The Science of Compassion, para mais detalhes).
  5. (OL)Usamos nossas orações de petição solicitando a divina intervenção de um poder superior que traga a paz sobre os indivíduos, as condições e os lugares onde acreditamos que a paz está ausente.
  6. (OS)Sentindo os sentimentos de que nossa oração já foi aceita, demonstramos o antigo princípio quântico, que estabelece que as condições de paz em nossos corpos são refletidas fora dele.
  7. (OL)Através do nosso pedido, inadvertidamente afirmamos as mesmas condições que menos desejamos. Quando, por exemplo, pedimos: “Por favor, que haja a paz!”, estamos declarando que a paz não está presente na situação atual. Fazendo isso, na verdade estamos dando combustível à condição que escolhemos mudar.
  8. (OS)Reconhecemos o poder da nossa oração e sabemos (sentimos) que seu foco já se tornou passado.
  9. (OL)Continuamos solicitando a intervenção até que vemos que a mudança ocorreu em nosso mundo ou desistimos e abandonamos o caminho da oração.
  10. (OS)Nossa oração, agora, é composta de: a) reconhecimento de que a paz já está presente em nosso mundo, vivendo de acordo com o conhecimento de que essas mudanças já ocorreram; b) reforçando nossa oração, dando graças pela oportunidade de eleger a paz em vez do sofrimento.
Fuente original: Página web de Gregg Braden: www.greggbraden.net

RECUPERADO O ANTIGO MODO DE ORAR
Gregg Braden

Grande parte dos condicionamentos nas tradições ocidentais durante o último meio século, nos tem convidado a “pedir” que circunstâncias específicas em nosso mundo mudem através da intervenção divina; que nossas orações sejam atendidas. Em nossas bem intencionadas petições, contudo, inadvertidamente poderíamos estar dando poder às mesmas condições pelas quais estamos orando para pedir a mudança. Por exemplo, quando pedimos “Querido Deus, por favor, permita que haja paz no mundo”, na verdade estamos estabelecendo que, atualmente, não há paz. As antigas tradições nos lembram que as orações pelas quais pedimos são apenas uma forma de orar, dentre outras. Há, também, outras maneiras que nos levam a encontrar a paz em nosso mundo, por meio da qualidade dos pensamentos, sentimentos e emoções que criamos em nosso corpo. Uma vez que permitimos as qualidades de paz em nossa mente e damos combustível à nossa oração através de sentimentos de paz em nosso corpo, o quinto modelo de oração determina que o resultado já  aconteceu.

A ciência quântica, agora, toma esta ideia e a leva um pouco mais longe, ao afirmar que são justamente essas condições de sentimentos as que a criação responde igualando, dessa forma, o sentimento com que fazemos a oração em nosso mundo interior com condições similares no mundo exterior. Embora o resultado da nossa oração ainda não possa ter acontecido no mundo exterior, estamos sendo convidados a reconhecer a nossa comunhão com a criação e a viver como se nossa oração já tivesse sido atendida.

Através das palavras de outros períodos, os antigos nos convidam a recuperar o antigo modo de rezar, como sendo um estado permanente de consciência em que nos transformamos, em vez de uma determinada forma de ação que fazemos ocasionalmente. Nas palavras que são tão simples como elegantes, somos lembrados, para que nos “cerquemos” das respostas às nossas orações e as “envolvamos” nas condições que as escolhemos experimentar. Em linguagem atual, esta descrição nos sugere que, para que possamos fazer mudanças em nosso mundo, primeiramente será necessário vivenciar os sentimentos de que esta mudança já ocorreu.

Como a ciência moderna continua confirmando a relação entre nossos pensamentos, sentimentos e sonhos com o mundo que nos rodeia, torna-se claro essa ponte esquecida entre nossas orações e aquilo que vivenciamos. A beleza interna dessa tecnologia é que ela se baseia nas condições humanas que já possuímos.  Desde os profetas em seus ensinamentos, nos lembram que, honrando a vida, cumprimos nosso dever com a sobrevivência de nossas espécies e o futuro do único lar que conhecemos.

Fuente original: Página web de Gregg Braden: www.greggbraden.net                                                                                 Traducción: Karina Malpica
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O que diz a ciência a respeito das Crianças Índigos, Cristal e das Estrelas….

Resultado de imagem para crianças indigos cristais estrelasMuito se tem falado sobre crianças Índigos e Cristais, mas quem são elas? Onde vivem? Como surgiram estas denominações?

A denominação Criança Índigo se originou com a parapsicóloga, sinesteta e psíquica Nancy Ann Tappe, por volta dos anos 70. Em 1982 Tappe publicou o livro “ Entendendo Sua Vida Através da Cor”, onde ela descreveu este conceito, afirmando que por volta dos anos 60 ela começou a perceber que muitas crianças nasciam com suas auras  “índigas”(aura com predominância da cor azul índigo). Em 1998, a ideia foi popularizada e foi lançado o livro “ As Crianças índigo: As novas crianças chegaram”, escrito por Lee Carroll e Jan Tober. Em 2002, no Havaí, ocorreu uma conferência internacional sobre crianças índigos, com 600 participantes. Nos anos subsequentes, estas conferências ocorreram na Flórida e em Oregon. Os anos passaram e vários filmes e documentários foram produzidos sobre o assunto.

Contrapondo-se a isso, Sarah Whedon W., em 2009 escreve um artigo onde alega que os pais rotulam seus filhos como ‘índigo” para fornecer uma explicação alternativa para o comportamento indevido de seus filhos, decorrentes do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Russell Barkley, psicólogo, comenta que essas terminologias “Índigo e Cristal, que surgiram no movimento Nova Era, ainda não produziram evidências empíricas da existência de tais crianças, pois para ele, as características descritas são muito vagas. Especialistas em saúde mental estão preocupados por rotular uma criança como “índigo ou Cristal”, pois muitas vezes, pode se retardar o diagnóstico e tratamento adequado que poderia ajudar a criança. Nick Colangelo, professor especialização na educação de crianças com altas habilidades, faz questionamentos de quem está lucrando com estas terminologias, uma vez que muitos livros, apresentações e vídeos estão sendo comercializados com esse assunto.

Dentro desta mesma linha, Lorie Anderson, em seu artigo “Índigo: A cor do dinheiro”, argumenta que a crença em crianças índigos tem um valor comercial significativo, devido às vendas de livro, vídeo, sessões de aconselhamento para crianças, filmes, acampamentos de verão e conferências que visam que os pais acreditem que seus filhos são “Índigos”.

Crianças índigo são crianças que possuem dons especiais, às vezes sobrenaturais ou altas habilidades. Grande crença de que eles são curiosos, de temperamento forte, independentes e muitas vezes visto pelos amigos e familiares como “estranhos”. Apresentam uma forte espiritualidade inata, mas que necessariamente não implicam num interesse direto em áreas espirituais e religiosas. Também possuem um alto quociente de inteligência, grande capacidade de intuição e resistência a regras rígidas, controles baseados em paradigmas de autoridade.

Segundo Tober e Caroll, as crianças Índigo nem sempre apresentam bons resultados em  escolas convencionais, devido à sua rejeição a autoridade rígida, pois muitas vezes são mais inteligentes (ou maduros espiritualmente) que seus professores. Também, os mesmos autores, fazem uma crítica ao uso de medicações para estas crianças, vistas por eles como índigas, e pela comunidade escolar com crianças com TDAH, sendo que segundo eles, muitas dessas crianças são ou foram educadas em casa.

Conforme Doreen Virtue, estas crianças são criativas  apresentado dom musical, facilidade para poesia, criatividade na confecção de objetos…), são propensos a vícios, com um histórico de depressão, ou até mesmo pensamentos suicidas, tem grande oscilação na auto estima (por vezes muito alta, em outras muito baixa), possuem um grande desejo de ajudar o mundo e grandes laços com plantas ou animais.

Crianças Cristal são crianças que tem uma consciência universal, não são individualistas, preocupam-se com o próximo. Apresentam o dom da telepatia ou então iniciam a falar numa fase posterior a outras crianças ou muito antes. Conforme Doreen Virtue, devido à sua capacidade de comunicação telepática podem ser rotuladas como “lentas” ou “autistas”, embora não seja o caso. Estas crianças têm uma aura de cristal colorido, campo um teórico de radiação em torno do corpo que alguns afirmam ser capazes de ver. São altamente carinhosas, interessam-se por cristais e pedras. Por muitas pessoas são denominadas crianças arco-íris. Acredita-se que as primeiras Crianças Cristal tenham nascido por volta do ano 2000.

Cientificamente nenhum estudo comprova a existência de tais crianças e os mais céticos acreditam que estes traços podem ser encontrados na maioria das crianças, porém a psicóloga Lídia de Noronha apresenta detalhes em comum entre estas crianças:

Características Indigo e Cristal

Crianças das Estrelas

Elas foram “classificadas” através dos “tipos” que seguem:

ÍNDIGO – foram chamadas assim, crianças de 7 a 30 anos de idade, por terem muito azul em suas auras que dá cor à vibração do chacka do terceiro olho ou chakra frontal. São seres especiais nascidos após 1987, com DNA alterado, e vieram já treinadas sobre o que fazer na Terra. Até a Parapsicologia acredita serem especiais. Mostram novos Padrões de Comportamento devido as grandes habilidades que têm. Compartilham carácter com crianças Cristal.

CRISTAL – são mais dominantes no chakra Coronário, suas auras podem ser branca ou transparente, e também dourada conforme o Raio. De olhos grandes, penetrantes e sábios, porque enxergam a alma das pessoas. São almas antigas que tem ligação com Registros Históricos da Terra. Comunicam-se com todos os Reinos da Natureza e se beneficiam muito com as mudanças provocadas pelos índigos, que lhes abriram caminhos. Estão na idade de 20 anos agora.

ARCO-ÍRIS – são a expressão da nossa Divindade, nunca estiveram no Planeta antes, e procuram pais cristal. São pequenos Avatares, porque já vieram no ápice da Evolução Espiritual. Aqui chegaram por volta de 2002 em diante, tem egrégora dos Sete Raios bem definida, com qualidades mutantes.

DOURADAS – embora tenham iniciado a missão no plano físico á partir de 1998 , mostraram iniciativas de encarnar entre 2003 à 2006, pois a energia delas é elevada e delicada, pois vêm de Planos 14D e 18D. Grande parte delas morrem de 3 a 7 meses após encarnar-se, tem total memória de sua realidade estelar e sua hierarquia de Mestres.Nascem em lugares afastados para que até os 7 anos consigam ajustar a sua energia para suportar as energias telúricas da Humanidade.

Existem outras variações como: Cristal/Dourada, Cristal/Maxim e Esmeraldas. Cada uma das categorias abre caminho para a seguinte.

ATUAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES…

As chamadas Crianças das Estrelas quase sempre representam desafios para os pais, para os educadores, e também para os parentes e amigos. Isso porque a forma de tratá-las é bem diferente do que em tempos passados, onde um “não” era não, porque hoje um “não” tem como resposta um por quê…e também um “pra quê mãe?”

“Criança não obedece… não faz a lição… faz que não ouve e se responde é…..na verdade é muito triste ouvirmos essas palavras dirigidas por adultos às Crianças das Estrelas…

Isso porque essas crianças tem características incomuns, quanto à outras crianças. Elas não tem medo de nada…e de ninguém… porque vêm com habilidades especiais que trazem, como: maior sensibilidade, personalidade peculiar, novos padrões de comportamento, e por serem intuitivas mentais tem rapidez nos pensamentos, e não toleram mentiras dos adultos.

Os adultos podem se sentir aborrecidos, pois essas crianças tem dificuldades de se ajustarem nesta realidade densa, por terem altos padrões energéticos, como a clarividência e mediunidade, comunicação por telepatia, dons de cura, muita sensibilidade, e muitos outros, que lhes permite fazer parte das Equipes Espirituais da Terra.

Começam a se deixar conhecer desde cedo, ao entrarem na “escolinha” – no maternal e depois nos anos seguintes, e tem também tendência de se “esconderem” ou se isolarem, por não se sentirem reconhecidos.

Muitas dessas crianças são resistentes ao tratamento autoritário, se tornam agitadas demais (hiperativas), tem dificuldade em manter a atenção, tornando-se muitas vezes líderes “negativos”, principalmente na Escola. Aí são rotuladas como “problemáticas”, correndo serio risco de serem medicadas, e conseqüentemente “sedadas”.

O caminho que resta é abertura de consciência de pais e professores, através de pesquisa, audição de palestras, leituras, no tocante ao bom relacionamento no convívio familiar e escolar dessas crianças, ressaltando que elas apenas precisam de muito Amor… muita atenção e participação desde as brincadeiras até as respostas que elas querem ou não ouvir.Logicamente que se oferecem limites… mas antes de tudo compreensão do mundo real no qual o mental delas “viaja” o tempo todo…

São crianças que abraçam e acariciam espontaneamente, porque tem esses dons espirituais inatos, e necessitam diálogos, para se sentirem confiantes e seguras frente aos adultos que as cercam.

Elas tem a capacidade de fazer despertar um grande AMOR naqueles que estão próximos à elas, pois é de AMOR que elas precisam, até que se criem Nova Metodologia Educacional que visa desenvolver os dons, a criatividade e a participação dessas crianças, que se entenda o convívio com elas, nesse Novo Tempo da Nova Terra! Fonte

Referências:

DANCOES, Dumari. The New Children. Maio/2006. Disponível online em: http://www.childrenlights.com/Articles/the_children.htm Acesso em 24/05/2012
NORONHA, Ligia de. Crianças Índigo e Cristal. Março/2003 Disponível online em: http://www.ligiadenoronha.com/wp-content/uploads/2010/03/Criancas-Indigo-e-Cristal1.pdf Acesso em 26/05/2012
Índigo Children. Maio/2012 Disponível online em: http://en.wikipedia.org/wiki/Indigo_childrenAcesso em 22/05/2012.

 

Dimensões de Consciência…

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Fala-se hoje muito sobre dimensões. Sobre estarmos na terceira… a caminho da quinta… essas coisas…
Por isso faço aqui essa menção para dizer que as dimensões não são lugares e sim bandas de frequência como as usadas pela polícia, pelos aviões e pelas rádios, que servem de apoio a certo tipo de energia, de frequência muito mais elevada, mas a ideia é a mesma.

O modelo a seguir com os vários níveis de consciência que vivemos concomitantemente, nos foi passado pelo Arcanjo Ariel, que nos fornece uma forma de melhor interpretar cada uma dessas dimensões. Ele as divide em três blocos a seguir:

Âmbito da Criação Mais Densa:
3ª dimensão
4ª dimensão

Âmbito da Criação Intermédia:
5ª dimensão
6ª dimensão
7ª dimensão
8ª dimensão
9ª dimensão

Âmbito da Criação Mais Alta:                                                                                                       
10ª dimensão                                                                                                                                        11ª dimensão                                                                                                                                        12ª dimensão

Âmbito da Criação Mais Densa…

3ª dimensão – Os corpos físicos existem na 3ª dimensão, baseados na matéria física.

4ª dimensão – Trata-se do plano astral, baseado nas emoções. Estas duas dimensões constituem o que denominamos o Âmbito da Criação Mais Densa. Estas são as dimensões nas quais se desenrola o jogo da separação; só aqui é possível manter a ilusão do bem e do mal, o sentir-se separado, tanto do ESPÍRITO, como uns dos outros. E os seres humanos tornaram-se peritos nisto! Este jogo da separação foi muito bem sucedido, mas chegou o momento de dar o apito final; é por isso que este planeta está num estado de ascensão. Neste momento, a Terra encontra-se vibrando na zona superior do plano astral, muito perto da fronteira com a 5ª dimensão, a do Corpo de Luz. Como parte do processo de ascensão, em breve estas duas dimensões mais densas vão ser absorvidas pelas dimensões mais elevadas e deixar de existir.
Imagem relacionadaÂmbito da Criação Intermédia…

5ª dimensão – Esta é a dimensão do Corpo de Luz, na qual sabemos que somos Mestres e seres multidimensionais. Aqui, nos tornamos seres completamente orientados pela espiritualidade. Muitos de nós que aqui estamos nesse lindo planeta azul já viemos desde este ponto, para nos convertermos em Trabalhadores de Luz.

6ª dimensão – Contém as matrizes dos padrões do ADN para todos os tipos de espécies da criação, incluindo as da humanidade. Nela também estão armazenados os idiomas da Luz. Esta dimensão é constituída, essencialmente, por cores e tonalidades. Trata-se da dimensão onde a consciência cria através do pensamento. É um dos locais onde trabalhamos durante o nosso período de sono. Nesses momentos em que estamos fora de nossos corpos físicos, pode ser difícil compreendermos o porque de não estarmos num corpo, a menos que escolhamos criar um. Quando vibramos a partir desta dimensão somos como pensamentos vivos. Criamos através da nossa consciência, mas não temos, necessariamente, veículos para elas.

7ª dimensão – Esta é a dimensão da criatividade pura, a da luz pura, a da tonalidade pura, a da geometria sagrada pura e a da expressão pura. É um plano de infinita refinação.

8ª dimensão – Este é o plano da mente grupal, onde entramos em contato com o que temos de mais sublime. Caracteriza-se pela perda do sentido do “EU”. Quando viajamos multidimensionalmente é aqui que temos os maiores problemas para mantermos a nossa consciência unida, em função de deixarmos de ser “EU” para passarmos a ser NÓS, ou seja, passamos a viver com objetivos de grupo. Assim, poderá parecer-nos como se tivéssemos adormecido ou ficado em branco ou ainda visualizarmos um imenso branco cintilante.

9ª dimensão – Com base nesse esquema que aqui usamos, é o plano da consciência coletiva dos planetas, dos sistemas de estrelas, das galáxias e das demais dimensões. Também aqui é muito difícil manter a consciência do “EU”. Aqui somos tão imensos que tudo é “TODOS”! Imaginemos que somos a consciência de uma galáxia: nós somos cada forma de vida, cada estrela e planeta e cada mente grupal de cada uma das suas espécies! Caso venhamos a visitar essa dimensão nos será muito difícil manter a nossa consciência.
Imagem relacionadaÂmbito da Criação Mais Alta…

10ª dimensão – Esta é a fonte dos Raios, o lugar daqueles a quem chamamos Elohim. É aqui que a Luz se diferencia. É desse nível de consciência que têm origem os planos da Criação, enviados para os níveis do Âmbito da Criação Intermédia, ou seja, da 5ª à 9ª dimensão. Aqui, poderemos ter um sentido do “EU”, embora muito diferente daquele a que estamos habituados na Terra.

11ª dimensão – Esta é a dimensão da realização da Luz, quer dizer, o ponto antes da Criação, a de um estado de expectativa delicioso, similar ao instante que precede um espirro ou um orgasmo. É o âmbito do Arcanjo Metraton, dos demais Arcanjos e do Akáshico Superior para este sistema da Fonte, isto é, os registos akáshicos para os planetas e as galáxias, tal como para a totalidade deste sistema da Fonte. Nós estamos num dos muitos sistemas da Fonte; portanto, o que aqui é descrito por Ariel, é apenas um dos muitos sistemas da Fonte; Ariel nos diz que se formos a outros sistemas estelares, experimentaremos coisas completamente diferentes. Ele nos diz que enquanto Arcanjo, a sua base é esta 11ª dimensão. Ariel nos diz que vem até nós como mensageiro e salienta que é esse precisamente, o significado da palavra Arcanjo. Ser mensageiro é uma das suas funções, diz ele, dado que tem muitas outras: a de Elohim, por exemplo, mas essa não pode ser descrita por palavras.

Nesse momento você pode estar surpreso, mas, temos mesmo muitos tipos de tarefas e dentro de uma mesma mônada energética vivemos muitas realidades ao mesmo tempo. Aqui e em infinitas outras organizações estelares.

12ª dimensão – Esta é a dimensão do Ponto Único, na qual a totalidade da consciência se reconhece a si mesma na unicidade completa com Tudo O Que É. Não existe qualquer separação. Se sintonizarmos este décimo segundo nível, saberemos que somos completamente unos com o TODO, com a Força Criadora. Não voltaremos a ser os mesmos porque, desde que tenhamos experimentado a Unicidade, jamais poderemos continuar a sustentar o mesmo tipo de separação.

O ESPÍRITO cria a ilusão de separação apenas até à 7ª dimensão. À medida que a frequência se eleva, as diferenças perdem todo o significado e tudo passa a ser “ESPÍRITO”. Existe uma banda de frequência definida em todos estes níveis que atua como um meio unificador, como uma frequência comum, tal como se fosse um canal público de uma rádio. Porém, além de podermos comunicar através dela também podemos ser através dela! Se nivelarmos a nossa consciência com a frequência desta Banda da Unicidade, experimentaremos a unidade completa com Tudo O Que É. Esta banda também é conhecida como Banda Crística; emana do nível Crístico, emitindo sub-harmônicas para o interior de todos os planos mais densos.

Resultado de imagem para dimensões da consciênciaA energia no nível Crístico é a nossa energia; é o nível em que atuamos como Seres Crísticos, acima da separação. Por uma questão de conveniência, costumamos chamar a esta função: Oficina de Cristo. E, na história da Terra, ela manifestou-se diretamente em forma humana, à parte dos níveis do ESPÍRITO. Estas manifestações ficaram conhecidas como Quetzalcoalt; Hiawatha, Lao-Tsé, Krishna, Buda e Jesus. Todos eles foram projeções diretas da Banda da Unicidade e surgiram em distintos pontos da História para alterar o rumo dos acontecimentos, recordando à humanidade a sua Unicidade. Também usamos o nome de Sananda para descrever a Coletividade Crística.

Então é isso! Dimensões são frequências nas quais experienciamos os nossos aprendizados, enquanto Seres de Luz. Na medida em que sutilizemos nossos pensamentos, positivando-os, elevamos nossa energia em uma ou em algumas oitavas de luz e, se estivermos atentos aos nossos pensamentos nesses momentos, conhecemos a unicidade e deixamos de ter dúvidas a esse respeito.

Nesses momentos é como se entrássemos em um elevador que nos levasse diretamente ao nível superior: rápido, direto e eficaz. E, no momento em que a porta abre-se, uma imensa onda de amor banha-nos completamente. Fonte
Resultado de imagem para dimensões da consciênciaPaz e Luz em sua vida!

Livros Sobre Crianças Índigo e outras Crianças…

Livros sobre crianças índigo: 

1) Educando Crianças Índigo (Egídio Vecchio) – Editora Butterfly 

Vídeo do Dr. Egídio Vecchio falando sobre as crianças índigo:

2) Crianças Índigo “Uma Visão Espiritualista” (Rosana Beni) – Editora Novo Século 

Link que fala sobre o Programa Dimensões de Rosana Beni, de uma TV de São Paulo: Programa Dimensões 

3) Crianças de Hoje (Dra. Meg Blackburn Losey) – Editora Pensamento 

Site de Meg Blackburn Losey: Spiritlite.com 

4) Crianças Índigo (Lee Carroll e Jan Tober) – Editora Butterfly 

5) Índigos (Lee Carroll e Jan Tober) – Editora Butterfly 

6) Crianças Índigo 10 Anos Depois (Lee Carroll e Jan Tober) – Editora Novo Século 

7) An Indigo Celebration (Lee Carroll e Jan Tober)- Editora Hay House Inc. 

Site de Lee Carroll sobre crianças índigo: Indigo Child 

Site de Lee Carroll sobre Kryon: The Kryon Website 

Lee Carroll na Wikipedia: Lee Carroll (Wikipedia) 

Site de Jan Tober: Jan Tober 

Site de Nancy Ann Tappe: Nancy Ann Tappe 

8) Crianças Índigo “Uma Nova Cosciência Planetária” (Sylvie Simon) – Editora Madras 

Site de Sylvie Simon: Sylvie Simon Santé 

9) Crianças Índigo Uma Geração com Ponte Para Outras Dimensões… (Tereza Guerra) 

10) Poder Índigo e Evolução Cristal (Tereza Guerra) – Editora Madras 

11) Spaltron, o Mistério dos Maias (Tereza Guerra e Alain Aubry) – Editora Sinais de Fogo

12) Spaltron, o Menino Índigo que Veio das Estrelas (Tereza Guerra, Alain Aubry e Ana Delgado)

13) Madie, Uma Criança Índigo? (Tereza Guera) 

Site de Tereza Guerra: Tereza Guerra 

14) Adultos Índigo (Ingrid Cañete) – Editora Novo Século 

Site de Ingrid Cañete: Ingrid Cañete 

15) Nova Geração “A Visão Espírita Sobre Crianças Índigo e Cristal” (Divaldo Pereira Franco) – Editora Leal Livraria Espírita 

Site de Divaldo Pereira Franco: Divado Pereira Franco 

Site do centro espírita fundado por Divaldo Pereira Franco: Mansão do Caminho 

Divaldo Pereira Franco na Wikipedia: Divaldo Pereira Franco 

16) Educando a Criança de Hoje – Coleção Lições de Vida (OSHO) – Editora Celebris 

Site de Osho: OSHO 

Site do Instituto Osho Brasil: Instituto Osho Brasil 

Site de frases e palavras de Osho: Palavras de Osho 

17) The Crystal Children “A Guide to The Newest Generation of Psychic and Sensitive Children” (Doreen Virtue) 

Em português: Crianças Cristal (Doreen Virtue)

18) Earth Angels (Doreen Virtue) 

Este livro fala sobre os diversos tipos de crianças índigo, a partir das suas reencarnações na Terra ou mesmo do fato de algumas estarem reencarnando pela primeira vez. Fala sobre de onde algumas destas crianças vieram e seu propósito de vida. 

19) Realms Of The Earth Angels (Doreen Virtue)

Este livro é ótimo, tem muito das mesmas informações de “Earth Angels”, mas há mais informações complementares. Estes dois livros foram criados através de entrevistas e pesquisas com índigos que participaram dos cursos de Doreen nos EUA. Eles mesmos foram se classificando dentro dos grupos ou formando novos grupos.

20) The Care and Feeding of Indigo Children (Doreen Virtue)

21) Indigo, Crystal and Rainbow Chldren (Doreen Virtue)

22) Angels 101 (Doreen Virtue)

23) Mermaids 101 (Doreen Virtue)

24) Fairies 101 (Doreen Virtue)

Site oficial de Doreen Virtue: Angeltherapy.com 
Biografia de Doreen Virtue 
Doreen Virtue no Hay House Radio 
Doreen Virtue no Spirit Library 

Vídeo de Doreen Virtue:
Doreen Virtue

25) Mensageiros do Amanhecer (Ensinamentos das Plêiades) (Barbara Marciniak) 

26) Terra (Chaves Pleiadianas Para a Biblioteca Viva) (Barbara Marciniak) 

Site de Barbara Marciniak: The Pleiadians

27) Keepers Of The Garden (Dolores Cannon)

28) The Convoluted Universe (Dolores Cannon)
Vol. 1
Vol. 2
Vol. 3
Vol. 4

29) The Three Waves of Volunteers (Dolores Cannon)

Site de Dolores Cannon: Dolores Cannon

Vídeo de Dolores Cannon

Moving Into The New Earth:
Dolores Cannon

0) The Indigo Survival Guide (Olena M. A. Gill)

Particularmente, este livro é muito interessante para adultos índigos. Eu me encontrei neste livro.

Site de Olena M. A. Gill: The Mind-Body Connection Centre

31) Indigo Adults (Kabir Jaffe & Ritama Davidson)

Sites dos autores: Indigo Adults
                             Essence Traning

32) Indigos: The Quiet Storm (Kathy Altaras & Nancy Tappe)

33) Indigo, Crystal and Rainbow Children (Aingeal Rose & AHONU)

Site de Aingeal Rose: Aingeal Rose
Site de AHONU: AHONU

34) Anger And The Indigo Child (Dianne Lancaster)

Site da autora: Emotional Wellness Institute

35) Adultos Índigo (Maria Monachesi)

36) Elven World (T. E. Locke)

Este livro é para os elementais encarnados que são do povo Tuatha de Danann.

37) Vivir en La Tierra (Matías Gustavo de Stefano)

38) Vivir en El Universo (Matías Gustavo de Stefano)

Site do autor: GHAN

Crianças Diamante…

Resultado de imagem para adulto indigos

Nós estamos familiarizados com os termos: Criança índigo, Criança Cristal e Criança Arco-íris. Mas poucos ouviram falar do termo “Criança Diamante”. Isto acontece porque diferentemente das suas predecessoras, a criança diamante não está aqui para mudar as coisas. A criança diamante raramente vai chamar atenção para ela mesma e vai passar pela vida de maneira invisível.

Mas por que estão aqui? Vamos ver de onde este nome vem. O Diamante é um grande condutor de energia e luz. Diferentemente das crianças Cristal, que são semelhantes mas extremamente delicadas e podem se quebrar facilmente, a Criança Diamante é uma das pedras mais difíceis e duras de serem destruídas na Terra. Ainda assim, na escuridão, é invisível.

As Crianças Diamante são assim. Enquanto estão na escuridão, elas são invisíveis para todos na Terra. Mas quando começam a conduzir ou canalizar luz e energia, sua luz é a mais pura e brilhante da Terra.

As Crianças Diamante são frequentemente excelente alunas. São talentosas em qualquer assunto, tarefa ou hobby com os quais se importam ou buscam e portanto frequentemente vão terminar não fazendo nada mais chamativo porque sua energia é dispersada de maneira muito fina entre os muitos assuntos. São aprendizes muito ávidos, o que serão sem interesse egoísta, sem tomar partido, sem a intenção de ter conhecimento.

Frequentemente mas não sempre nascem em famílias e situações muito difíceis, mas estas crianças passarão por estes eventos sem serem afetadas pelo drama. Eles não se tornam viciadas em substâncias nem se tornam abusivas ou depressivas ou param de viver suas vidas de maneira plena por conta de sua má sorte. Muito raramente uma delas vai cair ao longo do caminho e procurar o caminho da destruição para ver como é. Mesmo assim, após anos de sofrimento e dor, elas reemergirão tão brilhantes como sempre.

As Crianças Diamante sabem que estão certas 99% do tempo sobre todas as coisas. Frequentemente parecem arrogantes para os outros porque elas nem tentam discutir sobre o seu ponto de vista. Elas vão apenas concordar acenando a cabeça e sorrir para o seu argumento e então quando você menos espera, vão lentamente ensinar a você o ponto de vista oposto.

Algumas vezes vão entrar em discussões simplesmente para ganhar. Elas fazem isto por diversão e sempre vencem. Não importa em que lado da discussão elas estejam, elas não se importam com isto na verdade, elas vão provar que o seu lado está errado. É porque elas enxergam o quadro em sua totalidade. Elas enxergam sempre os dois lados de qualquer questão e não julgam.

As Crianças Diamante fogem da liderança. Isto acontece porque, diferentemente das Crianças Índigo ou Arco-íris, elas não vieram com cores pré-definidas e o conceito de “grupo” que nós temos aqui na Terra é ofensivo a eles. O grupo, afinal de contas, significa a mentalidade “nós x eles” assim como concordar com uma realidade que exclui outras realidades.

Se vocês estão se perguntando de onde elas vem, a resposta é de todos os lugares e de nenhum lugar. Elas não se identificam com nenhum planeta em particular, realidade ou universo. Elas vem direto da Unicidade. Se você é de alguma maneira médium ou sensitiva (o), você verá a forma delas mudar à sua mais avançada percepção. Então se você consegue ver espécies extraterrestres, é isto o que você verá, se você consegue perceber criaturas de energia/luz. Se você pode perceber a Unicidade,é isto o que você verá. Frequentemente você verá elas mudando de uma forma a outra, até que elas parem na forma que mais você se identifica. Logo, por exemplo, se você se identifica com Dragões, você pensará que elas são Dragões. Se você se identifica com Anjos Terrenos, você verá asas nelas. Se você suspeita que seu filho (a) é uma Criança Diamante, o melhor que você pode fazer por ele (a) é estreitar o seu campo de interesses e encorajar a criança a ficar com apenas um ou dois assuntos. Um criativo, como arte ou música, outro intelectual, como ciência ou letras. Será uma tarefa difícil, mas isto vai ajudá-las a sobreviver na Terra e se tornarem independentes, sendo melhor do que leva-las a fazer dez atividades por semana… as quais elas vão querer muito fazer.

Fora isto, deixe a dieta delas livre de aditivos, faça uma dieta pura e fresca e tenha certeza de dar-lhes bastante água. Elas cuidarão do resto. Crianças Diamante precisam de pouca manutenção.

Frequentemente uma Criança Arco-Íris pensará ou vai querer ou será confundida com uma Criança Diamante. A principal diferença entre as duas é que a primeira se liga muito em religião, em “fazer as coisas certas”. Enquanto a segunda apenas vive a vida e está aqui puramente para trazer a Luz Divina em nossas realidades. A cor, ou cores que se apresentam na Terra são irrelevantes para a Criança Diamante, que nunca julgará você ou suas crenças como erradas, nem vai tentar te salvar ou te ensinar o “caminho correto”.

Uma Criança Diamante vai aparecer na sua vida quando você mais precisa delas, em outras palavras, quando você precisa da Luz Divina, então elas desaparecem tão rápido quanto apareceram.

Elas terão uma vida longa e sem complicações.

Elas são extremamente poderosas. Se elas querem, elas podem fazer você obedecer as suas ordens, podem mudar o clima, podem modificar a vibração de um local inteiro. Elas podem se manifestar com facilidade e buscarão uma solução, ou resposta para qualquer problema que você as apresente. Quando uma pessoa se torna consciente do poder da Criança Diamante, a pessoa fica com medo e talvez pense que é errado alguém ter tanto poder. No entanto, é muito raro de fato para uma Criança Diamante usar seus poderes. Elas tem uma resistência muito grande para fazê-lo.

Quanto ao seu número, existem poucas encarnadas na Terra no presente, mas seu número vai aumentar ao longo das próximas duas décadas, porém não muito. O poder é tanto que não são necessárias muitas delas em qualquer momento. Você é uma se você, depois de ler este artigo, sente enormemente que “Eu sabia disto”, e então procura outro assunto, que eu espero que seja a Ascensão.

Se você sente uma necessidade muito grande de ser uma Criança Diamante, provavelmente você é uma Criança Arco-Íris… e se sente insultada se você é “um ser inferior”, você definitivamente é uma Criança Arco-Íris.

A Herança Universal, Crianças e Realidades Cósmicas (Matias de Stefano)

>>https://www.youtube.com/watch?v=zAufBBtd3Og

Fonte: Diamond Child

Adultos Índigos, podemos ser um deles…

Resultado de imagem para crianças indigosA evolução humana é algo inexplicável. Sensações, sentimentos, energias… tudo o que nos movimenta é motivo para observação e análise. Nós, seres humanos, exercemos total influência para o universo e a ação contrária também é válida. Com isso, uma nova geração vem sendo formada desde os últimos 100 anos. Já conversamos anteriormente sobre estarmos passando por uma nova era, que diz respeito à nossa ascensão espiritual e mostrei como promover a sua ascensão espiritual. Agora chegou o momento de entender mais sobre os adultos índigos. Sim, eles existem e você pode ser um deles!

O que é um adulto índigo?

O termo índigo sempre foi associado a crianças com desenvolvimento espiritual diferenciado. Para a pseudociência e a parapsicologia, esses pequenos seres humanos vieram com a função especial de orientar a todos sobre o que é chamado de Nova Era. Todas as crianças índigos possuem características comuns como, sensibilidade para atividades sociais, desenvolvimento bastante profundo sobre questões morais e éticas, além de serem dotadas de uma personalidade peculiar e um quociente de inteligência bastante aprimorado.

De uma forma curiosa, a parapsicologia passou a estudar também essas características em adultos. Descobriu-se, portanto, que há um grupo de adultos índigos e que eles podem ser ou não crianças que vieram justamente dessa nova geração. Sendo assim, foram divididos dois grupos de adultos índigos para estudo:

Adultos índigos por nascimento…

São aqueles adultos que já nasceram com a sensibilidade índigo e que agora trabalham a sua transformação espiritual mais profundamente. A maioria das pessoas desse grupo fazem a transição para a categoria “Cristal”, que vou explicar em outro post mais profundamente.

Adultos índigos por transformação…

Esse segundo grupo de adultos índigos nasceu sem a sensibilidade aparente e foi desenvolvendo-a ao longo dos anos. Esse desenvolvimento pode ter acontecido de forma consciente ou não. Um adulto pode ter total conhecimento do que é ser índigo e optar por seguir um caminho espiritual diferenciado, adquirindo certa sensibilidade para o mundo.

Além desses, tem também aqueles adultos que já têm uma sensibilidade maior para o universo e absorveram isso de uma forma inconsciente. Para esse segundo grupo é preciso um acompanhamento maior e uma ascensão espiritual mais direcionada. Do contrário, poderão desenvolver distúrbios sociais e espirituais aparentemente sem explicação.

Doreen Virtue, autora americana, índigo, publicou um artigo que fala justamente desse diagnóstico errôneo:

“Aqueles adultos que resistem a mudança e que dão valor à conformidade, podem não perceber os Índigos. Eles são frequentemente e erradamente classificados com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA).”

Imagem relacionadaComo identificar um adulto Índigo…

A geração de adultos índigos veio a partir daqueles nascidos até o início da década de 80, totalizando uma idade superior a 30 anos. Encarnaram na Terra justamente em uma época de limitações. Vivia-se em uma Era de Padrões, onde o conhecimento era enquadrado em limites de um padrão social e o que fugisse desse limite, era desconsiderado ou pré-conceituado como inexistente. Sendo assim, esses adultos, quando crianças, também possuíam uma sensibilidade maior, mas não tiveram a chance de entendê-la.

Passava-se também por uma época em que não existiam muitas pessoas índigo no planeta. Com isso, a energia era bem mais densa e proporcionava uma sensibilidade bem maior na geração que chegava.

Características de um adulto índigo

Se você se inclui na faixa de idade citada acima, há uma chance de ser um adulto índigo ou transformar-se em um. Veja as principais características acerca desse grupo de pessoas da Nova Era:

>> Inteligência diferenciada

São pessoas com uma inteligência natural. Nem todo adulto índigo foi um aluno de destaque na escola, com ótimas notas em provas, mas todos possuem um conhecimento, muitas vezes sem explicação.

>> Grande desenvolvimento criativo

Adultos índigos desenvolvem a criatividade com muito mais facilidade. Geralmente são pessoas que trabalham com algum tipo de atividade relacionada.

>> São comumente questionadores

Índigos também questionam bastante sobre as coisas ao seu redor. Querem saber o porquê das coisas, principalmente se não proibidos de fazer algo.

>> Interesse em assuntos esotéricos e espirituais

Se interessam bastante por questões espirituais e têm uma afinidade maior com assuntos esotéricos. São pessoas que se sentem mais confortáveis em lugares mais místicos.

>> Sentem necessidade constante de mudar o mundo e as pessoas

São adultos que se sentem bastante incomodado com desigualdades entre pessoas, destruição do planeta e sentimentos movidos ao egoísmo. Essa característica geralmente é a mais aparente e também a que precisa de mais atenção, para evitar distúrbios psicológicos e sociais.

São algumas das poucas características sempre desenvolvidas em adultos índigos. Se você se identificou com a maioria, vale entender mais sobre sua condição espiritual e buscar um acompanhamento psicológico especializado. Dessa forma, direcionará melhor a sua energia e também conduzirá seus dias de uma maneira bem mais saudável!Fonte

Você conhece alguém que pode ser um adulto índigo? Compartilhe com seus amigos esse post!

Não é fácil ser uma Criança Índigo…

Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagickm Crianças Índigo…

Nos anos 80, nos Estados Unidos, uma conhecida norte americana pertencente aos meios espirituais, de nome Nancy Ann Tappe, que utilizava a terapia da cor, começou a notar que as crianças tinham uma coloração azul violeta na camada mais exterior de suas auras (chama-se assim ao campo energético que se encontra ao redor do corpo humano), coisa que nunca havia visto antes. Intrigada, decidiu investigar mais profundamente e começou a reconhecer características comuns em todos estes pequenos seres:

Maior inteligência, maior energia, maior tendência para questões de espiritualidade. Tudo parecia ser maior nestes meninos os quais baptizou como crianças Índigo. Pouco tempo depois publicava Understanding your Life Through Color (Compreendendo a sua vida através da cor), um livro que se converteu no primeiro que abordava seriamente o tema das crianças Índigo e que lançou este termo, aos níveis de popularidade, que hoje tem em todo o mundo.

Entre as principais características das crianças Índigo estão, em linhas gerais, a sua realeza (um natural sentimento de quem tem o direito a estar cá), a necessidade de relacionar-se com outros seres, o seu jeito de liderar, a sua grande quantidade de energia, o seu natural sentido de justiça e de questionar padrões estabelecidos. É difícil para eles aceitar o conceito de autoridade propriamente dito, sobretudo quando este não está apoiado na coerência de quem ostenta ou reclama tal status. Quer dizer que, na maioria dos casos, estas crianças perceberão de imediato se você não é coerente entre o que diz e o que faz. 

Por um lado, é certo que muitas destas características eram inevitáveis, tendo em conta que a sociedade se vai convertendo, cada vez mais depressa, num culminar de inovações técnicas e de informação a todo nível. A sociedade está-se transformando cada vez mais em tecnológica, conceitos como o computador, a Internet, a comunicação em tempo real, etc, que eram só sonhos há alguns anos, hoje são uma realidade. É natural então que as crianças nascidas hoje tenham uma maior empatia com todas estas coisas, pela simples razão de que estão nascendo neste meio ambiente carregado de influências tecnológicas.

Até aí não é necessário aplicar o conceito de criança Índigo. No entanto, pergunta-se se todas as novas características desta sociedade da informação estão baseadas em valores verdadeiros? Não. Esta sociedade está cada dia mais e mais caótica. Criamos os nossos filhos como se preparássemos um futuro campeão de luta livre, mas com muita informação no cérebro, porque assumimos que esta sociedade se vai tornar cada vez mais selvagem, desumanizada, donde por seleção natural só os mais fortes, preparados, titulados, vão poder sobreviver e conseguir um bom posto de trabalho, um bom automóvel, um bom apartamento e um promissório futuro, porque pensamos que todas estas coisas nos trarão a felicidade. Estas crianças não encaixam nesses conceitos criados confusamente por todas as gerações precedentes, porque todas elas fundaram uma sociedade baseada em falsidades inumanas, não em valores. 

Está muito bem que hoje habituemos as crianças a manejar aparelhos como o computador e suas diversas ferramentas, questões muito na moda ultimamente em todos os sistemas educacionais, seguramente com a ideia de que o começar cedo com o uso destas coisas os vai preparar melhor para a vida, mais adiante. No entanto, é muito melhor tratar de equilibrar o imenso potencial mental e espiritual que cada uma destas crianças traz consigo, não dizendo com isto que tudo o anteriormente exposto não seja importante, mas em todo caso deve ser só complementar. E realmente a ciência e a tecnologia podem ser úteis ferramentas, mas não nos fazem mais felizes.

Outra característica muito importante que se deve ter em conta é que nem todas as crianças Índigo são iguais. Clamamos-lhes Índigo como uma maneira de reconhecê-las pelas suas qualidades e potencialidades psicológicas, mentais e espirituais mais desenvolvidas, mas não estão feitas em moldes. Este ponto é muito importante porque na medida em que soubermos “guiar” estes pequenos seres, e sublinho esta palavra, poderemos vê-los mais adiante aplicar na vida diária toda essa capacidade, que levam dentro deles. Se pelo contrário, eles não encontram adequado guia, todo esse potencial ficará adormecido e se converterão em futuros cidadãos, igualmente condicionados, como somos a maioria de nós. 
Estes jovens, ao terem os dois hemisférios cerebrais mais dotados e inter conectados (o hemisfério esquerdo é o mental, lógico, racional, científico, enquanto que o direito é o intuitivo, artístico, espacial), podem ter, sobretudo na escola, verdadeiros curto-circuitos com as estruturas educativas tradicionais que se baseiam no trabalho exclusivo com um dos dois hemisférios. Então, costumam aborrecer-se terrivelmente, não desejam ir à escola, porque não a encontram atractiva e enriquecedora. Detestam fazer as tarefas na ordem em que “a professora diz”. E então, como consequência, são diagnosticados com Desordem de Déficit de Atenção ou com Hiperactividade. E começam aí os problemas.

Ultimamente ouve-se muito falar em falta de atenção ou défice de atenção e hiperactividade nas crianças de hoje. Uma atitude muito comum é tratar de solucionar estas questões com químicos como a famosa Ritalina (metilfenidato). “Deste fármaco sabe-se que a Administração Federal de Regulamentação de Drogas (FDA) coloca o Metilfedinato na mesma classe de drogas que a morfina e outros com aplicação médica legítima, mas com um alto potencial abusivo. Os efeitos colaterais (agitação, marcada ansiedade e tensão) dos psico-estimulantes são muito comuns, e muitos médicos recomendam diminuir, a pouco e pouco, a dose antes de interromper a medicação. A constatação dos efeitos a largo prazo e a medicação pediátrica está proibida por dilemas éticos e legais em relação a utilizar crianças como sujeitos de prova. A Administração Federal de Alimentos e Drogas etiquetou na Ritalina a seguinte advertencia: “não há ainda disponíveis, suficientes dados acerca da segurança e eficácia da utilização, a largo prazo, da Ritalina em crianças” (Carlos Oñates). 
Isto mostra que nos Estados Unidos, onde se levam muito a sério assuntos relacionados com a saúde, tanto física, como mental, este ponto entrou como tema polêmico, e confronta diretamente todos aqueles que têm opinião de que, sobre nenhuma hipótese, se deve receitar esta droga a crianças e, os que têm opinião contrária.

Uma abordagem mais coerente e humana, no caso de um aparente problema de hiperactividade e/ou falta de atenção, seria analisar as possíveis causas deste tipo de atitudes na criança, o seu contexto familiar, o seu próprio processo de adaptação ao meio, a sua relação com os seus pais. Não podemos esquecer que as crianças vão sempre ter problemas de adaptação, por exemplo, com o seu meio educativo, porque ainda muitas escolas se baseiam em técnicas de memorização, técnicas que, à medida que passa o tempo, se revelam, cada vez más inconvenientes. 

Por outro lado, estas crianças não só têm uma grande inteligência senão que as suas capacidades espirituais são por vezes maiores. Estão mais predispostas e abertas às questões do espírito. Não é difícil encontrar meninos pequenos que oram, repetem mantras ou participam encantados em cerimônias religiosas de todo tipo. Esta não é uma característica casual ou circunstancial. Estas crianças fazem as coisas porque são inspiradas do mais profundo do coração, porque o seu nível de consciência está em continua sintonia com as manifestações da espiritualidade mais elevada. Falamos de espiritualidade e não de religiosidade. Estas crianças não encontram diferença entre uma religião ou outra, todas estão bem enquanto o seu discurso e atuação estejam baseados em coerentes valores. Se o analisarmos friamente, podemos dar-nos conta que estas crianças, adequadamente orientadas, serão homens e mulheres mais íntegros e integrados, donde ciência e espiritualidade conviverão em perfeita harmonia.

Em conclusão, podemos dizer que não é simples ser uma criança Índigo. Também não é fácil ser pai ou professor de uma criança Índigo. Em linhas gerais abordaram-se as principais características destas novas crianças, e a chave para criá-las é o respeito, a atenção, o estar continuamente atento ás suas necessidades e, sobretudo, o amor. O processo de adaptação é, em realidade, algo mutuo, em constante mutação, dinâmico, é como fazer um curso de especialização sobre a mudança, que requer anos e que uma vez terminado já não tem possibilidade de emenda ou arranjo. Você sentirá continuamente que tudo aquilo que pensa saber, ou que nos ensinaram, não serve. Descobrirá com preocupação que deve aprender desde outra perspectiva a sua maneira de ver o mundo, a existência, a vida. Todo este esforço longo e, às vezes, um tanto difícil, terá os seus frutos quando veja que o seu pequeno “monstro” se converte numa criança feliz e você, sem querer, e graças ao amor que o move, se converte por sua vez, numa pessoa melhor.

Oswaldo Rocha Illescas 
Fundación Indigo Ecuador 
Traduzido por Fundação Casa Índigo