Profecias dos últimos Séculos – Parte 1

Profecias Egípcias…

Profecias Egípcias

Os antigos egípcios tinham a mais elevada veneração por Thoth, que para eles era o Deus criador desde que trouxera para a Terra o uso da escrita hieroglífica, da alquimia, da matemática, da arquitetura, da medicina, da magia, enfim a base de todas as ciências que levaram os egípcios a um altíssimo nível de conhecimento. Segundo Platão foi Hermes (Thoth) o pai da geometria, revelador do uso dos números, da geometria, astronomia e as letras. Deixou mais de dois mil livros escritos, quase todos destruídos quando do incêndio da Biblioteca de Alexandria.
História
Thoth compreendia todos os mistérios da mente humana, pelo que há no “Livro dos Mortos” do Egito ele representa o advogado da humanidade. Em muitas pinturas é representado Anúbis ao lado da balança na qual era pesada a alma do morto ante o tribunal do julgamento, onde ele aparece diante da balança na qual era pesado o coração do morto. De um lado, num dos pratos da balança, era posto uma pena simbolizando a verdade, e do outro lado o Ab simbolizando o coração do morto. Cabia a Thot examinar a mente e determinar a dignidade do morto. No grande tribunal está Thot de pé diante da balança do julgamento dos homens penetrando na mente para julgar os sentimentos e propósitos. O escriba que nas gravuras está representado na presença de Osíris diante do julgamento das almas. Egípcios antigos acreditavam que antes do morto entrar no Além, primeiramente o coração dele deveria ser pesado na presença de Osíris. No mínimo o coração do morto deveria ter o peso de uma pena. O escriba Thot anotava criteriosamente o resultado de cada julgamento, assinalando se aquele que estava sendo pesado havia ou não se conduzido bem, se tivera uma vida digna e honrada. Por isto os egípcios diziam que Thot era o escriba confidencial do deus Osíris, o secretário de todos os deuses e fora ele quem trouxera para a Terra, entre inúmeras outras coisas, a música, assim como a instituição de um calendário anual constante de 365 dias, semelhante ao que somente muito depois foi oficializado e é utilizado na atualidade. 

No mito simbólico da morte de Osíris, diz a Tradição egípcia que Thoth ensinou à deusa Ísis a conjurar encantos contribuindo assim decisivamente para que aquela deusa pudesse reconstituir totalmente o corpo do seu irmão Osíris que havia sido desfeito em pedacinhos. Por isto, segundo consta, toda a magia egípcia fora ensinada por Thoth. 
Os egípcios se referiam a Thoth como sendo a mente e a língua de RA. Também representava a mente e a palavra falada de RA. A palavra constituía o poder com que RA objetivava suas idéias. No Egito existiu uma casta de sacerdotes seguidores de Thoth, constituída pelos maiores conhecedores das ciências da época, especialmente da aritmética. Aqueles sacerdotes afirmavam que toda inspiração que tinham provinha de Thoth. Para muitos estudiosos tudo o que existe registrado a respeito daquela figura enigmática é meramente lendário, sendo a sua história nada mais que mitos. Quando muito são referências ao principal escriba que apenas transcreveu os conhecimentos existentes em sua época. Mas, igualmente outros estudiosos da História Antiga do Egito, o consideram pelos feitos assinalados se tratar de um ser dotado de poderes divinos. Podemos afirmar que esta é a verdadeira natureza de Thoth, tratava-se de um ser que compreendia todos os mistérios da mente humana, pelo que no está representado no “O Livro dos Mortos” como o advogado da humanidade. 
 Seria Thoth descrito nos papiros antigos o mesmo que os gregos chamaram de Hermes? Há muitos indícios de que se tratam de seres distintos. Muitas vezes, os próprios gregos referiram-se a Hermes Trismegisto como não nascido de mulher, conseqüentemente que ele não tivera um corpo físico biológico e sim um corpo aparente com o qual se apresentava diante dos homens. Mas, por outro lado, a própria mitologia grega fala do nascimento de Hermes, como um dos integrantes do Olimpo, filho de Zeus e Maia e que nascera em uma caverna onde fora deixado por sua mãe. Assim sendo, já podemos ver que os escritos gregos dão margem a se entender a existência de duas figuras distintas. Uma aquela do filho de Zeus e Maia chamada de Hermes e a outra um ser não nascido de mulher. Este corresponde precisamente ao que dizem os egípcios a respeito de Thoth. Enquanto a Mitologia grega atribui uma mãe a Hermes os documentos do Antigo Egito dizem que Thoth não foi nascido de mulher, que por isto era considerado um ser divino. Isto permite suspeitar de que o Hermes grego não é aquele referido no Antigo Egito com o nome de Thoth. O que houve foi que os gregos viram semelhança entre os feitos atribuídos a Hermes com os atribuídos pelos egípcios a Thot, e por esta razão erroneamente os associaram como uma mesma pessoa Hermes Trismegisto. Na verdade a quase totalidade dos ensinamentos assinalados como pertencentes a Hermes Trismegisto dizem respeito a Thoth, deus egípcios, e não ao deus Hermes da mitologia grega.
Não é somente a Hermes que Thoth tem sido comparado. Na realidade o Hermes a que se refere o Hermetismo tem sido comparado com importantes figuras de diversas culturas. Assim o feitos de Thoth são atribuídos a diversos nomes sagrados de diferentes culturas. Na civilização egípcia era Thoth; na grega era Hermes; na romana, Mercúrio; na maia, Quetazcoatl; na Atlante, Chiquitet, ou Khan (Ken). Os Sumérios e outros povos da Mesopotâmia adoravam deidades lunares virtualmente idênticas a Thoth. A Lua Deus, da Suméria, denominado Sin, tal como Thoth era aquele encarregado de medir a passagem de tempo.

Thoth é apresentado nos desenhos do Antigo Egito como a figura de Íbis, um pássaro grande integrante da fauna do Nilo.Os Egípcios associavam o bico encurvado e longo da íbis com a Lua e por sua vez a íbis era, segundo a crendice popular, considerado um dos representantes terrestres de Thoth. Segundo a antiga Tradição egípcia, Thoth era o deus da Lua, o deus de sabedoria, o medidor do tempo, e o inventor do sistema de escrita, criador dos hieróglifos e do sistema de numeração. Em outros registros ele era apresentado tendo sobre a cabeça uma gravura simbólica composta pelo disco do Sol e o crescente da Lua. Nas inscrições egípcias e nas lendas consta que o conhecimento de Thoth era imenso e que chegou a ter a capacidade de calcular e medir os céus, e até mesmo teria sido Ele Quem o planejou. Como já mencionamos antes, creditou-se-lhe o papel de criador inventor da astronomia, da astrologia, da botânica, da geometria e agrimensura e de um avançadíssimo sistema de trabalhar a pedra o que permitiu a construção dos grandes monumentos egípcios entre os quais a Grande Pirâmide de Gisé. Existem muitas versões para o nome de Thoth. Em hieróglifo o seu nome é Tehuti cujo significado literal é: “Ele Quem Equilibra”.

Outras vezes é mencionado como Khufu, nome que os gregos traduziam por Cheops. De acordo com o historiador do terceiro século, Manetho, Khufu era um ser de uma estirpe diferente das pessoas comuns. Há textos antigos que dizem haver sido Cheops/Khufu quem escreveu o Livro Gênesis que posteriormente foi compilado de forma modificada pelos hebreus passando então a integrar o Pentateuco do Antigo Testamento.
Para os egípcios Thoth era o Deus do equilíbrio por isto nas gravuras ele era estampado como “Mestre da Balança” indicando estar ele associado com os equinócios – o tempo, quando o dia e a noite eram equilibradas. Tido como o mais eficaz dos escribas de toda a civilização egípcia, e que segundo alguns pesquisadores escreveu cerca de cem mil manuscritos (papiros). Representou um papel crucial nas designações e orientação de templos e ziggurats. Era um escriba, moralista, mensageiro, e o mágico supremo. Considerado o deus protetor de todas as artes, ciências, e produções intelectuais.
Em decorrência da ligação da cultura ocidental com a civilização grega a imagem de Thoth chegou até a atualidade como sendo Hermes acrescido do termo Trismegisto, que significa três vezes grande, ou, três vezes sublime. Era tríplice em três sentidos religioso, cientifico e artístico. Religião, ciência e arte formam nele um triângulo eqüilátero. Mas segundo o Hermetismo, o termo “Trismegistus” tem um outro significado. A Thoth é conferido o nome “Trismegistus” por haver sido Grande Mestre de três civilizações, na Lemuriana, na Atlanta e na Ariana.

O Texto Hermético chamado o Kore Kosmu, escrito em Alexandria no Antigo Egito, cita Thoth como “O Todo Astuto”, desde que ele entendia de todas as coisas.Os ensinamentos de Thoth, em parte foi gravado em pedra, especialmente aquilo preservado para o futuro, principalmente os símbolos sagrados dos elementos cósmicos. Diz a Tradição Antiga que Ele entendia de todos os “mistérios dos céus”, parte dos quais deixou inscrito em livros sagrados que foram mantidos ocultos, a não ser para os Grandes Iniciados e Veneráveis Herméticos.Tais escritos deveriam ser progressivamente conhecidos pelas gerações futuras na medida em que o desenvolvimento espiritual o permitisse. Até então somente aqueles que fossem merecedores poderiam ter acesso.

Estes livros sagrados são freqüentemente chamados de “Os 42 Livros de Instruções” ou “Os 42 Livros de Thot” que trazem os mais elevados conhecimentos esotéricos, místicos e metafísicos e sobre os quais se baseia a Gnosis Egípcia. Neles está registrado um imenso cabedal de instruções capazes de conduzir o ser humano à libertação do ciclo de reencarnações e a tomar ciência da Unificação Cósmica. Consta neles os meios da pessoa chegar à imortalidade constituindo-se isto a base da Alquimia Hermética. Apenas uma pequena parte desse trabalho de Hermes foi encontrada até a presente data, mas dizem que grande parte dos escritos sagrados está guardada nas pirâmides. A Ordem Hermética afirma que parte desse conhecimento já foi encontrada dentro do “Corredor de Registros” embaixo da Esfinge no Egito e dos quais derivou a Alquimia.
Em contraposição à afirmação ao que dizem muitos egiptólogos que não existe indícios de um citado “Templo da Esfinge” os Veneráveis Herméticos afirmam o inverso. Conseqüentemente para uns não passam de lendas tudo o que é dito a respeito do “Templo da Esfinge”, enquanto para outros são verdadeiras as imagens sagradas esculpidas ao longo das passagens das paredes de pedra do Templo da Esfinge. Trata-se de um corredor que conduz para uma câmara divina, contudo as “chaves” para a decifração das mensagens somente no momento preciso serão reveladas para a humanidade. Na verdade atualmente já estão sendo liberados ensinamentos que dizem respeito a mais alguns Princípios, além dos Sete Princípios Herméticos clássicos.
Nos escritos de Thot há descrição sobre todas as raças que já viveram na terra, com referências sobre onde toda a vida começou. Parte disto consta em documentos conhecidos pelo título de “Textos de Pirâmide” onde uma união com a íbis Thot acontece na área pantanosa do Delta. Os “Textos de Pirâmide” se constitui de uma coletânea de orações mortuárias egípcias, hinos, e feitiços destinados a protegerem um rei ou rainha após a morte para lhes assegurar vida e alimento no futuro.
Os textos sobre os ensinamentos de Thoth têm várias origens, alguns oficialmente aceitos pela arqueologia oficial e outros apenas pelos “iniciados”, pois a fonte destes conhecimentos são reservados aos membros da V:.O:.H:. Em parte os conhecimentos não oficiais já foram divulgados em algumas obras reservadas, entre elas A “Tabua das Esmeraldas” e o “Livro Sagrado de Thot” e mais conhecidas o “Corpus Hermeticum” e “Pistis Sophia”.

Alguns textos herméticos foram inscritos nas paredes das câmaras internas da pirâmide de Saqqarah da 5ª e 6º dinastia no período compreendido entre 2686 a.C. e 2160 a.C. Aqueles escritos são os mais antigos escritos funerários de conhecimento público. Consta neles que Thoth tivera uma esposa de nome de Ma’at, que significa “Verdade”, “Justiça”, mas não se sabe se isso tem sentido simbólico ou não. O que se sabe é que Maat, “verdade”, era representada como uma mulher alta com uma pena de avestruz no cabelo e que estava presente no julgamento do morto. Era exatamente aquela pena que era pesada contra o coração do morto.Desde os primórdios da civilização do Egito os direitos civis eram assegurados pela “Lei de Maat deixada por Thoth. Trata-se essencialmente de uma série de concepções e normas morais. Qualquer lei que fosse contrária à Lei de Maat não era considerada válida no Egito. Também era conhecida pelo nome de Nehemaut ou Sophia.

Trata-se essencialmente de uma série de concepções e normas morais. Qualquer lei que fosse contrária à Lei de Maat não era considerada válida no Egito. Também era conhecida pelo nome de Nehemaut ou Sophia.

De acordo com uma velha tradição maçônica, o deus egípcio Thoth deixou para a humanidade os principais conhecimentos da arte da arquitetura havendo sido transmitido à humanidade depois do dilúvio.Segundo os ensinamentos de Thoth, a Grande Pirâmide foi construída seguindo as proporções geométricas do corpo humano. Em defesa dessa afirmativa diz-se que da mesma maneira como um clarividente percebe no corpo humano espirais negro-claro, espirais de branco-luz, assim também podem ser visualizadas por sensitivos espirais semelhantes saindo da Grande Pirâmide. Existe uma “lenda” que diz que uma dessas espirais passava exatamente por uma das extremidades do sarcófago que está na Câmara de Reis, mas que, em período recente, um diretor do Departamento de Antiguidades do Egito mandou deslocar o sarcófago de sua posição original, por causa de coisas estranhas que as visitas sentiam e tinham por hábito colocar no sarcófago visando virtudes inusitadas.

Essa propriedade foi descrita por Hermes, no período do Antigo Egito o iniciando deitava-se no sarcófago de tal modo que uma coluna de energia, criada pela espiral de branco-luz, atravessava a sua cabeça o que permitia ao iniciando unificar a sua consciência com a espiral de branco-luz e assim ser projetado em elevadíssimo nível de consciência. Depois de três dias e meio o iniciado era retirado do sarcófago e trazido para a Câmara da Rainha onde uma outra coluna de energia diferente ajudava a estabilizar a parte de trás. Nesse processo ocorria uma troca, uma transmutação, em nível de consciência de 1/3 da consciência objetiva humana por igual quantidade de Consciência Crística (Consciência Cósmica). Assim, no iniciado, surgia um certo nível da Consciência Superior o que lhe permitia a partir de então agir como um ser dotado daquilo que hoje chamam de Cristo-consciência. Diz Hermes: “Quando a consciência objetiva retrocede, nasce a sabedoria. A ciência que desperta essa sabedoria é o segundo aspecto hermético da sublimidade”. Afirma Hermes que esse mesmo tipo de troca é idêntico ao que o gênero humano experimentará durante ascensão planetária.

Embora falem da sabedoria de Hermes escrita em cem mil manuscritos – em grande parte destruídos no incêndio da Biblioteca de Alexandria – na realidade, como diz J. van Rijckenborgh, “A sabedoria hermética não se conteria em todos os livros do mundo! Pois essa sabedoria é livre de todo o saber tradicional”. Trata-se da Sabedoria Universal que não está escrito em livro algum, mas a qual o estudioso sincero facilmente tem acesso. 

Sendo que ela existe para que o ser humano possa usá-la e com ela escapar do mundo dialético que o aprisiona. Na verdade qualquer pessoa que se disponha pode recebê-la diretamente do seu próprio PIMANDRO.

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Profecias Sumérias…

Profecias Sumérias

A civilização Suméria é considerada a civilização mais antiga da humanidade. Suméria, Shumeria, ou Shinar. Na bíblia, Sinar. Em egípcio Sangar e Ki-en-gir na língua nativa. Os sumérios estabeleceram-se ao norte do golfo Pérsico, na embocadura do Tigre e do Eufrates que nascem nas montanhas da Turquia, apropriadamente posicionada em terrenos conhecidos por sua fertilidade. Localizavam-se na parte sul da Mesopotâmia, hoje conhecido como Iraque. Acredita-se que pertencessem a uma raça vizinha a dos egípcios. Evidências arqueológicas datam o início da civilização suméria em meados do quarto milênio A.C, data tradicionalmente atribuída para o surgimento da escrita, marco inicial da contagem da história. Contudo, há relatos de que é ainda mais antiga. Alguns estudiosos apontam erros nas datas de construção das pirâmides egípcias, estas ultrapassariam 10.000 anos de existência.

A organização social dos Sumérios foi responsável por inúmeras contribuições presentes em nossa sociedade atual, influenciando a formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez, influenciaram praticamente todo o mundo ocidental. Duas importantes criações atribuídas aos sumérios são a Escrita Cuneiforme, que provavelmente antecede todas as outras formas de escrita, tendo sido originalmente usada por volta de 4000 a.C.; e as Cidades-Estado – a mais conhecida delas sendo, provavelmente, a cidade de Ur, construída por Ur-Nammu, o fundador da terceira dinastia Ur por volta de 2000 A.C. Os sumérios descreviam-se como Sag-gi-ga ‘o povo de cabeças negras’ e chamaram sua terra Ki-en-gi, o ‘lugar dos senhores civilizados’.

A palavra acadiana Shumer possivelmente representa esse significado, contudo, em outro dialeto. A história dos sumérios, donos de língua, cultura e provavelmente aparência, foram diferentes da dos seus vizinhos e sucessores. Alguns arqueólogos afirmam que os sumérios procediam, de fato, das planícies mesopotâmicas. Outros sugerem que o termo ‘suméria’ deveria se restringir à língua sumeriana, baseando-se no fato de que não havia grupos étnicos ‘sumérios’ avulsos.

O próprio termo ‘sumério’ é geralmente usado para se referir a uma língua isolada (no campo da Lingüística), já que ela não pertence a nenhuma família lingüística conhecida – ao contrário do acádio, por exemplo, que pertence ao hamito-semítico, ou às chamadas línguas afro-asiáticas. Os sumérios já possuíam uma escrita composta de desenhos ou pictogramas ainda mais antiga que a egípcia. A escrita era traçada se utilizando de uma cunha, em tábuas de argila cozidas ao forno. Mais tarde, os pictogramas foram substituídos por sinais que representavam não mais objetos, mas sons e sílabas. Como se assemelhavam a cunhas, esta escrita foi chamada cuneiforme. As cidades sumerianas, das quais a principal tinha o nome de Ur, eram construídas sobre vastos terraços artificiais. Cada uma tinha, por líder, um rei ou governador. Quando algum deles falecia, enterravam junto suas jóias, sua viúva e seus servidores.Os Sumérios criaram uma arte vigorosa e realista. Usavam roupas tecidas, possuíam exército regular e utilizavam carros com rodas. Entre os principais deuses adorados pelos sumérios está Anu (ou An), Deus do céu; Ninti – Senhora da vida, a Deusa-mãe; Enlil, o deus do vento (ou Senhor do Comando) e Enki, deus (ou Senhor) da Terra, ambos, filhos de Anu (ou Senhor das Alturas).

Cada um dos deuses sumérios (em sua própria língua, ‘dingir’) era associado a cidades diferentes, e a importância religiosa a eles atribuída intensificava-se ou esmorecia dependendo do poder político da cidade associada. Segundo a tradição suméria, os deuses criaram o ser humano com o propósito de serem ‘servidos’ por essas novas criaturas. . Houve uma época em que estes Deuses ficaram frustrados, e decidiram expressar seus sentimentos através de terremotos e catástrofes aparentemente naturais. A essência primordial da crença suméria baseava-se, portanto, máxima de que toda a humanidade estava à mercê desses deuses.

Os sumérios são geralmente considerados os inventores da astronomia. Nas ruínas das cidades sumérias escavadas por arqueólogos desde o princípio do século XX, foram encontradas muitas centenas de inscrições e textos deste povo sobre suas observações celestes. Entre estas inscrições existem listas específicas de constelações e posicionamento de planetas no espaço, bem como informações e manuais de observação. Existem textos específicos sobre o sistema solar e o movimento dos planetas em torno do Sol, na sua ordem correta atual, muito antes da descoberta oficial moderna dos planetas de nosso sistema solar. Os sumérios consideravam o sistema solar como sendo todos os planetas girando ao redor do Sol.

Os observatórios sumérios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Foi descoberto um cálculo cujo resultado final em nossa numeração corresponde a um número de quinze casas. Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”.

Existe dados sobre Plutão, planeta descoberto em 1930, (atualmente rebaixado de categoria); seu tamanho era conhecido, bem como sua composição química e orgânica. Afirmavam que era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou nova órbita. Chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma ‘cabaça’ de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados.

Existem milhares de textos sobre medicina, arquitetura, engenharia, hidráulica, matemática avançada, química, física, etc. A Agricultura era alicerçada em técnicas de irrigação e drenagem, desenvolviam canais de irrigação, diques, reservatórios; leis eram baseadas em costumes; havia prática comercial; escrita; havia um sistema político; cidades-estados ou estados soberanos e hierarquias sacerdotais para organizações religiosas. Surgiam as primeiras bibliotecas, uma delas, descoberta recentemente na cidade de Nipur, a 150 km ao sul da atual Bagdá, continha cerca de 60.000 tabletes de argila com inscrições cuneiformes com relatos precisos sobre origem do homem. Outras provas (contemporâneas) são os fenomenais projetos arquitetônicos, complexos piramidais que englobam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.

A língua suméria é uma língua isolada, o que significa que não está diretamente relacionada a nenhuma outra língua conhecida, apesar das várias tentativas equivocadas de provar ligações com outros idiomas. A língua suméria é aglutinante, ou seja, os morfemas (as menores unidades com sentido da língua) se justapõem para formar palavras. Os próprios acádios, após invadirem e conquistarem a Suméria adotaram o sistema cuneiforme daquele povo para materializar a própria língua, similarmente ao que há hoje entre o português e o inglês, por exemplo, onde ambos usam o mesmo alfabeto para representar idiomas diferentes.

A escrita cuneiforme começou como um sistema pictográfico, onde o objeto representado expressava uma idéia. Um barco marcado por determinados sinais, por exemplo, poderia significar que ele estava carregado ou vazio. Com o tempo, os cuneiformes passaram a ser escritos em tábuas de argila, nos quais os símbolos sumérios eram desenhados com um caniço afiado chamado estilete. A impressão deixada pelo estilete tinha forma de cunha, razão pela qual sua escrita terminou sendo chamada de cuneiforme. Um corpo extremamente vasto (muitas centenas de milhares) de textos na língua suméria sobreviveu.

Os tipos de textos sumérios conhecidos incluem cartas pessoais e de negócios e/ou transações comerciais, receitas, vocabulários, leis, hinos e rezas, encantamentos de magia e textos científicos incluindo matemática, astronomia e medicina. Inscrições monumentais e textos sobre diversos objetos, como estátuas ou tijolos, também são bastante comuns. Muitos textos sobrevivem em múltiplas cópias pelo fato de terem sido transcritos repetidamente por escribas “estagiários”.

A escola de Edubba (termo sumério que significa “Casa das Tabuletas”), por exemplo, era um dos centros de aprendizagem onde arquivos e escritos literários eram guardados (grafados) em tabuletas de argila. Edubba foi um dos primeiros centros acadêmicos (biblioteca) e um dos primeiros receptáculos de sabedoria de que se tem conhecimento.

A mais completa fonte de informações a respeito da nossa origem se encontra entre os achados arqueológicos das civilizações antigas; Mayas, Astecas, Incas, Nascar, Egípcios, Celtas, etc., porém, principalmente a civilização Suméria, a mais antiga. A compreensão dos textos sumérios pode ser problemática até mesmo para especialistas. Os textos mais antigos são os mais difíceis, pois não mostram a estrutura gramatical da língua de forma sólida.

Existe um homem que hoje é referência entre os estudiosos. Baseia-se em profundas pesquisas e traduções literais de milhares de textos cuneiformes impressos em tabletes de argila oriundos da antiga civilização Suméria. Zecharia Sitchin nasceu na Rússia (Baku, Azerbaijão) e cresceu na Palestina, onde adquiriu um profundo conhecimento de hebraico moderno e antigo, diversas outras línguas antigas, inclusive européias, conhecimento profundo sobre o Velho Testamento e a história e a arqueologia do Oriente próximo. Lingüista, pioneiro e perito em escrita cuneiforme ainda hoje, entre eruditos, é um dos poucos capazes de traduzir a escrita cuneiforme característica das civilizações mesopotâmicas. Freqüentou e se formou na Universidade de Londres e é especializando em história econômica. Foi por muitos anos o principal editor e jornalista em Israel, e agora vive e escreve nos EUA. Seus livros têm sido amplamente traduzidos, convertidos para o ‘Braille’ e apresentados no rádio e na televisão. Atualmente é consultor da NASA e também autor de outros diversos livros. Afirma que as traduções revelam que os antigos mitos não são meramente mitos, mas textos, relatos repletos de evidências, fatos e comprovação histórica que mudarão completamente o conceito atual a respeito da Origem do Homem.

OS SUMÉRIOS E O PLANETA NIBIRU….

  Como já foi dito a Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. Criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios. Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia referencia como Terra Prometida e Hebrom. Possivelmente o berço da humanidade e é onde se encontrou as maiores e mais antigas descobertas da humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados de até 13 mil anos atrás.

Os sumérios foram uma civilização a frente da época que viviam. Eles chegaram a registrar informações que nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre química, estudos aprofundados sobre o universo e seus corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente avançados para a época.A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive (terra dos sumérios), foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”.

 O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos. Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua era feita de ferro? Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” – fato que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda? Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)? Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria. Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!

Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12). Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 anos para completar a trajetória. Se eles acertaram quanto a existência desses planetas, do material que eles são feitos, da órbita de cada um, por que iriam errar quanto a existência de um planeta a mais.

Os sumérios não só sabiam da existência do tal planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis, seres altamente inteligentes e considerados deuses por este povo. Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro do dilúvio!

“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…” Escrito sumério cuneiforme.

Os Maias tinham um calendário que se resumia em vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado de Marduk e os gnósticos acreditam num apocalipse causado por um planeta chamado Hercóbulus. Após toda essa polêmica, os cientistas o chamam de Planeta X.

Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios é entendido por alguns estudiosos como uma interferência extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta coisa. Algumas peças de arte sumérias foram encontradas espalhadas por todo o mundo. Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso seria possível? 

Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram a muitas outras civilizações posteriores: 

  • Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.
  • Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
  • Sistema de leis baseados nos costumes;
  • Habilidosas práticas comerciais;
  • Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
  • Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
  • Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
  • Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
  • Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.
Por Marcelo Santouro da Costa   
Fonte https://oestranhocurioso.blogspot.com/2010/03/os-sumerios.html                                    Leia mais: https://2012aeradeouro.webnode.com.br/products/civiliza%c3%a7%c3%a3o%20sumeria/

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