Os Cientistas da Nova Era, o Universo Holográfico…

Os Cientistas da Nova Era – Michael Talbot e o Universo Holográfico…

“Uma das afirmações mais surpreendentes de  David Bohm é que a realidade tangível da vida quotidiana é realmente uma espécie de ilusão, como uma imagem holográfica. Subjacente a ela existe uma ordem de existência mais profunda, um nível de realidade mais fundamental e vasto que gera todos os objetos e manifestações do nosso mundo físico, do mesmo modo que um pedaço de filme holográfico gera um holograma. Bohm chama a este nível mais profundo de realidade de ordem envolvida (que significa vedada) e que se refere ao nosso nível de existência como ordem exposta ou revelada.” – Michael Talbot 

Cientistas-Post-28.10.2015O pesquisador americano Michael Talbot aproxima a ciência moderna e as religiões antigas, ao analisar uma das teorias mais fantásticas de nosso tempo. Desenvolvida por dois eminentes pensadores, o físico David Bohm, da Universidade de Londres, e o neurofisiologista Karl Pribram, de Stanford, trata-se de uma nova conceituação da matéria, inspirada no princípio da holografia, a reprodução tridimensional de imagens por laser, segundo a qual todo o universo não passaria de um holograma gigantesco, um tipo de imagem criada pela mente, contendo tanto a matéria quanto a consciência, na forma de um campo único. Esse novo modo de encarar a realidade, que vem conquistando um número crescente de adeptos no meio científico, explica não apenas muitos dos enigmas insolúveis da física, como também ocorrências misteriosas como a telepatia, experiências fora do corpo ou no limiar da morte, os sonhos “lúcidos”, e mesmo vivências místicas e religiosas. Um livro audacioso, perturbador, escrito numa linguagem deliciosamente simples, ainda que firmemente enraizado nas melhores tradições científicas, “O Universo Holográfico” está destinado a se tornar um clássico no gênero.

Cientistas-Post-28.10.2015-1Nota do blog – Talbot nasceu em Grand Rapids, Michigan, em 29 de setembro de 1953. Ele era originalmente  autor de ficção científica. Ele também contribuiu com artigos para The Village Voice e outras publicações. Talbot tentou incorporar espiritualidade, religião e ciência para lançar luz sobre questões profundas. Seus livros de não-ficção incluem misticismo e A Nova Física, Beyond The Quantum, e O Universo Holográfico. Em 1992, Talbot morreu de leucemia linfocítica aos 38 anos.

Cientistas-Post-28.10.2015-2– Um exemplo clássico de Holograma veio do cinema

No filme Guerra nas Estrelas, a aventura de Luke Skywalker começa quando um raio de luz é disparado do robô R2-D2, projetando uma imagem tridimensional em miniatura da princesa Leia. Luke assiste fascinado enquanto a escultura fantasmática de luz implora para que alguém chamado Obi-wan Kenobi vá em seu socorro. A imagem é um holograma, uma reprodução tridimensional feita com a ajuda de laser, e para se obterem tais imagens é necessária uma magia tecnológica impressionante. Mas o mais surpreendente ainda é que alguns cientistas já começam a acreditar que o próprio universo é uma espécie de holograma gigante, uma ilusão esplendidamente detalhada, nem mais nem menos real do que a imagem da princesa Leia que incita Luke a sair em seu encalço. Dito de um outro modo, existem evidências sugerindo que nosso mundo e todas as coisas nele – desde os flocos de neve até as maiores árvores, das estrelas cadentes aos elétrons em rotação – também são apenas imagens fantasmáticas, projeções provenientes de um nível de realidade tão além da nossa própria, que está literalmente além, tanto do espaço como do tempo.

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– O conceito de Matrix na física

O conceito matemático de Matriz (Matrix, em inglês) consiste em uma ordenação adequada de símbolos (normalmente números) no espaço. Em duas dimensões, essas ordenações são chamadas de ‘linhas’ (na horizontal) e ‘colunas’ (na vertical). Somos emanações DO GRANDE CAMPO UNIFICADO presentes eternamente no infinito AGORA. Tudo que observamos são nossas criações mentais. Tempo e espaço são conceitos ilusórios que criamos, formando uma prisão, que podemos chamar de ‘Matriz’. A única verdade é o Amor Infinito = Perfeição infinita (conceitos aproximados, traduzidos em palavras para a nossa compreensão 3D) todo o resto é ilusão. Vamos aos detalhamentos:

1. Hologramas são projeções de energia ou “luz” que parece, ao observador, ser uma forma de 3 dimensões, mas na realidade são uma série de códigos e padrões de onda que apenas geram a ilusão de 3D quando um laser emite sua luz sobre esses hologramas. Toda a realidade dos 5 sentidos é uma ilusão holográfica que apenas existe de uma forma “sólida” porque o cérebro/mente humana faz com que se aparente desta forma. O mundo 3D de paisagens, mares, edifícios e corpos humanos, apenas existe nessa forma quando nós olhamos para ele, senão, ele é uma massa de campos vibratórios e códigos. No filme Matrix, a Matriz é representada, vista de fora, por uma série de números verdes e códigos, enquanto que do interior ela é vivenciada como o tipo de mundo em que nós pensamos que vivemos – montanhas, ruas, pessoas etc. Esta é uma boa analogia.

2. Nós não enxergamos com os nossos olhos, nós enxergamos com o nosso cérebro! No caminho dos olhos até o córtex visual, região cerebral responsável pela “fabricação” da visão (gnosia visual), os lobos temporais editam e reconstroem até 50% ou mais da informação original que entra através da retina e nós apenas “vemos” o que o cérebro, com todas as suas realidades condicionadas, decide o que ele está vendo.

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Cientistas-Post-28.10.2015-4– O Universo Holográfico – O que isso quer dizer?

“Nada parece o que é, senão o que é não o seria. E da mesma forma, o que é não é. Percebe?” – Alice no País das Maravilhas 

O universo holográfico é um modelo que explica muitos aspectos nas áreas de experiências pessoais e ciências. Dois nomes são responsáveis, o físico David Bohm da Universidade de Londres, e o neurofisiologista Karl Pribram, de Stanford. O fato mais interessante é que estes dois homens trabalharam independentemente. Pribram estava estudando a memória e descobriu que existem provas de que o cérebro opera holograficamente. Nos anos 20, o neuro-cirurgião canadense Wilder Penfield achou que tinha encontrado uma forma de provar que as memórias estavam alojadas numa parte específica do cérebro, isto porque ao operar o cérebro de pacientes epilépticos estimulava eletricamente várias áreas das suas células cerebrais. Para sua surpresa, descobriu que quando estimulava os lobos temporais dos seus pacientes, estes re-experimentavam lembranças de episódios passados da sua vida em vividos detalhes. Esta teoria ficou bastante conhecida e foi aceita por toda a comunidade científica, chegando-se até ao ponto de dar um nome a estas lembranças encriptadas nessa zona do cérebro: engramas. E fizeram-no sem saber da sua existência, porém a sua teoria era tão credível que achavam ser muito difícil não serem descobertos “engramas” nos próximos tempos. Pribram, juntamente com o neuropsicólogo Karl Lashley descobriu que a coisa não funcionava bem assim. O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, como por exemplo, percorrer um labirinto. Depois removia cirurgicamente várias porções dos cérebros dos animais e voltava a testá-los. Descobriu que, para sua surpresa, não conseguia erradicar a memória dos ratos seja qual fosse a porção do cérebro que retirasse. Mesmo com enormes porções do cérebro removidas, o rato continuava com as suas memórias intactas. Isto foi a ideia inicial que levou Pribram a considerar que as memórias estavam espalhadas por todo o cérebro, e que este só poderia funcionar holograficamente devido a uma propriedade muito incomum que será falada mais à frente. 

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Bohm estava  estudando física subatômica e descobriu que a um nível subatômico, a fábrica da realidade parece possuir propriedades que vemos nos hologramas. Seguindo a lógica, ao juntar estas duas idéias parece que o cérebro funciona da mesma forma que um holograma, mais tarde chegou-se à conclusão de que o universo também é uma espécie de holograma, não literalmente um holograma, mas essa é uma boa metáfora e uma boa forma de entender o universo. Talbot explica no programa de televisão “Thinking Allowed” esta afirmação: “Com isto quero dizer que no seu núcleo a realidade poderá ser bem mais plástica e mutável – tal como uma imagem – do que uma construção sólida como este mundo em que vivemos feito de terra e pedra. Existem outras implicações, uma delas é que um holograma tem uma particularidade invulgar. Se manipular um rolo que tenha uma imagem holográfica embutida, não a consegue ver a olho nu. Tem de reconstruir essa imagem passando um laser através dela. Então se tem uma imagem de uma rosa encriptada nesse filme ao passar o laser ganha uma imagem tri-dimensional da rosa no lado oposto. Se cortar esse rolo a meio e passar um laser em cada metade terá uma rosa inteira em cada pedaço, o que é propriedade muito invulgar e que bebe bastante da nossa imaginação. Então, se cortar em 4 pedaços tem 4 rosas, se cortar em 8 tem 8 rosas. Concluindo, o universo é um holograma no sentido em que literalmente podemos encontrar o universo num grão de areia, pois cada porção do universo contém informação do todo.” Assim é como  funciona a memória.

Cientistas-Post-28.10.2015-6(Nota pessoal: É importante referir que as imagens holográficas que estão aqui sendo discutidas não se referem aquelas populares, encontradas em caixas de cereais e que são visíveis a olho nu. Ao observar um rolo fotográfico com uma imagem holográfica embutida o máximo que iremos ver serão pequenos círculos imperfeitos chamados padrões de interferência.) A realidade num holograma pode então ser manifestada de duas formas: como uma imagem concreta ou um indecifrável nevoeiro de energia. E isto é uma analogia recorrente, quando assistimos TV a imagem chega-nos de duas formas: uma como imagem concreta e a outra como um nevoeiro de ondas de rádio que invadem a nossa sala de estar. Se o universo é um holograma, isso sugere que existem duas formas diferentes de percepcionar a realidade: a realidade concreta que vemos ao olhar para cadeiras, árvores, nuvens, edifícios ou até mesmo o nosso corpo. São apenas uma forma de a realidade se manifestar. A um nível mais profundo tudo se dissolve num mar de energia que está holograficamente interligada, pois o todo do universo está contido em cada porção sua.

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“Não é que o mundo das aparências esteja errado, nem que não existam objetos lá, em nível de realidade. É que, se você penetra o universo e o vê como um sistema holográfico, chega a um ponto de vista diferente, a uma realidade diferente. E essa outra realidade pode explicar coisas que até então permaneceram inexplicáveis cientificamente: os fenômenos paranormais, sincronicidades, a coincidência aparentemente significativa de eventos.” ~ Karl Pribram ~

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– A Ilusão da Separação – O Controle pela Matrix 

Esse fato implica que a noção de que caminhamos todos os dias pensando que estamos separados uns dos outros, de que o café dentro do copo está separado do copo… é – sem sombra de dúvida segundo Talbot – artificial. Dizendo de seguida que Bohm insiste muito neste aspecto, e é uma noção muito importante. Na nossa forma de pensar, estamos tão presos a uma idéia que quando chegamos à altura de criar um conceito como o de maçã ou elétrons, por exemplo, esquecemos-nos de que os termos conceituais que utilizamos (as palavras) para descrever a realidade apenas existem na nossa cabeça. Na maior parte das vezes isto torna-se num debate filosófico, mas quando se chega à física quântica – e esta é uma das razões pelas quais Bohm surgiu com o conceito de universo holográfico – começa a ter efeitos estrondosos. Um desses efeitos é que foi descoberto que se pegarmos em duas partículas subatômicas, como os elétrons, o que fazemos a um afeta sempre o outro – independentemente do sítio/lugar onde esteja. Faz lembrar aquelas histórias de gêmeos que sentem dor quando o outro também a sente. O problema é que não conseguimos encontrar nenhum processo, conhecido da física, que explique como eles conseguem enviar sinais de um lado para o outro. Muitos peritos dizem que teria de ser um sinal que viajasse mais rápido do que a velocidade da luz, mas isso seria pouco pois o sinal teria de ser instantâneo. E a teoria da relatividade de Einstein diz que não podem existir sinais instantâneos, senão violaríamos a barreira do tempo e poderíamos ”telefonar ao nosso tetra-avô e ter uma conversa com ele”. Para muitos físicos, esta é uma idéia complicada demais para incorporar numa imagem credível da realidade. Mas Bohm explica-o de outra forma, muito interessante por sinal. Imagine que tem um aquário e lá dentro encontra-se um peixe nadando. Tem uma câmera filmando a zona frontal do aquário e outra câmera  filmando a zona lateral do aquário. Dois monitores exibem então as imagens, um a frontal e outro, a lateral. Imagine ainda que vem de uma cultura que nunca viu aquários, nunca viu câmeras ou monitores, a única coisa que percebe são as duas imagens que são mostradas nos monitores (uma visão frontal do peixe e outra lateral do peixe). Como não conhece a realidade mais profunda (a do aquário) poderá assumir que são duas coisas em separado – dois peixes diferentes. Mas sempre que um mexe, o outro fará os movimentos correspondentes. Poderá então chegar à conclusão de que um peixe poderá estar fazendo sinais ao outro – dizendo, faz isto e faz aquilo – instantaneamente. Bohm assume que é isto que se passa conosco, ao analisar as partículas subatômicas. Assumimos que sabemos o que se passa, mas na realidade as coisas não são nada assim. A um nível mais profundo, a um nível holográfico da realidade, cada partícula do universo acaba por ser uma só unidade cósmica. Não fazem sinais nenhum uns aos outros, são como esse peixe no aquário. O que isso significa é que não existe separação entre elétrons. Não existe separação entre pessoas. E isto tem todos os tipos de implicações muito constrangedoras. Sempre tentamos entender o fenômeno psíquico: como é possível eu retirar informação da sua cabeça e você da minha? Poderíamos pensar que estaríamos  enviando sinais um ao outro. Mas se vivemos num universo que está organizado de forma holográfica, não temos de pensar dessa forma. Eu tenho o universo inteiro em cada neurônio, célula, átomo e elétron na minha cabeça. E se conseguimos entender isso, conseguimos entender a informação que parece estar fora da nossa capacidade de entendimento.

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Tal como Michael Talbot escreve no seu livro “O Universo Holográfico”:  “Uma das afirmações mais surpreendentes de Bohm é que a realidade tangível da vida quotidiana é realmente uma espécie de ilusão, como uma imagem holográfica. Subjacente a ela existe uma ordem de existência mais profunda, um nível de realidade mais fundamental e vasto que gera todos os objetos e manifestações do nosso mundo físico, do mesmo modo que um pedaço de filme holográfico gera um holograma. Bohm chama a este nível mais profundo de realidade de ordem envolvida (que significa vedada) e que se refere ao nosso nível de existência como ordem exposta ou revelada.” 

– A História

Em “O Universo Holográfico”, Michael Talbot conta-nos que nos anos ‘70 seu pai contratou um hipnotizador profissional para entreter um grupo de amigos. Um dos escolhidos para ser hipnotizado foi um homem chamado Tom e era a primeira vez que ele encontrava-se com um hipnotizador. O que os hipnotizadores de palco fazem é programar as pessoas para acreditarem que elas estão vendo algo ou fazendo algo que, na verdade, não passa de pura invenção. O hipnotizador fez Tom acreditar que existia uma girafa na sala e mais tarde fez com que comesse uma batata crua acreditando que era uma maçã. Essas são confirmações de que o cérebro vê e experimenta o que ele é programado para acreditar o que ver e experimentar. Mas a parte mais interessante da história veio quando Tom foi trazido de volta para o estado de consciência desperta. Logo antes do hipnotizador terminar o estado de transe formal, ele disse a Tom que quando ele acordasse ele não seria capaz de ver sua filha, Laura. O hipnotizador pediu a Laura para ficar em pé de frente e junto do pai de tal forma que quando ele abrisse os olhos ele estaria olhando no estômago dela. Quando perguntaram a Tom se ele conseguia ver sua filha, ele respondeu que não. Laura se mexeu bastante, mas não deu nenhum resultado. O hipnotizador se colocou atrás de Laura e segurou algo contra as costas de Laura. Para ver esse objeto, Tom teria que ver através de sua filha. O hipnotizador pediu a Tom para dizer o que ele estava segurando em sua mão e, inclinando-se para frente para junto do estômago da filha, ele disse: “um relógio”. Foi-lhe pedido então para ler a inscrição no relógio e ele leu. O hipnotizador confirmou que realmente estava segurando um relógio com a inscrição descrita por Tom. A mente de Tom foi programada para acreditar que ele não poderia ver sua filha e portanto ele não a viu. Além disso, ele pôde ver o que estava atrás dela. Como isso é possível? Nós construímos nossa realidade “aqui dentro” e não “lá fora”.

Uma afirmação perfeitamente correta é: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Na prática, uma grande parte do que conhecemos é Mentira. Existem entidades (como os manipuladores reptilianos, draconianos, “greys” e seus fantoches, além da própria Matrix que nós mesmos criamos) que nos repassam informações erradas (mentiras) visando nos escravizar (retirar nossa liberdade) e nos retirar Poder.

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– O Conceito de Tempo

Uma das mentiras mais enraizadas em nós é o nosso conceito (ilusório) de separação espacial e de tempo. Comecemos pelo nosso conceito de tempo: com o conceito de tempo estabelecido na superfície de nosso planeta Terra, todos nós podemos praticar um ato posterior ANTES de um ato anterior, basta cruzar de oeste para leste o “meridiano do tempo”, que cruza o Oceano Pacífico exatamente na localização oposta ao meridiano de Greenwich. Desta forma cria-se uma diferença de tempo entre os atos de quase 12 horas. Nosso conceito de Tempo é uma tremenda ilusão. Passado, presente e futuro: ilusão. Então, como funcionam todas as coisas, sem o conceito de Tempo? Na realidade só existe o infinito e eterno Presente, o AGORA, com todos nossos conceitos de eventos passados e futuros ocorrendo no eterno Agora, em realidades paralelas simultâneas, criadas por nossas mentes. É exatamente por causa disso que videntes conseguem “ver” e “sentir” acontecimentos “passados” e “futuros”: eles estão presentes no Agora! Reencarnação, portanto, não é um processo de vir e sair deste mundo com o passar do tempo: é mover-se para dentro e para fora de diferentes realidades, todas acontecendo simultaneamente. Ainda não está convencido sobre a ilusão do tempo? Então considere um dos grandes mistérios que é a predição do “futuro”, que muitos estudos já provaram ser possível. Um exemplo nesse sentido é o “teste da cadeira” proposto pelo vidente holandês Gerard Croiset: investigadores iriam identificar eventos em salas espalhadas pelo mundo que não tivessem assentos numerados pré-alocados. As pessoas sentariam onde quisessem quando elas chegassem ao local do evento. O investigador daria a Croiset um assento particular para ser focalizado semanas antes do evento e ele teria que descrever a pessoa que iria sentar lá durante o evento futuro. Durante 25 anos Croiset descreveu os ocupantes dos assentos com enorme precisão. Dra. Jule Eisenbud, professora clínica na Universidade do Colorado, conduziu um desses testes em 1969. Mais de duas semanas antes de um evento em Denver, Colorado, Eisenbud contactou Croiset na Holanda e deu a ele um assento para “ler”. Croiset disse que o homem que iria sentar naquela cadeira tinha cerca de 1.75m de altura e trabalhava na indústria e com ciência. Em seu trabalho, disse Croiset, ele usava um avental de laboratório que estava manchado com um produto químico esverdeado. Ele disse que o homem tinha os cabelos pretos, penteados para trás, uma cicatriz no seu dedão e um dente de ouro na sua mandíbula inferior. 17 dias depois, este mesmo homem sentou no assento e Croiset estava correto em todos os detalhes, inclusive sobre sua altura. Como isso é possível? O homem “depois” na cadeira e o homem “antes”, antes mesmo que ele inclusive soubesse que ele iria àquele evento, não eram eventos que estavam acontecendo separados por várias semanas: eram eventos concomitantes na eternidade. Eles estavam acontecendo simultaneamente. Eram duas realidades mentais distintas, mas acontecendo no Infinito AGORA!!

Cientistas-Post-28.10.2015-11Uma ilusão só pode controlar você quando você pensa que ela é real. Quando nós observamos nossas experiências diárias nós estamos olhando em um espelho de nós mesmos. Portanto, para mudar seu mundo mude a você próprio. Não culpe os outros, pois isso é aceitar que os outros têm poder sobre sua vida e sobre a realidade que você cria. Não existe nada que não possa ser explicado, uma vez que entendamos que o Amor Infinito (Unicidade) é a única verdade e todo o resto é ilusão e que nós estamos criando a ilusão ou tendo a ilusão programada em nós por acreditar que ela seja real.

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Lyall Watson, biólogo e autor de “Supernature”, diz ter presenciado uma mulher Indonésia chamada Tia, uma xamã, conversando com uma menininha em um pequeno bosque de árvores. Ele olhava a cena de uma curta distância e ela não sabia que ele estava lá observando. Ela pareceu explicar algo à garota e um certo ritual de dança e de gestos começou. Para o espanto de Watson, o pequeno bosque de árvores desapareceu e, após alguns segundos, voltou novamente. “Num momento Tia dançava no bosque sombreado, no seguinte ela ficava em pé sob um sol escaldante”, ele disse. “Ela conseguiu ‘ligar’ e ‘desligar’ o bosque várias vezes”, com Watson olhando sem acreditar. Isto é impossível? Não, não é. O bosque é uma ilusão holográfica e aqueles que compreendem como o processo funciona podem se desconectar dessa realidade, o sonho de consenso que concorda que o bosque existe. Com Lyall Watson observando esta cena intensamente, foi fácil para ele tornar-se parte do campo de realidade de Tia e também ver o bosque aparecer e desaparecer. Outras pessoas poderiam ter observado isso de uma ilusão de realidade de consenso e o bosque não teria desaparecido para elas. Isto explica porque algumas pessoas podem caminhar através de paredes – elas acreditam que podem e essa torna sua experiência. Elas desconectam suas mentes e corpos das leis da realidade de consenso que insiste que isso é impossível. Quando digo “acreditar”, isto é um nível de crença muito além de qualquer pessoa que apenas diz “eu acredito”. Não é crença, é um conhecimento, um ser. Existe um velho ditado que diz que nós podemos “mover montanhas”. Isto não tem um significado literal? Por que não? Se um bosque pode desaparecer, porque não uma montanha? A montanha é uma ilusão holográfica e nossa mente controla a ilusão. Por que nós não movemos montanhas? Nós podemos, mas nós não fazemos, porque nós não sabemos que nós podemos. A realidade de consenso, programada, diz que a própria idéia é ridícula e se acatamos essa realidade, assim é. Porém se criarmos uma outra realidade que diz o oposto, moveremos montanhas!

Cientistas-Post-28.10.2015-13– Os 5 Sentidos e a Matrix

As “leis” do mundo dos 5 sentidos podem apenas ser aquilo que nós pensamos que elas são, e enquanto aceitarmos elas como real nós estaremos sujeitos às suas limitações. Da mesma forma, se nós pudermos livrar nossas mentes dessas realidades, nós não estaremos mais sujeitos às suas “leis” e limitações. Isto é o que chamamos “milagres”. Quase todos já leram sobre feitos inexplicáveis como caminhar no fogo sem se queimar, ter espadas atravessadas através do corpo sem se machucar ou deixar cicatriz, levitação e muitas outras coisas. Nenhum desses fenômenos é possível para a ciência materialista convencional, mas isso é simplesmente porque a ciência convencional é o conhecimento equivalente a um filme do Mickey Mouse. David Icke conheceu uma mulher que separou um quarto de sua casa para ser usado por meditadores sérios, meditadores que queriam meditar por longos períodos sem serem perturbados. Um cara entrou e não apareceu por muitos dias e ela ficou curiosa para saber se ele estava bem. Ela pegou um copo de chá para ele e abriu a porta devagarinho. No momento seguinte o copo se espatifou no chão porque quando ela olhou para ele, a metade de baixo de seu corpo estava invisível. Impossível? É possível sim e perfeitamente explicável.

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– Nós “Somos” Infinitas Possibilidades

Em 1905, o paranormal Indridi Indridason fazia parte de um projeto de cientistas eminentes da Islândia no terreno do “paranormal”. Quando ele entrava em transe profundo, os cientistas viam diferentes partes de seu corpo desaparecer e reaparecer. Tudo é possível, literalmente tudo, porque nós somos infinitas possibilidades. David Icke também conta que uma mulher do Texas lhe contou que um dia, pela manhã, ela acordou próximo do marido e encontro-o flutuando a cerca de 1,80m acima da cama, ainda dormindo… O Dr. William Tufts Brigham, o curador do Bishop Museum de Honolulu, era um investigador perspicaz do “paranormal” e seus estudos envolveram os ”milagres” feitos por xamãs havaianos, ou kahunas. Ele testemunhou uma delas curar um homem que tinha quebrado a perna tão forte que pedaços do osso estavam atravessando a pele. A mulher kahuna “orou” (pensamento concentrado) e meditou ao lado do homem e esticou sua perna, empurrando os ossos quebrados. Após alguns minutos ela disse que a cura estava completa e o homem se levantou e saiu andando sem nenhum sinal de seu severo machucado de minutos atrás. Isto é possível porque, na realidade, não existe osso – isso também é uma ilusão.

Assistam o vídeo sobre o Universo Holográfico e a Matrix – Legendado em português:

– Carma e Holograma

Um pouquinho sobre o “carma”: a crença na realidade sólida materialista é fundamental na ciência oficial, assim como a necessidade de que tudo seja provado através de experimentos que possam ser repetidos. Cientistas que sugerem explicações alternativas são jogados no ostracismo ou sabotados, para se defender a “sabedoria” existente. Fundamental para perdermos de vista nossa unidade infinita é a política oficial da ciência não-alternativa que apresenta o mundo como partes desconectadas e isto está refletido na própria estrutura da ciência, com suas especialidades compartimentalizadas, que raramente conversam entre si. Mas, quando as crenças dos cientistas estão afetando os resultados dos experimentos, como a física quântica está cansada de mostrar, de que valia é este dogma? Uma partícula subatômica chamada ”anomalon” foi verificada ter propriedades diferentes em diferentes laboratórios, o que é equivalente a ter um carro que muda de cor e outras características dependendo de quem o está dirigindo. As “leis” da Ciência apenas se aplicam porque os cientistas acreditam que sim e, graças ao estado divinizado da Ciência: o que ela decide que é “real” torna-se a realidade de consenso. Mas tudo é uma ilusão.

– A Lei de Causa e Efeito

Tome, por exemplo, a lei básica da Ciência conhecida como “Lei de Causa e Efeito”, o fundamento da chamada “Lei do Carma”. Para cada ação tem que existir uma reação. Isto é verdade – mas apenas se você acredita que é. Se você acredita que não é verdade então ela não é! As pessoas possuem carma apenas porque elas acreditam que elas o possuem em suas mentes individuais e coletiva. William Tiller, físico da Stanford University, escreve: “quando chegamos nas fronteiras de nossa compreensão, podemos de fato deslocar as leis de tal forma que nós estamos criando a física enquanto caminhamos”. Não existem “leis”, apenas possibilidades infinitas. O que é realidade? O que você pensa que é? Então isso é o que é.

Cientistas-Post-28.10.2015-15A idéia do carma é uma manipulação da Matrix para embasar a crença na passagem do “tempo” – é o meu carma de uma vida passada ou eu estou gerando carma para meu futuro – e para manter as pessoas em um estado de culpa e de auto-condenação. “Amor Infinito não julga a si ou pune a si mesmo – estas são ilusões da desconexão”.

– O “Perigo” do Conhecimento

Estas áreas do conhecimento são muito mais subversivas para o sistema do que simplesmente expor a rede de sociedades secretas ou a agenda global porque elas oferecem meios que nós podemos pensar de excluir a agenda e seus valores fascistas de nossa existência e pensar e trazer uma nova realidade em existência. Esta é a transição da prisão para o paraíso. Como toda realidade, a transição tem que acontecer primeiro na mente – ou, mais acertadamente, no coração – e apenas então pode ser experienciada no mundo ”físico” como holograma manifesto. Rejeitar a realidade de consenso e criar a nossa própria é a transformação. É como o conto de Andersen “A Roupa Nova do Rei”. A realidade de consenso era que ele estava vestindo roupas novas lindas, porque a multidão não queria admitir que ele estava nu. Foi preciso que uma criança gritasse “o rei está nu” para quebrar o encanto e propagar o óbvio.

Cientistas-Post-28.10.2015-16– Você sabe o que é MPD?

Primeiramente, uma introdução: há uma técnica de controle mental chamada de Distúrbio de Múltiplas Personalidades (MPD, em inglês). Isto ocorre quando a mente é fraturada, através de trauma e programação, em uma série de aparentes “personalidades” ou “personagens”, cada um com diferentes atitudes, crenças e, até, diferentes “idades” ou “sexos”. David Icke testemunhou um caso (na sala de um terapeuta) de uma mulher de 30 anos que manifestou sete distintas “personalidades” em meia hora de sessão, incluindo uma de bebê. Cada personalidade tinha seu próprio nome, antecedentes e características, e cada uma foi trazida à tona, em sequência, pelo terapeuta pelo uso de palavras corretas de acionamento e por códigos. Quando uma personalidade era comutada para outra, a face da mulher mudava, inclusive a cor dos olhos e características da pele (cicatrizes podem desaparecer quando uma personagem substitui outra como a mente consciente). A pessoa pode estar doente, em um modo, e perfeitamente saudável no outro. Mulheres com MPD podem ter diferentes ritmos menstruais com cada personalidade, e parecerem mais velhas ou mais jovens. Agora, como é o outro termo para essa transformação instantânea das feições da face e do corpo? Mudança de forma (“shape-shifting”, em inglês). Esta é uma das características do Drácula: mudança de forma, assim como os humanos reptilianos. Drácula é um vampiro, assim como os humanos draco-reptilianos, que bebem sangue humano comum, alimentando-se da energia humana. A linha dos manipuladores está seriamente envolvida em sacrifícios humanos e em rituais de beber sangue em toda a nossa história. Os registros sumérios revelam que os Anunnakis, deuses da Antiga Suméria que igualmente apreciavam o derramamento de sangue humano, eram uma raça reptiliana.

“Quando os místicos meditam, antes de executarem um “milagre”, eles estão se desconectando da realidade de consenso, a mente coletiva, que diz que o “milagre” é impossível. O que não vemos, nós inventamos: nossos olhos possuem um ponto cego, onde o nervo óptico se conecta ao olho, no meio da retina. Qualquer que seja o objeto que olharmos, nós não podemos ver nada que incide naquela parte do olho, mas o cérebro constrói a cena completa usando a informação disponível e, portanto, preenche o “buraco” usando para tal as imagens vindas do outro olho ou recolhidas na memória. Realidade é apenas aquilo que nós fomos programados a acreditar que é. Vemos apenas o que estamos condicionados a ver e editamos (eliminamos) tudo o que contradiz esse condicionamento.”

– A Implantação das Crenças

Implantar crenças é tudo o que os manipuladores desejam, pois é através da crença que nós manifestamos nossa realidade. Geralmente, a crença cria a Polarização; polarização = divisão e conflito, divisão e conflito = dividir e dominar. Eles desejam crenças rígidas e em conflito, por esta razão, eles não se importam muito com o que você acredita piamente, contanto que você acredite piamente em algo, porque assim eles podem jogar você contra os outros que acreditam piamente no (aparente) oposto.

Albert Einstein disse: ”nós precisamos lembrar que nós não observamos a natureza como ela existe realmente, mas a natureza exposta aos nossos métodos de percepção. As teorias determinam o que nós podemos ou não podemos observar”. O que nós pensamos que vemos como edifício, pessoas, florestas e lagos são, na realidade, ilusões holográficas tridimensionais conjuradas nessa realidade por nossas próprias mentes. As sessões de hipnose exemplificam bem esta situação.

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Cientistas-Post-28.10.2015-17O que é “livre arbítrio”? A mente consciente não é aquela que, no final, está no controle dos eventos, exceto na forma que ela decodifica os padrões holográficos 3D de acordo com o seu senso de realidade. O Inconsciente é a fonte principal de resposta humana e de comportamento, e não a consciência que pensa que está tomando as decisões. Experimentos revelaram que os sinais no cérebro, necessários para mover um braço, abrir a boca ou executar qualquer ação física, começa um segundo e meio antes da mente consciente tomar a “decisão” correspondente.

A Matrix foi criada pelo Inconsciente Coletivo, e a mente consciente foi aprisionada pelas ilusões assim criadas. A Matrix tomou vida própria quando ela acessou uma fonte de energia própria: o medo gerado pelas mentes consciente e Inconsciente aprisionadas em uma ilusão que acreditam ser “real”. Este medo auto-percebido, a Matrix, então aprisiona também o Inconsciente Coletivo na ilusão. É o Inconsciente que os manipuladores visam controlar. Estamos condicionados a ver o que nos é dito para ver, pelas normas da sociedade. A hipnose nos vem de inúmeras formas: na infância estamos sujeitos à programação de nossos pais, que instilam suas próprias realidades sobre nós. Isso se compõe, em seguida, com a educação que recebemos na escola. Educação não está envolvida com o desenvolvimento da auto-percepção, ela meramente prepara os jovens para os trabalhos que servem ao sistema. A educação verdadeira seria desaprender a doutrinação incutida pela “educação” oficial. O hipnotizador residente encontra-se no canto da sala: “mamãe, onde eu aprendo o significado da vida?”. “Oh, cale a boca e veja TV”. “OK, mamãe…”.

– Ilusão ou Realidade? Você decide

Fatos incomuns podem acontecer quando as pessoas manifestam ilusões diferentes e sonhos diferentes. Quantas vezes temos sonhos nos quais participamos de eventos que iriam nos matar ou machucar, mas isso não acontece? Da mesma forma, ser for sua realidade que o fogo não pode queimar seu pé, então ele não pode. Por que? Porque seus pés não existem mais do que o fogo! Como pode uma ilusão queimar uma ilusão, a não ser que acreditemos que ela possa e manifestemos essa realidade: a ilusão da queimadura e a da dor? Quando sentimos dor, é no cérebro que a sentimos e não no dedão que chutou a perna da mesa. O cérebro manifesta a dor pela mensagem que ele recebe e o cérebro condicionado sente dor apenas porque ele pensa que deve sentir. Isto é o que o programa de computador diz e isso é o que ele entrega como resultado. Quando você muda o programa, você obtém uma realidade diferente: sem queimadura e sem dor.

– O significado dos “Milagres”

“Milagres” são apenas saídas da realidade de consenso para onde suas ”leis” ilusórias não mais se aplicam. Como pode o seu corpo queimar quando você sabe que ele é apenas uma ilusão holográfica de sua mente? Como pode uma ilusão holográfica ser prejudicada por uma espada ou uma bala, que também é apenas uma ilusão holográfica? Resposta: apenas quando você acredita que isso é possível! O homem que “perdeu” metade do seu corpo quando meditava foi para um tal estado de consciência (sua realidade) que seu corpo holográfico começou a segui-lo. Fazendo isso, ele começou a desaparecer, retirando-se desta realidade.

– A Paranormalidade

Quanto à levitação e outros fenômenos ditos “paranormais” (paranormais para a realidade de consenso), o princípio é o mesmo. “Quando você levita, não é você que vai ‘para cima’, é o seu ‘mundo’ que vai ‘para baixo’.” Mas não é a levitação a arte de sobrepujar a gravidade? Apenas se você pensa que é, porque a gravidade é outra ilusão. Se nós não acreditarmos nela, nós não iremos estar sujeitos às suas leis. Não existem leis a não ser que nós acreditemos que elas existam. Amor infinito é a única verdade, tudo o mais é ilusão. Pessoas têm levantado carros para salvar seus filhos: suas mentes em estado emocional altamente concentrado mudam as realidades e não ficam mais sujeitas às “leis” desta realidade que conhecemos. Todos conhecem fatos semelhantes a este.

Muitos tentam fazer esses aparentes “milagres” com a chamada “iluminação” ou “avanço espiritual”, o que pode vir ser uma armadilha. Você não é um “deus vivo na Terra” por conseguir fazer esses truques que vêm do conhecimento de como nós criamos a realidade: os manipuladores estão usando essas técnicas o tempo todo. Essas habilidades podem ser usadas (e o são) por aqueles que desejam expor a ilusão e ajudar as pessoas a despertarem dela. Mas não precisa ser assim: isso é apenas um conhecimento e você pode usá-lo da forma que desejar.

Cientistas-Post-28.10.2015-18

– Gerando um Holograma

No laboratório podemos gerar um holograma a partir de um feixe de luz emitido por um laser. Divide-se esse feixe em dois feixes: um vai diretamente à chapa fotográfica e, o outro vai para essa mesma chapa fotográfica após ser refletido pelo objeto a ser fotografado. Para reproduzir a foto do objeto, em 3 dimensões, usa-se o mesmo laser para iluminar o holograma gerado na etapa anterior. Uma das características espantosas do holograma é que cada parte contém o todo: se você cortar o filme holográfico em quatro partes e incidir o laser em cada um desses pedaços, eles não irão revelar quatro partes da cena fotografada, mas cada pedaço irá mostrar um versão menor de toda a cena. Você pode cortar a chapa em quantos pedaços quiser e eles sempre irão projetar a mesma imagem inteira (completa), quando o laser os iluminam. É exatamente porque o corpo humano é um holograma que cada célula contém toda a informação necessária para “crescer” um corpo inteiro. Portanto, pode-se clonar pessoas e animais a partir de uma única célula, usando-se sua informação genética contida no DNA .

Post relacionado: A Complexidade do Genoma Humano – 1ª, 2ª e 3ª Parte

– As Terapias Holísticas por trás da Matrix

A Medicina convencional tende a rejeitar alternativas como a Acupuntura, a Homeopatia, a Reflexologia, as Medicinas Tradicionais Xamânicas, etc. Mas se ela não estivesse tão “hipnotizada” pelo cartel farmacêutico dos manipuladores, ela iria perceber que o corpo é um holograma e a base de tais terapias alternativas não poderia ser mais simples. A Reflexologia, por exemplo, baseia-se no entendimento de que diferentes partes do corpo (pés, mãos e orelhas) são espelhos de todo os órgãos e quando se trabalha sobre estas imagens refletidas, atua-se sobre o órgão da mesma forma. A mesma coisa acontece com a Iridologia: todos os órgãos do corpo estampados na íris dos olhos. Isto é perfeitamente lógico, já que o corpo é um holograma e cada parte do holograma contém a imagem do todo: cada célula contém o todo. A Acupuntura baseia-se nos sub-sistemas holográficos do corpo, assim como a Kiromancia, porque a mão contém informação de todo o corpo. O corpo holográfico é uma expressão do holograma que é o universo e o cosmos, assim como cada parte do corpo (o Micro-Cosmos repete o Macro-Cosmos).

Leia mais:

  1. – Aromaterapia
  2. – Cromoterapia
  3. – Cristaloterapia
  4. – Terapia Floral
  5. – Homeopatia
  6. – Radiestesia
  7. – Acupuntura

Leia mais sobre estas e outras Terapias: Medicina Alternativa – Opções de Cura

Cientistas-Post-28.10.2015-19– O papel do Cérebro diante da Matrix

O cérebro não é a alma, o cérebro é um computador usado pela mente e portanto os cientistas nunca conseguiram localizar onde, no cérebro, encontra-se a alma. Eles nunca irão encontrar, porque a alma não está lá. Nós não pensamos com o cérebro, mas através do cérebro, na nossa realidade dos 5 sentidos. A ciência oficial também não localizou a área do cérebro que contém a memória, porque a memória, o “disco rígido do computador” está espalhada por todo o cérebro, já que o cérebro é um holograma e cada parte contém o todo. Pessoas já tiveram boa parte do cérebro removidas, por causa de tumores e surpreendentemente não perderam certas memórias específicas. O holograma tem uma enorme capacidade de armazenar informação: pode-se armazenar muitas cenas em um mesmo filme holográfico, por exemplo, e mudando-se o ângulo de incidência da luz do laser, escolher qual a cena que se quer ver. Nossa memória funciona de forma semelhante: possuímos memória fotográfica holográfica. Pessoas podem “ler” objetos, como relógios e jóias, e tirar deles informações detalhadas de suas histórias e dos donos, porque os objetos são hologramas que registram essas informações. Os hologramas de nosso corpo armazenam a memória de todos nossos sentidos. Quando, por exemplo, cheiramos algo isso pode acionar uma memória tão poderosa como quando vemos ou escutamos algo que nos lembra uma certa experiência.

– A Memória Holográfica

A memória holográfica estende-se além do cérebro para todo o corpo holográfico. O holograma do corpo contém a memória do holograma do cosmos e assim por diante. Tudo está conectado com tudo. Tudo É tudo. A Matriz não pode dividir o todo em partes porque a Unicidade é sempre a Unicidade, mas a Matriz pode dar a ilusão de divisão e de polaridade, e isso é o que ela faz, manipulando nosso sentido de realidade. Divisão e polaridade são ilusões, porque tudo é Um.

Cientistas-Post-28.10.2015-20Vejamos algumas informações sobre nossos sentidos holográficos. Todos os nossos 5 sentidos são holográficos e estão localizados por todo o corpo-holograma. Sim, até a nossa visão. É claro que não precisamos de olhos para ver, quando analisamos os inúmeros relatos daqueles que passaram pelos fenômenos de experiência “fora-do-corpo” e de “quase-morte”. Eles se desprendem de seus corpos e de seus olhos físicos, mas eles continuam a ver. Isto é possível porque a mente não vê, apenas decodifica padrões de freqüência em ilusões holográficas que ela pensa que vê (gnosia visual). É uma realidade virtual e você não precisa de olhos para ver aquilo que sua mente está pensando, porque isso tudo está acontecendo “aqui dentro” e não “lá fora”. Se algo pode decodificar frequências em hologramas, este algo pode “ver”. Como todas as consciências podem fazer isto, tudo pode ver e cada parte do corpo holográfico possui “olhos”. Portanto, podemos ver através de qualquer parte do corpo, já que o corpo é um holograma. Experimentos mostram que ratos continuam a ver perfeitamente com 90 % do córtex visual do cérebro removido e gatos continuam a ver após 98 % de seus nervos ópticos deixarem de funcionar. Muitos experimentos mostraram que certas pessoas podem ver e ler através das mãos, com seus olhos vendados. As mãos e todas as outras partes do corpo podem enviar mensagens ao córtex visual no cérebro, de onde nós “vemos”. De fato, não precisamos, inclusive, de cérebro para ver, isto é mais um nível da ilusão. Por acaso o Infinito precisa de olhos e de um cérebro para ver?? Paul Bach-y-Rita, um neurocientista e médico na Universidade de Wisconsin em Madison, Estados Unidos, diz: “você não vê com os olhos. Você vê com o cérebro (indo mais além: você vê com a mente). Quando uma imagem atinge a retina do olho, ela torna-se pulsos nervosos sem diferença daqueles que vêm do dedão do pé”. Informação entra nos olhos como um padrão de frequências e o cérebro o transforma em uma imagem 3D. Como cada parte do holograma contém o todo, cada parte do corpo – a mão, o pé, o joelho – tem a capacidade de passar padrões de frequências para o cérebro, que os transformam em hologramas que nós podemos “ver”. Isto significa que as pessoas realmente possuem “olhos nas costas”, como se diz. Já ouvi falar de pessoas que conseguem ver em 360 graus quando elas entram em estados alterados de consciência, que fazem com que elas se sintonizem a esses sentidos, retirando o foco da realidade de consenso dos 5 sentidos. Tudo perfeitamente explicável de uma perspectiva holográfica. A revista Life reportou que uma russa chamada Rosa Kuleshova podia ler com a ponta dos seus dedos e outros podiam fazer o mesmo com outras partes de seus corpos, como nariz e orelha. David Eisenberg, da Harvard Medical School, comenta que duas irmãzinhas chinesas podiam ler com suas axilas.

– Nossos órgãos dos sentidos podem funcionar de várias maneiras

Paul Bach-y-Rita e outros descobriram que nós podemos ver através da língua. Eles desenvolveram um dispositivo para estimular a habilidade da língua para perceber imagens e isto tem permitido a pessoas cegas recuperarem a visão. Um relatório diz: “a língua, um órgão do paladar e do tato, pode parecer um substituto improvável dos olhos. Afinal, ela está normalmente escondida dentro da boca, insensível à luz, e não conectada aos nervos ópticos. Porém, um volume crescente de pesquisas indica que a língua pode ser o segundo melhor lugar do corpo para receber informação visual do mundo e transmiti-la para o cérebro”. Pesquisas anteriores têm usado a pele como uma rota para as imagens que chegam ao sistema nervoso. Pessoas conseguem decodificar pulsos nervosos como informação visual que vêm de outras fontes, que não os olhos, mostrando quão adaptável e plástico é o cérebro. A maioria das pessoas não acessa estas habilidades inatas porque elas não sabem que elas as possuem e elas não acreditam que elas as possuem. Nós somos o que nós pensamos que somos e nós conseguimos fazer aquilo que nós acreditamos que nós podemos fazer. Cada parte do holograma possui os sentidos do todo e é consciente. No livro “O Universo Holográfico”, Michael Talbot conta que ele estava tendo um problema com o baço e ele estava usando visualização para tratar o problema, usando sua mente para rebalancear o holograma constituído pelo baço. Uma noite ele ficou frustrado com o processo e, na privacidade de seus próprios pensamentos, deu a seu baço uma reprimenda por não responder com suficiente rapidez. Alguns dias depois ele foi consultar uma vidente sobre sua saúde e ela identificou o problema no baço e, então, parou, parecendo confusa, antes de dizer: “seu baço está muito perturbado com algo. Por acaso você tem gritado com o seu baço?”. Ela disse que o baço ficou doente porque ele pensou que isso era o que Talbot queria. Ele tinha dado mensagens erradas, ela disse, e agora o baço estava confuso. “Nunca, nunca fique com raiva do seu corpo ou com seus órgãos internos”, ela disse, “apenas envie mensagens positivas para eles”.

Cientistas-Post-28.10.2015-21A Matrix dos manipuladores procura construir uma realidade de consenso na qual a mente humana coletiva, o inconsciente coletivo de Jung, aceita a “verdade” prevalecente que ela está programada para acreditar. Quanto mais isso acontece, mais poderosos são os padrões de pensamento que mantêm a realidade manipulada coesa e mais densos os hologramas irão parecer. Nós estamos nos hipnotizando mutuamente através da aceitação e imposição das normas, que leva a compartilharmos das mesmas ilusões básicas. O objetivo é solidificar a ilusão de consenso ainda mais, removendo os desafiantes e as alternativas a ela.

Cientistas-Post-28.10.2015-22– A realidade da Matrix

A realidade da Matrix está construída com pensamentos ilusórios altamente desbalanceados (medos) que produzem padrões vibratórios de baixa frequência. Aqueles presos à ilusão da Matrix ressoam nesses padrões e quanto mais preso você está, mais devagar será sua vibração. Cria-se um círculo vicioso com ambos, a prisão e os prisioneiros, contribuindo para a sobrevivência da Matrix.

Até que esses padrões de frequência sejam desafiados por aqueles que vibram na Unicidade e na harmonia, a Matrix irá prevalecer, já que medo e desarmonia são a Matrix. A analogia mecânica desse fenômeno pode ser observada, por exemplo, quando colocamos dois violinos próximos um do outro: ao acionarmos uma corda em um dos violinos, a mesma corda do outro violino irá começar a vibrar, no que é chamada de ressonância simpatética.

– Os Pensamentos e a Matrix

Quando temos um pensamento, nós estamos enviando ondas de som em frequências que os 5 sentidos não podem ouvir (infrasom) e este som ressoa um padrão espacial de frequência. Mude o som – o pensamento, a realidade – e o mundo muda. Parece que esses campos de pensamento formam vórtices, como redemoinhos em uma pia, que podem tornar-se fixos e rígidos, correspondendo a opiniões fixas, pontos de vista imutáveis e senso rígido da realidade, que resistem a mudanças.

O que acontece quando uma pessoa desafia o sistema e oferece uma outra realidade? Ela é ridicularizada, condenada, despedida, marginalizada, atacada financeiramente, aprisionada ou, mesmo, morta. O que está realmente acontecendo em um nível vibracional? É a expressão dos 5 sentidos do padrão de energia da Matrix que está forçando a corda vibrante desajustada a entrar na linha. Podemos ver as consequências em tais rebeldes sendo atacados de várias formas, pois para a Matrix eles representam um tom de frequência diferente que precisa ser jogado de volta para a linha vibracional prevalente da Matrix. É comum vermos políticos que começam desafiando o sistema e, depois, tornam-se advogados dele.

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– Como podemos sair da Matrix?

Não podemos acabar com a prisão da Matrix reagindo “lá fora” com armas, bombas, raiva e ódio, porque isso irá tornar a frequência da Matrix ainda mais forte, contribuindo para o seu padrão de desarmonia. A solução encontra-se “aqui dentro”, mudando os nossos padrões próprios de vibração e nos conectando com a Unicidade, a harmonia e o amor. Se mudarmos a nós mesmos, nós mudamos o nosso mundo, nossa realidade. A Matrix é uma construção vibracional e para remover seu controle temos que romper o poder vibracional que ela tem sobre nós. Na realidade, a maior parte desse “poder” é simplesmente nossa ignorância de que tal controle existe. Nós estamos criando o nosso próprio universo, um único para nós. Quanto mais você redefine sua realidade, com relação ao consenso, mais você irá se destacar da multidão e ser um prego acima do resto. A razão dos manipuladores procurarem martelarem essas pessoas de volta para o conjunto dos outros pregos bem enfiados em uma base de madeira é que elas ameaçam sabotar a própria realidade de consenso da qual a Matrix depende. Essas pessoas mostram que existe mais de uma realidade possível. Os visionários são pessoas perigosas para os manipuladores e eles desejam se ver livres delas. Uma pessoa independente é um demônio para um manipulador da realidade de consenso! Quando nos for dito para fazer ou acreditar em algo, pergunte: “quem decidiu isso?”, “por que devo fazer ou acreditar nisso?”. Eu sou o Um Infinito, não TENHO que fazer ou acreditar em nada que eu não queira. Melhor, nem faça essas perguntas…

Cientistas-Post-28.10.2015-24“Que momento excitante para estar aqui nesta ilusão dos 5 sentidos. Nós estamos voltando para casa, apesar de nunca termos partido! Apenas nos enganamos que tínhamos partido. A gargalhada é muito importante nisto tudo. Não existem lágrimas no “céu”; nem sofrimento no Um. O que podemos fazer, a não ser gargalhar? Aqui estamos correndo em torno de um laço no tempo, como um rato em sua roda giratória, acreditando em um tempo que não existe. Quanto mais rápido nos movemos para frente, mais rápido nós vamos para trás, quando, na verdade, nunca vamos a lugar nenhum. Que gozação! Nossos corpos apenas “morrem” porque nós pensamos que eles morrem. Nós apenas sentimos dor e ficamos doentes porque nós pensamos que isso ocorre. Nós ficamos velhos porque nós pensamos que nós ficamos. Nós batemos a cabeça contra uma parede sólida que não pode ser sólida, nós chutamos nosso dedão no pé da mesa, apesar da mesa ser uma ilusão, assim como o dedão. Nós temos medo do futuro, apesar de não existir futuro. Nós lamentamos o passado, quando não existe passado. Nós temos medo do desconhecido apesar de termos o conhecimento de Tudo que existe. Um sábio chinês disse: “finalmente, no fim quando tudo está terminado e todas as questões foram respondidas, não existe mais nada a fazer a não ser sentar e dar uma ótima gargalhada”. ~ Michael Talbot~

– Para Meditarmos

O que é real? Como você define o “real”? Se você está falando sobre o que você pode sentir, o que você pode cheirar, o que você pode saborear e ver, o real são simplesmente sinais elétricos interpretados pelo seu cérebro. Cedo ou tarde, você vai aprender, assim como eu aprendi, que existe uma diferença entre CONHECER o caminho e TRILHAR o caminho. Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar. E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo. Eu só posso lhe mostrar a porta.Você tem que atravessá-la. – Morpheus – (filme Matrix)

Imagem relacionada– Conclusão e Nota do Blog
Em uma recente entrevista de Ritch Terrile, que é o diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automotivo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, deu uma declaração sobre a teoria da Matrix, e ele deve saber o que está falando. Qual é a teoria? Segundo Rich, vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de “programador”, em uma espécie de Matrix. Porém, nada de agentes ou Neo: o responsável pelo controle seria do futuro. A explicação é que a Lei de Moore, que cita a evolução no processamento de máquinas (ele dobra a cada dois anos) permite que isso seja teoricamente possível em algum momento. O tal simulador seria capaz de criar a nossa realidade e simular o curso da humanidade por vários motivos, desde pura diversão até recriar momentos da História. O poder é tanto que ele seria capaz de controlar todas as bilhões de pessoas que vivem no mundo e fazer com que todas sintam, ajam e nunca desconfiem que estão sob controle. Por mais maluco que isso pareça, filósofos e outros cientistas, como Nick Bostrom, chefe do Oxford University Future of Humanity Institute, começaram a encarar esse conceito como algo possível. Na entrevista ao site  VICE, Terrile afirma que nossa consciência é algo “mágico” e bem arquitetado demais para não ser fruto de uma simulação por computador. Segundo ele, a consciência pode ser passada para uma máquina em até trinta anos utilizando engenharia reversa em nosso cérebro ou evoluindo os circuitos a ponto de chegarem em nossa velocidade de sinapses (?). Ele diz que já estamos avançados em termos de simulação no sentido de fazer com que enxerguemos somente o que precisamos ver quando precisamos ver. Ele ainda acredita em uma partícula fundamental e indivisível que é capaz tanto de gerar o universo de verdade quanto o simulado, criando um paralelo matemático que possibilita uma Matrix equivalente e realista, diz também estamos à beira de construir um universo simulado e que ele pode se tornar algo vivo dentro de uma simulação. E nossas simulações podem criar simulações; ele acha intrigante que há um criador para o nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto co-criadores Dele e Com Ele e que fizemos tudo. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato. Existe uma outra teoria chamada “Teoria de Campo Reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os ”nossos amados e anônimos criadores.” O principal contra-argumento à teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos primitivos cérebros humanos. É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. Mas se os cientistas estiverem mesmo certos e somos produtos de uma simulação que funciona como uma espécie de videogame, devemos nos perguntar: Quem  está jogando com a gente? Como é o mundo “real”? Como podemos quebrar esta Matrix e quando teremos condições para isso? Quais são os pré-requisitos para conseguirmos tal feito?
EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
(Nota Gilberto – Para uma melhor compreensão aconselho a assistir a trilogia “Matrix” analisando todos os aspectos dos hologramas. Conforme consta no livro “The Body Snatchers” de Suzan Reed, esta trilogia não era para ter sido lançada, os Reptilianos que controlam a Matrix cometeram um grave erro. Peço para completar com o livro “Pistis Sophia” de J. J. Hurtak, no qual você pode analisar a programação da Matrix ensinada por Mestre Jesus aos seus Apóstolos)

Cientistas-Post-28.10.2015-26

The Holographic Universe – Michael Talbot

Alguns títulos sobre Matrix e Universo Holográfico:

Cientistas-Post-28.10.2015-27

Nota: Biblioteca Virtual
Divulgação: A Luz é Invencível
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