Apego & Desapego…

Afinal, se coisas boas se vão é para que coisas melhores possam vir. Esqueça o passado, desapego é o segredo!~Fernando Pessoa~

Resultado de imagem para desapego Muitas pessoas possuem uma característica que pode ser prejudicial para sua saúde mental e emocional, que é o apego – seja por coisas, ideias, pessoas ou situações. Isso acontece porque o afeto, quando excessivo, nos mantém reféns da vida, fazendo com que o dia a dia se torne pesado e sem alegria. Sendo assim, o ideal seria sempre estarmos preparados para aceitar possíveis e súbitas transformações em nosso cotidiano, como uma mudança de emprego ou de casa, a troca de um carro, o término de um relacionamento e até mesmo a morte de pessoas queridas. Sabemos que essas perdas podem gerar sofrimento, mas precisamos encontrar maneiras de encarar as decepções e continuar nossas vidas da melhor forma possível.

Embora pessoas mais sensíveis possuam mais dificuldades em se adaptar a esse tipo de situação – pois necessitam da atenção dos outros para realizarem suas tarefas – é preciso que esteja claro que a prática do desapego não vai torná-las frias e distantes, mas fornecerá condições para que sejam mais calmas e receptivas, podendo perceber as mudanças de modo mais compreensível.

Resultado de imagem para desapegoAPEGO EXCESSIVO AFETA SAÚDE FÍSICA E MENTAL…

De acordo com o médico, físico e praticante de Meditação, Enio Burgos, autor do livro “Medicina Interior – A medicina do coração e da mente” (Ed. Bodigaya), a compreensão sobre o funcionamento da mente e a transformação dos sentimentos negativos em sabedoria são as formas mais efetivas de praticar o desapego. O autor indica que pensamentos e sofrimentos gerados pelo apego excessivo afetam a saúde do corpo. Assim, precisamos transformar as emoções perturbadoras básicas (apego, raiva, indiferença, orgulho e inveja) em sabedoria e plenitude de vida.

Descrevendo a relação mente-corpo, a teoria de Ênio mostra que nossos pensamentos e sentimentos têm papel fundamental no desenvolvimento das doenças e dificuldades que enfrentamos ao longo da vida. Segundo o autor, as pessoas com perfil apegado tendem a ter muita dificuldade em adaptar-se a novas situações de vida, sentindo essas mudanças como uma grande perda e gerando emoções desequilibradas e prejudiciais ao corpo e mente. O especialista cita que alternativas benéficas para reverter esse quadro são a meditação e o autoconhecimento, através da espiritualidade.

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O Apego é uma paralisia psíquica, emocional e consequentemente comportamental.

Só para dar alguns exemplos, imagine se você não consegue deixar de pensar sobre o quanto seria bom se tivesse agido de outra forma, em uma situação do passado. Nesses casos, você está fazendo um movimento reflexivo, já que é saudável pensar: “ah, se eu pudesse voltar no tempo mudaria isso…”. Por outro lado, pensar: “sinto tanta saudade do que não posso ter aqui e agora e, por isso, não consigo viver outros aspectos da minha vida”, deixa de ser positivo. Nesses casos, o apego deixa a pessoa sem movimento, ou seja, fixada em uma determinada história.

VALORIZE O PASSADO…

É saudável termos em conta nosso histórico de vida e tudo que vivemos no passado. Nossas raízes e sentimentos mais profundos não devem ser menosprezados diante da “novidade” que é a experiência do dia-a-dia. No entanto, convém lembrar que preservar um espaço da nossa história não é sinônimo de “fixação” nestes pontos. Afinal, não devemos nos petrificar como estátuas dentro de certos espaços, momentos e histórias. Isso é como ficar numa poça de água parada, onde os elementos que antes tinham vida já apodreceram.

O músico Raul Seixas nos deixou como herança obras de valor inestimável. A música “Metamorfose Ambulante” é uma delas, pois fala de como somos “vários” em um só, e do quanto é preferível buscar conexão com o nosso bem-estar, ao invés de viver em um estado de conservadorismo que não leva a lado nenhum. “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor, sobre o que eu nem sei quem sou”, disse o cantor. Isso não significa não ter um eixo ou ser sempre distante do que fomos antes. Mas significa que mesmo sem fugir do passado ou da nossa essência, estamos em constante processo de transformação. Afinal, o passado se atualiza a cada dia nas nossas novas experiências.

O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung deixou claro que podemos dar vida a vários aspectos da nossa personalidade, que a nossa busca deve ser sempre por ampliar quem somos hoje. A ideia é nos integrar em uma personalidade mais rica, vivendo experiências não só do “novo”, mas também do “mais antigo” que há em nós. Jung dizia que é preciso “nascer e morrer” dentro de uma mesma existência para que haja a transformação. Teoricamente é fácil entender, mas como viver isso na prática?

Essas “mortes” simbólicas a que Jung se referia são as nossas experiências de vida, de rompimento de padrões, de relacionamentos e de laços para uma renovação. O objetivo é que a água não fique parada e apodrecida, mas sim que corra pelo rio. E é dessa forma que sentimos ter vida!

Resultado de imagem para desapego materialDIGA NÃO AO APEGO, REINVENTE-SE…

Deixe morrer mágoas, ressentimentos, dores, medos, inseguranças, fraquezas e apegos, para renascer cada dia mais forte e inteiro. Experimente a vida e tente se abrir para o novo e para a riqueza do que ainda não conhecemos – isso não irá apagar o passado, mas ele renascerá integrado na nossa própria história.

Precisamos acolher e conviver com a nossa própria realidade interior, sem ser dominados por ela. Em resumo, lembre-se que toda conquista tem suas perdas, toda nova etapa deixa outras para trás e a nossa plenitude é formada dessa totalidade, sempre se dirigindo ao alcance de mais – sem apegos e em movimento constante e autêntico.

 

RELACIONAMENTOS AMOROSOS E DESAPEGO…

O grande mestre Osho, líder espiritual indiano, diz que nossa maior missão é deixar esse planeta mais amoroso. Mas aí surge uma dificuldade muito grande, que é perceber a diferença entre apego e amor. É bom lembrar que apesar dos dois sentimentos serem muito parecidos, o apego, no fundo, destrói o amor.

O apego causa todo tipo de sofrimento nas nossas vidas, pois trata-se de um falso amor e acaba se tornando uma limitação. Enquanto o amor é entrega, o apego é a possessividade. O amor deixa livre e o apego diz: “eu te possuo”. E é por apego que existem guerras, crimes, etc. No que se refere a relações afetivas, o amor é a prontidão para se mergulhar no outro.

De um modo geral, podemos dizer que as pessoas desapegadas são tranquilas, estão sempre em harmonia, pois conhecem a sua verdadeira essência e sabem que a possibilidade de perder alguma posse ou se distanciar de alguém não vai mudar a sua verdadeira natureza. As pessoas apegadas podem apresentar diversos sintomas como ansiedade, fobia, depressão, ou seja, ou têm medo de perder ou perderam e não souberam lidar bem com a perda.As pessoas apegadas podem apresentar diversos sintomas como ansiedade, fobia, depressão, ou seja, ou têm medo de perder ou perderam e não souberam lidar bem com a perda.

Devemos notar que ao dizermos: “esta é minha namorada” ou “este é meu namorado”, estamos falando algo comum. Entretanto, é importante lembrar que a outra pessoa não é posse sua, mas sim alguém que convive com você, compartilhando momentos e situações. Ou seja, ela tem vontades e desejos que são dela e liberdade para agir do jeito que considerar melhor.

FORMAS DE PRATICAR O DESAPEGO…

Para praticar o desapego, é importante recorrer a alguns exercícios mentais. Nós precisamos ter controle de nossa mente. Afinal, ela é parte do nosso corpo e por isso não podemos permitir que seja dominada pelo negativo. A mudança acontece continuamente em nossas vidas e precisamos estar preparados para isso, com o intuito de sofrer menos.

  • Dicas:
  • – Permita-se vivenciar os seus sentimentos e pensamentos e aceite-os exatamente da forma como eles se expressam em você, sabendo que tem a capacidade para regulá-los.
  • – Não deixe de sentir determinados sentimentos que se manifestam no seu corpo, nem tente evitar que determinados pensamentos surjam em sua mente.
  • – Tenha claro que não somos os nossos sentimentos nem pensamentos, por isso eles devem ser filtrados pela nossa consciência para que não julguemos que somos tudo o que sentimos ou pensamos.
  • – Quando a nossa mente produz pensamentos que são angustiantes para nós, num primeiro momento devemos apenas observá-los. Não precisamos acrescentar mais nada a esses pensamentos ou julgá-los, somente deixá-los vir à tona e passar por nossa mente.
  • – Ao invés de todo o processo de raciocínio destrutivo, você apenas observará o seu pensamento, sem juízos, e dirá a si mesmo: “Ah, estou tendo um pensamento que me alerta que algo pode estar errado comigo. Eu não sou este pensamento. Eu não vou segui-lo. Focarei nas coisas que tenho que fazer hoje”.
  • – É importante permitir-se viver a sua experiência. Por exemplo, quando se sentir deprimido ou angustiado, tente perceber em que parte do seu corpo sente alterações físicas. É na zona da garganta? No peito? Na nuca? No estômago? Sinta e observe seu incômodo. Fique temporariamente com a sua dor, angústia ou ansiedade. Em seguida, aceite-a. Depois, oriente a sua atenção no sentido de aprender a lidar com os seus sentimentos e pensamentos, regulando-os, até que possam diminuir ou extinguir-se.

Ainda que todo este processo e explicação de aceitar e desapegar-se da sua dor emocional possa não resolver totalmente problemas como ansiedade, depressão e angústia, você perceberá que pode deixar de ficar sobrecarregado pelos seus sentimentos e pensamentos negativos. Aprenderá a deixar de ficar negativamente condicionado pelo padrão mental nocivo que criou ao longo dos anos. Isso permite que você crie um espaço em volta dos seus pensamentos e sentimentos, vivenciando-os sem que afetem a sua vida.

Outro grande benefício é que você deixa de usar grande parte da sua energia contra si mesmo ou tentando resistir ao fluxo natural da vida. Com isso, conseguirá ligar-se mais facilmente às pessoas significativas da sua vida, evolver-se com o mundo ao seu redor e ser funcional a partir da sua experiência interior dolorosa, ao invés de ter de esperar até que se sinta melhor. Fonte

As 4 leis do desapego para a liberação emocional…

É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade. A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós devemos aprender a desenvolver.

Praticar o desapego não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.

          “Desapego significa saber amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos com uma visão mais equilibrada e saudável, libertando-se dos excessos que o prendem”.

Liberação emocional é viver mais honestamente, de acordo com as suas necessidades. Crescer, progredir com conhecimento de causa, sem prejudicar ninguém e não deixando ninguém o limitar.

Conheça abaixo as 4 leis do desapego para a liberação emocional:

1 – Lei do desapego: você é responsável por si mesmo

Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores. Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar.

Portanto, a primeira lei que deve ter em mente para praticar o desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo.

Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.

Se a opinião dos outros é a sua medida de satisfação e felicidade, você não vai conseguir nada além de sofrimento. Raramente os outros suprirão as nossas necessidades.

Cultive sua própria felicidade, seja responsável, maduro, conscientize-se das suas escolhas e consequências e nunca deixe que seu bem-estar dependa da opinião alheia.

2 – Lei do desapego: Viva no presente, aceite e assuma a sua realidade

Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado, e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente.

Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. Liberte-se!

3 – Lei do desapego: Liberte-se e permita que os outros também sejam livres

  “Assuma que a liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão”

Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal.

O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.

Os apegos exagerados nunca são saudáveis. Temos como exemplo aqueles pais obcecados por proteger os filhos, que os impedem de crescer e avançar com confiança para explorar o mundo.

A necessidade de desapegar-se é fundamental nesses casos; cada um um deve sair dos seus limites de segurança para enfrentar o imprevisto e o desconhecido.

4 – Lei do desapego: As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde

Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.

As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem. Fonte

O que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por você mesmo.

Filme japonês A Partidas (Departures /Okuribito), história que ensina lidar com as perdas.

 Como enfrentamos a perda? Este é um assunto que muitos tentam evitar, mas é algo que temos que encarar algum dia. Por isso, é sempre válido refletir…

Ao lidar com uma perda, uns reprimem, seguem com a vida e fingem que está tudo bem. E não está. Cedo ou tarde essas pessoas caem e, até descobrir o sentimento escondido bem lá no fundinho do coração, lá se foi um tempo enorme “de vida”. É porque esse tempo vai perdendo vida, cor e gosto, ficando meio acinzentado, esquisito.

Outros questionam razões, querendo colocar lógica e/ou motivo. Para fugir do emocional tentam usar o mental. Lidar com a situação de forma coerente. Desculpem-me, não vi isso funcionar para sempre…

Alguns são práticos, fazem o que tem que ser feito, e se não tiver algo a fazer… acham alguma coisa. Só para não parar. Muita ação, fazer, ir, buscar, trazer sem fim. Mas tem fim, uma hora não tem mais nada.

Outros ainda se prendem no “e se…”, ou “como eu queria…”, “como eu gostaria de…”, “eu ia…”. Paralisados em um momento anterior (longínquo ou não) que faria toda diferença. E esse momento passou.

Todas essas são formas de fugir de sentir, se emocionar e mostrar o coração doído. Negar não é eliminar e mascarar não é lidar. O sentimento está lá.Negar não é eliminar e mascarar não é lidar. O sentimento está lá. Embaixo de camadas de cimento, ou racionalizações, fazeres e condicionais. Ele ainda está lá.

Só nos cabe uma única alternativa, senti-lo. Sentir a dor, aceitar esse sentimento de perda que faz parte da vida. Fiapos de memórias vêm e vão trazendo uma dor às vezes suave, às vezes profunda e às vezes um sorriso. É assim, a vida é assim. Sentir a perda e aceitá-la é se colocar no colo da vida. Ela leva, traz, aperta e também conforta.

O que é realmente importante é que a gente sente, sente muito!

UMA AJUDINHA VAI BEM…

Ametista

De cor violeta, esta pedra corresponde ao chakra frontal, chamado também de terceiro olho. O violeta compõe-se de azul e vermelho. O azul traz paz à energia ativa do vermelho e induz a um estado meditativo. Afasta a mente de padrões egocêntricos de pensamento, atraindo-a para uma compreensão mais profunda. Ensina humildade e desprendimento. Pode-se chamá-la de “a pedra da alma” por enviar sua mensagem a esse nível de existência. Pela sua forte identificação com essa força, ela consola a pessoa que tem que lidar com a transição da morte real ou simbólica, seja a da própria pessoa ou de entes queridos.

Pode-se segurá-la para se recuperar o equilíbrio e aliviar as tensões mentais. A ametista nos remete ao arquétipo do Sábio, que é a sabedoria equilibrada e humilde. Ela nos ensina humildade, pois nos mostra a infinitude do que nos cerca, que somos parte do Todo, do Universo vivo e consciente, nos faz enxergar o quanto o ego e nossas preocupações cotidianas são pequenas.

HORA DE PROMOVER O DESAPEGO..

Comece com uma boa faxina? Reflita: o que você quer manter ao longo do ano e o que quer jogar fora, mas não tem coragem? Ou tem preguiça, apego, comodismo?

Muitas vezes, manter uma situação, uma relação ou um padrão conhecido pode parecer mais fácil do que se desapegar. Nesse caso já sabemos o que está nos esperando no futuro: a mesma coisa que temos agora. Mas se você considera que precisar mudar no ano que está começando, então vamos à faxina! Como diz aquela música do Gabriel O Pensador: “Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.”

O que não lhe serve mais? Comece pelo armário. Geralmente guardamos mais que roupas nas gavetas, são coleções de lembranças, de outras situações e épocas. E se não cabem mais ou você não usou no ultimo ano é porque você mudou. Então aproveite e se livre desses antigos “eus” guardados no armário.

Depois, olhe a sua aparência e veja o que não lhe satisfaz. O que realmente você pode fazer sobre isso? Um corte de cabelo, uma dieta mais saudável, uma caminhada. E com a família? Menos TV e computador e mais conversas e passeios? Nas relações com os outros, que tal não esperar passar ou chegar no limite para resolver conflitos? Tem sempre o meio do caminho se você se propuser a procurar. Resumindo: tem sempre alguma parte da nossa vida que precisa de faxina, e o sinal é que não estamos felizes nessa área.

A limpeza energética tem por objetivo purificar, renovar e equilibrar nossos corpos físico, emocional, mental e energético. Afastando do nosso redor as cargas negativas que carregamos no nosso dia-a-dia e conectando-nos aos planos mais sutis da natureza. Todas as técnicas abaixo ajudam a fazer a limpeza energética, escolha a que mais se identificar ou a combinação de duas delas.

PURIFICAÇÃO COM FLORAIS DE MINAS

Buquê de Flores Brancas – Composição: Camellia, Coffea, Fortificata, Jasminum, Lacrima, Lilium, Millefolium, Origanum e Zante. Atua como tônico em processos de limpeza e purificação. Devido à natureza da cor branca, este buquê tem a capacidade de penetrar em nossos corpos energéticos, emocionais e mentais. A dosagem padrão é de quatro gotas diretamente na boca, quatro vezes ao dia, até terminar o vidro.

PROTEÇÃO COM PEDRAS E CRISTAIS

A turmalina negra proporciona uma limpeza no campo energético e ajuda a formar um escudo protetor. Pode ser utilizada para neutralizar as próprias energias negativas, como raiva, ressentimento ou inveja. O preto vibrante refletido pela turmalina irradia luz. Ótima para ter sempre com você durante o ano, em contato com o corpo como em um pingente ou no bolso.

BANHO FITOTERÁPICO

Tomar um banho verde (fitoterápico) de eucalipto. Utilize um punhado da erva seca para um litro de água. Coloque para ferver por alguns minutos. O banho é de corpo inteiro, da cabeça aos pés. Começando pela cabeça, vá jogando seu banho com a intenção de limpar tudo o que atrapalha, todo e qualquer lixo que guardou por algum motivo e não lhe serve mais.

MEDITAÇÃO

Primeiro escolha um lugar para ficar sem ser incomodado, pode ser uma cadeira ou uma almofada. Não se preocupe com nenhuma posição específica. Apenas fique ali, sem ter que fazer mais nada.

Em seguida, preste atenção na sua respiração. Passe então a respirar conscientemente. Respire e preste bastante atenção no movimento do ar que entra e que sai. Você não precisa forçar nenhum tipo de respiração especial. Mas respire, de preferência sempre pelo nariz. Continue este movimento…

Agora, feche os olhos; inspire e expire profunda e calmamente. Assim, concentrado, imagine que quando você inspira o ar entra leve e fresco, e que esse ar que entra é verde claro, da cor de folha-nova. E quando você expira, o ar sai mais denso e pesado e também com um verde mais escuro. Imagine que a cada inspiração você coloca mais frescor e leveza para dentro e a cada expiração se livra das coisas pesadas e que não servem mais.

Passe alguns minutos fazendo essa respiração colorida e quando terminar, na ultima expiração abra levemente a boca e deixe o ar sair de uma vez, com força e barulho, como quem diz: Vá!

BUSQUE O DESAPEGO MATERIAL…

Você não para de pensar naquela blusa que você viu na vitrine do shopping outro dia ou sua obsessão no momento é aquele celular de última geração que acabou de sair? Calma, dê um descanso para a sua mente e tente colocar algumas prioridades antes. O que faz sentido para você? O que torna você feliz e o que te deixa com uma grande sensação de alegria? Se fazer compras e ter coisas materiais é uma dessas coisas, tente reavaliar a vida que você tem.

Geralmente pessoas carentes, ansiosas, ou mesmo com algum problema que não consegue solucionar no exato momento em que surge, tentam encontrar no apelo material uma fuga. A sociedade em que vivemos atualmente prega um pouco essa “necessidade” material que aparentemente devemos ter. Mas se você focar no que realmente precisa – e talvez não seja muito – para se sentir satisfeita, as coisas podem melhorar e muito, inclusive para o seu bolso.

1. Vá ao seu guarda-roupa e observe-o. Se você ama roupas, avalie cada peça. O que você usa realmente? O que só é bonito, mas não lhe cai bem e você nunca usou? Faça uma seleção e doe o que você não usa. Deixe o seu armário mais leve, assim como o seu espírito. Essa organização também é mental, muitas vezes serve como uma sessão de relaxamento;

2. Já sabemos que nada dessa vida se leva, mas isso não basta. Queremos “ter” coisas na vida, já que estamos vivendo. Isso não é errado, mas tente não fazer disso um objetivo, uma coisa mais importante do que sair para conversar com os amigos, por exemplo. Dê mais vazão a um telefonema amistoso ou uma divertida tarde com seus filhos;

3. Somos humanas. Por mais que tentemos nos desapegar, há sempre propagandas comerciais na televisão, revistas e vários outros apelos de divulgação de roupas, maquiagens, objetos tecnológicos, querendo nos seduzir. Podemos ceder à tentação às vezes, mas é bom ser racional. Você tem coisas em casa parecidas com a que estão te oferecendo? Você tem necessidade daquilo? Você vai usar aquilo? O quanto você vai ser feliz e se sentir satisfeita com aquilo? Fazer essas perguntas antes de tomar uma decisão de comprar, sempre é importante;

4. Outros objetos como revistas antigas, materiais e ferramentas guardadas no fundo do armário ou debaixo da cama, veja se há coisas que você possa doar, que sejam úteis e funcionais a outras pessoas, do contrário jogue fora o que não serve mais, limpe, organize, renove, livre-se!

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