Aurora Boreal, um espetáculo da natureza ou sinal de alerta a Terra?…

aurora-boreal-islandia1A aurora boreal é um fenômeno ótico composto de um brilho observado nos céus noturnos em regiões próximas a zonas polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar no campo magnético terrestre. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal, nome batizado por Galileu Galilei, em referência à deusa romana do amanhecer Aurora e ao seu filho Bóreas, representante dos ventos nortes. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul. O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno,Marte e Vênus. Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.

aurora3Os meteorologistas tinham previsto a sua chegada e elas surgiram, nas regiões de altas latitudes, em todo o seu esplendor: as auroras geradas pela atividade febril do Sol durante as últimas semanas; veja uma galeria de fotos de tirar o fôlego.

1 – Todos a posto…

Nas regiões polares do Hemisfério Norte, os profissionais da observação do Sol já não dormem: os telescópios da Nasa SDO (Solar Dynamics Observatory), SOHO (Solar and Heliospheric Observatory) e ACE (Advanced Composition Explorer), em conjunto com o satélite europeu Proba 2 controlam cada detalhe daquela que os especialistas definem como a mais intensa atividade solar desde dezembro 2008, quando a nossa estrela despertou depois de um longo período de letargia.

Uma das primeiras e mais agradáveis consequências da frenética série de erupções na superfície do Sol está sendo o aparecimento, nas latitudes mais altas, de auroras boreais como a desta fotografia. Junto às três imagens sucessivas, ela foi tirada no monte Khibiny, na Península de Kola, Rússia.

Foto: Aleksander Chernucho/SpaceWeather

2 – Trombada de prótons e elétrons…

As auroras boreais se formam quando partículas carregadas (prótons e elétrons) de origem solar interagem com a alta atmosfera terrestre, excitando os seus átomos. O resultado é a emissão de luz em vários comprimentos de onda, percebida como uma série de halos luminosos de formas variadas que dançam no céu. As auroras mais conhecidas costumam acontecer nas proximidades do Polo Norte – daí o nome “boreal” -, mas quando a atividade solar é particularmente intensa, como nos dias atuais, esse fenômeno pode ser observado também em latitudes mais baixas, como nos países escandinavos e na Escócia.

Foto: Aleksander Chernucho/SpaceWeathe

3 – Vento de partículas…

Logo depois da meia noite de 7 de março verificou-se um brilho intenso, uma violenta erupção que explodiu na fotosfera do Sol e liberou energia equivalente a dezenas de milhões de bombas atômicas. Uma outra explosão aconteceu logo depois, um pouco menos preocupante, e os dois eventos rapidamente geraram um importante fluxo de radiações e partículas que tomou a direção dos sistemas espaciais.

Foto: Aleksander Chernucho/SpaceWeather

4 – Fase alta, fase baixa…

A atividade solar se manifesta com maior ou menor intensidade segundo um ciclo que alterna períodos débeis a períodos de despertar. Cada fase dura cerca de 11 anos e em dezembro 2008 concluiu-se um período de fraca atividade. Segundo os especialistas, a alternância de erupções e o aparecimento de manchas solares está se tornando cada vez mais frequente e o atual pico de atividades acontecerá entre janeiro e fevereiro 2013.

Foto: Aleksander Chernucho/SpaceWeather

auroras-boreales-formacion5 – Consequências desagradáveis

Os efeitos da atividade solar nem sempre são agradáveis como este, fotografado no Abisko National Park, na Suécia. O vento de partículas que interage com o campo magnético terrestre – o “escudo” que nos protege dos graves danos que esse feixe de radiações poderia provocar – pode causar distúrbios nos sistemas de comunicações por satélite, bem como anomalias dos sinais GPS e das redes elétricas. Há poucos dias, segundo a ESA, a sonda Venus Express ficou “cega” por causa da tempestade liberada pelo Sol e perdeu temporariamente as referências relativas à sua própria posição.

Foto: Chad Blakley/SpaceWeather

6 – Tudo bem para os humanos…

Os fenômenos atualmente em curso não representam particulares problemas para nós, terrestres. Com exceção dos astronautas que estão no espaço sideral, não existem provas evidentes que demonstrem um impacto das tempestades solares sobre os homens.

Foto: Chad Blakley/SpaceWeather

7 – Apocalipse? Ainda não…

Quem associou o atual pico de atividades solares ao fim do mundo previsto pelos maias, vai se decepcionar: a NOAA (Agência Americana para os Oceanos e a Atmosfera) redimensionou as precedentes previsões sobre o número de manchas solares no período máximo de sua atividade; previsões de 95 manchas se reduziram a 65.

Foto: Chad Blakley/SpaceWeather

8 – Precedente perigoso…

Estamos longe, afortunadamente, da violenta tempestade geomagnética que atingiu a Terra em 1859. Na ocasião, conta-se que auroras boreais foram vistas até na região mediterrânea. As linhas telegráficas sofreram um blecaute de 14 horas. Caso uma tempestade solar desse porte ocorra agora, boa parte dos nossos instrumentos eletrônicos e de GPS irão cair. A aurora da foto, como as três outras sucessivas, foram fotografadas em Norilsk, Rússia, e teve a duração de 15 minutos.

Foto: Pavel Kantsurov/SpaceWeather

9 – Entre a ciência e o mito

A respeito das auroras boreais existe uma quantidade de mitos e lendas. As populações escandinavas acreditavam que elas fossem causadas pelo resplendor das couraças das valquírias, as virgens guerreiras da mitologia nórdica. Segundo uma tradição popular japonesa, conceber uma criança no momento de uma aurora boreal era coisa de bom augúrio para o bebê.

Pavel Kantsurov/SpaceWeather

10 – Sons misteriosos

A aparição das auroras boreais é ligada ao aparecimento, embora raro, de sons e sibilos parecidos ao farfalhar da seda. Tais sons são chamados “eletrofônicos” e sua origem ainda é desconhecida, acreditando-se que possam estar ligados a perturbações do campo magnético terrestre.

Foto: Pavel Kantsurov/SpaceWeathe

11 – Alternância de formas e cores

As auroras boreais podem surgir como clarões difusos, bem como tomar a forma de uma imensa cortina que se alonga e se move, como movida pelo vento, ou ainda dividindo-se em arcos que mudam continuamente de aspecto. As variações de cores vão do verde-amarelado (na maior parte dos casos), ao vermelho vivo, passando pelo marrom e o azul. Isso se deve às emissões dos átomos de azoto e oxigênio – principais componentes da atmosfera – quando excitados por partículas carregadas originárias do Sol.

Foto: Pavel Kantsurov/Space Weather

12 – O show vai continuar

A magia do atual ciclo de auroras boreais deverá continuar ainda por algum tempo. No sábado, 10 de março, a mancha solar AR1429, região muito ativa de onde provêm as expulsões de massa coronal dos últimos dias, voltou a apresentar erupções e a produzir um brilho de classe M8, bem como, de consequência, uma tempestade magnética que ainda está golpeando o nosso planeta.

Foto: Timo Newton-Syms/SpaceWeather

13 – Perigo crescente

Para medir a intensidade do brilho (as violentas explosões de matéria que acontecem na fotosfera de uma estrela), neste caso o Sol, utiliza-se uma escala especial que prevê as classes A, B, C, M ou X segundo a luminosidade dos raios X emanados vizinhos à Terra, medida em Watt/m². Cada classe é dividida, por sua vez, de um a 9. Um brilho de classe 8, portanto, aproxima-se da categoria “X”, a mais alta, que indica as expulsões de matéria potencialmente danosa para satélites e sistemas de telecomunicação.

Timo Newton-Syms/SpaceWeather

14 – O som da tempestade

Durante a erupção M8, ocorrida no sábado 10 de março, um astrônomo amador do Novo México gravou uma série de explosões-rádio em 21 e 28 MHz (ouça o som da tempestade solar no site SpaceWeather.com). O ruído que se ouve, parecido ao de uma forte rajada de vento, é provocado pelas ondas de impacto que atravessam a atmosfera solar após a explosão.

Timo Newton-Syms/SpaceWeather

15 – Em direção a Marte

A explosão do dia 8 de março chegou à atmosfera terrestre e em seguida rumou para o planeta Marte.

Timo Newton-Syms

16 – O desastre visto de muito perto

Na imagem, um brilho de intensidade X5.4 fotografado pelo Solar Dynamics Observatory (SDO) na terça feira, 6 de março 2012, em diversos comprimentos de onda.

NASA/SDO/A

17 – Ondas na superfície

O brilho solar do dia 6 de março visto através de diferentes comprimentos de onda. As ondas de impacto resultantes dos brilhos solares viajam através da fotosfera e em direção ao alto através da cromosfera e da coroa, a uma velocidade da ordem de 5 milhões de quilômetros horários (ou seja, 1.389 quilômetros por segundo, contra os 300 mil quilômetros por segundo da velocidade da luz).

NASA/SDO/AIA

18 – No passado, com muita fúria

Imagens de tempestades ocorridas no passado: aqui, um brilho solar de longa duração e a consequente expulsão de massa coronal que ocorreu na superfície do Sol em 19 de janeiro 2012.

NASA/SDO

19 – Tempestade alaranjada

Para completar, um brilho de classe X1.9 fotografado a 3 de novembro de 2011 pelo Observatório SDO. Fonte

NASA/SD

20 – Inversão de polaridade do Sol vai afetar todo o Sistema Solar

Erupções de energia podem aumentar os raios cósmicos e ultravioleta que chegam à Terra, afetando a temperatura e as comunicações no planeta.

Buraco no Sol foi registrado pela Nasa em julho: inversão de campo magnético deve ocorrer em breve. Foto: Nasa/DivulgaçãoBuraco no Sol foi registrado pela NASA em julho: inversão de campo magnético deve ocorrer em breve.
Foto: Nasa/Divulgação

Nos próximos três a quatro meses, o campo magnético do Sol completará uma inversão de polaridade, um processo que ocorre a cada 11 anos e está quase na metade do caminho, de acordo com a NASA (agência espacial americana).

“Esta mudança terá repercussões em todo o Sistema Solar”, disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford (Califórnia), em declarações para a agência espacial.

inversão de polaridade – norte e sul trocam de posição – ocorre no fim de cada ciclo solar, quando o dínamo magnético interno do Sol se reorganiza. Durante essa fase, que os físicos denominam máximo solar, as erupções de energia podem aumentar os raios cósmicos e ultravioleta que chegam à Terra, e isto pode interferir nas comunicações de rádio e afetar a temperatura do planeta.

Hoeksema é diretor do observatório Solar Wilcox, de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que estudam os campos magnéticos do Sol e cujos magnetogramas observaram o magnetismo polar da estrela a partir de 1976, desde quando já foram registrados três ciclos.

Phil Scherrer, outro físico solar em Stanford, disse que “os campos magnéticos polares do Sol se debilitam, ficam em zero, e depois emergem novamente com a polaridade oposta. É parte regular do ciclo solar”.

O alcance da influência magnética solar, conhecida como heliosfera, se estende a bilhões de quilômetros além de Plutão, e as sondas Voyager, lançadas em 1977, que agora rondam o umbral do espaço interestelar, captam essa influência. Fonte

“Esta mudança terá repercussões em todo o Sistema Solar”,— disse o físico solar Todd Hoeksema

As grandes manchas solares AR2565 e 2567, citadas aqui em nosso site na matéria da semana passada, entraram em erupção no dia 23 de julho, por duas vezes seguidas, produzindo fortes explosões solares.

A primeira explosão solar de nível M5 ocorreu as 02:11 UTC; a segunda foi ainda mais intensa, chegando ao nível M7.6 às 05:16 UTC. Ambas explosões foram as mais fortes do ano de 2016, até o momento. O observatório Solar Dynamics da NASA registrou o momento das explosões:

Os pulsos de radiação das duas explosões ionizaram o topo da atmosfera da Terra, causando um apagão de ondas curtas de rádio ao longo do Pacífico. Os mapas abaixo mostram (em vermelho) a frequência da radiação e as regiões afetadas:

mapa de blecaute das regiões afetadas
Créditos: NOAA
mapa de blecaute das regiões afetadas

Créditos: NOAA

Operadores de rádio amador, marinheiros e pilotos de aviões notam as falhas de rádio.

Obama alerta de una tormenta solar masiva que podría traer graves consecuenciasO Sol normalmente emite uma grande quantidade de partículas eletricamente carregadas, prótons e elétrons, que caminham em todas as direções do espaço. Esse fluxo de partículas recebe o nome de vento solar ou CME – (Coronal Mass Ejection)

Se o Sol é “soprado” por essa onda de energia do Universo (Superwave do centro da Galáxia), mais ele se inflama e mais intenso fica. Tal qual o pavio aceso de uma vela ao ser ligeiramente soprada. E se soprado, ele cospe fogo.

Esse superwave está vindo com força total – é possível sentir isso em nossos corpos devido ao aumento das batidas cardíacas e o calor interior que arde – e tende a se intensificar até o final desse ano – isso não é profecia, mas pura ciência.

Mais ondas eletromagnéticas, mais agitada ficará a estrela maior de 5ª “grandeza” – implicando em mais agitação geofísica e geosocial no planeta.

As mudanças sociais estão em curso. A agitação por todo o planeta é prova disso. O aumento da ressonância da Terra para 13Hz nos move para a onda de frequências BETA onde a hipnose não tem lugar, por estarmos mais atentos, agressivos, alertas e motivados.

O interior da Terra está se aquecendo como nossos corpos, e decorrente desse aquecimento há choque (atritos) das placas tectônicas (terremotos) fazendo com que aumente o numero de vulcões – e como uma panela de pressão, esse gás tem que sair por algum lugar e as nossas emoções acompanham o ritmo. Estamos implodindo por dentro.

O Monte Popocatepetl, a cerca de 40 milhas a sudeste da Cidade do México, vem tendo erupções por mais de um ano agora, e o chão na área, ao redor, está se tornando muito quente. Diz-se que as árvores estão espontaneamente pegando fogo, o que quer dizer que o chão estaria a mais de 459 graus Fahrenheit.

Essa tempestade de partículas de elétrons são capturadas e aceleradas pelo magnetismo terrestre e se chocam ao atingir as altas camadas da atmosfera encontrando átomos de oxigênio e de nitrogênio em altitudes de 32 a 320 quilômetros acima da superfície terrestre produzindo as belas auroras boreais.

189649_554574307889346_1597472213_nFique de olho nas auroras boreais. A cor da aurora depende do átomo que colide com o elétron e da altitude em que se dá essa colisão. Quanto mais coloridas, mais perigosas ficam.

* Oxigênio – aurora verde, até 240 quilômetros de altitude. São esverdeadas, pois os átomos de oxigênio das altas camadas atmosféricas emitem luz verde, ao serem excitados pelos elétrodos de alta velocidade do vento solar.

* Oxigênio – aurora vermelha, até 240 quilômetros de altitude. Quando a tempestade é forte para valer, camadas mais baixas da atmosfera são atingidas pelo vento solar e a aurora boreal pode ficar vermelha, cor da luz emitida por átonos excitados de nitrogênio, outro constituinte de nossa atmosfera.

* Nitrogênio – aurora púrpura/violeta, acima de 96 quilômetros de altitude.

* Nitrogênio – aurora azul, até 96 quilômetros de altitude.

Essa corrente elétrica colide com átomos de oxigênio e nitrogênio – num processo semelhante à ionização de gases que faz acender o tubo de uma lâmpada florescente.

Resultado de imagem para nuvens de cianeto da aurora borealNuvens noctilucentes são nuvens venenosas de Cianeto de Hidrogênio que são levadas para a baixa atmosfera, onde poderiam, literalmente, “envenenar em segundos” não apenas bandos de aves no seu caminho, mas até mesmo humanos, como ocorrido na era dos dinossauros.

Um relatório sombrio preparado pelo o Ministério da Rússia para Situações Extraordinárias (MCHS) alerta hoje que o mundo está “sob ataque” de “nuvens venenosas do espaço” penetrante do nosso planeta em atmosfera superior, responsável por muitos relatos de mortes de animais em massa em todo o globo.

Já aconteceu antes, vai acontecer de novo!!!…

As explosões de raios gama com a distância de cerca de um kiloparsec(3.262 anos-luz) pode destruir até a metade da camada de ozônio da Terra, a radiação UV direta da explosão combinada com a radiação UV solar adicional passando através da camada de ozônio poderia então ter um impacto significativo potencial na cadeia alimentar e, potencialmente, desencadear uma extinção em massa.

O gatilho para extinções em massa parece ter um ponto no aquecimento do oceano causado pelo aumento dos níveis de dióxido de carbono para cerca de 1.000 partes por milhão.

Num passado este fenômeno provavelmente teria envenenado as plantas e os animais e assim dando início as extinções. Além disso, foi proposto que o sulfeto de hidrogênio subiu para a atmosfera superior e atacou a camada de ozônio, que normalmente bloqueia a mortal radiação ultravioleta do sol.

Um modelo proposto por Lee Kump, Alexander Pavlov e Arthur Michael em 2005 sugere que os eventos anóxicos oceânicos podem ter sido caracterizados pelo afloramento de água rica em sulfeto de hidrogênio de gases tóxicos.

Eles ocorrem mais freqüentemente durante os períodos de clima muito quente caracterizado por altos níveis de dióxido de carbono (CO 2) no ar e temperaturas médias da superfície, provavelmente, superiores a 25° C (77 ° F).

Esse é um desenho de uma estrela massiva em colapso para formar um buraco negro. 

Raios Gama – Cianeto de Hidrogênio

Um relatório sombrio preparado pelo o Ministério da Rússia para “Situações Extraordinárias” alerta hoje que o mundo está “sob ataque” de “nuvens venenosas do espaço” penetrante no nosso planeta na atmosfera superior, devido ao movimento “acelerado” dos pólos magnéticos da Terra.

Essa nuvem venenosa é responsável por muitos relatos de mortes de animais em massa que estão sendo relatados em todo o globo.

O deslocamento lento, mas constante dos pólos, também está causando problemas com os aviões. 

Esses precisaram ter que ajustar a mistura ar-combustível para compensar as suas leituras distorcidas de altitude em seu sistema de aniônica, além da interferência magnética nos computadores de bordo, causando desligamento na aterrissagem ou na decolagem.

O relatório MCHS ainda adverte: a situação ficará cada vez pior.

O vento solar atravessa o campo magnético da Terra e as Nuvens noctilucentesnuvens venenosas de Cianeto de Hidrogênio – seriam levadas para a baixa atmosfera, onde eles poderiam, literalmente, “envenenar em segundos”  aves no seu caminho causando um trauma e morte instantânea.

As erupções vulcânicas cortaram o oxigênio do oceano tanto que 1/3 da vida marinha morreu.Alguns pesquisadores teorizam que uma enorme quantidade de atividade vulcânica causou um aumento de sulfato, que desencadeou uma cascata de eventos biogeoquímicos no passado. 

Os corpos do fito plâncton em decomposição esgotaram os níveis de oxigênio nos oceanos, provocando a morte generalizada de animais marinhos.

12.000, 32.000, 43.000 e 70.000 anos atrás, a redução do campo magnético da Terra nos deixou vulneráveis aos raios cósmicos. Há indicações de que as inversões geomagnéticas podem ocorrer rapidamente – em uma questão de meses.

Queda de energia elétrica será decisiva para aniquilar a raça humana moderna!!!…

Resultado de imagem para Anúncio Obama tempestade solar

21 – Obama adverte de uma tempestade solar maciça poderá trazer consequências graves…

O atual presidente dos EUA, Barack Obama, emitiu uma ordem para o país estar preparado antes de um curso como um evento espaço de tempo será uma grande explosão solar que poderia representar uma ameaça à tecnologia e infra-estrutura básica. Em nenhum momento ele diz que uma bala solar é antecipado em um curto espaço de tempo, de fato, há uma chance mínima. No entanto, se isso acontecer, ele pode ser alto impacto.

Em 1989 um precedente está localizado. Um transformador de New Jersey se tornou ejeção pro inutilizável de plasma solar. Além disso, em 1859, não foi o caso Carrington que terminou o telégrafo do tempo. Se hoje aconteceu dias, milhares de transformadores seria destruída e a escuridão poderia devastar muitas partes do mundo.

De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, e da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, a mesma situação também pode causar estragos em satélites e GPS. O mundo precisaria de quatro a dez anos para retomar o pulso.

IMPORTANTE: Assistam explicação do Evento nos vídeos abaixo…

O fenômeno levou o presidente Barack Obama a baixar um decreto…

O anúncio de Obama insta as autoridades a tomar as precauções necessárias e desenvolver planos e programas aviso, proteção, recuperação e redução de riscos. Poderia até corroer tubulações de água e esgoto e frustrar as respectivas operações militares. Um relatório de 2013, emitidas pelo mercado de seguros Lloyd de Londres estabelecida com uma escala de entre 20 e 40 milhões de pessoas estão em risco de tempestade solar maciça.

O presidente fez um apelo para que todas as autoridades tomem medidas para prevenir um desastre…

Mediante uma ordem executiva, publicada no site da Casa Branca, o presidente Obama anunciou que todas as autoridades dos Estados Unidos estejam preparadas para lidar com a chegada de uma tempestade solar. Os Estados Unidos é um país que depende da eletricidade e a chegada de uma grande tempestade solar poderia desativar alguns equipamentos de geração de energia nos Estados Unidos, afetando as telecomunicações.

Obama apontou que existe a possibilidade de que uma grande tempestade solar chegue à terra e ocasione alterações nos sistemas de telecomunicações e na rede de energia elétrica,afetando indiretamente todos os serviços de água, transporte e saúde, gerando enormes problemas para a população.

O presidente dos Estados Unidos estabeleceu um prazo de 120 dias para que os responsáveis pela Secretaria de Energia desenvolvam um plano que lhes permita proteger os principais serviços que são fornecidos aos cidadãos das interferências eletromagnéticas. Este trabalho deve ser feito pelas autoridades do governo federal, os gestores de emergências, pesquisadores e meios de comunicação, para desenvolver associações que permitam gerar um plano para reduzir o impacto de um evento extremo.

Sem eletricidade…

Quando ocorrem as tempestades solares de alta intensidade são produzidas explosões na superfície solar que equivalem a dezenas de milhões de bombas de hidrogênio, liberando partículas com carga magnética que chegam à terra em um lapso de 24 a 36 horas. Na maioria das vezes, a atmosfera detém as partículas provenientes do sol, mas quando as ejeções de massa coronal são muito fortes, podem atravessar a atmosfera, causando danos aos sistemas de comunicações e sistemas de geração de eletricidade.

Em 1859 foi registrada uma tempestade solar de alta intensidade; no dia 1° de setembro, desse ano, o sol emitiu uma imensa labareda que chegou à terra em apenas 17 horas e causou danos inicialmente na rede de telégrafos que operava na Europa, estragando os cabos e causando pequenos incêndios. Este fenômeno foi chamado de evento Carrington, em homenagem ao cientista que identificou o fenômeno.

Em março de 1989 as partículas liberadas por uma tempestade solar ocasionaram problemas na unidade hidrelétrica em Québec, no Canadá, por mais de nove horas.

Hoje, uma tempestade solar de grande magnitude poderia causar muitos problemas nas cidades que dependem fortemente da eletricidade e das telecomunicações. É por essa razão que o presidente dos Estados Unidos pediu às autoridades de todo o país que preparem planos de contingência que permitam proteger os sistemas elétricos e de comunicações.

Atualmente, uma grande tempestade poderia causar problemas nos sistemas GPS, interromper os sinais de rádio, poderia desativar satélites, apagar dados armazenados em computadores, corroer as tubulações de água e rede de esgoto, além de gerar blecautes em diversos pontos do planeta.

Os estudantes da área Ambiental da FUNIBER mantêm-se atentos às medidas preventivas que são aplicadas para realizar ações e fornecer recomendações diante de um eventual fenômeno de grandes dimensões.

Cientistas haviam identificado o aparecimento de nova região da magnetosfera…

A magnetosfera é uma camada da Terra onde o campo magnético do planeta tem papel decisivo nos processos que ali ocorrem e apesar de ser invisível aos nossos olhos, age como escudo protetor contra as partículas eletricamente carregadas emitidas pelo Sol.

Mesmo não sendo vista, os efeitos sobre a magnetosfera são notados na forma de espetaculares luzes coloridas que iluminam o céu nas latitudes mais elevadas, provocadas pelo impacto dessas partículas contra os átomos de oxigênio e nitrogênio presentes entre 80 e 150 km de altitude. Esse espetáculo luminoso é chamado de aurora boreal ou austral.

Agora, um recente estudo liderado pelo cientista Charles Chappell, professor de física da universidade de Vanderbilt, nos EUA, revelou que a magnetosfera possui também outra região, formada por um manto de plasma aquecido. O estudo está baseado nos dados coletados por cinco satélites diferentes e foi publicado na seção de Física do Espaço do periódico Journal of Geophysical Research.

Outras camadas da magnetosfera são conhecidas há bastante tempo. Chappell e seus colegas detectaram nestas camadas a existência de um “ciclo natural de energização”, que acelera os íons de baixa energia da ionosfera da Terra até os níveis energéticos mais elevados, típicos das diversas regiões da magnetosfera. Isso permitiu aos cientistas a descoberta dessa nova região.

O Manto
O manto de plasma aquecido é uma tênue região que começa no lado noturno do planeta e se propaga até o lado diurno, para então desaparecer lentamente no período da tarde. Como conseqüência, o manto atinge três quartos do planeta.

A camada recém descoberta é alimentada por partículas carregadas de baixa energia que são lançadas em direção ao espaço acima dos pólos da Terra, por um fenômeno chamado “Vento Polar”. Essas partículas viajam na cauda magnética da Terra e em seguida são aceleradas de volta sobre uma região conhecida como “folha de plasma”.

Juntando as Peças
Uma importante parte da descoberta foi baseada em modelos gerados nos supercomputadores do Centro de Estudos Ambientais e Terrestres do Observatório de Saint-Maur, na França. O objetivo era prever o movimento dos íons no campo magnético da Terra.

“Esses movimentos são muito complicados. Os íons espiralam, são arremessados e desviam. Um monte de coisas pode acontecer”, disse Dominique Delcour, diretor do centro francês e um dos responsáveis pela descoberta.

Quando os pesquisadores aplicaram o modelo sugerido às observações de satélite, alguns padrões se tornaram bastante claros e permitiram descobrir como os íons se movem desde a ionosfera até formar o manto de plasma aquecido.

“Conhecíamos outras regiões há muito tempo, mas o manto de plasma era uma coisa vaga, que não tínhamos informações suficientes. Quando juntamos as peças, vimos a luz”, disse Chappell.

Impacto de Partículas
Apesar de ser invisível, a magnetosfera tem grande impacto no dia a dia. Quando as tempestades solares atingem a camada, surtos de elevado potencial podem gerar campos elétricos que se propagam pelas redes de distribuição, provocando cortes de energia e até mesmo explosões de transformadores.

As transmissões de rádio também são muito sensíveis aos distúrbios, que geram interferências em grande parte do espectro de radio frequência, embaralhando sinais de GPS e dispositivos de localização. Os bombardeios na magnetosfera também podem causar sérios danos aos sistemas a bordo dos satélites e afetar a temperatura e a dinâmica na alta atmosfera.

Arte acima: Diagrama mostra o mecanismo de formação da camada do manto de plasma aquecido, formado por partículas de baixa energia que são lançadas ao espaço acima dos pólos da Terra. Crédito: Charles Chappell/Apolo11.

Site Oficial Casa Branca EUA: Executive Order — Coordinating Efforts to Prepare the Nation for Space Weather Events

O presidente dos EUA Barack Obama ordenou uma série de medidas para preparar o país para a eventualidade de fenômenos meteorológicos espaciais.

A ordem executiva presidencial, publicada no site da Casa Branca na quinta-feira (14), explica como as várias autoridades norte-americanas devem coordenar os seus esforços para se preparar e responder a “eventos climáticos espaciais” – a tais como erupções solares – que ocorrem regularmente, alguns dos quais com “efeitos significativos sobre os sistemas críticos de infraestrutura e tecnologias”. A ordem adverte que “eventos extremos do clima espacial” podem desativar uma grande parte da rede de energia elétrica, resultando “em uma cascata de falhas que afetariam os serviços essenciais, como o abastecimento de água, a saúde e o transporte”, assim como “a segurança de continentes inteiros”, de modo que o governo federal tem de ser capaz de prever e detectar tais eventos, responder a eles e se recuperar de seus efeitos. © AFP 2016/ KIM JAE-HWAN Rússia: Sistema de defesa antimíssil dos EUA coloca ameaças ao uso seguro do espaço Para este fim, foram especificadas tarefas para diferentes agências e departamentos. Entre outras medidas, dá-se um prazo de 120 dias para que todos os reatores nucleares do país contem com protocolos de desligamento de emergência. Por sua vez, o Pentágono tem que “assegurar o fornecimento oportuno de observações operacionais espaço-climáticas, análises [e] previsões”, bem como alertar o governo sobre “fenômenos que possam afetar sistemas de armas, operações militares ou de defesa dos EUA”. Por outro lado, o Departamento do Interior tem que estudar “as variações do campo magnético da Terra associadas às interações entre o Sol e a Terra”, enquanto o Departamento de Energia tem que proteger e restaurar a rede de energia “durante uma emergência de segurança da rede declarada pelo presidente e associada a uma perturbação geomagnética”.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/americas/201610146553660-obama-eua-clima-espacial/

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