Para viver, o homem precisa mudar…

O autoconhecimento é o começo da sabedoria, em cuja tranquilidade e silêncio encontra o imensurável. ~Jiddu Krishnamurti.~

Para viver humanamente, sensatamente, a pessoa tem que mudar!!!

“Precisamos de tremenda energia para provocar uma mudança psicológica em nós mesmos como seres humanos, porque temos vivido por muito tempo num mundo de faz-de-conta, num mundo de brutalidade, violência, desespero, angústia. Para viver humanamente, sensatamente, a pessoa tem que mudar. Para provocar uma mudança em si mesmo e, consequentemente, na sociedade, a pessoa precisa desta energia radical, porque o indivíduo não é diferente da sociedade – a sociedade é o indivíduo e o indivíduo é a sociedade. E para produzir uma mudança necessária, radical na estrutura da sociedade – que é corrupta, imoral – tem que haver mudança na mente e no coração humano. Para produzir essa mudança você precisa de grande energia e essa energia é negada ou pervertida, ou distorcida, quando você age de acordo com um conceito; que é o que fazemos em nossa vida diária. O conceito se baseia na história passada, ou em alguma conclusão, então não é absolutamente ação, é aproximar-se de uma fórmula. Então perguntamos se existe uma ação que não se baseia numa ideia, numa conclusão formada por coisas mortas que passaram.”~J. Krishnamurti em 1968.~

Resultado de imagem para j. krishnamurti  Para viver o homem deve mudarTalks in Europe 1968 Amsterdam 5th Public Talk 22nd May 1968 Collected Works, Vol. XV

Jiddu Krishnamurti em seus ensinamentos.Jiddu Krishnamurti (1895 – 1986) foi um dos maiores questionadores no nosso tempo. Sem dúvida um subversor de conceitos e destruidor de paradigmas, que recusou o título de guru e nunca aceitou seguidores.

O texto acima foi extraído de uma de suas palestras em 1968 e não poderia ser mais atual. Mas o que realmente ele quis dizer?

“Precisamos de tremenda energia para provocar uma mudança psicológica em nós mesmos como seres humanos, porque temos vivido por muito tempo num mundo de faz-de-conta, num mundo de brutalidade, violência, desespero, angústia.”

– Será que Jiddu está sendo negativo? Que visão negativa do mundo é essa? Não! Ele fala da dualidade. Vivemos num planeta, numa sociedade onde não existe equilíbrio entre o bem e o mal. Nossa sociedade se desequilibrou completamente e tudo o que é negativo floresce com uma rapidez absurda. E quem deseja fazer o bem, tem que se esforçar muito mais do que quem faz o mal. Ao contrário do que se prega, que apenas uma vela ilumina uma sala escura, a verdade é bem diferente.  A vela em si precisa ter vontade própria, precisa ser consciente de sua Luz para se manter acesa e continuar brilhando. Não basta apenas ser uma vela. E é isso o que tem acontecido na visão dos espiritualistas modernos, que se responsabilizam por sua mestria. Não basta ser uma vela. Não basta ser bom. Tem que ser consciente de sua Luz, de seu poder e se esforçar. E muito.

“Para viver humanamente, sensatamente, a pessoa tem que mudar.”

– Em todos os seus ensinamentos Jiddu dizia que o homem construiu uma cerca que lhe traz uma falsa segurança. Essa cerca é feita de crenças a respeito da religião, politica, questões pessoais, que resumem sua existência. E sem destruir essa cerca, o homem não é livre. Ou seja, qualquer processo de mudança vem da consciência que é necessário mudar e para isso, cercas precisam ser destruídas. E a primeira cerca a ser destruída é a do medo de mudar.

“Para provocar uma mudança em si mesmo e, consequentemente, na sociedade, a pessoa precisa desta energia radical, porque o indivíduo não é diferente da sociedade – a sociedade é o indivíduo e o indivíduo é a sociedade. E para produzir uma mudança necessária, radical na estrutura da sociedade – que é corrupta, imoral – tem que haver mudança na mente e no coração humano.”

– Aceitar-se e olhar objetivamente para si mesmo, sem enganos, sem falso positivismo, sem ilusões. Somos o que somos e a mudança virá quando primeiro aceitarmos objetivamente aquilo que está ruim, o que está podre e precisa ser descartado. Olhar cada um para seu coração: que pensamentos e sentimentos você produz. Basta fazer uma analogia com o lixo que produzimos diariamente. Você produz o mesmo lixo em miasmas e elementais negativos, que são o resultado de formas-pensamento e formas-sentimentos de raiva, mágoa, ciúmes, inveja, etc. E não adianta querer que a sociedade mude, se o lixo que você produz se acumula na sua casa, na sua porta.

“Para produzir essa mudança você precisa de grande energia e essa energia é negada ou pervertida, ou distorcida, quando você age de acordo com um conceito; que é o que fazemos em nossa vida diária.”

– Todo e qualquer conceito, crença, preconceito, “verdade absoluta” que venha de fora é distorcida pela mente e a vida é pré-moldada por esses conceitos. Não há solução enquanto o homem não for capaz de olhar para dentro, para sua fonte primordial de sabedoria e promover as mudanças internas. Por isso, é necessária uma quantidade enorme de energia para romper com o padrão viciado da mente, que de alguma maneira irá sempre buscar muletas, receitas prontas e culpados. Ou seja, o inferno é sempre o outro. E essa grande energia que promove as mudanças vem da conexão com a Fonte suprema de Luz, que existe dentro de cada um de nós. E da aceitação de sua própria Luz.

“O conceito se baseia na história passada, ou em alguma conclusão, então não é absolutamente ação, é aproximar-se de uma fórmula. Então perguntamos se existe uma ação que não se baseia numa ideia, numa conclusão formada por coisas mortas que passaram.”

– Deixo então a resposta para o próprio Jiddu. Já que todos os conceitos que temos sobre a vida se baseiam em coisas mortas que já passaram, chegamos à linda e libertadora conclusão que a verdade não existe. Ele disse “Verdade é uma terra sem caminhos”.

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“Quando o homem se tornar consciente do movimento dos seus próprios pensamentos, verá a divisão entre o pensador e o pensamento, o observador e o observado, o experienciador e o experienciado. Descobrirá que esta divisão é uma ilusão. Só então há observação pura que é perceptibilidade sem qualquer sombra do passado ou do tempo. Esta perceptibilidade atemporal provoca uma mutação radical, profunda na mente.”

– Tenho certeza que se Jiddu estivesse vivo hoje, seria um apaixonado sobre as teorias que a Física Quântica apresenta. Não existe divisão. Somos todos Energia e criamos nossa realidade a partir do pensamento e intenção, que são pura energia interagindo através de ressonância e frequência. E a percepção do mundo à nossa volta é o reflexo do que criamos para a nossa realidade.

“Para viver humanamente, sensatamente, o homem tem que mudar.”

Enquanto o homem não mudar, continuará a viver em desarmonia, desconectado, doente, sem amor, sem compaixão. Se em 1968 o mundo já era uma brutalidade, o que Jiddu não diria do mundo de hoje? Certamente diria que o homem tem que mudar, se quiser continuar a viver.

Conheça mais sobre Jiddu Krishnamurti em http://www.jkrishnamurti.org/pt/about-krishnamurti/the-core-of-the-teachings.php
Conheça mais sobre como a Cura Quântica Estelar pode auxiliá-lo em seu processo de mudança.
Eliana Rocca
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