Glândulas, Importância e Funções…

GLÂNDULAS – I
Desde as explicações anteriores, parte-por-parte, conhecendo esse personagem grandioso que é o coroamento da pirâmide evolutiva na Terra: a Criatura Humana. Analisamos seu lado oculto. Nesta, analisaremos o elo de ligação entre o lado oculto e o lado visível. Aliás, isso deve ser ressaltado, este elo não tem só a função de ligar as duas partes, mas também a de regular o funcionamento da parte visível.

Este elo é formado pelas glândulas, os principais agentes do sistema endócrino, regulador do funcionamento do corpo humano.

Ficou demonstrado nas descrições anteriores, que os chacras têm as extremidades de seus vórtices ligados aos plexos nervosos. Devido a isso, tão logo haja variação no fluxo energético, prontamente é percebido pela alteração que se manifesta no organismo, acusado pelo sistema nervoso. Todavia, um outro tipo de alteração também ocorre no corpo Físico. Este, proveniente do funcionamento glandular. Sigamos a figura abaixo.

A figura mostra o posicionamento das principais glândulas no corpo humano. Cada uma delas, como o estudo da fisiologia bem esclarece, tem uma função específica no controle de funcionamento do corpo. Esse controle é efetuado pela secreção de hormônios. Cada glândula segrega um ou mais tipos de hormônios. Estes, uma vez lançados na corrente sanguínea, vão provocar mudanças funcionais no organismo.

Essas alterações serão correspondentes a cada tipo de hormônio lançado. Exemplo: as alterações mais perceptíveis que acontecem são as provocadas pelas glândulas supra-renais que, além de outros, segregam a adrenalina. Quando este composto hormonal é injetado na corrente sangüínea provoca a aceleração dos batimentos cardíacos, numa forma de deixar o organismo em alerta contra iminentes perigos. Outro exemplo é o do hormônio insulina, produzido pelo pâncreas. Este hormônio é o grande responsável pela distribuição do açúcar (glicose) no organismo. Sem ele, contrai-se a doença por nome diabetes.

E assim, cada um dos hormônios com a sua função, cuja ausência ou excesso, provocará distúrbios de funcionamento orgânico. Tudo isso, entretanto, já é do vasto conhecimento da ciência médica, e não precisamos aqui nos alongar nas referidas explicações. Mesmo porque suas partes mais complexas fogem ao nosso modesto alcance.

O que nos propomos é fazer a demonstração de que todo o sistema endócrino está intimamente associado à rede dos chacras, para que as implicações tão perceptíveis no fenômeno da mediunidade fiquem mais compreensíveis e definidas suas origens. Afinal de contas, uma das características da mediunidade é, exatamente, esse interrelacionamento entre o aspecto visível e o aspecto invisível da existência. Seja o fenômeno de ordem anímica ou espiritual, diferenciação que será mais bem comentada em estudos futuros. Por esta apostila informamos, apenas, que o fenômeno anímico é o provocado pelo espírito do próprio encarnado, e o fenômeno espiritual é produzido por um ente independente do encarnado que o manifesta.

Prosseguindo em nossa análise temos que, se o sistema glandular já abrangeu vasto conhecimento na ciência biológica, todavia esses mesmos estudiosos ainda estão muito longe de saberem tudo a respeito dele, bem como de toda a função dos hormônios que as glândulas secretam.

Nesta questão, aqui vai a mais importante inquirição: O sistema endócrino controla o funcionamento geral do organismo.

Até aqui, tudo bem, mas, o quê, ou quem, controla o sistema endócrino ? Será o cérebro ? Se respondermos que sim, a pergunta continua sem respontas, pois, diremos: e quem controla o cérebro ?

A ciência dos homens ainda não encontrou a resposta definitiva, mas nem por isso estamos sem informações precisas. E são os espíritos que vêm, mais uma vez, nos elucidar.

Para acompanhar o raciocínio que nos levará à resposta para as perguntas que formulamos linhas acima, observem a figura ao lado. Ela retrata o que podemos chamar de Centro Captador de Energia e Diretor do corpo humano. Este Centro é composto pela glândula Pineal, também chamada de Epífise, centrada no ponto de intercessão dos vórtices dos chacras Coronário e Frontal e da glândula Pituitária, cujo outro nome é Hipófise. Com respeito a essas duas glândulas reproduzimos os seguintes textos extraídos de literaturas de autores pertencentes à ciência médica. Diz o primeiro: Hipófise … “secreta seis hormônios diferentes que regulam, respectivamente, o crescimento de todos os tecidos do corpo, (…) do hormônio tiroidiano, (…) dos hormônios do córtex supra-renal (…) a produção do leite [materno], e as secreções dos diversos hormônios sexuais.” (Livro: Fisiologia Humana, página 459, autor Arthur C. Guyton, publicado pela Editora Interamericana). Diz o segundo:Pineal … “segrega o hormônio (…) melatonina, que inibe a química da maturação sexual e parece reagir à escuridão.” (Livro: Projeciologia, capítulo 86, autor Dr. Waldo Vieira em edição dele próprio). Diz o terceiro: Pineal– “Pelos estudos (…) percebemos a influência diretora da glândula pineal sobre a cadeia glandular do organismo. A ligação que mantém com o hipotálamo e outras zonas nobres do sistema nervoso central é evidente, como também, a influência que exerce no sistema nervoso neuro-vegetativo. Desse modo, jamais poderemos afastar a glândula pineal da participação de inúmeras funções orgânicas, direta ou indiretamente, assim como daacentuada correlação no setor psíquico.” (Grifo nosso) (Livro: Forças Sexuais da Alma, página 90, autor Dr. Jorge Andréa, editado pela Federação Espírita Brasileira).

Como vemos nas descrições acima, observamos que, embora venham de autores médicos e fisiologistas, elas, porém, convergem para um só ponto: o Psiquismo. Exatamente o que nos interessa neste estudo.

Todavia, antes de passarmos à nossa própria análise, reproduzimos abaixo outro trecho de autoria do dr. Waldo Vieira, citado acima, e autor do livro Projeciologia, além de que, é a autoridade máxima no conhecimento e prática de projeção astral: “A cabeça humana, notadamente os dois hemisférios cerebrais, funciona como centro irradiador de energia, destacando-se aí a epífise, ou glândula pineal, (…) o centro coroário, e o centro frontal. A epífise representa o núcleo físico da esfera extrafísica de energia. A rigor, o corpo mental é o centro irradiador, essencial da esfera extrafísica de energia.” (Grifo nosso) (Livro: Projeciologia, capítulo 236, edição de 1986).

Pois bem, todos os trechos citados suscitam comentários interessantíssimos, que, para melhor entendê-los fizemos a figura aqui ao lado. Ela é uma interpretação das informações prestadas por dr. Waldo Vieira. Vejamos:Primeiro: A glândula pineal “parece reagir à escuridão”, ou à variação de intensidade da luz. Isso veremos mais à frente, quando estivermos analisando o lado prático da mediunidade, no item Influência do Ambiente, apostila 43. Segundo: A glândula “epífise representa o núcleo físico da esfera extrafísica”. Isso significa que a glândula epífise é o elemento físico que transfere para o mundo físico as impressões oriundas da esfera extrafísica. Ou seja, é o canal interior com que cada pessoa contata o lado oculto da existência. Terceiro: …”o corpo mental é o centro irradiador da esfera extrafísica de energia”. Compreendemos, como vimos nas apostilas 05 e 15, e no 22, que o corpo mental é o funil, se assim podemos nos expressar, por onde se transferem à região da evolução humana, as energias vindas da região da evolução super-humana. Revejam figuras 11A na apostila 11, e 15A na apostila 15.

Sem maiores comentários para não alongarmos em demasia, cada um faça suas considerações com relação às informações que deixamos acima. Contudo, não podemos deixar de dizer que as citações inseridas prestam inestimável colaboração à base de nossos estudos. Voltemos ao tema.

O que dizíamos da figura 26B, é que ela retrata o centro Captador de energia e diretor do corpo humano, e as informações citadas confirmaram. Desta forma, compreendemos que os chacras Coronário e Frontal concentram na glândula pineal as radiações captadas por eles. O Frontal, centrado na glândula pituitária, após esta, transfere as energias à glândula pineal. Elucidando essa informação, segundo André Luiz, autor espiritual, através do trabalho de psicografia do inesquecível Francisco Cândido Xavier, expressado no livro Evolução em Dois Mundos, páginas 66 e 67, diz ele que é dessa junção entre as duas glândulas que se formam os recursos da diversidade mental do indivíduo, proporcionando, além das já conhecidas, também a função mediúnica entre as duas dimensões da existência.

Agora sim, chegamos onde queríamos. Temos as opiniões de eminentes fisiologistas e do não menos eminente Mentor Espiritual André Luiz. Todas elas dizem a mesma coisa, ou seja, a intrínseca relação da epífise com todos os fenômenos psico-biológicos da criatura humana.

Em síntese, do que acima ficou, podemos, sem medo, dizer que a glândula epífise centraliza em si o controle das energias mais delicadas que tocam o encarnado, e que esse mecanismo captador, dentre outros, oferece a possibilidade de se efetuar um selecionamento utilitário, ou não, das energias captadas, o que muito facilitará as ações nos trabalhos mediúnicos. Evidentemente, quando bem usado, propiciando segurança ao executante. Esse mecanismo de selecionamento será visto mais na frente na, figura 30C.

Assim sendo, das pesquisas dos autores acima nomeados, e principalmente de André Luiz, temos que os chacras Frontal e Coronário, em associação, entram com suas participações nesse mecanismo de selecionamento, permitindo, com isso, à consciência do indivíduo, que ela se sirva do cérebro para comandar todo o sistema orgânico.

Com essas informações, e com as referências bibliográficas citadas, consideramos que fica demonstrado o mecanismo central de controle do organismo humano. Demonstra-se, também, o elo que interliga o invisível ao visível desse mesmo corpo. Mais ainda, e aqui chegamos à resposta para a pergunta que ficou linhas atrás, quando indagamos “quem controla o sistema endócrino ?”. Resposta: o Espírito. Isso para nós não é nenhuma novidade, mas em respeito para com aqueles ainda pouco versados na ciência do Oculto, ou do Espírito, fizemos questão de relatar uma informação mais completa.

GlandulasSistemaEndocrinoaltoAcompanhe pela figura a descrição do funcionamento. Uma vez tendo a energia sido captada pelo chacra Coronário, e sendo transferida à glândula epífise (pineal), esta entra em atividade, traduzindo e transferindo ao meio físico o sentido daquela radiação que a atingiu. Por sua função de glândula central, controladora de todas as demais, embora a ciência biológica isso ainda não reconheça, feita a identificação do tipo de radiação por ela recebida, suas ordens “endócrinas” partem em direção à glândula que particulariza aquela utilização. Na figura representamos essa função centralizadora e distribuidora da glândula epífise.

Além disso, é bom que se complemente, o chacra da região correspondente à utilização da radiação recebida, associa-se ao chacra Coronário para robustecer a captação daquela energia. Exemplo: para uma energia cuja área de ação é a emocional, serão acionados os chacras Coronário e o Cardíaco. Uma outra energia na área das sensações, acionará o Coronário e o Gástrico. E assim, caso a caso, a glândula específica imediatamente recebendo os sinais emitidos pela epífise, envia à corrente sanguínea o hormônio necessário para atender aquele comando.

GLÂNDULAS – II

Na apostila anterior interrompemos nosso estudo quando, usando das elucidações de André Luiz, contidas no livro Evolução em Dois Mundos, falávamos que a glândula epífise, ou pineal, é a centralizadora do comando geral de todo o sistema endócrino do organismo humano. Dizíamos, ainda, que os chacras trabalham em íntima associação com as glândulas. Como exemplos citamos que, para uma energia atuante na área emocional serão acionados os chacras Coronário e Cardíaco; Uma outra energia atuante na área da libido acionará os chacras Coronário e o Básico. Nesses acionamentos as glândulas correspondentes a cada uma dessas áreas, recebendo os sinais emitidos pela epífise, enviam à corrente sangüínea o hormônio necessário para produzir o efeito interativo. Este foi o final da apostila 26.

Prosseguindo, indicamos na tabela abaixo os chacras e as respectivas glândulas por eles influenciadas:

Assim pois, quando uma glândula instigada pela ação do chacra correspondente lança no sangue o seu hormônio, começam a surgir as alterações funcionais. Mudanças que podem ser para melhor, ou pior, bem estar, dependendo de cada caso. Tais mudanças, às vezes, são tão intensas que, nos casos para pior, seus reflexos se mostram na forma de desarranjos orgânicos.

Entretanto, é preciso atentar para o caso de tal desarranjo não ter sido provocado pelo mal uso de substâncias alimentares, ou pela ingestão de meios tóxicos, como disso já tratamos no estudo dos chacras. Não sendo por esses meios, o mal súbito estará ocorrendo por contágio energético. Isso se dá porque nem todo fluxo de energia absorvido pelo indivíduo tem, por essência, origens agradáveis.

Às vezes são magnetizações nocivas. São as chamadas simbioses obsessivas, ou influenciações deixadas por pessoas que nos visitam e que vivenciavam situações perturbativas. Quando esse tipo de magnetização se instala, devido ao teor de “veneno” que carrega, provoca desordem funcional em todo o corpo.

Portanto, com o que acima está informado, fica fácil imaginar a repercussão dos resultados que ocorrem no organismo quando energias desse tipo atingem alguém. Alguns médiuns, como disso vamos tratar mais à frente, às vezes se queixam, não sem motivo, de mal estar súbito que os acometem. E ficam a imaginar: “O que comi, que me fez mal ?

Porém, não é nada disso. O fato é que, dado ao desenvolvimento das faculdades psíquicas, os chacras dessa pessoa estão em funcionamento mais ativado. Devido a isso essa pessoa se torna, também, uma constante receptora de energias. Podemos dizer, uma esponja psíquica, sempre pronta a absorver as energias à sua volta. Estas, como se disse acima, nem sempre são agradáveis. Algumas, até, particularmente terríveis. Na repercussão de seu organismo o médium registra a sensação existente no corpo Astral da entidade que dele se aproximou, ou as impressões energéticas da pessoa que o contaminou. Essas vibrações serão ainda mais fortes numa incorporação, pois os chacras da entidade se ligam diretamente aos chacras do médium, tornando as impressões mais nítidas.

Diante desses incômodos os mais inexperientes recorrem a remédios, caseiro ou não. Não agem errados, pois uma vez absorvida a energia ela será inevitavelmente metabolizada pelo organismo. Desta forma afetará fisicamente a área correspondente àquele chacra que a transpôs do mundo etéreo e, por decorrência, a respectiva glândula.

Exemplo: uma energia procedente de pensamento extremamente invejoso, que é um tóxico mental dos mais nocivos, afetará o equilíbrio hepático. Logo a seguir o fígado dará sinais de alerta, avisando que algo impróprio atingiu o sistema. Um remédio específico ajudará a carregar aquele fluido nocivo, levando-o para a filtragem no sistema excretor do corpo, eliminando-o do ambiente orgânico.

Todavia, algo mais importante precisa ser lembrado, o de que o agente provocador daquele mal estar não é uma substância físio-química. Ele proveio do ambiente extrafísico e foi absorvido via ondas mentais. Daí, para coadjuvar o remedinho para o fígado, nada melhor, e indispensável, que o uso da meditação e um breve relaxamento, para restabelecer o equilíbrio mental e orgânico.

Por essa razão, dentro da análise desse mecanismo de controle orgânico, desde a mente espiritual até à célula mais densa do corpo físico, embora todas sejam igualmente densas, para minimizar a repetição de tais desconfortos, recomendam-se os pensamentos e atos altruísticos, pois que com eles atrair-se-á somente entidades bem intencionadas e, portanto, não causadoras de sensações desagradáveis. Esse efeito é o que chamamos de Defesas Artificiais, quando do estudo dos chacras.

Mas retornemos nosso comentário às glândulas, pois se torna útil saber de suas participações no fenômeno da mediunidade.

Ficou dito, linhas atrás, apostila 26, que a glândula pineal, ou epífise, ainda não recebeu da ciência bi-ológica o completo reconhecimento de sua função no organismo humano. De forma geral têm-na como órgão que encerra sua função tão logo o indivíduo atinja a idade adulta. Entre 17 e 21 anos. Todavia, como bem analisa a Antroposofia, todos os órgãos possuem dupla função. A físico-orgânica e a espiritual. Isto é, os órgãos não são apenas peças de uma máquina. Algo, assim, puramente mecânico. Eles têm, também, função que transcende o corpo Físico. E é nessa categoria de físico e extrafísico que também se insere a epífise.

Como vimos na apostila 26, nas opiniões de Dr. Waldo Vieira e dr. Jorge Andréa, o conceito geral que preva-lece entre os estudiosos da ciência que analisa o mundo oculto, é de que a epífise é a porta que liga o mun-do físico ao espiritual. A figura acima ilustra esse conceito onde vemos, esquematicamente, a epífise inter-mediando os dois lados da individualidade.

Num outro parecer temos que “E´ sabido que Descartes via na Glândula Pineal a Sede da Alma. (…) Porque a Glândula Pineal (…) está muito mais relacionada com a Alma e o Espírito que com os sentidos fisiológicos do homem.” Este trecho foi extraído do livro A Doutrina Secreta, volume III, página 316, editado pela Editora Pensamento. Quem o escreveu foi a inigualável e gigantesca pesquisadora das ciências ocultas, Helena Petrovna Blavatsky. De seus profundos estudos, para os quais seremos sempre eternamente gratos, extraímos ainda que a epífise teria sido, em épocas remotas, o terceiro olho do ser humano. Um olho que enxergava além do físico. Uma vez que a raça humana, desde os Atlantes, rompeu seu viver espiritualizante, voltando-se unicamente para os sentidos físicos, este, o terceiro olho, perdeu sua utilidade no mundo animal. Por manipulação genético-espiritual alterou-se a conformação craniana dos indivíduos e aquele órgão ficou recolhido à região mais sensível e delicada do corpo. Alojada que está entre uma base óssea e a massa cerebral tornou-se, até agora, inacessível, estando o indivíduo vivo. (A questão que denominamos de manipulação genético-espiritual está fartamente comentada na série A Criatura).

Todavia, se a pineal é inacessível ao contato físico externo, não o é à ação energética, sendo esta, exatamente, a função em que mais se estende seu aproveitamento. Daí, a intrincada atuação dela no fenômeno da mediunidade.

Falando sobre a intrincada atividade da epífise, o competente instrutor espiritual André Luiz, usando da inigualável boa vontade de Francisco Cândido Xavier, seu médium, lindamente a descreve no livro Missionários da Luz. Lá, nos capítulos I e II, páginas 15 e 16, ele esbanja informações que devem ser lidas por todos aqueles que desejam ampliar seus conhecimentos.

Recomendamos ao estudante de boa vontade que recorra aos livros de André Luiz, pois são repositórios de profundos e oportunos esclarecimentos, principalmente para os pesquisadores e para os médiuns, de um modo geral. Com relação específica à epífise gostaríamos de acrescentar que muitas das fortes dores de cabeça que às vezes acometem os sensitivos provêm do acúmulo energético na região onde essa glândula se situa. Ainda não habituado a movimentar e metabolizar as energias, o principiante acaba ficando com uma congestão de energias. A pressão dessa congestão em todo o encéfalo causa a “gentil” enxaqueca, como a lembrá-lo de que ele tem cabeça e precisa aprender a usá-la. Isto é, aprender a usar os recursos fisio-espirituais contidos na maravilhosa caixa craniana.

Mas isso é assunto para tópico específico de disciplina na mediunidade, e fica para ser estudado num segmento futuro, destas mesmas apostilas.

O que estamos vendo nesta, em continuidade ao que vimos na apostila 26, é a inegável importância da epífise para o funcionamento orgânico e, ao mesmo tempo, para o intercâmbio mediúnico.

Acreditamos que essas nossas anotações esclarecem, se não de todo, pelo menos em muito essa delicada questão do que podemos chamar de o Ponto de contato entre o mundo espiritual e o físico. O local, digamos assim, onde é feita a decodificação das energias que nos chegam para a nossa compreensão de seus conteúdos, e das energias que emitimos, para que o conteúdo de nossos desejos seja compreendi-do por aqueles que estão do outro lado da vida.

Enfim, a epífise, ou pineal, é a ponte sobreposta ao abismo dimensional que separa as formas de existência, e sobre a qual transitam os sinais comunicativos do mundo etéreo para o físico, e deste para aquele. (Figura 27B)

GLÃNDULAS – III
Na apostila anterior deixamos comentários sobre a importância da glândula pineal, ou epífise, nos fenômenos psíquicos. Fizemos, também, referência ao incômodo chamado enxaqueca, que são as fortes dores de cabeça localizadas ora na base do crânio, ora no tôpo.

Lembrando tudo o que se falou até aqui, podemos dizer que o SER humano é um gerador/captor de energias, e, o sensitivo, ou médium, em especial, tem em si essas forças centuplicadas. Quando elas se movimentam ascendentemente através de sua coluna vertebral, vão se chocar com o tôpo craniano. Nesse momento, se o chacra coronário e a epífise não funcionam a contento, surge a congestão. O acúmulo. Este ocasiona a forte pressão que se traduz na desagradabilíssima dor de cabeça. O treino disciplinado para ajustar o despertamento dessas forças vai diminuindo a incidência das enxaquecas, pois facilita a fluidez energética em seus circuitos. Havendo fluidez não ocorre congestão.

Todavia, como ficou comentado na apostila 27, esse assunto será tratado com mais detalhes quando, os temas abordarão a parte prática da mediunidade. Por enquanto estamos analisando só o instrumental humano.

Não obstante, necessário se faz tocar num assunto de real importância, e que não deixa de estar relacionado com o funcionamento dos chacras e das glândulas. E´ a respeito do despertamento da paranormalidade nas crianças e nos adolescentes, pois, observa-se que pelo evoluir psíquico com que as novas gerações vêm surgindo, cada vez mais jovens e crianças se acham envolvidos com os fenômenos da paranormalidade. Assim, achamos conveniente, como medida preventiva para os pais e educadores, comentar desde agora sobre esse acontecimento nas crianças e nos adolescentes.

Nas idades compreendidas entre a infância e a adolescência, o SER humano está vivendo uma contínua transformação. Tanto no corpo como na área emocional, com o fim de tornar-se apto às funções do adulto a que está destinado. Vivem, portanto, em estágio de instabilidade. Em busca de definições. E´ também preciso lembrar que todo o sistema endócrino, na fase referida, trabalha para dotar o organismo dos atributos que ele necessitará na futura etapa, a de adulto. Assim, nesses primeiros 21 anos de vida o conjunto glandular estará ocupadíssimo com essa função primordial de aperfeiçoar o instrumento para a completa manifestação do espírito ali encarnado. Isto é, dotar o corpo humano de todos os atributos que, em adulto, o espírito usará para desempenhar sua existência na Terra.

Nesse contexto, as anotações dessas apostilas, desde a 26, demonstram a intrínseca ligação entre os chacras e as glândulas, que, por conseguinte, é a demonstração da interligação entre espírito e corpo através desse mecanismo chamado psiquismo, qual seja, órgãos físicos conectados a dispositivos etéricos. Por conseqüência dessa conexão também podemos dizer que é a forma do ser humano interligar-se aos demais planos existenciais.

Na criança, de zero a 7 anos, os chacras estão quase que inativos, se comparados aos do adulto. São como pequenos botões de rosa. A partir dos 7 até os 21 anos começam e terminam o desabrochar. Até então todo o organismo funciona pelo impulso do instinto animal. Algo como um automatismo da espécie, regulado pelos ciclos solares e lunares, tal como acontece com os vegetais e com os animais irracionais. Até atingir a idade maior dos 21 anos, a natureza, conservando os chacras pouco ativos, proporciona ao corpo infante e ao adolescente uma proteção contra invasões impróprias à idade. Isto é, transferências indesejáveis de energias através dos chacras.

Tratando apenas da criança em seu período desde o nascimento até os sete anos, podemos informar que é a fase em que ela estará consolidando os elos vitais de seu corpo Físico com o corpo Astral. Esses elos, importantíssimos, estabelecem as bases da saúde para toda a encarnação prevista. Além disso, nesses primeiros anos, a criança, subconscientemente, estará ensaiando uma vivência para os anos futuros, que vão sendo representados através de seus brinquedos. Nessa fase a orientação dos pais não deve ser exagerada em proteção e nem permitir que haja competitividade entre irmãos e os amigos. E´ preciso saber contrabalançar as atenções a serem dispensadas aos filhos com as exigências de cobrar-lhes os resultados das obrigações que lhes são próprias.

Pois bem, se apenas considerando a fragilidade física de uma criança se tornam recomendáveis as orientações acima, muito mais necessárias serão englobando nesse viver também os riscos das influências extra-físicas. Como os laços entre o corpo Físico e o corpo Astral ainda não estão bem consolidados, mediante uma exagerada excitação que se possa provocar na criança, facilmente ela se tornará vítima de entidades oportunistas. Resulta, daí, a possibilidade de se instalar o fenômeno do transe incorporativo que, na criança, quase sempre é muito espontâneo e imperceptível aos pais. Por isso, difícil a eles diagnosticarem, e entenderem, a causa da mudança intempestiva e temperamental do filho. Como mediunidade, ou canalização, é o entrelaçamento energético entre dois ou mais espíritos, o encarnado e um desencarnado, às vezes, mais de um desencarnado, via corpo Astral e chacras, nas crianças de tenra idade isso violentaria a estabilidade daquela proteção que a própria natureza cria para o ser humano.

Em se tratando do período entre os 7 e os 21 anos, podemos lembrar que nessa etapa vão se tornando mais fortes os elos entre corpo Físico e corpo Astral. Por outro lado também cresce o transformismo emocional, pois o espírito encarnante tendo mais definidos seus canais de manifestação, transfere as tendência que estão arquivadas no corpo Astral, herança de outras vidas, para suas atitudes no corpo Físico. E´, marcadamente, o período das mudanças da personalidade. O SER velho, habitante do corpo Astral, começa a mostrar suas unhas via corpo Físico.

E´ a época propícia para os pais incutirem noções de responsabilidade, como tentativa de corrigir as possíveis tendências irresponsáveis gravadas no inconsciente e provindas das encarnações anteriores. Dissemos, “como tentativa”, pois os pais lutam em inferioridade de condições nessa arte de educar os filhos, já que o MUNDO externo ao lar é muito mais poderoso nas influenciações. A chamada civilização bombardeia o jovem e o adolescente com sedutoras e excessivas futilidades desorganizando-lhe a formação de uma mentalidade mais apropriada à evolução cósmica do SER. Portanto, deseducando-o e massacrando os pais.

Por tudo isso, também esse período se torna fértil em assédios paranormais, ou psíquicos, nem sempre detectados como tal pelos pais, pelos educadores e pelos profissionais da saúde mental. A confusão parte do princípio de que a excitabilidade do chamado mundo moderno, como vimos nas apostilas 24 e 25, abrem os chacras dos já, de princípio, desprotegidos jovens, tornando-os presas fáceis das entidades ávidas em taras e vícios de todas as espécies.

Os adolescentes menos protegidos, familiar e religiosamente falando, quase sempre cairão em estado definitivo nessas garras destruidoras, e delas jamais se libertarão. Seus corpos se transformam em hospedaria de baixa qualidade, onde inúmeros hóspedes exalarão e exibirão suas vis intenções. Os sintomas mais característicos nos jovens e adolescentes, quando atingidos por esse veneno energético, são: inquietação exagerada, desobediência irrestrita, alienação ambiental, depressões e violência. Sem falar nos vícios e degradação moral.

Devemos, também, fazer referência aos chamados acontecimentos de efeitos físicos, ou poltergeist. Estes acontecimentos apresentam sons de pancadas, ou ruídos de outras maneiras, pedras que são atiradas, objetos, e até móveis que caem, chamas que se acendem. Todos eles por efeito espontâneo no plano físico. Nenhuma pessoa os provoca. O surgimento desses efeitos se dá pela ação de entidades que se associam, energeticamente, a humanos jovens. Elas são capazes de manipular fluidos extra-físicos associados aos fluidos físicos, e as crianças e os adolescentes são os melhores agentes para coadjuvarem essas ocorrências. Neles está em ebulição a produção dos hormônios do crescimento os quais, associados aos fluidos extra-físicos, facilitam a produção de tais efeitos. Por isso, onde ocorrem esses fenômenos há sempre a presença de uma ou mais crianças, ou adolescentes. As entidades que provocam esses tipos de manifestações são, ou brincalhonas ou maldosas. No entanto, seja a entidade de uma qualidade ou de outra, o desfecho é sempre desagradável.

Para demonstrar que é real a existência dessa associação, temos no O Livro dos Médiuns, livro este muito utilizado pelos praticantes da Doutrina Espírita, em seu capítulo V, item 98, informações preciosas, nas quais esclarece que a produção de efeitos físicos paranormais se dá com a associação das energias emanadas do espírito manifestante com as do agente humano. Não se concretizando essa associação não se torna possível ao espírito provocar os fenômenos que chamam a atenção das pessoas.

Também se torna interessante a leitura do livro Poltergeist, de autoria do renomado e saudoso pesquisador Hernani Guimarães Andrade, e editado pela Editora Pensamento.

Como vemos, ainda há muito em oculto por detrás desse fenômeno de intercâmbio com o mundo espiritual, e com a vida como um todo. Antes de entendermos perfeitamente os feitos que nos são visíveis, muito teremos que aprender das causas que são ocultas.

Em razão dessa complexidade, e voltando à exclusiva questão do despertar paranormal nas crianças, a recomendação geral, obtida na fonte de vários pesquisadores, é de que esse despertamento deve ser evitado. Não esqueçamos que a atividade paranormal, ou mediúnica, é resultado da ação de uma somatória de energias sobre um agente físico. Isto é, um acréscimo de energia sobre uma determinada pessoa. Ora, para resistir a esse acréscimo de energia sem sofrer nenhum dano é necessário que o organismo já esteja em seu completo desenvolvimento e em perfeito funcionamento, o que não se dá com as crianças, pois nestes todos os órgãos ainda estão em formação. Principalmente a função psíquica. Desta forma, no caso de ocorrer um despertamento, elas, as crianças, seriam presas muito vulneráveis, com possibilidades de sofrerem danos irreparáveis. Portanto, uma questão a ser inteiramente evitada.

Nas apostilas 04 e 05 abordamos o tema A Consciência e a Energia quando discorremos sobre entropia, ou o princípio da desordem. Ali ficou esclarecido que os dispositivos auto-reguladores, próprios do organismo humano, impedem a desagregação celular mesmo durante a ocorrência do acréscimo de energia durante uma manifestação mediúnica. Entretanto, frisamos que três fatores contribuem para a não ocorrência da desagregação, e que podem ser revistos na folha anteriores. Em resumo, só uma pessoa adulta tem condições psíquicas e orgânicas de estar inteiramente inserida naqueles fatores. De uma criança, ou de um adolescente, não podemos esperar o mesmo, dada a fragilidade de seus organismos e da insipiência de seus psiquismos.

– – – / / / – – –

Diante do que foram expostos, vemos que são muito delicadas as circunstâncias que envolvem o fenômeno da mediunidade. Seja nos adultos ou nas crianças. Quanto às crianças, especificamente, nem pensar em desenvolvê-las.

Com o estudo das glândulas concluímos nossa análise referente aos atributos que compõem a Criatura Integral, no que se relaciona com o fenômeno da Mediunidade. Assim estabelecidos podemos iniciar a pesquisa sobre os fatores intrínsecos à essa prática.

Todavia, como foram tantas e tão diversificadas as informações que abordamos, julgamos útil, antes de prosseguir, fazermos uma resenha de tudo o que foi visto. Afinal, toda essa diversidade, por natural, às primeiras vezes que a vemos causa confusão. Por isso, para bem acomodar as imagens gerais, reveremos, parte a parte, em resumo, toda a fase anterior.


O Médium e Seus Corpos

Conforme a figura 10A, ao lado, nos mostra, muitos, além do corpo Físico, são os corpos que o Espírito utiliza em suas andanças por este cosmo. Acompanhando a figura, comecemos, de baixo para cima a indicação dos mesmos: Corpo Físico; corpo Astral; corpo Mental, esses três utilizados na fase evolutiva chamada de Humana. Fase na qual nos encontramos. A seguir vêm: corpo Causal, Búddhico e Átmico, pertencentes à fase da evolução Super-Humana. Fazendo parte mais de perto do fenômeno da mediunidade estão os corpos Físico, Astral e Mental. Essa descrição contida nas apostilas 10 e 11 faz o mapeamento da Criatura, e deve ser gravada na memória pois todo o entendimento da fenomenologia psíquica, e da mediunidade em particular, só se definem com o reconhecimento de que o SER, na complexidade de sua personalidade humana oculta uma complexidade ainda maior. Essa complexidade maior tem por início de compreensão a singeleza da figura 10A. Ela mostra a profundidade a que se alonga o todo do SER. Comparativamente podemos dizer que olhar uma pessoa, visualizando apenas sua figura humana é como olhar o oceano estando sobre a areia da praia. Só vemos a superfície da água, e nem por sonho conseguimos imaginar a riqueza de vidas que se ocultam sob aquelas ondas. Assim também é a criatura humana. Guardem bem, portanto, a imagem da figura.


Cordões: Prata e Ouro

O cordão de Prata mantém a interligação entre o corpo Físico e o corpo Astral, quando estes se acham desacoplados, como, por exemplo, no desdobramento das horas do sono ou nas viagens astrais, também chamadas de projeção da consciência. O cordão de Ouro, de igual forma, interliga os corpos Astral e Mental. Através desses condutos energéticos a consciência mantém seu controle sobre todo o conjunto. Os cordões permitem a mudança de nível consciencial de percepção sem que nenhum dos corpos fique abandonado, havendo, assim, a continuidade da vida. Ao acordar, pela manhã, a pessoa se reintegra em seu corpo Físico tomando posse de todas as lembranças do que viveu até o dia anterior. Lembra-se de quem é, do que faz na Terra, de responsabilidades e compromissos. Levanta-se, e dá continuidade à vida humana de que, temporariamente, faz parte. Isso só é possível dada a existência dos citados condutos energéticos que mantém seu corpo Físico permanentemente ligado ao seu Centro Consciencial. Melhor dizendo, permanentemente ligado ao comando Central, o Espírito, que dá vida ao tudo que ele é. Este, sim, o Imperecível.


Corpo Astral

E´ o corpo que o Espírito utiliza ao vivenciar o plano Astral. Ele o usa nas ocasiões em que o corpo Físico está dormindo, desmaiado, sob efeito de anestesia geral, em desdobramento mediúnico, em projeção da consciência e, quando ocorre a morte do corpo Físico. No corpo Astral se situa o foco das sensações, percepções essas que, no corpo humano, são mais sensíveis através do chacra Gástrico e do Básico.


Corpo Mental

Figura 15B – Na fase evolutiva chamada de humana, o corpo Mental é o atributo maior de manifestação do Espírito. Ali está a mente da pessoa, ou a mente que é utilizada a cada momento do dia. Além disso, faz a ponte, interligando-se com o corpo Causal, este, da fase evolutiva Super-Humana. Isso permite o acesso às fontes das idéias abstratas, o que em muito enriquece a vida humana no planeta, pois são elas que geram a evolução. Quanto mais uma pessoa for capaz de acessar seu campo de Ideação Abstrata, mais ela será capaz de criar. O talento emoldurado pelo conhecido dístico “ela é muito criativa”, vem na razão direta de acesso que a pessoa tenha com seu campo de Ideação Abstrata. E´ através desse recurso que o ser humano, inicialmente habitante de cavernas, e nômade, chegou ao padrão social de hoje. Também através dele que a pessoa acessa o “mundo de amanhã”, pois, como vimos nas referidas apostilas, o plano Mental é o MUSEU DO FUTURO. O que hoje lá já é presente, só o será para nós no nosso futuro. Portanto, sem os canais: cordão de Prata, cordão de Ouro, corpo Astral e corpo Mental, a criatura humana de hoje ainda seria como seus ancestrais que antecederam o chamado homem das cavernas.
Aura Humana

Figura 18A – Aura humana é o invólucro energético que envolve o indivíduo. Essa radiação que forma um campo eletromagnético é proveniente da emanação de todos os átomos que compõem todos os corpos. Uma de suas grandes características é revelar através de suas cores e conformações o verdadeiro estado de consciência da pessoa. Chamaríamos a isso de o retrato da alma. Além desse aspecto um outro chama a atenção. E´ sua característica de vigilante. Como bem o disse dra. Edith Fiore, em seu livro Possessão Espiritual, a aura é um sistema defensivo, para todo o conjunto psíquico do SER. Algo assim comparado ao sistema imunológico do corpo humano. U´a mente doentia, produzirá uma aura enfraquecida. Por decorrência o indivíduo estará mais vulnerável aos ataques do mundo oculto, ou seja, seu sistema imunológico caracterizado pela aura estará enfraquecido. Naquelas apostilas fizemos referência à fotografia Kirlian, hoje bastante popularizada e que, em muito, ajuda no diagnóstico de males ocultos. Lembramos, por último, que a aura é formada por várias camadas que, ao sensitivo experiente, se torna possível serem percebidas quando este aplica passes magnéticos.


Chacras

Figura 21A – O tema dos chacras ocupou nada menos que cinco apostilas. Sua importância é assim tão grande no fenômeno da vida, e da mediunidade em seus múltiplos aspectos que não nos foi possível resumi-lo menos do que fizemos, pois se o tivéssemos feito, com certeza, causaríamos prejuízos ao entendimento geral. E agora, numa pequena retrospectiva, podemos dizer que os chacras são os centro de força através dos quais a pessoa absorve energias oriundas das outras dimensões cósmicas. Na idade infantil de uma pessoa, eles se acham parcialmente fechados, como pequenos botões de rosa. A partir da adolescência iniciam o desabrochar e, por conseguinte, a receber crescentes fluxos exteriores de energia. No fenômeno da mediunidade, em seu período inicial, quase sempre os sensitivos têm os chacras em desordem, tanto no que se refere ao aspecto e funcionamento individual de cada um, quanto ao alinhamento do conjunto. Como agravante desse fato está o de a pessoa não saber controlá-los, medidas que irão sendo providas com o aprendizado e a aplicação de métodos Educativos. Na ação do componente chamado de Tela Etérica, os chacras são as defesas naturais da pessoa. Todavia, uma série de acontecimentos podem provocar a perda, ou o dano, nessa tela. Acontecimentos fartamente analisados nas apostilas referidas. Quando isso se dá, a pessoa fica inteiramente vulnerável a invasões indesejáveis provindas do mundo Astral. Essa circunstância, repetimos, é muito danosa, e vem de ser o elemento preferido pelos obsessores intransigentes. Nesses casos, suas vítimas ficam inteiramente sob o domínio de suas vontades.


Glândulas

Figura 26A – Na seqüência do estudo dos chacras analisamos as glândulas, outro sistema de não menor importância, embora esteja relacionado, mais visivelmente, ao corpo Físico. Todavia, o bem estar do corpo Físico é decorrência de equilíbrio mental que, por extensão, reflete a harmonia geral do indivíduo. As glândulas, como vimos, são os dispositivos reguladores do funcionamento orgânico. Estão diretamente ligadas aos chacras, e é dessa relação que se promove: a) – captação de energia pelos chacras; b) – a disseminação dessas energias no corpo humano via glândulas.

A principal de todas é a Epífise, ou Pineal. Interligada ao chacra Coronário, e deste recebendo as energias mais sublimadas, redistribui por todo o sistema endócrino as ordens gerais de controle e mutação orgânica.

Também nos fenômenos da mediunidade essa glândula, a epífise, tem saliente papel. Ela forma a ponte entre o mundo físico e o mundo extrafísico. Uma espécie de tradutora. Traduz para o Espírito as impressões recebidas do mundo físico, como transfere para o físico as influenciações do Espírito. E´ por intermédio dela que podemos “ver” nosso passado, pois através dela, e num processo bem elaborado de regressão de memória, se canaliza os arquivos de todas as vivências anteriores.

Em um médium bem experiente, e equilibrado, essa glândula, no momento em que ele está em intercâmbio com o mundo espiritual, se apresenta em belíssima radiação azulada.

– – – / / / – – –

Estes foram os atributos dos componentes gerais da criatura humana que analisamos. Agora, com os olhos postos em todo esse maravilhoso e intrincado conjunto, podemos passar aos estudos das implicações relacionadas à vivência prática da mediunidade. 

Anúncios

Uma ideia sobre “Glândulas, Importância e Funções…

  1. Edite bernardo

    Essas orientações e conhecimentos são muito importante por que só vem a acrescentar e orientar principalmente as pessoas pela falta de informação e a intenet nos proporciona este acesso obrigado

    Curtir

    Resposta

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s