Centros Energéticos vitais, Chackas…

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CHACRAS – I
Nosso estudo sobre os atributos do homem Integral já nos mostrou intrincados recursos. Descobrimos o Duplo-Etérico; dele passamos aos cordões de Prata e de Ouro; avançando um pouco mais estudamos o corpo Astral; deste fomos ao corpo Mental, em cuja parada aproveitamos para falar dos Mestres. Seguindo à frente nos deparamos com a Aura Humana. Assim, pois, de capítulo em capítulo, fomos construindo nossa visão acerca da criatura, cujo complexo orgânico é a mais evoluída existente na Terra. Dentro dessa visão apreendemos dos altos valores contidos nesses recursos. E o que é mais importante, descobrindo suas formas mais sublimes de uso.

Analisaremos outro atributo não menos importante, os Chacras. Chacra é uma palavra do idioma sânscrito que, traduzida literalmente, significa Roda. Nas diversas escolas espiritualistas também é chamado de: centros vitais; centros de força; centros de energia; centros bioenergéticos; vórtices de energia; fulcros de força; discos energéticos, etc.

Os chacras principais, e classicamente sempre estudados, são em número de sete. Suas posições no corpo Físico, e seus nomes estão indicados na figura ao lado. Embora a maioria dos estudiosos só fale dos sete chacras principais, sabe-se que cada pessoa possui, aproximadamente, oitenta e oito mil chacras. (Waldo Vieira – livro Projeciologia, capítulo 110). Entretanto apenas trinta, do total, são considerados nos estudos e recebem um nome.

Formato – Os chacras têm o formado de um disco, com o diâmetro de mais ou menos cinco centímetros. Quando bem ativado sua forma comum de um disco chato, transforma-se em um vórtice, girando lenta ou rapidamente, dependendo de cada caso. (Ver figura 21D nesta apostila). Esse vórtice tem a aparência daquele rodamoinho que se forma quando soltamos a água retida numa pia.

Eles se situam, par a par, uma parte no corpo Astral e a contra parte no Duplo-Etérico. Assim, temos, do chacra Coronário, o seu lado no corpo Astral e a contra parte do mesmo chacra Coronário no Duplo Etérico. Da mesma forma são todos os demais. Quando os corpos estão acoplados, como acontece durante a vigília, as partes dos chacras se acoplam correspondentemente umas às outras, como se fossem colchetes. A figura 21-B ilustra o exemplo.

Válvulas – Conforme o próprio nome diz, os chacras são os centros de força. São pontos de ligação pelos quais flui a energia entre o corpo Astral e o corpo físico. Para efetuar o controle da passagem da energia o chacra possui a característica de válvula. Isto é, os dispositivos chamados de válvulas são utilizados para direcionar e regular a passagem de um fluido qualquer. Exatamente isso é o que os chacras fazem. Regulam o fluxo de energia proveniente do plano Astral. Essa circunstância será mais amplamente vista. Na figura acima demonstramos o esquema de funcionamento de uma válvula.

Plexos – A extremidade do vórtice do chacra, que é o ponto de contato com o corpo Físico, está diretamente conectado com algum centro de feixe de nervos, ou plexo, para o qual transfere a energia canalizada.

A figura 21D mostra o vórtice do chacra incrustado na camada exterior do corpo Astral, e sua extremidade tocando o centro de ramificação de um plexo nervoso. Nas pessoas espiritualmente pouco evoluídas o vórtice dos chacras gira lentamente, ou estão em repouso, enquanto que nas pessoas de maior evolução espiritual o vórtice gira rápido. E quanto maior for a intensidade de energia suportada pela pessoa, maior torna-se o giro. Embora, devido a múltiplas situações, um chacra possa apresentar-se girando lentamente, ou mesmo em repouso, essa circunstância pode ser rearranjada, ou alterada. O processo de alterar o funcionamento de um chacra lento, passando-o para um movimento mais intenso, tem o nome de despertamento de chacras. Todavia, a aplicação desse processo provoca, como o nome diz, despertamento de percepções de sensações. Sim, porque o fluxo de energia que se transfere do Astral para o Físico nada mais é do que o transporte de sensações próprias daquele plano.

Melhor explicando: são sensações perceptíveis ao corpo Astral. O corpo Físico, ordinariamente, não as percebe devido o controle de efeito de válvula que os chacras exercem. Entretanto, fazendo uma ativação dos chacras, ou despertamento, o efeito é o de dar maior abertura à passagem do fluxo de energia, advindo disso a percepção de sensações incomuns.

Deixemos, porém, bem claro que nas situações de despertamento dos chacras a pessoa deve ser bem orientada, pois ela corre o risco de perder o controle dessas novas forças que se integram à sua consciência física, podendo arrastá-la a martírios de sensações insuportáveis.

E´ preciso ter bem presente no conhecimento que os chacras são os centros por intermédio dos quais flui energia do plano Astral ao Físico. Por tal consequência, quando a pessoa interessada no despertamento de seus chacras não é bem orientada, se vê invadida por volumes de fluxos superiores ao que pode suportar. Sendo que alguns desses fluxos são de predominância nociva, descambando para processos obsessivos. Nesses casos, as entidades de pouco respeito aproveitam-se do descontrole dessa pessoa e à ela se agregam, enraizando-se pelos seus chacras, e até danificando-os. Sobre isso falaremos mais à frente. Daí, pois, as recomendações de manter os chacras regulados e controlados, outro assunto que também trataremos mais à frente.

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A seguir descreveremos algumas das características diretamente relacionadas com o processo de despertamento dos chacras, individualizando cada um deles.

Chacra Básico – Também chamado de radical, genésico, chacra raiz, muladhara (do sânscrito). A ativação do chacra Básico transfere para os corpos do homem a força proveniente do interior da Terra, ou força telúrica, responsável pelo despertar da criatura como um todo, logo a partir de suas primeiras encarnações como Ser humano. Como é uma energia muito “pesada”, voltada só para as sensações materiais, sua utilização se restringe apenas às atividades cuja predominância são os instintos de vida animal: o alimento e a reprodução.

Chacra Esplênico – No idioma sânscrito recebe o nome de swadhistana. Está situado à esquerda e um pouco abaixo do umbigo. Direciona a vitalidade originada na energia do Sol para o baço, no corpo Físico. O baço, por sua vez, ao receber essa energia, transfere-a ao sistema sangüíneo, que a carreia, redistribuindo-a por todo o corpo. No corpo Astral essa vitalização através do Esplênico proporciona ao homem as suas saídas astrais – projeção da consciência. Projeções que, embora consciente no plano Astral, não permitem, inicialmente, qualquer recordação do que ali ocorreu quando esse mesmo homem retorna ao plano Físico.

Chacra Gástrico – Em sânscrito chama-se manipura. Também pode ser chamado de umbilical, devido sua localização um pouco acima do umbigo. Esse chacra tem especial relação com a assimilação dos alimentos. Lembramos que todo e qualquer alimento, por mais sólido que seja, é energia condensada a ser transformada em radiante pelos órgãos digestivos, afim de que o organismo a assimile. O chacra Gástrico comunica-se diretamente com o plexo solar, ponto muito sensível do corpo Humano. No corpo Astral desperta a sensibilidade. Podemos dizer, a percepção das sensações. Dado a essas duas circunstâncias, isto é, ligado ao plexo solar e despertamento da sensibilidade, sua ativação traz
as seguintes consequências: capta toda espécie de influenciação, principalmente as oriundas do plano Astral, proporcionando que se distinga suas respectivas qualidades, isto é, as que são amistosas e as que são agressivas. E´ pelo chacra Gástrico que o homem percebe que alguns lugares são agradáveis e outros são repulsivos, mesmo que estes, à vista física, se apresentem de boa aparência. E´ aquela percepção de alguma coisa oculta, e a pessoa diz: “aqui tem coooooisa !”.

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Façamos uma interrupção na descrição das características de cada chacra para analisarmos um aspecto interessante.

O SER humano, subdivididamente, pode ser considerado em duas partes: homem animal e homem espiritual. Essa linha demarcatória, em seu corpo, se situa entre o chacra Gástrico e o chacra Cardíaco. A figura ao lado faz essa demonstração. Assim sendo, numa simples observação de hábitos, torna-se fácil dizer se uma pessoa é menos evoluída, (mais animal e menos espiritual), ou mais evoluída, (mais espiritual e menos animal). Tudo em razão de suas preferências. Se ela satisfaz apenas os instintos situados abaixo dessa linha, que são, apetite voraz e sexualidade sem limites, revela sua condição de involuído.

Por outro lado, se já consegue sublimar hábitos, tais como o cultivo do saber, a vivência altruística, o desapego aos excessos enumerados acima, demonstra sua condição de caminhante em rumo ascensional.

Portanto, torna-se fundamental ao estudante de ciências do oculto, e o praticante da mediunidade, atentar para as diferenças funcionais de seus chacras que se subdividem em dois grupos distintos. A razão desse cuidado é porque os fluxos externos de energia que emanarão de outros seres penetrarão em si através dos chacras. Consequentemente, penetrarão com maior intensidade no chacra de conformidade com a correspondente função de cada um deles. E, em menor intensidade, porém influindo todo o sistema, através do chacra Coronário. A esse respeito, sobre os chacras trabalharem aos pares, sempre um específico associando-se ao Coronário, comentaremos com maiores detalhes no estudo das glândulas. Exemplo: energias oriundas de entidades pervertidas e devassas invadirão o chacra Básico, exacerbando na vítima desejos incontrolados. Daí os casos de violência sexual. Em contra partida, as energias oriundas de entidades sublimadas, tocarão suavemente os chacras situados acima da linha divisória, e o indivíduo assim envolto se sentirá cheio de respeito e altruísmo. Daí, por sua vez, os casos de êxtase e amor ao próximo.

CHACRAS – II


Estudando os chacras, início que demos, continuamos aqui. Diante das conclusões que as informações nos trouxeram, ficou evidente que à semelhança da aura, como vimos, os chacras também funcionam como vigilantes. Ou, melhor dizendo, completam essa função de sentinela em defesa do corpo. Suas reações, em correspondência a cada tipo de energia que o toca, adverte, ao canalizador cônscio de seus deveres, o que vai acontecendo em torno de si. Essas advertências o previnem a evitar situações desagradáveis, constrangedoras e algumas até humilhantes. Prossigamos, portanto.

Interrompemos quando analisávamos o chacra Gástrico. Agora, iniciamos pela parte superior da linha divisória entre o homem animal e o homem espiritual. (Vide figura Fig-21E)

Chacra Cardíaco – Em sânscrito é chamado de anahata. Está situado sobre o osso externo, ao nível do coração. Sua ativação, e correto funcionamento, é de capital importância no processo de soerguimento espiritual do SER, pois tanto para o corpo Físico como para o corpo Astral é ele o registrador das emoções. Sabemos que quando qualquer pessoa se desperta, sensível, para as emoções, significa estar começando a percorrer o caminho da espiritualização. Enquanto o chacra Gástrico envolve-se só com as sensações, o que significa olhos voltados aos prazeres e necessidades do corpo, o chacra Cardíaco refina esses objetivos, transmutando-os para a forma de prazeres e necessidades do Espírito.

Assim, tanto para o corpo Físico como para o corpo Astral, como dissemos acima, faculta ao SER decifrar as vibrações de outras criaturas, encarnadas ou não. Permite notar das alegrias ou das tristezas que as envolve. Ainda por força dessa sensibilidade elevada a um grau maior, dentro dos critérios de simpatia, faz com que uma pessoa seja levada a reproduzir em si o efeito das dores alheias. E´ a compaixão e a solidariedade. E´ o sentimento de fraternidade que passa a fazer parte de sua vida. Entretanto, não nos esqueçamos que embora a solidariedade seja necessária à construção da paz mundial, a compaixão desmedida gera na pessoa perturbação emocional, porque não dizer psíquica. (Lancellin, espírito, em seu livro Iniciação-Viagem Astral, páginas 339, 370 e 422, trata desse fato comportamental desaconselhável).

E´ através do chacra Cardíaco que o praticante de meditação sente a languidez que o êxtase espiritual provoca. O grande bem estar interior, indescritível em palavras. Além de toda a importância desse chacra na constituição do SER, quando despertado, adiantando-o na fase espiritualizante, conforme descrito acima. No corpo Físico tem direta relação com a circulação sangüínea, e, portanto, com a redistribuição de vitalidade física. Como vemos, é um chacra que bem funcionando manterá a estabilidade emocional e vital do indivíduo.

Chacra Laríngeo – No idioma sânscrito recebe o nome de vishuda. Está situado, como o próprio nome o indica, na região dianteira do pescoço, mais ou menos à altura do ponto de encontro entre a coluna espinhal e a medula oblonga, esta, bem na base posterior do cérebro. No corpo Físico tem acentuada participação no controle da respiração e da fonação, a fala. No corpo Astral capacita a faculdade da audição, ou seja, reproduz na consciência o mesmo efeito que no físico chamamos de audição. Quando em atividade mais intensa, controlada ou não, em parceria com o chacra Coronário, e por consequência em ação com a glândula Pineal, que a respeito veremos em estudos, confere ao indivíduo a faculdade de clariaudiência. Ou seja, permite ao SER encarnado ouvir sons, tais como voz, música, ruídos, agradáveis ou não, provenientes do plano Astral.

Chacra Frontal – Em sânscrito é chamado de ajna. (Pronuncia-se ádjina). E´ conhecido, ainda, pelos nomes de cerebral, glabelar e terceiro olho. Está situado no ponto de encontro da linha vertical do rosto, que passa entre as sobrancelhas, e o centro da testa. Fisicamente é o controlador do envoltório do cérebro, o córtex cerebral, que por sua vez participa da coordenação dos sentidos. Também tem participação no controle das glândulas e dos sistemas nervosos, o central e o simpático, ou autônomo. Sobre isso falaremos com maiores detalhes no estudo das glândulas. No corpo Astral desperta o sentido da visão, ou seja, produz na consciência o mesmo efeito que no físico chamamos de visão. Daí também chamado de terceiro olho, resultante de sua ligação com a glândula Pineal. Quando em atividade desenvolvida, confere ao indivíduo a faculdade de clarividência que, em seu início de despertamento, permite apenas vislumbrar ligeiras paisagens e nuvens coloridas. Essas visões tanto podem ser dos ambientes reais dos planos espirituais quanto de imagens mentais criadas por entidades que as transmitem ao clarividente. Essa segunda hipótese é a mais comum de acontecer. Ou seja, o clarividente estará vendo o quadro mental, imagem fixa ou movimento, que alguma entidade espiritual lhe esteja transmitindo. E´, ainda, comum no médium desenvolvido, clarividente ou não, sentir na região física onde se situa o chacra Frontal um pulsar, ou latejar, na pele. E´ sinal de funcionamento desse chacra.

Chacra Coronário – Tem em sânscrito o nome de Sahasrara. Embora o nome, não tem nenhuma relação com as artérias coronarianas. Deriva mesmo da palavra coroa, em vista de estar situado ao alto da cabeça, bem no cruzamento das linhas: mediana que passa entre as sobrancelhas e vai em direção à parte posterior da cabeça, e a linha transversa que uniria as duas orelhas, e que passasse pelo alto do crânio. E´ o mais importante de todos, se assim podemos nos expressar, embora os demais sejam igualmente úteis no conjunto. E´ ele o ponto de interação – junção – entre as forças determinantes do Espírito e as forças físicas e astrais. A energia descendente da consciência, como vimos na apostila 5. Dele, de forma distributiva, parte a corrente de energia vitalizante, de origem espiritual – não confundir com Astral – aos outros chacras, levando a cada um os reflexos vivos dos sentimentos próprios do indivíduo. Desta forma, e interação, o chacra Coronário administra os veículos de exteriorização de que se serve a consciência: seus corpos.

Quando este chacra está plenamente ativo, o indivíduo, devidamente treinado, consegue projetar sua consciência por ali, e deixar, conscientemente, seu corpo Físico, bem como retornar a ele, de modo que estará, ininterruptamente, consciente, dia e noite.

A sublimidade dos contatos espiritual, principalmente da mediunidade intuitiva, se processa por seu intermédio. Enfim, a harmonia geral da criatura humana depende do correto funcionamento e do estado saudável desse chacra. Sobre condições saudáveis e doentias dos chacras falaremos mais à frente.

Uma Advertência – As características individuais de funcionamento dos chacras, não significam que o indivíduo venha a possuir tais faculdades só porque os respectivos chacras estão desenvolvidos.

Lembramos que o SER é o resultado da ação conjugada de muitos fatores e que, ligados ao carma, uns estimulam outros, ou, alguns se anulam mutuamente. Portanto, não existe, como a nossa compreensão desejaria, não existe uma relação direta entre ter determinado chacra em funcionamento e a ocorrência do fenômeno a ele atribuído. O funcionamento é o elo que torna possível a ocorrência do fenômeno, nas não quê, por funcionar, tenha o fenômeno, inevitavelmente, de acontecer. Em resumo, dependendo das vinculações cármicas a faculdade correspondente a determinado chacra poderá, ou não, vir a se manifestar.

Peculiaridades do Despertar dos Chacras – O despertar dos chacras amplia as faculdades sensórias da consciência. Se antes do despertar, no plano Físico, a consciência só dispunha dos cinco sentidos – visão, audição, paladar, olfato e tato – para identificar o mundo ao seu derredor, com o despertar dos chacras passa a perceber sinais além daqueles que os dispositivos acima enumerados podem registrar.

Assim, mesmo estando desperta no corpo Físico, a pessoa identifica ocorrências que simultaneamente estão acontecendo nas dimensões do plano Astral, e outros. Essa refinada capacidade perceptiva recebe o nome de Percepção Extra Sensorial, (PES), popularmente conhecida por sexto sentido.

Esclarecendo o fenômeno informamos que o despertar dos chacras não dota o corpo Astral de ouvidos e olhos adicionais. Para evitar esse equívoco de interpretação, lembramos do estudo do corpo Astral, que ele não possui órgãos especializados para tal, e nem deles precisa para, especificamente, ouvir e ver.

A razão é a seguinte: No corpo Astral todas as partículas que o compõe estão em incessante movimento circulatório. Veja a figura ao lado. Partículas em movimento como as da água em fervura. Esse movimento faz com que todas as partículas passem, sucessivamente, em cada chacra. Assim acontecendo, cada chacra infunde em cada partícula, que por ele passa, a sua correspondente capacidade de responder a determinada ordem de vibração. Desse modo, todos os pontos do corpo Astral se tornam igualmente perceptivos a todas as espécies de sensações.

Por isso, conforme fizemos representar pela figura Fig-13A, ao atuar no plano Astral a consciência, através do corpo Astral, tanto vê os objetos que estão á sua frente, como os que estão atrás, acima ou abaixo, sem necessidade de movimentar a cabeça, como fazemos nós no corpo Físico. Para ela, em tal situação, basta, apenas, dirigir sua atenção para o objetivo.

os-sete-chakras-no-espiritismo-e-em-nossa-sade-11-638CHACRAS – III
Depois de descrevermos as características individuais de cada chacra, passamos agora às informações gerais. Sobre elas, algumas informações ficaram constando, quando tratamos da questão da percepção extra-sensorial (PES). Contudo,uma questão ficou de ser mais esclarecida. E´ sobre o efeito válvula, com que comparamos os chacras, e demos exemplo pela figura Fig-21C.

Vejamos o que vem a ser o efeito válvula. A palavra válvula designa um dispositivo que permite a passagem de fluido ou de energia em um só sentido. Existem dois tipos de válvulas. As de fluxo fixo e as de fluxo variável.

chaxyG1Fluxo Fixo – E´ o tipo que só permite a passagem do fluido, ou da energia, num fluxo contínuo e constante. Exemplos: as válvulas termiônicas dos antigos rádios; os registros de “pena D’Água”, usados para controlar a entrada de água nas residências. Nesses dispositivos o fluxo é sempre de mesma intensidade.

Fluxo Variável – São as válvulas que possuem um mecanismo que permite abrir ou fechar a abertura de passagem, acontecendo, com isso, a variação do fluxo. Exemplos: torneira hidráulica, válvulas de vapor de panela de pressão e de caldeiras.

Dentro desses termos de comparação os chacras podem ser considerados como válvulas de fluxo variável. Ou seja, através deles o fluxo de energia que por ali se transfere do plano Astral ao plano físico, tem sua intensidade regulável e variável. Essa variação é controlada por um dispositivo situado no ponto de conexão entre o corpo Astral e o corpo Físico. Esse dispositivo tem o nome de Tela Etérica, conforme a designação que lhe é dada nos estudos esotéricos. Na figura a seguir 23-A fazemos uma representação desse dispositivo filtrante.

Essa tela, de malha finíssima, como podemos imaginar, é o elemento filtrante e regulador dos fluxos de energias entre o plano Astral e o Físico. Também, de sua resistência, integridade e flexibilidade é que depende a estabilidade emocional da pessoa. A figura nos demonstra um intenso volume de energia do lado do plano Astral. De todo aquele volume só umas poucas partículas, controladamente, passam pela Tela Etérica, avançando para o lado do plano Físico. E´ graças a essa tela que o homem, de maneira geral, está protegido contra:

” Recordação do ocorrido durante o sono;
” Recordação de vidas passadas;
” Ataques de entidades de baixa qualidade que, usando dos canais abertos, exerceriam influência permanente, tal como acontece na obsessão.

Portanto, a Tela Etérica é a defesa físio-psíquica natural contra situações indesejáveis provenientes do plano Astral.

Por outro lado, o exposto acima nos remete a uma dedução inevitável. Deduzimos que se acontecer algum dano à Tela Etérica estará a pessoa na iminência de se envolver com, talvez, grave desastre físio-psíquico. O dano a que nos referimos pode ser o rompimento da malha, ou a dilatação de seus furos, num momento em que o indivíduo não esteja preparado para conviver, equilibradamente, com maior volume de fluxo energético. Esse excesso do fluxo energético causar-lhe-á distúrbios psíquicos e orgânicos, circunstância de que muito se queixam os médiuns e terapeutas, de um modo geral.

Uma advertência dentro deste parâmetro. Estão muito comuns os cursos de terapia com duração relâmpago, bem como os livros que incentivam o desenvolvimento dos poderes da mente. Como poderes da mente entenda-se abertura dos chacras, pois ao que se dá esse nome está diretamente relacionado ao funcionamento dos chacras.

Contudo, como esses cursos e livros estão voltados apenas para o interesse de vendagem, não cuidam de prevenir os candidatos acerca dos riscos que tais desenvolvimentos produzem. Não instruem sobre a realidade do mundo oculto com o qual os freqüentadores e leitores vão passar a conviver.

Assim, sem maiores cuidados, e quase sempre cheia de entusiasmo, a pessoa é lançada de encontro ao acréscimo de fluxo energético com o qual não sabe lidar. Daí para frente se vê em apuros de difícil solução. Quanto à escolha de livros, somente nas literaturas Espíritas, Teosóficas, bem como as do Instituto Internacional de Projeciologia, e aquelas outras publicadas por editoras cuja política de trabalho é a seriedade do que apresentam, é que temos encontrado os requisitos de seguras informações ao leitor. Dentre estas podemos destacar a Editora Pensamento e a Editora Ground. Quanto à enorme variedade de títulos, e capas sedutoras, o que na verdade vendem são perigosas ilusões. Abordam, superficialmente, o tema que publicam.

Voltando à nossa análise, informamos que a dilatação natural, e não forçada, dos “furos” da malha é uma consequência necessária e obrigatória, concomitante, isto é, coincidente com o desenvolvimento psíquico da criatura. Mas, esclarecemos, tal dilatação não deve acontecer de forma descontrolada, e sim da maneira natural, ou conscientemente controlada.

A dilatação na forma natural se dá, como o próprio nome diz, pela evolução natural do SER, o que não deixa de ser um esforço inconsciente. Já a dilatação conscientemente controlada é o resultado do interesse do indivíduo voltado para essa área. Isso significa dizer que, a pessoa, aplicando um maior esforço disciplinar conseguirá, num menor espaço de tempo que aquele necessário no estágio natural, atingir significativo acréscimo em seu desenvolvimento psíquico. Por consequência, o acréscimo de seus atributos mediúnicos.

Na figura 23B vemos a Tela Etérica mais dilatada que a tela da figura anterior. O vão dilatado entre os elementos da malha permite a passagem de um fluxo maior de energia. A figura Fig-23A exemplifica a existência e a ação das defesas naturais do indivíduo, a que nos aludimos linhas acima. Já está figura Fig-23B demonstra que as defesas naturais diminuíram, estando a pessoa mais vulnerável às instabilidades emocionais.

Diante dessa situação é preciso criar defesas artificiais, em substituição às naturais que não mais existem. Falemos sobre defesa artificial.

Defesa Artificial – O que a experiência nos tem demonstrado quanto a métodos com resultados positivos e práticos a respeito da criação das defesas artificiais, podemos recomendar:

Disciplina Psíquica – Determinar uma objetividade elevada para tudo que se faça na vida. Seja no âmbito da família, no trabalho profissional ou no campo da devoção espiritual. Tudo a ser enfrentado de forma séria.

Disciplina Pessoal – Determinação com relação à ocupação de horários, evitando atropelos. As obrigações individuais, exemplo, o lar e o trabalho profissional, não devem ser negligenciadas, mesmo que sob a alegação de atender ocupações espirituais. O bom senso, em tudo, recomenda equilíbrio.

Estudo – Individual ou em grupo. Deve ser cultivado, pois o conhecimento forma a base esclarecedora para se compreender a necessidade das disciplinas psíquica e pessoal. Além do que, a própria vida é dinâmica, exigindo sempre uma atualização naquilo que a pessoa se dedique.

Meditação – Cultivar o hábito da meditação, pois ela interioriza a criatura em seu cosmo pessoal, sua consciência, harmonizando o funcionamento dos chacras e fixando o conhecimento. A meditação leva a criatura ao contato com os planos superiores, deles absorvendo a paz.

As instruções acima fazem com que o médium ingresse na qualidade a que os mentores espirituais chamam de atividade sublimada. O equilíbrio pessoal obtido pela observação das citadas instruções será a sua Defesa Artificial. Artificial porque saberá, sob sua vontade, controlar a flexibilidade de suas telas Etéricas, que vem de ser o controle de sua faculdade sensitiva.

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CHACRAS – IV
Nesta análise dos chacras que estamos fazendo desde começo, na qual já abordamos vários tópicos que vieram de esclarecer muitas das dúvidas e curiosidades sobre o lado psíquico das criaturas. Continuando, nesta apostila abordaremos em especial a temática sobre a Tela Etérica.

Para melhor gravar as informações, repetimos nesta a figura ao lado, apresentada anteriormente, que mostra o conjunto Chacra/Plexo. Nesse conjunto, a Tela Etérica está representada na cor azul.

Dissemos que a Tela Etérica pode ser dilatada por ação conscientemente controlada, como resultado de atitudes disciplinadas por parte daquela pessoa que assim o desejar. Como exemplos para chegar a esse resultado citamos a disciplina psíquica, a disciplina pessoal, o estudo e a meditação.

Entretanto, pode acontecer da Tela Etérica vir a se dilatar independentemente da vontade da pessoa, desde que forças externas, superiores à sua resistência, atuem sobre seu psiquismo, ou diretamente sobre a tela.

Citando situações que podem levar a esse desfecho podemos lembrar que em determinados grupos espiritualistas, e mesmo em atendimentos terapêuticos da linha reikiana, são empregados métodos de magnetismo para provocar o que se pode chamar de abertura de canais. Esses métodos, como a figura Fig-24A demonstra, consistem, comumente, na aplicação de “passes”, ou transfusão de energia, carregados com alta dosagem de energia vital do operador que, por sua vez, impregna-a com intenções de transformar aquela pessoa em médium, ou em operador terapêutico. Vejamos porque essa atitude é desaconselhável.

Muitas pessoas não sabem que pelo próprio princípio das leis da energia, que é exatamente nas extremidades do corpo, as mãos e os pés, onde se concentram as saídas de maior fluxo vital. Também não sabem que as energias são moldáveis pela força do pensamento e pela qualidade das intenções de quem as emite. Desconhecendo essa plasticidade das energias, e por isso mesmo não levando em conta possíveis consequência negativas de seu ato, o operador posiciona suas mãos sobre a cabeça do candidato, exatamente sobre o chacra Coronário, transferindo àquela pessoa energia com alta dosagem de que ela se torne médium ou terapeuta. (Figura 24B)

Ora, no corpo humano, as mãos são os melhores agentes emissores de energia, enquanto que os chacras os melhores receptores. Desta forma, diante do que exemplificamos na figura Fig-24B e no parágrafo anterior, obviamente que o chacra que, nessas condições, receber maior dose de energia ficará comprometido. O motivo é que ao fazer incidir sobre o Coronário a energia exteriorizada pelas mãos, tendo na mesma intenções não apropriadas, e concentrando-a num só chacra, o operador forçará a dilatação, ou até o rompimento, da tela Etérica.

Diante disso, quase sempre, e imediatamente, a pessoa assistida entrará em transe. Esse resultado vem do fato de a tela Etérica controlar o fluxo no sentido Astral-Físico, e a pressão que naquele momento recebe é em sentido inverso, isto é, Físico-Astral. (Lembrar o comportamento de válvula, figura Fig-21C. A pressão, portanto, distende a tela daquele chacra, expondo a pessoa, desse momento em diante, a toda sorte de invasões psíquicas, pois se rompeu sua Defesa Natural, antes que ela pudesse construir suas defesas artificiais.

A situação descrita acima é desaconselhável pois o desenvolvimento das faculdades psíquicas deve acontecer de maneira equilibrada, mediante aceitação consciente do candidato e de uma prévia preparação deste, conforme as recomendações contidas nas seguintes obras:

O Livro dos Médiuns, (Allan Kardec) capítulo 17, com ressalvas;
O Consolador, (Emmanuel/Francisco Cândido Xavier) pergunta 384;
Segurança Mediúnica, (Miramez/João Nunes Maia) capítulos das páginas 10 e 25;
Mediunidade, (Edgard Armond), capítulo 22.
Projeciologia, (Waldo Vieira), página 461 e capítulo 466;
Psicossíntese, (Roberto Assagioli) todo o livro;
Mecanismos da Mediunidade, (André Luiz/Francisco Cândido Xavier) todo o livro.

Na mediunidade consciente e disciplinada a tela Etérica passa por alterações em sua elasticidade, porém de forma controlada. Isto é, abrindo e fechando sua malha segundo a ação coordenada entre médium e mentor. Por isso, a eficácia das orientações sugeridas na apostila 23, quando falamos das quatro disciplinas. Na proporção de sua vivência, com naturalidade, o candidato constrói sua defesa artificial. Entretanto, lembramos, a eficácia da defesa artificial é proporcional à disciplina, à vigilância e ao alcance do saber. Sem esforço ela não se constrói.

Para dirimir alguma dúvida, ou possível incompreensão, esclarecemos que o exemplo demonstrado acima não se equipara ao trabalho de passe, ou tratamento reikiano, puramente terapêutico. No exemplo falamos que o operador emite energia carregada com a deliberada intenção de transformar a pessoa em médium. Na aplicação de passe, ou nos tratamentos reikianos, o operador atua emitindo outros propósitos, voltados, apenas, à reintegração da pessoa no estado de harmonia orgânica e psíquica. Em razão disso, a energia se distribui através da aura atingindo igualmente a todos os chacras. Nestes casos, a energia não se concentra em um só chacra, sendo esta, portanto, a forma correta de ser feita.

Quando, por um caso específico, seja necessário trabalhar somente um chacra, o operador experiente saberá como dosar e utilizar a energia adequada aquele chacra, para não permitir que ocorram danos. Esse trabalho específico se torna necessário quando é preciso promover a limpeza do chacra, recompô-lo nas partes afetadas e dar-lhe funcionamento harmônico. Sobre isso falaremos mais à frente.

Voltando ao tema, enumeramos a seguir outras circunstâncias que provocam a dilatação, ou o enrijecimento ou perda da elasticidade, e até o rompimento definitivo da tela Etérica.

Drogas Alucinógenas – Seu uso, além do grande mal que causa ao conjunto celular do corpo Físico, provoca o rompimento total da tela Etérica. Sem essa defesa natural o viciado fica exposto aos estados de delírio e alucinações. Começa a ver, e a “viver”, todo o ambiente do baixo Astral, com todos os seus horrores, aproximando-o da demência irreversível.

Álcool – Embora seus efeitos sejam mais brandos que os causados pelas drogas alucinógenas, o uso continuado, além dos danos que causa ao organismo, prende o viciado a entidades muito inferiorizadas e vampirizadoras.. Além disso, provoca o descontrole de todo o sistema nervoso central, levando ao estado do chamado delirium-tremens. (Vide Duplo-Etérico)

Fumo – Seus efeitos devastadores são mais lentos de serem notados, porém causam ao organismo e aos chacras os mesmos prejuízos provocados pelo álcool e pelas drogas alucinógenas. Ou seja, seu uso atrai entidades vampirizadoras que se servirão do viciado para satisfazerem seus desejos de fumar.

Na figura ao lado fazemos essa representação, onde vemos uma entidade vampirizando, sugando, as essências tóxicas que evolam através dos chacras do fumante. A esse respeito, e no tocante às bebidas alcoólicas, Annie Besant, no seu livro O Homem e os seus Corpos, publicado pela Editora Pensamento, à página 29, comenta sobre essa aproximação que se forma com entidades muito repugnantes quando o indivíduo se entrega ao vício de fumar ou ingerir bebidas alcoólicas.

Conforme a figura Fig-24C demonstra, para os casos descritos, e com relação aos chacras, o que ocorre é que as drogas alucinógenas, o álcool e o fumo contêm certas substâncias químicas chamadas de alcalóides que ao se desprenderem, volatilizam, passando do plano físico denso ao físico no nível das energias. Isto é, ao nível do Duplo-Etérico. Uma vez ali, através dos chacras, transferem-se ao corpo Astral, num fluxo, como ficou dito linhas atrás, de sentido contrário para o qual a tela Etérica não está preparada. 

Assim, devido à continuação do vício, a deterioração, ou deformação, da delicada Tela ocorrerá de duas formas, a saber:
a) As substâncias volatilizadas ao passarem pelos chacras “queimam” a Tela, abrindo furos por onde passam, descontroladamente, toda classe de energias carregadas de influenciações negativas. Além destas, também penetrarão larvas astrais que podem ser comparadas aos micróbios do plano físico. Como resultados dessas invasões a pessoa passará a ter alucinações:
b) Não ocorrendo a “queima” da Tela, ocorrerá, porém, o enrijecimento da malha, perdendo ela a flexibilidade tão necessária à vivência normal da pessoa. Neste caso o resultado será embrutecimento e nervosismo exagerados.

As duas modalidades podem ser observadas nos viciados. A primeira se revela nos casos de obsessão intensa, levando o obsidiado aos delírios e à loucura. A segunda modalidade é vista naquelas pessoas cujos hábitos são grosseiros, abrutalhados e dados ao sensualismo.

Para ambos os casos, porém, o indivíduo tende a perder o senso de responsabilidade, senão no todo, pelo menos em parte. Em tais casos, mesmo quando em lucidez não vacila em agredir aqueles que lhe contrariam a vontade. Exemplos: alcoólatras que espancam esposa e filhos. Tais violências embora às vezes não sejam físicas, são, entretanto, por palavras grosseiras e humilhantes, como também pelos pensamentos inconfessáveis que emitem. Não esqueçamos que o pensamento também agride. Tudo isso tem um outro agravante. Depois da morte do corpo físico tais vícios levam às situações mais deploráveis. Ocasionam uma espécie de endurecimento, ou paralisia, do corpo Astral, exigindo para sua recuperação tanto tempo, no mínimo, quanto foi o tempo de uso do tóxico. Isso, sem falar que o dano causado ao corpo Astral pode ser de tal monta que, de futuro, uma só reencarnação não bastará para recuperá-lo.

Cores – Como informação complementar,
queremos lembrar que Luz é energia. A variação da luz em tonalidades coloridas é a variação da intensidade vibratória da energia. Como os chacras são receptores de energia, conclui-se que as cores a eles influenciam. Portanto, cada chacra, individualmente, é influenciado mais intensamente pela seguinte cor:

Básico Vermelha
Esplênico Laranja
Gástrico –Amarela
Cardíaco Verde
Laríngeo Azul
Frontal – Índigo
Coronário Violeta

cura chackras

CHACRAS – V
Já falávamos das modalidades causadoras de danos à Tela Etérica quando nos referimos aos graves prejuízos causados pelo uso das drogas alucinógenas, do álcool e do fumo. Prosseguiremos informando sobre outras modalidades, também causadoras de danos de mesma espécie.

Música em Ritmo Alucinante – Música em ritmo alucinante e em alto volume de som afeta a tela Etérica, deixando-a flácida. Descontrolada. O efeito imediato ocorrerá em três níveis. No corpo Físico é a dor e o enfraquecimento dos tímpanos, com ulterior surdez; no corpo Astral o reflexo é a irritabilidade; no corpo Mental uma sensação de fadiga e incapacidade de pensar claramente. A pessoa apresenta uma apatia inexplicável, ficando abobalhada. Além dos efeitos citados, nos corpos Astral e Mental o prejuízo se torna semelhante ao causado por uma forte pancada sobre o corpo Físico.

Cólera Intensa – Os efeitos sobre a pessoa que sofre agressão de alguém encolerizado são os mesmos citados para a Música Alucinante. O agredido se sente apagar, como se estivesse entrando num processo sonolento como quando está anestesiado. Além disso, a cólera danifica as telas dos chacras Cardíaco e Gástrico, razão porque a pessoa nela envolvida passa a ter dores no peito e no estômago. Nesses momentos ocorre uma invasão de sensações provindas das entidades do astral mais baixo, com todas as suas perversidades e depravações. (Reveja o item Situações Perturbativas na apostila 16 onde se fala de Infecções Fluídicas)

Pavor Súbito – Também neste caso, como os citados nos dois itens acima, há uma tendência de anulação da personalidade da vítima. As outras consequência são, rompimento da delicada tela do chacra Cardíaco, como, às vezes, também do Coronário, tal qual nas situações de tortura física ou quedas violentas.

Febre Intensa – Os estados febris, pelo desequilíbrio geral que causam ao organismo, dilata a malha da tela Etérica, que, assim, deixa fluir para o interior da consciência física as percepções astrais. Não só isso, provocam ainda, o afrouxamento do Cordão de Prata, liberando o corpo Astral do corpo Físico. Como resultado deixa a pessoa naquele estado chamado de delírio da febre, quando ela passa a ver cenas confusas e incompletas no plano Astral. Neste caso, cessando o estado febril cessam, também, os sentidos astrais e tudo volta à normalidade.

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Com as anotações acima, completamos a série descritiva dos Chacras. Todavia, como se pôde notar ao longo do estudo, a questão chacras é por demais importante e, por isso mesmo, merece outras referências a respeito. Vamos dividir essas referências em dois grupos: – Resumo genérico da problemática da obsessão, a ser visto na continuidade desta apostila. – As implicações diretas entre os Chacras e as Glândulas, que serão vistas posteriormente.

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A problemática da obsessão infelicita incontável número de pessoas. Na busca de soluções juntam-se a psiquiatria, as linhas da psicanálise e a ciência Espírita. As duas primeiras acercando-se da vítima apenas em sua área fisiológica, e a ciência Espírita abrangendo o SER em sua total integridade. Isto é, homem fisiológico e espiritual. Portanto, por essa magnitude, vê-se que é uma temática

que, para bem ser analisada não poderá ficar restrita a um resumo. Entretanto, nesta apostila mostraremos apenas uma nesga do grande labirinto onde as pessoas turbilhonam suas consciências.

Esse quadro doloroso se torna tão mais dramático quando o envolvido na trama tem seus chacras em péssimo estado de conservação. Isso equivale a dizer: tem a tela Etérica rompida. Em síntese, sobre a obsessão, podemos dizer que é a manifestação de sentimentos semelhantes entre obsessor e obsidiado. E´ a manifestação das culpas que se associam para juntas redimirem suas faltas.


Limitando-nos ao que implica sobre os Chacras, compreende-se a gravidade da situação lembrando que com a tela Etérica danificada penetra, sem controle, nos chacras, toda espécie de energia negativa. Além disso, também pelos chacras, as entidades obsessoras se enraízam em suas vítimas. E, para comprometer mais a situação, pelo rompimento da tela penetram as larvas astrais, cujo exemplo figurativo representamos no desenho ao lado. Tudo isso a um só tempo, e pelo perdurar do processo, leva muitas pessoas à falência emocional, arrastando-as aos estados das demências irreversíveis.

Fazendo, portanto, uma reflexão sobre todos esses parâmetros, concluímos que determinados processos obsessivos são de difícil solução, e alguns até insolúveis numa só vida. Por isso, não deve causar estranheza o fato de certos atendimentos terapêuticos não se verem coroados da regeneração completa dos implicados. Quando assim acontece devemos nos lembrar de que, sem dúvida, o melhor e o possível foram feitos. Os critérios cármicos dos envolvidos naquela trama é que AINDA não permitiam outro desfecho.

Como o processo obsessivo se agrava em decorrência do rompimento, ou do enrijecimento da tela Etérica, neste resumo cabe falar sobre a recomposição da tela Etérica, como meio de amenizar casos de perturbações emocionais.

Sem descrições mais alongadas daremos um exemplo corriqueiro sobre a recomposição da tela Etérica. Quando o corpo Físico se enfraquece suas células se degeneram. Essa falta de vitalidade faz com que também se enfraqueça a atração existente entre elas. Nesse momento crítico as colônias microbianas existentes por toda parte, principalmente no ar, aproveitando daquele descuido orgânico atacam. Pelo afrouxamento da atração celular penetram na constituição física do indivíduo causando estragos. A correção dessa anomalia está em cuidar higienicamente do corpo e vitalizá-lo. Fazendo isso as células se regeneram e eliminam os micróbios.

Assim é com a tela Etérica dos chacras. Quando nos enfraquecemos, moral ou psicologicamente, o que por consequência traz a falta de energia adequada a cada chacra, pois geralmente a pessoa está fazendo uso apenas de energias negativas, efeito evidente de algum vício ou princípio de simbiose obsessiva, a tela entra em decomposição. A partir daí as colônias de larvas astrais penetram na constituição do corpo Astral e passam ao duplo Etérico, iniciando estragos de não pouca monta. Em alguns casos deixam o chacra correspondente em estado irrecuperável.

Simultaneamente, aplicando-se energias de limpeza e vitalizantes, sob os cuidados de um consciente terapeuta, ou de um autêntico médium de cura, aliando-se, ainda, o indispensável despertar da boa vontade espiritual do interessado em refazer sua vida, as “células” da tela Etérica, filamentos de pura energia, se regeneram e voltam a formar o tecido protetor dos chacras. Ocorre a restauração.

Mas, repetimos, quando da parte do interessado há total vontade de reformular o cenário de sua vida. Sem promover a alteração dos quadros mentais que levaram ao grave desastre não há solução possível, por mais energia se aplique aos chacras.

– – – / / / – – –

sintomas de bloqueios de chakras cópiaFalemos um pouco sobre as larvas astrais. `As vezes acontece de uma pessoa passar dias em estado de depressão sem que, em sua vida, diretamente, tenha acontecido algo que justifique aquele estado emocional.

Em outras palavras, a pessoa começou a se sentir deprimida sem nenhum motivo aparente.

Uma dentre as muitas causas que levam a esse estado é a contaminação produzida por “bactérias”, miasmas ou larvas, existentes no plano Astral. Esses corpúsculos atraídos pelos sentimentos negativos da pessoa aderem aos seus chacras, tentando penetrar no sistema orgânico. De regra não conseguem porque a tela Etérica impede. Entretanto, não desistem e continuam forçando. Esse esforço das larvas somado à atração provocada pelos sentimentos negativos acaba facilitando rupturas-na tela. (Veja figura na folha 2) Pelas rupturas, ou buracos, penetram as larvas, como também excessos de energias contaminadas. Uma vez instaladas no interior etérico do indivíduo sugam a vitalidade deste e as energias viciosas alteram a função psíquica daquele chacra. Este, alterado, alteram-se as funções das glândulas endócrinas, como veremos a partir da próxima apostila. Nessa corrente de interferências que se transpõe de uma dimensão à outra acaba por deixar a pessoa fisicamente enfraquecida e psicologicamente sem estímulos para viver. Torna-se o que se chama de deprimido, a caminho de desarranjos orgânicos e emocionais.

Quando essa situação é identificada logo no início, um tratamento simples, com base na alteração de cunho mental e a limpeza dos chacras, é suficiente para devolver o bem estar e o funcionamento orgânico normal.

– – – / / / – – –

O que descrevemos acima é uma situação na qual tantas pessoas se encontram mergulhadas sem que, ao menos, desconfiem de que seus males se situam em suas contra-partes etéricas. Isso nos faz lembrar de uma frase de Shakespeare, que disse: existem mais mistérios entre a Terra e o Céu do que possa sonhar nossa vã filosofia.

Foi para dissipar de vez todos esses mistérios que a voz dos “Mortos” se fez ouvir entre os homens, através da mediunidade bem conduzida e balizada pelos parâmetros das Leis Cósmicas. Essas vozes vieram nos contar das formas habitacionais e vivenciais que existem além do que chamamos vida.

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Novos estudos mostram como se processa o desenvolvimento dos Chakras…

O desenvolvimento das capacidades e dos conceitos relacionados com cada chakra ocorre progressivamente ao longo da vida. Embora cada chakra receba e organize informação continuamente, há estágios de desenvolvimento em que concentramos nossa atenção principalmente para aprender certas tarefas. Esses estágios não são exatos e irão sobrepor-se e variar de indivíduo para indivíduo. Entretanto, ao avaliar seus próprios chakras, é útil considerar como esses estágios foram conservados em sua vida, que dificuldades ou traumas possam ter ocorrido, e como podem ter afetado os chakras que estavam se desenvolvendo na época.

Chakra Um: Segundo trimestre a nove meses…

O primeiro chakra se relaciona com o desenvolvimento pré-natal e com os primeiros meses de vida, quando a quase totalidade da consciência da criança se concentra na sobrevivência e no conforto físico. É nessa etapa da vida que o crescimento do corpo é mais rápido. O aspecto mais importante desse desenvolvimento é que a criança aprende a se sentir segura, a ter confiança no mundo e a ter suas necessidades de sobrevivência adequadamente satisfeitas.

Chakra Dois: Seis a vinte e quatro meses…

O estágio seguinte começa no nascimento, mas tem seu ponto alto entre o primeiro e o segundo ano de vida. Este é o estágio de percepção do “outro”, da sensação e das emoções. E também o período em que a criança começa a se locomover e a explorar o mundo através dos sentidos. Além da sobrevivência, a criança precisa se sentir amada, sentir prazer em estar viva, e dispor de uma variedade agradável e estimulante de sensações para explorar, como cores e sons, texturas e sabores, e um toque não invasivo, e sim substancioso por parte dos pais e babás.

Chakra Três: Dezoito meses a três anos…

O chakra três entra em ação com o período de busca da autonomia e do desenvolvimento da vontade. A criança é naturalmente egocêntrica, e quer firmar um sentido de pessoalidade, de poder e de capacidade de moldar a si mesma. As mães em geral chamam este período de “época terrível dos dois anos” ou o estágio do “não”. O ponto importante aqui é deixar que a criança sinta sua própria autonomia e experimente seu próprio poder, e também tenha um sentido saudável dos limites baseado no respeito e não na imposição por parte dos pais.

Chakra Quatro: Três a seis anos…

O chakra quatro se desenvolve quando a criança começa a descobrir seu relacionamento na família e no mundo à sua volta. Ela começa a imitar, a responder à dinâmica da família e a desenvolver sua própria maneira de ser nas relações com as pessoas. As amizades e o jogo com as outras crianças assumem a maior importância e os colegas começam a exercer uma influência sutil na formação da personalidade.

Os pais precisam dar um apoio amoroso no seio familiar que possibilite à criança expandir gradualmente sua rede de relacionamentos para se sentir amada e conectada com um mundo mais amplo. Uma dinâmica familiar disfuncional exerce um impacto particularmente grande nessa idade. As crianças precisam ter modelos de papéis saudáveis para a expressão de afeto e de amor.

Chakra Cinco: Seis a dez anos…

A identidade social que se desenvolve nos anos precedentes se desenvolve neste período por meio da expressão criativa. Por meio da comunicação, a criança começa a testar sua compreensão do mundo. É importante apoiar a criatividade sem julgamentos, ouvir com atenção e comunicar com honestidade.

Chakra Seis: Sete a doze anos…

Aprendendo por meio da comunicação e da investigação, a criança começa a formar seu quadro interno do mundo e do seu lugar dentro dele. Ela entra em contato com o chakra seis, o reino da imaginação, e começa a reconhecer padrões, a desenvolver a sensibilidade psíquica e a perceber o que encontra com uma mente aberta. Nesse estágio, é importante que os pais forneçam informações e proporcionem experiências sem invalidar as percepções da criança. Jogos que requerem imaginação criativa (por exemplo, pedindo à criança que projete imagens em cenários diferentes através de perguntas como “E que tal se…?”) ajudam a desenvolver essa habilidade.

Chakra Sete: Doze anos em diante…

No chakra sete nós nos envolvemos na busca do conhecimento — o aprendizado, o treinamento, o pensamento e a reunião de informação. Temos então um conjunto completo de ferramentas para processar toda a experiência passada e futura. Este pode ser também um período de busca espiritual, embora essa questão varie de pessoa para pessoa. O melhor suporte para este processo é um ambiente intelectual estimulante em casa, incentivo a questionar sistemas de crenças, ensinar a criança a pensar por si mesma, e condições de um bom ambiente educacional.

A lesão que ocorre durante qualquer um desses estágios cruciais pode afetar o chakra que está se desenvolvendo no momento. A medida que você examina os problemas e os desequilíbrios em seu próprio sistema de chakras, uma intuição a mais advirá da reflexão sobre suas experiências durante esses estágios de formação. Como pai ou mãe, é importante estar consciente de suas dificuldades com chakras específicos, para não passar seus próprios conflitos não-resolvidos aos filhos.

Exercício de Ativação e Alinhamento dos Chakras

 

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