Ondas eletromagnéticas & saúde…

PoluicaoEletricaCampos electromagnéticos e seus riscos – entrevista com o Dr. Olle Johansson

Veja com atenção a entrevista com Olle Johansson, Doutor em Medicina e Neurocientista no Instituto Karolinska de Estocolmo. Esta é uma das maiores autoridades em campos electromagnéticos e respectivos efeitos na saúde humana, com mais de 30 anos de investigação nesta área.

Nesta entrevista, de forma direta, simples e sem rodeios transmite-nos uma mensagem nítida e clara: AS INVESTIGAÇÕES DEMONSTRAM SEM QUAISQUER DÚVIDAS QUE A POPULAÇÃO ESTÁ EM RISCO, EM CONSEQUÊNCIA DA ELEVADA CONTAMINAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA a que estamos sujeitos diariamente… ainda que como ser humano espera e deseja estar equivocado.

Sabe quais os níveis de exposição a campos electromagnéticos em sua casa e o respectivo perigo que aí têm?

Entrevista com Dr.Olle Johansson

Entrevista Debra Davis…

IMAGEN-14053145-2É BOM QUE A COMUNIDADE CIENTIFICA COMPROVE AS EVIDÊNCIAS…

DEBRA DAVIS é doutora em ciências pela Universidade de Chicago, com pós-doutoramento em epidemiologia pela “Universidade Jonhs Hopkins”, e uma das investigadoras cientificas que mais investiga a exposição a radiação por telemóveis e o respectivo efeito na saúde humana.
Actualmente é professora no ”Instituto do Cancro da Universidade de Pittsburg”
No seu recente livro “DESLIGAR”, reconhecido pela revista “Time” como uma das sua melhores publicações, oferece evidências científicas sobre os efeitos da radiação dos telemóveis sobre as células cerebrais.

SAIBA MAIS:
http://www.eltiempo.com/estilo-de-vida/salud/entrevista-con-la-epidemiologa-devra-davis/14053977?f=7980

Perigo à Saúde Viver debaixo de Radiação!!!…

freq ondas

Radiações Artificiais…

São as radiações provocadas pelas novas tecnologias, gerando contaminação elétrica e eletromagnética, sendo originadas por fontes interiores e exteriores.

As fontes, mais frequentes, de radiações artificiais existentes no interior de um dado espaço são:

  • Redes de wi-fi próprias;

  • Telefones sem fios disponíveis no interior de um espaço;

  • Instalações elétricas na proximidade de zonas de descanso;

  • Instalações elétricas em zonas de trabalho e de lazer;

  • Equipamentos conectados a essas instalações elétricas;

  • Monitores de informação à distância (via wi-fi);

  • Aparelhos de microondas nas cozinhas;

  • Entre outros.

As fontes, mais frequentes, de radiações artificiais vindas do exterior são:

  • Antenas de telecomunicações;

  • Antenas de comunicações de serviço ou de emergência;

  • Antenas de rádio e de televisão;

  • Antenas de Telemóvel;

  • Postes de alta tensão;

  • Radares;

  • Radiações das Redes de wi-fi dos vizinhos;

  • Radiações de Telefones sem fios dos vizinhos;

  • Entre outros.

ESPECIALISTA DA AVISA DIZ QUE AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS PODEM ORIGINAR MUTAÇÕES FUTURAS…

“Um especialista em doenças profissionais, advogado e autor do livro “Invisível, uma novela sobre eletrohipersensibilidade”, Jaume Cortés, alertou para o facto de as ondas eletromagnéticas poderem criar mutações nas gerações futuras.

Jaume Cortés assegurou numa entrevista ao jornal Efe “que os estudos científicos sobre eletrohipersensibilidade e doenças relativas a outras sensibilidades químicas permitiram concluir de que “existem campos eletromagnéticos que modificam o ADN das pessoas, o que pode criar mutações nas futuras gerações”.Cortés avisou de que os possíveis riscos das tecnologias sem fios e dos campos eletromagnéticos podem produzir a aparição de tumores cerebrais, sequelas na memória e na aprendizagem, modificações do comportamento, alterações do sono ou doenças como o cancro e o Alzheimer, ainda que também possam ocorrer efeitos no esperma e em abortos involuntários.

O especialista explicou que ninguém está alheio as radiações eletromagnéticas, uma vez que todo o mundo está exposto a elas; porém clarificou que a hipersensibilidade às radiações surge sobretudo em fases ou momentos biológicos de baixas defesas ou de maior debilidade física, relativamente ás que o corpo se defende com dores de cabeça, suores, desmaios, etc.cem-campos-eletromagnéticos-influências-cérebro-prejudiciais-perigos-danos.jpeg

Relativamente ao aspeto legal, afirmou que a maioria dos juízes e dos médicos não reconhece a doença porque “nem sequer o catálogo da OMS a reconhece como uma das doenças que podem ser objeto de baixa laboral”.

O especialista manifestou que parte da dificuldade do diagnóstico da eletrohipersensibilidade provém da sua invisibilidade aos olhos humanos e porque é “impossível saber o número de afetados em Espanha porque nem eles mesmos o sabem muitas vezes”, ainda que tal número possa rondar os milhares de casos.

Neste sentido, lamentou que os limites legais sejam mais permissivos que os valores considerados saudáveis por cientistas que estudam a patologia.

O advogado, perito em questões ambientais, mostrou-se indignado com a “falta de contundência das instituições que permitem a instalação de antenas próximas a habitações ou escolas, as quais emitem ondas muito superiores às permitidas e provocam um efeito similar ao de um microondas em cima das cidades”.

Cortés reconheceu que será difícil a convivência entre os remédios para a eletrohipersensibilidade e um mundo cada vez mais tecnológico; porém pediu que os “telefones inteligentes” ou os receptores de wifi tenham indicados os riscos que acarretam o seu uso, para “que as pessoas estejam conscientes do que se estão a expor”.

O autor da novela sobre a eletrohipersensibilidade, editado pelo coletivo de advogados “Ronda” mostrou-se pessimista relativamente à evolução da patologia porque as radiações a que está exposto o planeta Terra são exponenciais e em sua consequência também será exponencial o número de pessoas que acabarão por ser afetadas.”

FONTE: Jornal EFE (Noticia da jornalista Miriam Barchilón)

Novo estudo relaciona radiação de antenas de telemóvel ao aumento da diabetes…

file-26-mobile-tower.jpgUm renomado professor da “Universidade King Saud” (KSU) alertou para o perigo da radiação das antenas de telemóvel, afirmando que as emissões de radiação das antenas pode causar muitos riscos para a saúde.

Num novo estudo o professor, da Faculdade de Medicina da KSU, Sultan Ayoub Meo prova pela primeira vez que a radiação das torres causa Diabetes mellitus .

O estudo deste investigador foi publicado no “International Journal of Environmental Research and Public Health”, uma respeitável revista científica Suíça; neste estudo afirma que “este é o primeiro estudo adicionado à literatura científica mundial sobre a radiação e a sua ligação com a diabetes mellitus tipo 2”.

O estudo baseia-se nos efeitos da radiação eletromagnética RF-EMFR) originada pelas estações base de telefonia móvel (MPBST) na hemoglobina.

Este novo estudo levantou um ponto de interrogação sobre a segurança das torres de telefonia móvel na Arábia Saudita e nos países do Médio Oriente.

É interessante notar que a utilização de telemóveis tem aumentando significativamente em ambos os sexos e durante as duas últimas décadas. Sultan Ayoub Meo refere que existem “ cerca de 7,3 bilhões de assinaturas móveis em todo o mundo, número esse que é superior à população mundial”.

Explicando as principais conclusões do seu estudo Sultan Ayoub Meo disse numa entrevista exclusiva ao “Arab News” que “a radiação gerada pelos telemóveis e pelas estações base se telefonia móvel varia entre 400 MHz e 3GHz”.

As empresas de telefonia móvel, disse Sultan Ayoub Meo, instalam antenas em áreas residenciais e comerciais, incluindo as proximidades de edifícios escolares, o que despertou a preocupação pública generalizada sobre os perigos da radiação RF-EMF.

Também referiu que a radiação que emana das antenas de telemóvel causa muitos problemas de saúde tais como dores de cabeça, depressão, hipertensão arterial e distúrbios do sono além de danificar os sistemas nervoso, cardiovascular assim como os sistemas reprodutores.

O professor disse também que cerca de 382 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de Diabetes mellitus, devendo este número aumentar para 592 milhões até 2035 de acordo com os dados compartilhados pela “International Diabetic Federation”. “Só em 2014, um total de 4,9 milhões de pessoas em todo o mundo morreram devido a complicações da diabetes mellitus” disse Sultan, acrescentando que esta doença mortal tirou a vida de um individuo a cada sete segundos.

Neste novo estudo, que pela primeira vez descobriu a ligação entre a radiação das antenas de telemóvel e a diabetes, Sultan e a sua equipa selecionaram duas escolas diferentes na região de Riad. A sua equipa selecionou 159 estudantes aparentemente saudáveis (96 de uma escola e 63 de outra escola) da mesma idade, sexo, nacionalidade, status social, econômico e cultural. As amostras de sangue recolhidas de todos os alunos permitiram analisar a HbA1c (Hemoglobina glicosilada), concluindo-se que os estudantes que foram expostos a alta radiação (RF-EMF) originada pelas estações base de telefonia móvel (MPBST) tiveram HbA1c significativamente maior do que os alunos que foram expostos a baixos índices de radiação (RF-EMF).

FONTE: Adaptado do “Arab News”

O uso do smartphone no bolso das calças ou no quarto durante a noite e a relação com a qualidade do esperma/infertilidade – NOVAS EVIDÊNCIAS…

Captura de ecrã 2016-03-5, às 18.07.28.png

ESTUDO REVELA QUE NÍVEIS DE ESPERMA DE HOMENS, QUE TÊM OS SEUS TELEMÓVEIS NOS BOLSOS DAS CALÇAS, DURANTE O DIA, SÃO SERIAMENTE AFETADOS

Os telemóveis e a sua relação com a fertilidade masculina é um tema que tem sido amplamente explorado nas últimas décadas. Ainda que existam vários estudos que demonstrem que ter um smartphone/telemóvel na proximidade dos genitais afete a qualidade do esperma, ainda nenhum organismo oficial obrigou a que os fabricantes advirtam os seus utilizadores relativamente a este risco.

O último estudo científico que analisa este problema foi desenvolvido por uma equipa de investigadores altamente respeitados da “Technion University de Haifa”, onde analisaram durante 12 meses os hábitos relativos à utilização de telemóveis em 100 homens; para tal iam a uma clinica de fertilidade para conhecer a qualidade do seu esperma.De todos os indivíduos analisados, no estudo, 47% utilizava o seu telemóvel no bolso das calças todos os dias. Este grupo era o que apresentava menor quantidade de espermatozoides relativamente aos que guardavam o seu telemóvel noutra parte do corpo/vestuário. Os autores do estudo asseguram que os problemas de fertilidade encontrados nesses 47% só estão presentes em 11% da totalidade da população masculina, o que os leva a inferir que a causa direta deste problema é o uso do telemóvel.

Consideramos que os telemóveis elevam a temperatura da zona com a atividade eletromagnética e este facto faz com que os espermatozoides não sobrevivam”, explica a professora Martha Dirnfield, uma das investigadoras nas conclusões do estudo.

Esta investigadora afirma que este estudo é um alerta para todos os homens mudarem os seus hábitos para melhorarem as suas hipóteses de terem filhos.

Diga-se que a qualidade do esperma, nos países ocidentais, está a diminuir sendo essencial em 40% dos casos dos casais que têm dificuldade em conceber uma criança.

Porém o problema, da fertilidade masculina, não está circunscrito à utilização do telemóvel no bolso das calças… Os cientistas israelitas descobriram também que os homens que falam ao telemóvel na cama enquanto este carrega ou que simplesmente dormem perto dele enquanto este continua ligado também apresentam pior qualidade no seu esperma do que os que descansam com o telemóvel/smartphone à distância.

Em declarações ao “The Telegraph” o investigador em reprodução Gedis Grudzinkas recomenda aos homens que “deixem de ser viciados nos telemóveis e pensem no seu bem-estar. É necessário levar o telemóvel no pijama ou dormir com ele aceso ao lado da cama?” O mesmo especialista assinala que as mulheres não se vêm afetadas por esta situação porque não transportam o telemóvel junto ao corpo, mas sim na sua bolsa/mala.

Para Gedis Grudzinkas o mais recomendável é deixar o telemóvel em cima de uma mesa se não o estamos a usar ou guardá-lo no bolso do casaco; assim não existe contacto direto com a zona pélvica e não provoca danos que possam afetar seriamente a reprodução.

Os resultados deste estudo foram publicados na revista “Reproductive BioMedicine

É ESSENCIAL TOMAR MEDIDAS PARA APOIAR OS HOMENS A PROTEGER OS SEUS FUTUROS DESCENDENTES, FORNECENDO MAIS INFORMAÇÕES SOBRE OS INIMIGOS DO ESPERMA E INCENTIVANDO UM ESTILO DE VIDA MAIS SAUDÁVEL.

FONTE: https://es.noticias.yahoo.com/los-m%C3%B3viles-queman-los-espermatozoides-seg%C3%BAn092158666.html

Radiação de Microondas de Telemóvel expõe o cérebro e os órgãos reprodutivos…

Excerto de uma palestra, na Universidade de Melbourne em 2015, da Drª Devra Davis, Doutora em Sociologia e Saúde Pública, e fundadora da ONG “Environmental Health Trust” alertando para os perigos da exposição às radiações emitidas pelos telemóveis.

A radiação das tecnologias sem-fios é um carcinogêneo…

imagem-3

A associação NACST – Associação para a segurança das tecnologias utilizadas pelas crianças – pôs em marcha uma campanha para conseguir apoios para tornar visível o impacto na saúde das tecnologias sem fios nas crianças e a necessidade de apostar e promover tecnologias mais saudáveis nas escolas.

Debaixo do lema “Turn It Off 4 Kids” esta associação lança uma campanha para recolha de assinaturas de apoio, enviando a carta que se encontra no seguinte link: www.nacst.ohttps://www.youtube.com/watch?v=k0BWlvnBmIErg/turn-it-off-4-kids-letter.html

Esta associação está a chegar a várias organizações cuja missão se centra na saúde infantil e no bem-estar, pedindo que a saúde das crianças e a sua exposição continuada à radiação sem fios nos centros educativos seja uma prioridade para este ano de 2015.

As redes de tecnologia sem fios nas escolas e outros centros educativos constituem uma ameaça grave para a saúde das crianças. As sala de aula estão equipadas com routers, computadores portáteis, wi-fi, e tudo isto cria um ambiente com uma exposição a radiações significativo.

Já é conhecido que as crianças são mais vulneráveis às radiações que os adultos, já que o seu organismo está em desenvolvimento e os impactos da exposição crónica à radiação são mais profundas.

Os estudos científicos têm demonstrado como as crianças absorvem até dez vezes mais radiação que os adultos. Além disso, não existem organizações médicas que indicam que a radiação sem fios seja segura e seguramente será este o motivo pelo qual não se tenham estabelecido limites adequados aos sistemas biológicos das crianças.

A iniciativa “Turn it Off 4 Kis” pede às organizações que trabalham para a prevenção do cancro e da saúde infantil que se juntem para velar pela saúde das crianças perante a exposição habitual às radiações sem fios.

Assim, a NACST pede:

  1. Exigir que todas as novas tecnologias nas escolas sejam por cabo;
  2. Substituir os sistemas de tecnologia sem fios existentes pelos sistemas por cabo.
  3. Incentivar a aplicação de esforços de prevenção primária como a educação do público acerca de medidas simples para reduzir a exposição sobretudo no que respeita às crianças e mulheres grávidas.
  4. Educar os membros e o público da sua organização sobre este tema via correio electrónico, páginas web de informação, materiais atualizados e todos os demais meios possíveis.

A NASCT expressa o agradecimento aos cientistas, médicos e defensores da segurança inalambrica que tenham apoiado esta iniciativa.

Estes são alguns depoimentos de cientistas que apoiem esta iniciativa:

Para não atuar hoje se consideraria ética e moralmente corrupto no futuro e isto é particularmente importante quando se trata do meio ambiente dos nossos filhos” – Olle Johansson, PhD

Esta é uma iniciativa muito importante. A tecnologia sem fios implementa-se em todo o mundo, apesar do facto de que a exposição às radiofrequências (RF-EMF) tenha sido classificada pela IARC na OMS como possível cancerígeno humano, Grupo 2B em Maio de 2011. Também outros efeitos de saúde agudos a longo prazo são de preocupação e por isto a tecnologia sem fios deve ser substituída por sistemas por cabo” – Lennnart Hardell, MD, PhD

Na situação atual de incerteza científica, é prudente limitar as exposições à radiação emitida pelos dispositivos de comuniação sem fios. Especialmente as exposições das crianças devem ser limitadas devido à larga duração da sua exposição e devido hà falta de conhecimento a respeito de se as radiações afetam o seu desenvolvimento” – Dariusz Leszczynski, PHD, DSc

Simplesmente não há razão para submeter-se as crianças, há força, nas saulas de aula ao Wi-fi, quando as alternativas por cabo são mais seguras e estão mais facilmente disponíveis” – Victoria Dunckley, MD

Fonte: www.nacst.org/nacst-turn-it-off-4-kids.html | Texto adaptado de GEA

Placas de Indução: um perigo para as grávidas e para a saúde humana!!!…

10653305_282814848572433_5640571400725131106_nEstas placas que nos últimos tempos têm sido publicitadas como electrodomésticos inovadores, seguros para a saúde humana e até mesmo ecológicos, afinal não o são, sendo um perigo eminente para a sua saúde, em especial as grávidas, pelos elevados níveis de campos electromagnéticos que emitem.
Leia, com atenção, este ALARMANTE ARTIGO que nos adverte para os perigos inerentes à utilização deste tipo de electrodoméstico.

Esteja alerta…e saiba que pode contar com a “HABITAT SAUDÁVEL” PARA O AJUDAR A MEDIR OS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS DE SUA CASA, propondo-lhe as melhores soluções para minimizar e/ou eliminar este tipo de problemas.

Apenas 30 minutos por dia num telefone aumenta a sua probabilidade de contrair cancro no cérebro em 40%…

EMRadiation Research

Se usar um telemóvel por 10 ou mais anos terá 290% mais probabilidade de obter tumores cerebrais e cancro.

Radiation Research Trust” é uma entidade sem fins lucrativos nascida no Reino Unido que junta especialistas de todo o mundo com o objectivo comum: explicar os perigros relacionados com a radiação electromagnética.
Os membros da “Radiation Research Trust” reclamam a realização de estudos sérios sobre o uso generalizado de equipamentos como o telemóvel para que se possam começar a tomar medidas de precaução e campanhas para angariar fundos para investigação para que se possa demonstrar a ligação entre tecnologia e doenças como o cancro ou doenças como a eletro
sensibilidade. Os especialistas que fazem parte desta rede de ativistas têm publicado várias investigações onde mostram uma conexão muito forte entre o uso do telemóvel e a esterilidade nos homens, assegurando que o uso do telemóvel faz crescer o risco de desenvolvimento de tumores cerebrais e doenças neurodegenerativas.
Esta entidade já nasceu em 2003, recebendo o apoio de deputados e eurodeputados de todos os partidos políticos do Reino Unido. Desde então foi sendo criada uma rede internacional de ativistas, médicos, cientistas, políticos, jornalistas que trabalham para aconselhar e informar os parlamentares que estão interessados no desenvolvimento de regulamentações sobre o uso da tecnologia sem fio.

Segundo a “Radiation Research Trust” OS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS SÃO UM PROBLEMA MUNDIAL.

Doenças causadas por exposição a electromagnetismo…

A todo o tipo de pessoas que estejam frequentemente doentes ou que ao longo da vida (sobretudo nos últimos anos) apresentem problemas de saúde, sejam eles de ordem física, mental ou emocional. Tenha especial atenção se tem algum destes sintomas e/ou doenças:

  • Fadiga crônica;

  • Insônias;

  • Esgotamento (levantar-se mais cansado do que antes de ir dormir);

  • Irritabilidade;

  • Depressão;

  • Stress;

  • Perda de desejo sexual;

  • Abortos;

  • Fibromialgia;

  • Lipoatrofia semicircular;

  • Dores musculares e articulares;

  • SQM (Sensibilidade Química Múltipla);

  • Doenças Neuro degenerativas;

  • Cancro, etc…

Eletrosensibilidade, uma nova realidade…

ng4685203

Evidências das consequências da sobre(exposição) a campos eletromagnéticos nas sociedades contemporâneas. Não obstante o ainda desconhecimento desta realidade, em muitas países, esta patologia já começa a ser reconhecida e as pessoas afetadas pela mesma a serem ressarcidas, em parte, das suas consequências como prova esta noticia publicada no DN.

ALERGIA AO WI-FI, PROBLEMAS DE VISÃO, TROMBOSES: AS NOVAS DOENÇAS TECNOLÓGICAS

A hipersensibilidade eletromagnética, ou alergia à wireless, levou a que uma francesa se isolasse numa região sem eletricidade. O tribunal atribuiu-lhe um subsídio de 800 euros por mês.

O que faria se de repente começasse a ter alergia ao wi-fi? Ou ao telemóvel, ao tablet e ao contador inteligente? Talvez o mesmo que Marine Richard, uma francesa de 39 anos que na semana passada ganhou um processo em tribunal por ser “alérgica” à radiação eletromagnética de vários gadgets. O juiz concluiu que ela tem direito a um subsídio de 800 euros por mês durante os próximos três anos devido a esta condição, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) não seja clara quanto à mesma.
O que aconteceu a Richard foi uma sucessão de sintomas associados à condição de hipersensibilidade eletromagnética ou eletrosensibilidade: dores de cabeça severas, fatiga, náuseas e palpitações constantes. A francesa acabou por se mudar para um celeiro remodelado numa região montanhosa do Sudoeste de França, onde não tem sequer eletricidade e vai buscar água ao poço. Há cada vez mais casos identificados, com longas listas de sintomas, e estas pessoas são obrigadas a retirar-se da sociedade – onde a radiação é constante.

O curioso deste caso é que o tribunal de Toulouse, que concedeu o direito ao subsídio, não reconheceu formalmente a hipersensibilidade eletromagnética (EHS, na sigla inglesa) como uma doença, o que torna o caso de Marine Richard inédito. “Tal como outras condições provocadas pelo ambiente, esta decisão abre um precedente para que estas pessoas não sejam excluídas do resto da sociedade sem meios para manter alguma dignidade”, diz ao DN Michael Bevington, trustee da organização sem fins lucrativos ElectroSensitivity UK (ES-UK). “Já houve casos no Reino Unido em que as pessoas receberam compensação depois de perderem o emprego devido às lesões da radiação do wi-fi, mas esses subsídios foram atribuídos usando nomes alternativos para a doença ou mantendo-a em segredo.” Richard poderá agora mudar isso.

A OMS classifica esta condição como uma intolerância ambiental idiopática (isto é, da qual se desconhece a causa) que está ligada à sensibilidade ao barulho, luz e alergéneos (como químicos). Foi inicialmente identificada entre trabalha- dores de radares e componentes elétricos na década de 1930, mas só a partir dos anos oitenta – com computadores, telemóveis e wi-fi desde 2000 – começou a espalhar-se. Organizações como a ES-UK pressionam os governos para imporem limites; o Conselho Europeu pediu aos governos que estabeleçam zonas “brancas”, livres de radiação criada pelo homem, e apelou mesmo à proibição de wi-fi e telemóveis nas escolas. É que a OMS, apesar de não reconhecer os campos eletromagnéticos como causadores da doença, classificou a radiação eletromagnética em baixa frequência e em frequência de rádio um agente potencialmente cancerígeno.

O problema é que a massificação destas tecnologias é recente, e a OMS diz que são precisos mais estudos científicos para chegar a uma conclusão. Mas as vítimas podem começar a ser cada vez mais novas. No final de agosto, os pais de um estudante de 12 anos processaram uma escola em Boston por causa do wireless. O rapaz começou a sofrer efeitos adversos depois de a tecnologia de acesso à internet ter sido instalada na escola de Fay, em Southboro, mas a direção não acedeu aos pedidos dos pais e o caso está agora em tribunal.

“Recentes desenvolvimentos na compreensão da EHS incluem sugestões de ligações genéticas”, indica Michael Bevington, referindo-se a um protocolo de diagnóstico apresentado em Bruxelas, em maio – e que sugere que 40% dos adultos nos Estados Unidos que sofrem inflamações crónicas também são sensíveis à exposição eletromagnética. “Um especialista em saúde ambiental chamou a isto “o desastre do século XXI””, sublinha Bevington. Alguns países, como Estados Unidos e Suécia, reconhecem a EHS; outros, como o Reino Unido, negam-na. Na Virgínia, EUA, há uma zona livre de radiação, Green Bank, para onde se mudaram pessoas que sofrem da condição: a BBC chamou-lhes os “refugiados do wi-fi”. Várias empresas vendem aparelhos para minimizar o impacto da radiação, desde sacos-cama, monitores e filtros de eletricidade a camas de dossel protetoras.

Além da hipersensibilidade eletromagnética, surgiram nos últimos anos outros problemas relacionados com o uso de tecnologia. Aquilo a que já se chama “o pescoço dos sms”, em que a pessoa força constantemente o pescoço para baixo quando mexe no telefone, está a crescer em escala e a causar uma autêntica epidemia. Foi o que lhe chamou o diretor de cirurgia da coluna do New York Spine Surgery and Rehabilitation Medicine, Kenneth Hansraj, num artigo do The Washington Post no final de 2014. Essa posição forçada equivale a uma sobrecarga de cerca de 30 quilos no pescoço, o que pode danificar seriamente a coluna. Distúrbios no sono são outros efeitos frequentes: a luz artificial da televisão, dos computadores e dos smartphones afeta a produção de melatonina e perturba os ciclos circadianos.”

Casos de câncer aumentam para quem vive perto de antenas….

A engenheira Adilza Dode realizou um estudo em Belo Horizonte, Minas Gerais, na qual constatou que pessoas moradoras ou que trabalham próximo a antenas de telefonia têm mais chance de desenvolverem câncer. “E quanto mais perto pior.” O problema só diminui a partir de 500 metros. “E no caso de sobreposição, o risco é ainda maior”, explica, no caso da pessoa estar exposta a mais de uma antena. Sua pesquisa comprova que nos locais onde há mais estações de rádio base, é maior o número de pessoas que morreram de câncer.

Ela criticou a legislação brasileira por defender o mercado da telefonia e não a saúde das pessoas. Adilza chamou a atenção para o fato da Suprema Corte italiana ter dado ganho de causa a um trabalhador que alegou ter desenvolvido um tumor em função do uso do celular por cerca de 5 a 6 horas por dia, durante 12 anos. “Foi o primeiro caso no mundo”, destacou.

A engenheira listou medidas para evitar os riscos causados pelo uso de celulares:

– Usar só em casos extremos;

– Dar preferência ao uso de mensagens de texto;

– Coibir o uso para crianças e adolescentes (como o cérebro está em desenvolvimento, a penetração da radiação é maior);

– Manter o aparelho afastado do corpo;

– Atender o telefone longe de grupos e pessoas;

– Não utilizar em hospitais (onde as pessoas já estão com a saúde debilitada);

– Não usar perto de doentes;

– Grávidas devem evitar o uso, principalmente próximo à barriga;

– Não usar em veículos fechados (ônibus, trem, etc);

– Desligar à noite e não deixar perto da cama;

– Manter o aparelho afastado de próteses metálicas

Leia fonte: https://poavive.wordpress.com/2012/11/13/seminario-os-riscos-da-radiacao-eletromagnetica-para-a-saude-humana/

Riscos Reais… ANTENAS HUMANAS – OS RISCOS DAS RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS…

Divulgação

Qual o risco de viver em meio ao bombardeio eletromagnético produzido pelos onipresentes celulares, notebooks, tablets, televisões, rádios e um sem número de outras engenhocas que hoje fazem parte do nosso cotidiano?

As ondas eletromagnéticas chegaram para ficar. Elas alimentam os mais de 3 bilhões de telefones celulares que estão por aí. São a alma da internet banda larga que faz a alegria dos viciados em downloads. De tão atraentes, muitas cidades decidiram universalizar o acesso gratuito e sem fios à web, no esforço de democratizar essa tecnologia. Caso da pequena Piraí, no Vale do Paraíba, ao Sul do estado do Rio de Janeiro, de Hong Kong e Honolulu – esta última, o verdadeiro nirvana dos infomaníacos.

Mas quão arriscado é viver em um mundo onde o bombardeio eletromagnético é constante, o celular é onipresente e pode-se consultar o Google à beira de um rio ou no meio de uma floresta? Cresce o número de pessoas que se sentem acuadas e dizem sofrer as conseqüências de uma atmosfera tão carregada de radiações artificiais.

O diário francês Le Monde trouxe recentemente uma reportagem sobre uma série de casos de “eletrossensibilidade” registrados na Suécia. Em um deles, Ann Rosenqvist Atterbom passou a usar um capacete anti-radiação para evitar enxaquecas, eritemas, náuseas, distúrbios da concentração, vertigens e formigamentos que atribui aos excessos tecnológicos da vida moderna. Sua conterrânea Sylvia Lindholm recebeu 18 mil euros do governo para reformar seu apartamento, instalando cortinas-escudos e filtros sobre os vidros das janelas, para manter os campos eletromagnéticos à distância.

Embora incomum, a eletrossensibilidade não parece ser um fenômeno isolado. A prefeitura de Paris, que lançou uma ampla rede de internet sem fio em meados do ano passado, teve de voltar atrás e desativar o sistema em quatro bibliotecas municipais, após receber uma série de reclamações dos funcionários desses estabelecimentos que passaram a ter constantes dores de cabeça e vertigens.

Veredito nebuloso…

A suspeita de que as ondas eletromagnéticas podem ser nocivas à saúde não é novidade. A Organização Mundial da Saúde lançou em 1996 um programa destinado a investigar tal possibilidade. Entretanto, como é comum na área, as pesquisas parecem apontar em direções diversas e o veredito continua bastante nebuloso.

Um bom exemplo são os resultados díspares obtidos por duas pesquisas que tentaram associar a ocorrência de câncer ao uso de celulares. A primeira, elaborada pela Universidade de Örebro, na Suécia, apresentou evidências concretas de que celulares e telefones fixos sem fio podem ter um componente cancerígeno. E indicou que seu uso constante e intenso – pelo menos uma hora diária por mais de dez anos – poderia aumentar em até 240% o risco de desenvolvimento de tumores cerebrais no lado da cabeça em que o usuário costuma encostar o aparelho.

A segunda pesquisa, realizada pelas universidades britânicas de Leeds, Nottingham e Manchester e o Institute of Cancer Research, chegou à conclusão oposta: não encontrou relação de causalidade entre o uso de celulares e a ocorrência de gliomas – o tipo mais comum de câncer de cérebro.
A Food and Drug Administration (FDA), agência federal americana que regulamenta, entre outras coisas, a utilização de aparatos que emitem algum tipo de radiação, chegou a questionar os resultados obtidos pelos pesquisadores suecos. Para a entidade, as conclusões são de “difícil interpretação” e contradizem uma série de estudos produzidos anteriormente. A OMS também não vê evidências de riscos relevantes, até porque os níveis típicos de exposição seriam muito inferiores aos aconselhados.

Outras organizações preferem recomendar prudência. A Universidade de Lakehead, em Ontário, no Canadá, baniu o wi-fi por decisão de seu reitor, Fred Gilbert, que invocou o princípio da precaução. Na mesma linha, a Agência Ambiental Européia pediu há poucos anos que os governos da região reduzissem a exposição a campos eletromagnéticos, argumentando que os limites aprovados hoje são excessivamente generosos.

Jacqueline McGlade, diretora-executiva da agência, declarou que “pesquisas recentes sugerem que seria prudente que as autoridades sanitárias recomendassem ações que reduzissem a exposição, especialmente de grupos vulneráveis, como as crianças”.

Ela lembrou os casos do amianto, do chumbo na gasolina e do tabaco – substâncias de uso difundido que só com o passar do tempo tiveram seus riscos comprovados.

No futuro, os campos eletromagnéticos poderiam integrar essa lista. Pobres de nós, que amamos nossos celulares e notebooks.

Poluição Eletromagnética e a Saúde

Poluição por radiação eletromagnética.

Poluição eletromagnética, um perigo invisível!

Lair ribeiro poluição eletromagnética

Se Protejam evitando tantas exposições e usando dispositivos prânicos(Organites).

O QUE É ORGONITE?

Orgonio Orgonite Orgonita Brasil Bioenergia

TRANSMUTAÇÃO E HARMONIZAÇÃO DE BIOENERGIA

Orgonite é um transformador e gerador de bioenergia (chi, prana, energia vital, orgone, etc) capaz de transformar a energia DOR em POR. É composto por cristais geradores, metais e um componente orgânico (resina). Opcionalmente, são utilizadas pedras preciosas e semi-preciosas. Algumas outras substâncias podem ser adicionadas a mistura para torná-la mais potente ou mais especializada para diferentes aplicações. A nossa linha “Plus” é produzida com uma receita especial incluindo pó de cobre, pó de quartzo e outros elementos que combinados juntos resultem no material com máximo de potência orgânica conhecido na tecnologia de orgonites hoje.

O QUE FAZ?…

O Orgonite acumula a energia negativa que está ao seu redor e a transforma em energia positiva, beneficiando tudo e todos a sua volta. Ele é geralmente utilizado para harmonizar e melhorar a energia dos ambientes, principalmente para proteger contra a poluição eletromagnética (colocando-o em cima de televisões, computadores, ou perto de torres de celular, por exemplo) mas também pode ser utilizado em meditações, para energizar alimentos, plantas e muito mais.

O TERMO ORGONITE…

O termo “orgonite” foi inventado em meados dos anos 90 em homenagem aos trabalhos do cientista Willhem Reich e a orgonomia. Wilhelm Reich foi o primeiro cientista a não só provar a existência do orgone/bioenergia mas também descobriu a capacidade de acumular esta com camadas alternantes de material orgânico e metálico. Os acumuladores de orgônio (energia vital) que Reich construía potencializavam a energia local, fosse ela boa (chamada POR) ou ruim (chamada DOR), enquanto que os geradores de orgônio em forma de orgonites transformam toda energia em positiva. Se ela vem positiva é mantida e se ela vem negativa é transformada em positiva.

A COMPOSIÇÃO…

Os orgonites modernos são produzidos de uma substância matriz composta de 3 componentes básicos: um orgânico (que atrai a energia), um metálico (que reflete) e no mínimo um cristal (que modula). O elemento orgânico geralmente usado é a resina, mas podem ser diversos outros materias como o caramelo de açúcares, o mel, ceras naturais, lãs naturais, entre outros (porém a maioria destes materiais geralmente perdem o efeito depois de um uso prolongado, enquanto a resina provou a ser o melhor componente por conservar a potência mesmo depois de muitos anos de uso). Os metais podem ser variados, costuma-se usar limalhas (partículas de metal), pó, fios, pregos, moedas. Enquanto Wilhelm Reich não usava alumínio, muitos outros pesquisadores já testaram este metal e relataram resultados positivos. Os quartzos usados geram o efeito “piezo-elétrico” (também usado ex. em relógios suiços, satélites etc.), função essencial para um orgonite de alta potência.
 

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s