Universo eletromagnético e radioativo…

Ressonância Schumann e o Batimento Cardíaco do Nosso PlanetaO Batimento Cardíaco da Terra…

A ressonância Schumann é um dos vários campos eletromagnéticos naturais que cercam o nosso planeta. O físico atmosférico alemão W. O. Schumann (1888 – 1974) foi o primeiro estudioso a publicar um estudo científico sobre o assunto em meados dos anos 1950 e, por esse motivo, essa ressonância foi nomeada em sua homenagem.

Entretanto, 60 anos antes, o gênio Nicolas Tesla já havia detectado essa ressonância com sucesso enquanto estudava uma gigantesca tempestade de raios e trovões.

O que é?

A Ionosfera é uma das camadas atmosféricas localizada entre sessenta e mil quilômetros acima da Terra. Essa camada possui uma atividade elétrica abundante pois está repleta de radiação ionizada emitida pelo Sol.

Schumann provou que o espaço entre a superfície terrestre e a ionosfera forma uma cavidade ressonante. A energia acumulada nessa cavidade gera longas ondas eletromagnéticas com uma frequência extremamente baixa.

ionosfera

Essa frequência ficou conhecida como ressonância Schumann e varia entre 5 e 50 hertz. Anos mais tarde, o físico Bob Beck afirmou que essa frequência apresenta uma pulsação constante na ordem de 7,83 hertz.

Ondas cerebrais…

Essa ressonância está de alguma forma conectada com a consciência humana, pois nossas ondas cerebrais operam nessa frequência.

Nos primórdios da exploração espacial, a NASA percebeu que os astronautas ficavam desorientados e doentes quando submetidos a ambientes onde a ressonância de Schumann não estava presente. Ficou claro que o corpo humano precisava dela para funcionar perfeitamente.

Hoje em dia, todas as aeronaves espaciais da NASA são equipadas com um aparelho que simula a frequência de 7,83 hz.

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Espiritualismo…

Diversos estudiosos das ciências espirituais acreditam que a ressonância de Schumann estaria aumentando de forma acentuada nos últimos anos e que esse seria o motivo para a sensação de que o tempo está passando mais rápido e pelas drásticas mudanças que o planeta estaria passando.

Outras teorias afirmam que essa frequência é captada pelo cérebro humano através das glândulas pituitária e pineal, conhecidas também como o sexto (Ajna) e o sétimo chakras (Sahasrara).

Apesar dessas teses não encontrarem prestígio no meio acadêmico, elas não podem ser descartadas de forma alguma. Afinal, as “autoridades científicas” adoram recriminar todos os estudos que envolvam temas espirituais.

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Ondas Eletromagnéticas…

As ondas eletromagnéticas são estudadas na física e estão presentes em algumas leis importantes, como a lei do eletromagnetismo. Essas ondas são formadas pela combinação dos campos magnético e elétrico.

As ondas eletromagnéticas se propagam no espaço perpendicularmente e seguem na direção de propagação da energia. Os primeiros estudos sobre esse tipo de onda foram feitos por James Clerk Maxwell, um físico escocês do século XIX.

Maxwell foi o primeiro a provar teoricamente que uma perturbação eletromagnética se propaga no vácuo com uma velocidade igual à da luz.

Leis de Maxwell…
Maxwell estabeleceu leis básicas para o eletromagnetismo com base na Lei de Coulomb, na Lei de Ampère e na Lei de Faraday. Maxwell também trabalhou na teoria de que eletricidade, magnetismo e óptica são manifestações diferentes do mesmo fenômeno físico.

Maxwell foi responsável por descrever as ondas eletromagnéticas que hoje são utilizadas nas ondas de rádio, na radiação infravermelha e nos raios X.

A primeira verificação experimental das ondas eletromagnéticas foi feita por Heinrich Hertz, em 1887. Hertz trabalhou com ondas eletromagnéticas em circuitos oscilantes e em circuitos sintonizados na mesma frequência.

Exemplos…

As ondas de rádio são exemplos de ondas eletromagnéticas. Nas emissoras de rádio essas ondas possuem frequências que variam em cerca de 108 hertz.

As emissoras de TV utilizam o mesmo princípio nas transmissões, mas trabalham com ondas eletromagnéticas em frequências mais altas.

Radiações primárias - Raios CósmicosRadiações primárias – Raios Cósmicos..

Radiações primárias são fótons, nêutrons ou partículas carregadas – ou seja, seriam raios eletricamente neutros como a luz ou seriam comparáveis aos raios alfa e beta do Rádio?

Para responder a essa pergunta aproveita-se o fato de que o planeta (Terra) é comparável a um grande ímã. O efeito do magnetismo terrestre seria o de impedir que as partículas elétricas dotadas de baixas energias chegassem ao Equador, permitindo porém que tais partículas se aproximem mais facilmente dos pólos.

Assim, se os corpúsculos que constituem os Raios Cósmicos fossem dotados de cargas elétricas eles deveriam ser mais abundantes próximos aos pólos do que no Equador.

Entre 1927 e 1932 foram realizados diversos estudos geográficos. Em uma viagem partindo de Chicago, passando por Honolulu para alcançar a Austrália foi verificado que a radiação cósmica era realmente menos intensa próximo ao Equador do que em latitudes mais elevadas quer ao Norte quer ao Sul.

Mas essas experiências não eram suficientes para comprovar se essa redução da intensidade era devida ao magnetismo terrestre ou se era por diferenças em condições atmosféricas.

No mapa verifica-se que ao longo da costa Ocidental da América do Sul, o Equador geográfico passa por Quito. Afim de distinguir o efeito magnético do efeito geográfico foi comparado as radiações cósmicas em Arequipa (Peru) com as observadas na Cidade do México, ambas as cidades estão a 2300m de altitude, uma a 19o N outra a 19o S de latitude.

Do ponto de vista geográfico e atmosférico, os Raios Cósmicos deveriam ser semelhantes nas duas localidades. Do ponto de vista magnético entretanto a Cidade do México está a 29o N enquanto Arequipa esta apenas a 9o S do equador magnético.

Foram feitas medidas em quatro altitudes diferentes próximo a Arequipa, ao nível do mar até o cume “El Misti” a cerca de 6000m de altitude e assim realizadas medidas semelhantes na Cidade do México.

Em cada altitude os Raios Cósmicos perto da Cidade do México eram mais intensos que na mesma altitude próximo à Arequipa. Assim foi constatado que o efeito era de caráter magnético e não geográfico e que os corpúsculos constituintes dos Raios Cósmicos incidentes eram, portanto, dotados de carga elétrica. O sinal das cargas podem ser comprovados pelo Efeito Leste-Oeste, ou seja, aplicando a regra da mão direita, pode se provar que uma partícula positiva dirigindo-se para a Terra dever ser desviada pelo campo magnético de modo a se mover como se proviesse do Ocidente.

Para obter a prova era preciso chegar próximo ao equador onde o efeito magnético terrestre é mais intenso sobre os Raios Cósmicos. Nas primeiras observações em 1933, no México, foram constatados que a maioria dos raios proviam do Ocidente para o Oriente, apontando que a maioria dos Raios Cósmicos possuíam cargas positivas.

As experiências do México haviam entretanto, apenas mostrado que a maioria dos Raios Cósmicos eram positivos. Talvez houvessem alguns elétrons negativos. Para examinar esse ponto o Dr. Thomas Johnson e mais tarde o barão George Korff vieram para a América do Sul para fazer observações no Equador magnético onde o campo magnético terrestre atua mais fortemente sobre a radiação.

Essas observações foram feitas perto de “Cerro de Pasco – Peru”, e foi verificado o predomínio dos raios vindos do Ocidente, que o fez concluir que todos os raios primários são positivos.

No entanto, estão excluídos os pósitrons devido ao elevado poder de penetração que possui os Raios Cósmicos. O elevado poder de penetração é incompatível com a hipótese das partículas “rápidas” com os pósitrons que se desviam com facilidade ao passar próximo aos núcleos, dissipando assim suas energias por produção de raios gama e partículas secundárias. Portanto as partículas primárias devem estar constituídas fundamentalmente de prótons e outros núcleos.

A grande maioria das radiações primárias são prótons o que concorda com o fato de que no Universo o Hidrogênio é o elemento mais abundante. Existem no entanto partículas alfa e menos de 1% de núcleos pesados (identificados pelos seus traços densos). Sabe-se com certeza de que não se tratam de nêutrons nem mésons já que são instáveis e se desintegram durante seu percurso.

Img - A MagnetosferaA Magnetosfera da Terra…

Região cilíndrica que circunda a Terra, no qual o vento solar é acelerado pelo campo magnético terrestre. No início da década de 60 descobriu-se, a partir de medidas realizadas por satélite, que o campo magnético da Terra não se estende indefinidamente, mas é limitado a uma cavidade no interior do sistema solar chamada magnetosfera ou invólucro magnético.

Vento que vira Luz…
Esta cavidade é criada pela interação do plasma em altas temperaturas, oriundas do Sol (o vento solar), com as regiões mais externas e de menor intensidade do campo magnético terrestre. Um dos lados da cavidade aponta na direção do Sol, com sua fronteira conhecida como magnetopausa, situada a cerca de dez raios terrestres.

No lado oposto, a magnetosfera estende-se numa cauda comprida que vai além da órbita da Lua. Outros planetas que têm campos magnéticos, tais como Mercúrio e Júpiter, também têm magnetosfera. Na magnetosfera, as partículas carregadas são aceleradas pela mudança de campos magnéticos e formam os cinturões de radiação de Van Allen e as auroras. A magnetosfera protege a Terra dos raios cósmicos nocivos.

Img - Partícula-fantasma, Partícula mais veloz que a luzPartícula-fantasma, Partícula mais veloz que a luz…

Um grupo de cientistas europeus chamou uma coletiva de imprensa para divulgar um fato que poderia revolucionar a física: eles descobriram, no instituto de pesquisa CERN, localizado perto de Genebra, na Suíça, que neutrinos injetados em um receptor em Gran Sasso, na Itália, haviam chegado em média a 60 nanossegundos mais rápido do que a velocidade da luz teria feito.

A descoberta dessas partículas sub-atômicas, que já estão sendo chamadas de “partículas-fantasma”, pode gerar uma ampla reavaliação das teorias sobre a composição do cosmos.
Segundo o físico Jeff Forshaw, professor da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, a descoberta, se confirmada, poderia significar que é possível teoricamente “enviar informações para o passado”.

“A velocidade da luz é uma velocidade cósmica limite e existe para proteger a lei de causa e efeito, se algo viaja mais rápido do que a velocidade cósmica limite, então se torna possível enviar informações para o passado, em outras palavras, a viagem para o passado poderia se tornar possível. No entanto, isso não significa que estaremos construindo máquinas do tempo em algum momento próximo. Existe um grande abismo entre a viagem no tempo de um neutrino e a viagem no tempo de um ser humano”, afirmou o cientista.
Ainda parece prematuro afirmar que essas partículas-fantasma realmente existem. Testes mais elaborados devem ser feitos para garantir a exatidão dessas medições.
A existência dessas partículas também jogaria por terra a Teoria da Relatividade Especial de Einstein, pela qual nada pode viajar mais rápido do que a luz, ou seja, nada seria mais rápido que 300 mil quilômetros por segundo porque sua massa se tornaria impossivelmente infinita.
Alguns físicos ainda permanecem céticos em relação à descoberta das chamadas partículas-fantasma, que poderiam viajar mais rápido que a luz.

Irradiação do Sol Central da Galáxia…

Nossa Galáxia, é uma Galáxia em espiral com 3 braços e em seu centro, na profundidade dessa Galáxia, existe o que conhecemos como um Sol Central, uma grande Estrela que irradia uma energia muito poderosa. É o que se chama Sol Central da Galáxia. Esse Sol que os Maias estudavam e que muitas civilizações anteriores à nossa aqui no planeta tinham como fonte de energia vital.

Esse Sol Central da Galáxia emite uma expansão de luz muito importante e se projeta a toda a Galáxia, mais ou menos a cada 26 mil anos. Quando esse Sol expande sua luz, toda a Galáxia é compenetrada por essa energia que tem uma voltagem altíssima, e tudo o que toca é transformado. E assim começa um novo ciclo universal, com todas as mudanças que essa irradiação de luz pôde provocar. A humanidade reconhece o fenômeno que está ocorrendo em toda nossa galáxia. Podemos dizer que altas concentrações de energia solar estão trasladando-se velozmente em direção a todas as consciências dos planetas e dos corpos celestes, para que recebam o que nós denominamos Irradiação Alfa.

A Irradiação Alfa é a primeira irradiação física que o Sol Central da galáxia está emanando à toda a galáxia para reordenar os mundos físicos, os movimentos materiais das leis e o mais importante, a readequação da consciência da humanidade.
Estas Irradiações Alfa promovem um reordenamento dos mundos físicos da posição orbital dos corpos celestes e da posição das estrelas, para que tudo o que seja criação material receba impulsos de luz de outras escalas maiores. Não estamos lhes transmitindo movimentos imprevistos, só confirmamos que a Irradiação Alfa, que nasce do coração do Sol Central, se manifesta para vosso tempo a cada 26 mil anos.

A chegada à Merla desta descarga magnética e elétrica, reajustará princípios nas leis moleculares, atômicas e físicas. Tudo o que permanece no exterior desviado do ponto de alinhamento universal da lei, será fortemente removido e purificado. Por isso, irmãos, nós anunciamos para todos, alguns movimentos que se gerarão na consciência da humanidade.
Todo o movimento que provém da galáxia à qual Merla pertence, pode mudar de destino e de rumo dependendo do grau evolutivo das leis da humanidade. Podemos transmitir que a Irradiação denominada Alfa se generaliza na galáxia e nos planetas em todo lugar onde uma criatura habite, se regenere e cresça a partir do Espírito, e donde toda espécie, espaço, vibração e vida se manifestem.

“A Irradiação Alfa gerará”, 
“Um movimento acelerado do ritmo tempo universal. Isto significa uma operação numérica e proporcional ao movimento universal do tempo e isso gera um avanço vitalizante das energias que formam o que chamamos de tempo presente”.

Ciclos de energia na TerraCiclos de energia na Terra…

A vida na Terra é possível graças aos diversos ciclos de energia que abastecem o planeta. O principal ciclo energético da Terra é mantido pelo Sol, que fornece calor e luz, essenciais para a manutenção da vida.

O planeta também conta com o ciclo da matéria, com o ciclo da água, com o ciclo dos nutrientes essenciais e com a gravidade. Geologicamente, a origem de toda a energia da Terra está na gravidade. Contudo, também existem fundamentos químicos e físicos para os ciclos de energia do planeta.
A Terra tem uma energia própria interior, chamada de energia primária; e tem a energia solar. De uma forma geral, essas duas energias básicas são comandadas por um fenômeno central: a gravidade.
Para a física, a matéria é a energia condensada, e a energia é a matéria desintegrada. Todas as formas de vida do planeta passam por mudanças energéticas. A energia da superfície terrestre, em forma de luz, está em equilíbrio com a energia que sai da superfície em forma de radiação térmica.
O ciclo da água também é importante para a distribuição de energia na Terra. A crosta terrestre tem 71% dos territórios ocupados por água, o que equivale a 362 milhões de quilômetros quadrados de oceanos, mares, rios e lagos. Toda essa água necessita de energia para ser aquecida, mudar de estado e garantir o ciclo hidrológico que forma as chuvas, o vapor e a neve.
A capacidade térmica da água faz com que a energia possa circular por todo o globo terrestre, promovendo, inclusive, trocas de energia entre as diversas regiões do planeta. As propriedades térmicas da água influenciam a distribuição da energia solar por meio das correntes marítimas e do ciclo da chuva.

Fontes de energia

Fontes de energia…

O grande desafio das nações é investir em fontes renováveis e limpas para a geração de energia. Existem vários tipos de fontes de energia, utilizados para abastecer grandes regiões. Algumas
dessas fontes são consideradas sustentáveis e outras acabam prejudicando o meio ambiente. A energia elétrica é essencial para manter a qualidade e o padrão de vida da sociedade moderna. Entretanto, é preciso utilizar a energia com cautela e consciência, uma vez que muitas fontes de energia são esgotáveis e impactantes para o planeta. Nosso consenso diz que devemos substituir a energia das hidroelétricas e nucleares por sistemas de energias sustentáveis e limpas, salvaguardando a saúde do planeta e de todos.

O homem utiliza a energia para diversas atividades, como o banho, o funcionamento de aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, para a iluminação, para a operação de indústrias, entre outras coisas. Atualmente, existe uma pressão muito grande para a criação de novas fontes energéticas que possam suprir uma demanda crescente por eletricidade.

Muitas fontes de energia ainda são de origem fóssil, como o carvão, o gás natural e o petróleo. Essas formas de energia liberam gases poluentes responsáveis pelo efeito estufa e pelas mudanças climáticas. Além disso, essas fontes não são renováveis.
Outra forma de energia é a nuclear, que também apresenta riscos, pois pode ocasionar grandes desastres como a liberação de material radioativo em usinas nucleares.
Hoje, o grande desafio de todas as nações é investir em fontes de energia consideradas limpas e renováveis. Nessa categoria, temos a energia solar, a energia eólica, a energia das marés, a energia da biomassa, e a energia hidráulica. Todas essas fontes são consideradas menos poluentes.

Diante dessas informações, podemos classificar as fontes energéticas em quatro tipos:

Fontes renováveis Fontes ilimitadas, como os biocombustíveis, as hidrelétricas, a energia solar, e a energia eólica.
Fontes não renováveis Fontes que podem se esgotar, como o petróleo, o carvão, e o urânio.
Fontes primárias São aquelas que ocorrem da natureza, como os combustíveis fósseis, a água, o vento e a radiação solar.
Fontes secundárias São aquelas obtidas a partir das fontes primárias, como a gasolina e o gasóleo.

No Brasil, apesar dos avanços e novas tecnologias, de inúmeras novas fontes de energias limpas e sustentáveis, o governo federal ainda tem investido nas hidrelétricas, que possuem boa eficiência energética, que atualmente, mais de 90% da energia elétrica brasileira vem desse tipo de usina.Mas, essa realidade em breve mudará. Visto que os recursos naturais são esgotáveis, sendo desnecessário e imprudente o uso, quando existe outros recursos e fontes inesgotáveis, entre muitas, como a Energia do Nikola Tesla.

 O Que é a Radiação UV?O Que é a Radiação UV…

A Radiação Ultravioleta (UV) é emitida pelo Sol. Esses raios atingem a Terra e são prejudiciais para a pele humana. Os raios UV provocam queimaduras solares, fotoalergias e bronzeamento.

O acúmulo da radiação na pele também leva ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de câncer de pele. Por isso, é fundamental manter uma rotina de uso do protetor solar.

A radiação UV é dividida em UVA, UVB e UVC. Os raios UVA e UVB atingem a Terra. Já os raios UVC são bloqueados pela atmosfera terrestre, impedindo que eles cheguem à superfície do planeta.

A radiação ultravioleta tem comprimento de onda menor que 400nm. A radiação do Sol é absorvida pela camada de ozônio, fato que protege os seres humanos.

A incidência de raios ultravioletas também pode provocar catarata e problemas no sistema imunológico. A radiação ultravioleta é bastante refletida por alguns materiais, como a areia, por exemplo, que chega a refletir até 20% da radiação UV.

Problemas Decorrentes da Destruição da Camada de Ozônio…

O ciclo de destruição do ozônio estratosférico por radiação UVB desempenha um papel importante em favor da vida, pois diminui a quantidade de radiação UV que chega até superfície do planeta. A radiação UV, que bronzeia, seca e envelhece a pele, é prejudicial aos animais e plantas, principalmente porque pode danificar o DNA (ácido desoxirribonucléico). Essa molécula contém informações genéticas necessárias para reprodução e manutenção saudável dos seres vivos.

Danos causados ao DNA por exposição excessiva à radiação UV, aumentam a probabilidade de ocorrer uma mutação indesejável durante a reprodução celular, levando eventualmente a um crescimento tumoroso como, por exemplo, o câncer de pele. A destruição da Camada de Ozônio multiplicaria estes efeitos.

Eletricidade Estática…

Eletricidade Estática

A Eletricidade Estática acontece quando uma certa quantidade de elétrons gera cargas positivas ou negativas em comparação à carga elétrica dos núcleos dos átomos. O ramo da física que estuda esse fenômeno é a Eletrostática.
Nesse contexto, quando existe um excesso de elétrons em relação aos prótons, o corpo fica carregado negativamente. E na situação inversa, o corpo fica carregado positivamente.

A eletricidade estática pode ser produzida por meio da fricção de dois corpos. Nesses casos, acontece um acúmulo de cargas elétricas.

Existem 3 tipos de estudo da eletrostática. São eles: eletrização por atrito, eletrização por contato e eletrização por indução.

Dois princípios importantes para o entendimento da eletrostática são: o Princípio da conservação da carga elétrica e o Princípio da atração e repulsão entre cargas elétricas.

No dia-a-dia podemos notar a eletricidade estática em atividades corriqueiras, como pentear os cabelos: em dias secos, os fios de cabelo se repelem, pois eles estão eletrizados.

RadioatividadeRadioatividade…

A radioatividade é a capacidade de emissão de energia que alguns elementos possuem. Essa é uma característica de elementos fisicamente instáveis. A energia é emitida sob forma de partículas ou radiação eletromagnética.

A existência da radioatividade foi descoberta no século XIX. A radiação permitiu aos pesquisadores diversas descobertas importantes, como a constatação de partículas menores do que o átomo, como o próton, o nêutron e o elétron.

A radioatividade é considerada um fenômeno natural ou artificial. Ela se manifesta com substâncias ou elementos químicos radioativos, capazes de emitir radiação. Esses elementos podem gerar placas fotográficas, ionizar gases, produzir fluorescência, entre outras ações.

A radiação é emitida em partículas alfa, beta e raios gama, e pode ser considerada uma característica da energia nuclear. Na medicina, a radiação é empregada nos raios-X.

O primeiro pesquisador a observar a radioatividade foi o francês Henri Becquerel, em 1896.

Efeitos Elétricos da RadiaçãoEfeitos Elétricos da Radiação…

As radiações ionizam o ar atmosférico ou os gases, tornando-os condutores de eletricidade.
Esta propriedade é utilizada na fabricação dos aparelhos chamados contadores Geiger, que são aparelhos usados para detectar a presença de uma radiação e medir sua intensidade.

Efeitos Luminosos…
As radiações provocam a fluorescência de certas substâncias, como o sulfeto de zinco (ZnS).
Esta propriedade é utilizada, por exemplo, na fabricação dos ponteiros luminosos de certos relógios.

Efeitos Biológicos da Radiação…

As radiações, quando em quantidades elevadas, são perigosas aos seres vivos, sendo nocivas aos tecidos, destruindo-os.
Por outro lado, quando convenientemente dosadas, são utilizadas no tratamento de algumas espécies de câncer, pois atuam na destruição das células cancerosas.
As células em mitose, como é o caso das células cancerosas, são mais sensíveis à radiação do que as células em repouso.
Por muitos anos o rádio foi empregado para o tratamento de câncer: o Co-60 e Cs-137 estão sendo usados como terapia neste campo por serem mais baratos e por emitirem radiação mais poderosa.

Efeitos Químicos da Radiação…

Estudos com radioisótopos têm sido de grande importância para se estabelecer mecanismos de reações nos organismos vivos.
Por exemplo, o cientista americano Melvin Calvin usou CO2 constituído de C-14 (emissor 0-1beta) na determinação do mecanismo de fotossíntese pelo qual as plantas transformam CO2 e H2O em C6H12O6 e O2.
Analisando as partes das plantas expostas ao CO2 radioativo em vários períodos de tempo e analisando os compostos orgânicos que con-tinham C-14, Calvin conseguiu descobrir as várias reações que levavam à reação global.  6 CO2(g) + 6 H2O(l) -> C6H12O6 + 6 O2(g).

Fusão nuclearFusão nuclear…

Você sabia que temos um exemplo de fusão nuclear todos os dias diante de nossos olhos? O sol e as estrelas são grandes exemplos, afinal de contas, é a sua fonte de energia e de vida, o sol, em seu interior uma série de fusões ocorrem originando núcleos de hélio. Em poucas palavras, fusão nuclear nada mais é que a união de diversos núcleos que se unem formando um núcleo maior e estável.

A fusão nuclear se torna mais fácil com núcleos menores já que precisam de colidir para juntar-se a outros núcleos, e a repulsão de carga positiva desses núcleos será bem menor, mas, para ocorrer essa colisão é necessário uma força cinética muito forte para vencer a repulsão das energias.

Logo abaixo temos um calculo que exemplifica a fusão de nuclear e a fundição de dois núcleos, um de deutério e outro de trítio, tal fusão resulta nos átomos de hélio.
Fusão Nuclear 1

O exemplo acima conta com a seguinte composição: 73% de hidrogênio, 26% de hélio e 1% de outros elementos, que é a mesma fonte de energia do sol e das estrelas, que precisa de átomos de hidrogênio para originar átomos de hélio.
Fusão Nuclear 2

As reações de fusão do hidrogênio são a fonte de energia das estrelas, incluindo o Sol.
A quantidade de energia liberada nesta fusão é simplesmente poderosa, para você ter uma ideia de sua força, podemos dizer que é dois milhões de vezes maior que as reações químicas comuns. Para ficar mais claro, vamos usar outro exemplo, em 1952 os Estados Unidos lançou em um atol do Pacifíco a primeira bomba de hidrogênio, resultado: praticamente pulverizou o lugar. Essa reação foi mil vezes maior que as bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, ou seja, daqui dá pra imaginar o poder da fusão nuclear natural que ocorre no centro do sol.

Devido ao nível de alta energia liberada nestas reações, os cientistas sonham em poder utilizar essa energia em prol da humanidade, contudo, infelizmente os graus para chegar em uma fusão como esta são elevadíssimos, seria necessário uma energia tão intensa quanto o calor do sol para conseguir usufruir uma energia como está e, ainda não é seguro trabalhar de maneira controlada com materiais que exijam milhares de graus celsius.

Mas a ciência encara tais problemas como obstáculos que precisam ser superados, e por isso criaram um tipo de reator que consegue suportar uma quantidade de calor tão intensa que consegue manter o plasma longe das paredes com técnicas de confinamento magnético. Atualmente esse tipo de reatores estão sendo testados devido a vantagem que podem trazer ao mundo, para você ter uma ideia, para alimentar a energia do mundo inteiro seria preciso apenas a fusão de 2, 10-9% do deutério. Veja a foto abaixo do detokamak.
Fusão Nuclear 3

Reator tokamak que está em fase de teste, assim que conseguirem, poderá fornecer energia através da fusão nuclear.

A radioatividade como um fenômeno nuclear

A radioatividade como um fenômeno nuclear…

Foi visto que a radioatividade apresentada pelas substâncias contendo urânio se devia única e exclusivamente ao urânio presente nestas substâncias. Por isso dizemos que os átomos de urânio são radioativos, ou seja, emitem radiação. Estudos feitos mostraram que as radiações emitidas pelos átomos de urânio saem dos núcleos desses átomos. Isto evidencia que a radioatividade é uma propriedade nuclear. Mas, o que acontece nos núcleos dos átomos de urânio quando da emissão de radiação? Consideramos, para tanto, que estes átomos de urânio contenham 146 nêutrons (há átomos de urânio com diferente quantidade de nêutrons, os isótopos do urânio).

Transmutação artificial…
A transformação de um átomo em outro é denominada TRANSMUTAÇÃO. Um átomo pode se transformar em outro quer emitindo naturalmente as radiações (radioatividade natural), quer emitindo-as sob a ação de um agente externo (radioatividade artificial).
A primeira transmutação artificial produzindo oxigênio a partir do bombardeamento de nitrogênio com partículas alfa, foi realizada em 1919 pelo Senhor Ernest Rutherford.

Radiação AlfaRadiação Alfa

Os raios Alfa tem uma carga elétrica positiva. Consistem em dois prótons e dois nêutrons, e são idênticos aos núcleos dos átomos de hélio.

Os raios alfa são emitidos com alta energia, mas perdem rapidamente essa energia quando passam através da matéria.
Uma ou duas folhas de papel podem deter os raios alfa. Quando um núcleo emite uma partícula alfa, perde dois prótons e dois nêutrons.
Por exemplo, a radiação alfa ocorre no U238 um isótopo do urânio que tem 92 prótons e 146 nêutrons.  Após a perda de uma partícula alfa, o núcleo tem 90 prótons e 144 nêutrons.  O átomo com número atômico 90 não é mais o urânio, mas o tório. o isótopo formado é o 12Th234 .
1- As partículas alfa são núcleos de hélio. Consistem em dois prótons e dois nêutrons que se comportam como uma partícula única.
2- O núcleo do rádio, no qual prótons e nêutrons se unem para formar uma partícula alfa.
3- A partícula alfa é emitida pelo núcleo.

Radiação BetaRadiação Beta

Alguns núcleos radioativos emitem elétrons comuns, que tem a carga elétrica negativa. Há os que emitem pósitrons, que são elétrons positivamente carregados. As partículas beta se propagam com velocidade quase igual à da luz.  Alguns podem penetrar mais de 1 cm de madeira. Quando um núcleo emite uma partícula beta, também emite um neutrino.
Um neutrino não tem carga elétrica e quase não tem massa. Na radiação de partículas beta negativas, um nêutron no núcleo transforma-se em um próton, um elétron negativo e um neutrino.

O elétron e o neutrino são emitidos no instante em que se formam, e o próton permanece no núcleo.
Isto significa que o núcleo passa a conter mais um próton e menos um nêutron.  Por exemplo, um isótopo de carbono, o 6C14, emite elétrons negativos.

O C14, tem oito nêutrons e seis prótons. Quando se desintegra, um nêutron se transforma em um próton, um elétron e um neutrino.
Após a emissão do elétron e do neutrino, o núcleo contém sete prótons e sete nêutrons.  Seu número de massa permanece o mesmo, mas seu número atômico aumenta de um.
O elemento com número atômico sete é o nitrogênio.
Assim, o 6C14 transforma-se no 7N14 após a emissão de uma partícula beta negativa.  Quando o núcleo emite um pósitron, um próton do núcleo transforma-se em um nêutron, um pósitron e um neutrino. O pósitron e o neutrino são emitidos no mesmo instante da sua formação, e o nêutron permanece no núcleo. Um isótopo de carbono, o 6C11, emite pósitrons.

O C11 tem seis prótons e cinco nêutrons.
Quando emite um pósitron, um próton se transforma em um nêutron, um pósitron e um neutrino. Após a emissão do pósitron e do neutrino, o núcleo contém cinco prótons e seis nêutrons.
O número de massa permanece o mesmo, mas o número atômico cai de um. O elemento de número atômico cinco é o boro.
Assim, o 6C11 transforma-se no 5B11 após a emissão de um pósitron e de um neutrino.
1. As partículas beta são elétrons em alta velocidade emitidos por certos átomos radioativos.
2. Os elétrons negativos formam-se pela desintegração de um nêutron. Os elétrons positivos formam-se pela desintegração de um próton.
3. A partícula beta é arremessada no instante em que se forma. Um neutrino, uma partícula quase sem peso, também é emitido.

Radiação GamaRadiação Gama

Raios Gama Os raios gama não tem carga elétrica. São semelhantes ao raio x, mas normalmente tem um comprimento de onda mais curto.
Esses raios são fótons (partículas de radiação eletromagnética) e se propagam com a velocidade da luz.
São muito mais penetrantes do que as partículas alfa e beta. A radiação gama pode ocorrer de diversas maneiras.
Em um processo, a partícula alfa ou beta emitida por um núcleo não transporta toda a energia disponível.  Depois da emissão, o núcleo tem mais energia do que em seu estado mais estável. Ele se livra do excesso emitindo raios gama.
Nenhuma transmutação se verifica pelos raios gama.
1. Os raios gama são partículas, ou fótons, de energia eletromagnética.
2- Núcleo do radio.
3- Os raios gama são liberados quando um núcleo, após uma desintegração radioativa, fica num estado de alta energia.

Isótopos RadioativosOs Perigos da Radiação…

A radiação danifica os tecidos vivos, de modo que as pessoas que trabalham com material radioativo devem se proteger.

Os raios alfa e beta são absorvidos mais facilmente, mas os raios gama são muito mais penetrantes. Os elementos de núcleo atômico alto absorvem melhor os raios gama, em comparação com os de baixo número atômico. A radiação em excesso pode causar câncer, a multiplicação acelerada e desenfreada de células de certas regiões do corpo.

Os efeitos biológicos da radiação são diversos, entre eles o desenvolvimento de tumores, leucemia, queda de cabelo, redução na expectativa de vida, indução à mutações genéticas, malformações fetais, lesões de pele, olhos, glândulas e órgãos do sistema reprodutivo.

Alerta de Radiação…

Torres de celular, de TV e FM provocam radiações perigosas. Com a grande demanda por celular, cresce o número de torres de radiofrequência nas cidades brasileiras sem que o país tenha legislação a respeito.

Uma das consequências do processo de privatização das telecomunicações está no crescimento fantástico do setor e, consequentemente, na proliferação de torres de telefonia celular nos municípios brasileiros. O assunto é tão novo que ainda não há estatísticas a respeito. Essas torres estão se somando às de TV e às de rádio FM, transformando a paisagem e o meio ambiente das pequenas, médias e grandes cidades. A maioria das pessoas assimila a presença delas como símbolo de conforto e tecnologia e desconhece os efeitos causados pelo novo “habitante”. O setor mais do que cresce: atropela e expande numa velocidade incrível, sem que o Brasil possua legislação para regulamentar a instalação de torres de emissão de radiofrequência. As pesquisas sobre os índices de radiação dos aparelhos de celular e das torres de radiofrequência estão apenas começando.

A presença delas significa conforto, modernidade e tecnologia para a comunicação entre as pessoas. Nesse sentido ninguém é contra a presença das torres de radiofrequência na vizinhança. Acontece, porém, que a chegada das torres de celular também significa ter cuidados, que deveriam estar previstos em lei, diante dos altos riscos que representa conviver com elas.
Os estudos sobre os efeitos da radiofrequência no corpo humano e a definição dos índices aceitáveis para as torres e aparelhos celulares ainda são insipientes no Brasil. Não há nenhuma legislação em vigor, nem projeto de lei tramitando sobre o assunto no Congresso Nacional. A única medida preventiva que se tem notícia é uma portaria baixada pela Anatel em dezembro/99, que recomenda a adoção dos limites em vigor na Europa, mencionados na publicação ” Guidelines for Limiting Exposure to Time-Varying Electric, Magnetic, and Electromagnetic Fields” (Health Physics, Vol. 74, nª 4, pp 494-522, 1998 – a tradução para o português dessa publicação foi feita pela Associação Brasileira de Compatibilidade Eletromagnética-Abricem, realizada pelo Grupo de Trabalho de Efeitos Biológico dessa entidade).                                                                                         Um consenso mundial sobre o índice tolerável de radiação para o corpo humano não está realmente definido.                                                   Atualmente, estudiosos concordam apenas que cada pessoa pode suportar a radiação que varia entre 9 e 40 volts/metro.                                                      =>Acima de 40 v/m todos concordam que é prejudicial à saúde. Várias dúvidas pairam sobre o tema, inclusive se a radiação tem efeito cumulativo no corpo humano.      

Cuidados e conclusões básicas
• Não coloque o aparelho celular no ouvido de bebês e crianças muito pequenas,
• Fale durante 6 minutos, no máximo, a cada ligação;
• Transfira a ligação do celular para o telefone fixo, sempre que possível;
• Celulares digitais são menos tóxicos do que analógicos;
• Dores de cabeça, náuseas, azia, problemas de vista e impotência sexual podem ser sintomas de exposição à radiação em excesso. Observe se há torres de TV, FM e de celular perto de sua casa. Consulte um neurologista;
• A radiação em excesso afeta especialmente o sistema nervoso central e causa a perda da flexibilidade muscular;
• Não aproxime o rosto do forno de microondas ao abri-lo;
• Adote uma distância mínima equivalente ao dobro da largura do aparelho de TV, para assisti-la;
• Não é aconselhável a instalação de torres de radiofrequência (TV, FM e celular) em shopping centers;
• Escolas, creches, asilos e hospitais não devem ter torres de radiofrequência em suas imediações.

Potência de radiação das torres (em média)
Torres de TV – de 1 watt a 50 mil watts
Torres de FM – de 1 watt a 30 mil watts
Torres de celular – de 20 mil watts a 50 mil watts
* As torres são definidas conforme o tamanho da cidade.
* A distância média mínima de uma torre deve ser o equivalente a um raio de 50 metros.

Telefones celulares…
– um pouco da história e das normas .
O primeiro rádio de comunicação celular entrou em operação em 1928, nos Estados Unidos, e seu usuário foi a polícia de Nova York. O equipamento circulava pela cidade dentro de um porta-mala de um carro da polícia, que também contava com uma antena. Foi um sucesso. Em 1946, a telefonia móvel chegou aos cidadãos americanos, que podiam adquirir o sistema de comunicação móvel. As primeiras normas de proteção em relação à emissão de radiofrequência no mundo foram implantadas na Europa e Estados Unidos, na década de 50.
Dos anos 50 até 83, muitos modelos de telefones móveis instalados em carros foram produzidos e consumidos. O primeiro sistema de telefonia celular europeu data de 82, tendo sido a Espanha o primeiro país a fazê-lo. Só em 83, entrou em operação o primeiro sistema de telefonia celular – o “Amps”, que ficou conhecido como analógico – nos Estados Unidos. As normas para a radiofrequência foram estendidas e aperfeiçoadas para as torres de telefonia celular e aparelhos celulares. O uso de massa dos celulares nos EUA tem apenas cinco anos. Hoje, são cerca de 95 milhões de aparelhos em operação. As normas atuais americanas determinam que, a partir de 2001, os fabricantes terão de trocar todo o invólucro e antenas dos aparelhos celulares disponíveis no mercado, para evitar os malefícios da radiação no corpo humano. Atualmente, o sistema TDMA-Time Division Multiplex Access é considerado menos agressivo ao meio ambiente e ao ser humano do que o CDMA-Code Division Multiplex Access, um sistema eminentemente militar.

Glossário…
Radiação – a emissão de ondas eletromagnéticas originadas por uma fonte, que pode ser o Sol ou uma torre de radiofrequência.
Radioatividade quando a radiação é ionizada, por meio de um procedimento artificial, provocando a alteração molecular da matéria e do meio, no qual ela se propaga.
Potência – intensidade da radiação medida em Watts.
Freqüência – medida da oscilação da radiação medida em hertz.
ERB – estação rádio-base, são as torres de transmissão celular.

Isótopos Radioativos…

Os isótopos radioativos, ou seja, aqueles que emitem algum tipo de radiação são também ferramentas essenciais na agricultura moderna. No Cena, estudo semelhante ao que é feito com o isótopo estável do Nitrogênio (N-15), é realizado com os elementos não-estáveis Fósforo-32, Enxofre-35, Cálcio-45, Zinco-65, Manganês-54 e Ferro-59, para entender a absorção destes nutrientes nas culturas.

As pesquisas permitem saber, por exemplo, entre as várias fontes de um determinado nutriente, aquelas que são mais eficientes no aumento da produtividade da planta. Além disso, pode-se medir o grau de absorção do adubo via folhagem. Para Takashi Muraoka, professor e pesquisador do Cena, os benefícios da pesquisa são, por um lado, a economia em fertilizantes agrícolas e, por outro, a preservação do meio ambiente. “Se a planta não aproveita todo o insumo, há desperdício e um prejuízo econômico. E como adubo é um insumo caro, não pode haver perda. O estudo tem também o objetivo de evitar a poluição, pois se uma cultura absorve apenas 30% de um determinado fertilizante, o que for colocado a mais corre o risco de atingir o lençol freático”, explica. Recentemente, o Laboratório de Fertilidade do Solo do Cena está participando, juntamente com a Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear) e a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), de um projeto para pesquisar o melhor manejo de fertilizantes no Cerrado brasileiro, com o uso de técnicas nucleares. Participam do projeto, além do Brasil, Venezuela, México, Cuba, África do Sul, Benin, Burkina Faso, Alemanha, EUA e Austrália, estes três últimos como colaboradores. “Todos esses países possuem terras com características semelhantes ao Cerrado brasileiro, como a acidez e a deficiência de Nitrogênio e Fósforo”, diz Muraoka.

No Cena, os radioisótopos também são usados no estudo da nutrição animal. A finalidade é compreender a cinética de alguns minerais, entre os quais estão o Fósforo e o Cálcio radioativos, no organismo animal. “Como no Brasil há deficiência de alguns minerais, temos que estudar melhor o seu aproveitamento pelos animais, pois o custo de suplementação é alto. Para isso, injetamos radioisótopos no animal e estudamos a absorção e excreção, ou seja, o metabolismo do mineral. No caso da Europa, em alguns países, ocorre poluição nos solos devido ao excesso de minerais excretados nas fezes; assim, é importante medir esta excreção, para controlar o desperdício e também para evitar poluição”, afirma Dorinha Miriam Vitti, pesquisadora do laboratório de nutrição animal.

Elementos RadioativosElementos Radioativos…

Rádio…
Metal de símbolo Ra, número atômico 88, massa atômica 226,05, descoberto em 1898 por P. e M.Curie, é dotado de intensa radioatividade. O rádio é um metal alcalino terroso, que funde a 700 °C. Muito raro na natureza, é extraído da pechblenda. Desintegra-se com uma vida média de 1620 anos, produzindo uma emanação gasosa de hélio e de radônio. Esse último, também radioativo, transmuta-se no polônio que, por uma série de novas desintegrações, conduz finalmente ao chumbo 206. As radiações alfa, beta e gama emitidas pelo rádio são dotadas de grande poder bactericida e sua ação fisiológica acarreta a destruição dos tecidos e a suspensão da mitose, donde diversas aplicações terapêuticas (curieterapia).
Tório…
Metal raro de símbolo Th, número atômico 90, massa atômica 232,038,branco, cristalino, de densidade 12,1, e que funde a 1700°C, aproximadamente, extraído da torita.
Urânio..
Metal de símbolo U, número atômico 92, massa atômica 238,07, e densidade de 18,7, extraído do óxido de urânio. Último elemento natural da classificação periódica, o urânio foi isolado em 1841 por Péligot. Trata-se de um sólido cinza-ferro, que funde a 1800°C e se oxida facilmente. O óxido uranoso, ou urano, UO2, é um sólido negro, de propriedades básicas, a que correspondem os sais uranosos, verdes.
O anidrido urânico, UO3, alaranjado, é anfótero e produz, em reação comos ácidos, sais de uranila (pois contém o radical UO2). Tais sais são amarelos e dotados de fluorescência verde. O UO3 dá também, ao reagir com as bases, os uronatos, como o Na2UO4; este, incorporado ao vidro, resulta no vidro de urânio, que se torna fosforescente sob a ação de raios ultravioletas.
O minério de urânio mais importante é a pechblenda, ou uraninita, U3O8. Existem, todavia, muitos outros, que vêm sendo ativamente extraídos.
Foi no urânio que Henri Becquerel descobriu a radioatividade. O produto natural é uma mistura de três isótopos, entre os quais o U238, mais abundante, gerador da família do rádio, e o U235, gerador da família do actínio. Sob a ação de nêutrons, o urânio 238 pode transformar-se em plutônio, e o urânio 235 pode sofrer fissão nuclear.
Em virtude da baixa concentração do urânio em seus diversos minérios (em geral menos de 1%), os tratamentos metalúrgicos compreendem inicialmente uma concentração física e, depois, uma concentração química dos sais de urânio. Após a purificação do concentrado, o metal é elaborado, a partir do tetrafluoreto, por redução metalotérmica pelo magnésio ou pelo cálcio. É afinado por refusão à vácuo antes de enformado e tratado termicamente. O urânio é utilizado sobretudo como combustível nos reatores nucleares (barras, tubos, anéis); seja em estado puro, seja em liga como o molibdênio, ou ainda em compostos refratários (óxido, carboneto). Pode também ser enriquecido num isótopo físsil, principalmente pelo processo seletivo da difusão gasosa do hexafluoreto através de paredes porosas, ou pelo processo de ultracentrifugação.
Polônio…
Metal de símbolo Po, radioativo, de número atômico 84, massa atômica 210, que acompanha geralmente o rádio.

 

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